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As notícias internacionais mais importantes da semana de 10/3

Veja os destaques do noticiário para quem vai prestar vestibular. Todas as informações são da Agência Brasil

Guerra na Síria entra no sétimo ano e ONU pede “medidas drásticas”

A guerra na Síria está entrando no seu sétimo ano e a Agência da ONU para Refugiados, pede “medidas drásticas para fortalecer a paz e a segurança no país”, antes que a situação piore. A agência está encorajando a comunidade internacional a redobrar o seu apoio aos deslocados pelo conflito para amenizar o intenso sofrimento de “milhões de civis inocentes”.

O atual dirigente do Alto Comissariado da ONU para Refugiados  (Acnur), Filippo Grandi, declarou que a “Síria está numa encruzilhada”. Cerca de 13,5 milhões de pessoas no país precisam receber ajuda humanitária, sendo que 6,3 milhões são deslocados internos. O Acnur lembra que milhares de sírios fizeram viagens arriscadas por terra e mar em busca de segurança.

Segundo a agência, quase 3 milhões de crianças sírias cresceram sem saber como é viver num local sem conflito, já que, quando nasceram, o país já estava em guerra. Leia mais

Tribunal confirma impeachment da presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye

Os oito juízes do Tribunal Constitucional ratificaram a resolução aprovada pelo Parlamento da Coreia do Sul, que retira definitivamente Park Geun-hye da função de presidente. Pelo menos duas pessoas morreram enquanto participavam das manifestações contra e a favor a decisão.

A procuradoria-geral do país considera que Park foi cúmplice no caso “Rasputina”, apelido de sua amiga Choi Soon-sil, acusada de aproveitar da sua amizade com a presidente para intervir em assuntos de Estado, apesar de não ocupar nenhum cargo público, e de articular uma ação de extorsão de empresas. As empresas doaram grandes quantidades de recursos a várias fundações, que foram apropriadas por Soon-sil. As informações são da Agência Télam. Leia mais

ONU: Paridade salarial entre homens e mulheres só será alcançada em 170 anos

O especialista da ONU Mulheres Julien Pellaux alertou que se nada for feito, a paridade salarial entre homens e mulheres vai levar 170 anos para ser alcançada. Em entrevista à ONU News, em Nova York, na quarta-feira (8), Dia Internacional da Mulher. Pellaux disse que as Nações Unidas estão “dando início a várias campanhas para promover esse assunto, que na verdade é um assunto político”.

“Tem que ter vontade política, uma resolução política de querer mudar isso. As disparidades salariais entre os sexos não vão se fechar naturalmente. É preciso ter um impulso importante dos governos do mundo todo para (reduzir) essas disparidades,” falou. Leia mais

Norte-coreanos lançaram mísseis no mar do Japão

A Coreia do Norte lançou no domingo (5) de um a quatro mísseis balísticos não identificados ao mar do Japão, segundo fontes oficiais de Tóquio e Seul. O lançamento ocorreu às 20h06 de ontem, pelo horário de Brasília, e aparentemente foi um sinal de protesto contra os atuais exercícios conjuntos de forças dos Estados Unidos, da Coreia do Sul e de outros países.

Os projéteis foram lançados a partir de uma área próxima à estação de lançamento de mísseis Dongchang Ri e aterrissaram  no mar do Japão, na Costa Leste da Coreia do Norte. A informação é da agência de notícias sul-coreana Yonhap, que citou fontes do Estado-Maior do Exército do seu país. A agência mencionou um único projétil, segundo a agência argentina Télam. Já o porta-voz do governo do Japão, Yoshihide Suga, fez referência a quatro mísseis, dos quais três teriam caído na Zona Econômica Especial, a cerca de 370 quilômetros da costa japonesa, segundo a agência EFE. Leia mais

Trump assina novo decreto e Iraque sai da lista de restrição para imigrantes

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, assinou na segunda-feira (6) uma nova versão do seu polêmico decreto sobre imigração que havia sido bloqueado pela Justiça americana, diminuindo de sete para seis o número de países atingidos, com a retirada do Iraque da lista. As informações são da agência argentina de notícias Télam. A versão corrigida do veto migratório seguirá proibindo temporariamente a entrada de refugiados e suspenderá a emissão de vistos para cidadãos do Irã, da Somália, do Iêmen, da Líbia, da Síria e do Sudão, todos eles países de maioria muçulmana.

Na capital, Washington, houve protestos da população contra o decreto. Manifestantes seguravam cartazes a favor dos refugiados e contra a ordem executiva. A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) disse que eles “precisam urgentemente de proteção para salvar suas vidas”. Já o Alto Comissário da ONU para Refugiados, FIlippo Grandi, afirmou que está preocupado com a decisão, que, apesar de ser temporária, pode “agravar a angústia de quem foi afetado por ela”. Leia mais 1, leia mais 2

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