Guia do Estudante

Os melhores cursos de Geologia do Brasil

Amanda Previdelli | 25/07/2014

engenharia petroleo

Geologia é a ciência que estuda a origem, a formação, a estrutura e a composição da crosta terrestre, além das alterações sofridas por ela no decorrer do tempo.

O geólogo investiga a ação das forças naturais sobre o planeta e seus efeitos, como a erosão e a desertificação. Ele analisa fóseis e minerais e a topografia dos terrenos. Localiza e acompanha a exploração de jazidas de minério, depósitos subterrâneos de água e reservas de petróleo, carvão mineral e de gás natural.

Faz parte de suas preocupações procurar evitar os danos que a exploração desses recursos possa causar ao meio ambiente. Esse profissional elabora relatórios de impacto ambiental e analisa o terreno antes da realização de grandes obras, como túneis, barragens, reservatórios, usinas, estradas, ferrovias, pontes e aterros.

O bacharelado começa com matérias básicas, como química, matemática, física e biologia, mas já no primeiro ano o aluno tem atividades de campo para se familiarizar com os conteúdos próprios da Geologia. Em seguida, entram no currículo algumas disciplinas específicas, como petrografia (descrição e análise de rochas), sedimentologia e paleontologia. A partir do terceiro ano, a ênfase é dada à formação profissional, com aulas de geologia econômica, sensoriamento remoto, tratamento de minérios e geologia urbana, entre outras. Parte considerável da formação ocorre em aulas práticas extraclasse.

Nos trabalhos de campo, o estudante faz mapeamentos e coleta material que será mais tarde analisado em laboratório. Em algumas escolas, exige-se, no último ano, um trabalho de conclusão de curso, que pode ser feito em campo ou em uma empresa, de acordo com o tema escolhido.

Gostou de Geologia? Conheça os melhores cursos:

Faculdade

Estrelas

(PA) Belém – UFPA

★★★★★

(RS) Porto Alegre – UFRGS

★★★★★

(SP) Rio Claro – Unesp

★★★★★

(SP) São Paulo – USP

★★★★★

(BA) Salvador – UFBA

★★★★

(DF) Brasília – UnB

★★★★

(MG) Belo Horizonte – UFMG

★★★★

(PE) Recife – UFPE

★★★★

(PR) Curitiba – UFPR

★★★★

(RJ) Rio de Janeiro – Uerj

★★★★

(RJ) Rio de Janeiro – UFRJ

★★★★

(RN) Natal – UFRN

★★★★

(RS) São Leopoldo – Unisinos

★★★★

(SP) Campinas – Unicamp

★★★★

(AM) Manaus – Ufam

★★★

(CE) Fortaleza – UFC

★★★

(MG) Ouro Preto – Ufop

★★★

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Os melhores cursos de Matemática do Brasil

Amanda Previdelli | 11/07/2014

contas

Matemática é a ciência que estuda as quantidades, o espaço, as relações abstratas e lógicas aplicadas aos símbolos. O matemático usa a lógica na formulação de teorias e no teste de hipóteses. Desenvolve aplicações dos cálculos na pesquisa pura e na ciência aplicada. Cria fórmulas e bancos de dados para interpretar e solucionar problemas de desenvolvimento de produtos, de produção e de logística em empresas.

Esse profissional é bastante versátil e pode trabalhar nas áreas econômica, financeira, tecnológica, de física e pesquisa, entre outras. Quem faz licenciatura está habilitado a lecionar nos ensinos fundamental e médios.

Teorias matemáticas e suas diversas aplicações seguem por todo o curso. Nos dois primeiros anos, o currículo traz cálculo diferencial e integral, álgebra e geometria. A partir do terceiro ano, quem opta por licenciatura, passa a ter aulas de disciplinas de Pedagogia. Quem segue o bacharelado se aprofunda em matemática.

Gostou de Matemática? Confira os melhores cursos:

Faculdade

Estrelas

(CE) Fortaleza – UFC

★★★★★

(GO) Goiânia – UFG

★★★★★

(MG) Belo Horizonte – UFMG

★★★★★

(MG) Uberlândia – UFU

★★★★★

(PE) Recife – UFPE

★★★★★

(PR) Curitiba – UFPR

★★★★★

(RJ) Niterói – UFF

★★★★★

(RJ) Rio de Janeiro – PUC-Rio

★★★★★

(RJ) Rio de Janeiro – UFRJ

★★★★★

(RS) Porto Alegre – UFRGS

★★★★★

(SP) Campinas – Unicamp

★★★★★

(SP) Ribeirão Preto – USP

★★★★★

(SP) São Carlos – UFSCar

★★★★★

(SP) São Carlos – USP

★★★★★

(SP) São José do Rio Preto – Unesp

★★★★★

(SP) São Paulo – USP

★★★★★

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Os melhores cursos de Ciências Biológicas do Brasil

Amanda Previdelli | 07/07/2014

biologia

O curso de Ciências Biológicas estuda todas as formas de vida, macroscópica ou microscópica. O biólogo pesquisa a origem, a evolução a estrutura e o funcionamento dos seres vivos. Ele analisa as relações entre os diversos seres e entre eles e o meio ambiente.

O vasto campo de estudos na graduação permite que, depois de formado, o profissional siga caminhos diversos, conforme seu interesse. Da pesquisa com células-tronco ao trabalho ambiental, a carreira do biólogo é abrangente e promissora, em razão, especialmente, da crescente preocupação, em nível mundial, com o meio ambiente.

A atuação desse profissional é ainda fundamental na descoberta de aplicações de organismos na medicina, no desenvolvimento de medicamentos e na indústria, em áreas de fabricação de alimentos e de bebidas.

O currículo do curso inclui matemática, estatística e física. Aulas teóricas se alternam a práticas de laboratório e pesquisas de campo. O estágio é obrigatório.

Gostou de Ciências Biológicas? Confira os melhores cursos:

Faculdade

Estrelas

(CE) Fortaleza – UFC

★★★★★

(DF) Brasília – UnB

★★★★★

(GO) Goiânia – UFG

★★★★★

(MG) Belo Horizonte – UFMG

★★★★★

(MG) Uberlândia  - UFU

★★★★★

(MS) Campo Grande – UFMS

★★★★★

(PA) Belém – UFPA

★★★★★

(PR) Londrina – UEL

★★★★★

(RJ) Rio de Janeiro – Uerj

★★★★★

(RJ) Rio de janeiro – UFRJ

★★★★★

(RS) Porto Alegre – UFRGS

★★★★★

(SC) Florianópolis ) UFSC

★★★★★

(SP) Botucatu – Unesp

★★★★★

(SP) Campinas – Unicamp

★★★★★

(SP) Rio Claro – Unesp

★★★★★

(SP) São Carlos – USCar

★★★★★

(SP) São Paulo – USP

★★★★★

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Cinco estrelas: veja como é estudar Medicina na UFPE

Carolina Vellei | 06/06/2014

Desde o primeiro vestibular, realizado em 1920, a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) já formou mais de 10 mil profissionais no curso de Medicina. Os alunos estudam no Centro de Ciências da Saúde da universidade com o apoio do Hospital das Clínicas, que atende a todas as especialidades.  São oferecidas 70 vagas por semestre no campus Recife. O curso tem duração de seis anos e recebeu cinco estrelas na avaliação feita pelo Guia de Profissões GE 2014. Desde 2014, a UFPE também oferece Medicina no campus de Caruaru, no interior do estado.

- Conheça as outras instituições estreladas no Guia de Profissões GE 2014

A prática no hospital começa no quarto semestre. O curso está organizado em ciclo básico (do primeiro ao quarto período) e em ciclo clínico (a partir do quinto). O quarto período funciona como base para o ciclo profissional. Os alunos primeiro começam a atender pacientes no ambulatório e na enfermaria. No início, quando estão aprendendo, ficam divididos em grupos com mais alunos e os professores estão sempre por perto para ajudar. A partir do quinto, há mais independência, com direito a plantões em alguns hospitais além do Hospital das Clinicas e das maternidades da cidade, mas sempre supervisionados por monitores e preceptores (médicos com atenção especial no ensino dos alunos).

- Leia mais sobre o curso e a carreira de Medicina

Até o oitavo período a maioria das aulas são teóricas. A atuação clínica do internato em hospitais, maternidades e unidades de saúde durante os dois últimos anos de curso é obrigatória. Nesse período também são dadas aulas de discussão de caso, apresentação de seminários e de alguns temas específicos, mas o que prevalece mesmo é a prática.

Para saber mais sobre o curso o GUIA conversou com Nathália Campello, aluna da UFPE em Recife. Ela está no quinto semestre e foi aprovada depois de dois anos se dedicando ao vestibular após formada no Ensino Médio. Na entrevista ela conta os diferenciais que a fizeram optar pela UFPE e mostra como é o dia a dia de um estudante de Medicina da universidade.

medicina-ufpe

GUIA DO ESTUDANTE: Você sempre quis ser médica?

Nathália Campello: Na verdade não. Decidi fazer Medicina quando estava na oitava série e comecei a pensar no curso que iria prestar vestibular. Fui pesquisando e me encontrei na Medicina. Na época tinha um professor de biologia que era pediatra e me influenciou bastante na escolha. Comecei a buscar mais informação sobre a carreira, sobre o curso e não conseguia imaginar mais nada mais para minha vida. Era Medicina que eu tinha que fazer mesmo… Ainda tentei “fugir” porque sabia que o vestibular era complicado, que o curso era puxado e que a vida profissional era muito cheia e exigia muito, mas não consegui.

GUIA: A UFPE sempre foi a sua escolha ou você prestou vestibulares para outras universidades também? Como você se decidiu?

Nathália: Bom, quando resolvi fazer Medicina não quis tentar em nenhum outro local que não fosse em Recife. Não quis ter que sair de casa e achava que as faculdades daqui (UFPE e UPE) eram muito boas. Então, no vestibular só coloquei para essas duas faculdades. Também não tentei nenhuma privada por achar o valor da mensalidade muito alto e também porque achava que as públicas teriam melhor qualidade de ensino e reconhecimento no mercado de trabalho. Consegui entrar nas duas universidades, mas acabei escolhendo a UFPE. Durante toda a minha vida, não me imaginada estudando na federal. Meu foco sempre foi a UPE, mas na hora da matrícula não consegui deixar a UFPE de lado. Conversei com alguns professores, alguns familiares que me ajudaram nessa escolha.

GUIA DO ESTUDANTE: Como é estudar na UFPE?

Nathália: Sabia que lá eu ia encontrar muitos professores ótimos e realmente eu encontrei. Principalmente os professores do ciclo clínico, eles são muito bons! Mas outros não possuem muita didática, só que isso a gente tem que aprender a lidar. Esse foi um dos motivos que me deixou muito frustrada, principalmente no primeiro período. Cheguei a pensar em desistir do curso. No início, até por questão de imaturidade, eu diria. É tudo mais difícil. Conseguir se adaptar com uma carga horária extensa e puxada não foi fácil. Havia alguns professores muito inflexíveis e que faziam provas muito exigentes… Mas com o passar do tempo, fui aprendendo as “manhas” com as dicas dos alunos veteranos que facilitaram muito as coisas… Um outro aspecto que ainda me frustra hoje em dia é a precariedade do nosso hospital. Às vezes, por mais boa vontade que os professores ou que a gente tenha em atender os pacientes, nem sempre é possível fazer tudo da melhor forma ou da forma ideal. Isso é bem triste porque os pacientes se prejudicam e os alunos também. Atualmente, tanto a faculdade quanto o hospital estão com os servidores em greve e isso está dificultando muito o aprendizado, pois as bibliotecas estão fechadas e sem as aulas práticas nos ambulatórios, porque não há marcação de consultas, nem acesso a prontuários médicos. A “ameaça” de que a qualquer momento possa ter uma nova greve também assusta e me deixa bastante frustrada…

GUIA: Você lembra da sua matrícula? Os veteranos a receberam bem? E agora como veterana, você já participou de alguma recepção?

Nathália: Sim, fui muito bem recebida. Na UFPE não temos o costume de fazer esses trotes que vemos em outras faculdades. Pelo contrário! Temos o costume de que a turma anterior recepcione os novos alunos desde o dia da matrícula. Lembro que prepararam cartazes com brincadeiras sobre o curso, havia adereços de festa para tirarmos fotos… Uma semana antes de iniciar as aulas, o diretório acadêmico (formado por alunos de vários períodos) organiza uma semana para mostrar tudo na faculdade: como funciona o esquema de atribuição de notas, onde fica a biblioteca, onde almoçar, tirar xerox… Levam pessoas que participam de projetos para que os alunos também possam entrar. E na semana de aula essa turma anterior faz um café da manhã de boas-vindas. Lembro que ajudei a organizar a recepção da turma que entrou depois da minha. Fizemos o mesmo esquema e ainda mostramos um vídeo com as fotos do pessoal que tinha passado, fotos de professores, do nosso dia a dia estudando, nos divertindo e até dormindo em algumas aulas… Mas como uma brincadeira de boas-vindas mesmo.

GUIA: Como é mexer com sangue? E com cadáveres? Tem aulas práticas desse tipo? Alguns alunos se assustam?

Nathália: Nós temos no primeiro ano a disciplina de anatomia, com aulas teóricas e aulas práticas que são em cadáveres mesmo. No início, alguns ficam um pouco receosos, mas são bem poucos. Mas isso foi só no início depois todos se acostumaram. Na verdade, era a cadeira mais interessante porque era a mais ligada ao corpo humano, à Medicina em si… Não era tão teórico quanto fisiologia e bioquímica. Todos gostavam. Com relação ao sangue, não há muito contato no começo. O máximo que há são algumas práticas quando os alunos aprendem a puncionar alguma veia… Nada muito “forte”. Lidar com sangue mesmo (algum paciente sangrando, alguma cirurgia ou algo assim) é mais no ciclo clínico, em que o aluno está mais preparado emocionalmente para lidar com isso.

GUIA: Você diz que eles estão “mais preparados” porque adquirem mais experiência na faculdade ou vocês têm alguma matéria de Psicologia também para ajudar nisso?

Nathália: Acho que pelos dois. Em quase todo período temos alguma cadeira que lida com temas humanísticos, para lidar com dor, sofrimento. Então, falamos de vários assuntos, como aborto, questões éticas como negligência, imprudência. Temas religiosos (respeitar determinada crença, como agir frente a essas religiões mais radicais) falamos de morte, de como devemos atender um paciente, sobre a saúde do estudante de Medicina, como nos cuidar melhor (tanto físico quanto emocionalmente), saúde do profissional médico. Como devemos tentar lidar com determinadas situações… Coisas assim… Nem sempre é fácil… Lá tem um grupo de apoio para os estudantes de medicina (NAEM), formado por psicólogos e psiquiatras que também auxiliam um pouco nessa questão de lidar com determinadas situações do curso e da grande carga de estresse que ficamos submetidos. E também pela experiência. À medida em que vamos vendo pacientes, aprendemos a lidar um pouco com esse sentimento que pode surgir de medo, angustia… Ainda hoje me sinto muito mal com determinados casos que vejo, mas a gente aprende a não transmitir esse “medo” para o paciente, a agir da melhor forma na frente dele para tentar amenizar a situação e buscar o melhor para ele e para os familiares. Nem sempre é fácil, mas a gente vai tentando todo dia… Vai aprendendo.

GUIA: Sobra tempo no meio de todas essas provas e clínicas para se divertir?

Nathália: Dá tempo! Mas quando começa o período de provas aí fica complicado. Terminei o meu hoje (ufa!). Foram duas semanas com prova quase todo dia… Se você conseguir se organizar, não deixar assunto acumular, dá tempo para fazer tudo. O problema é conseguir fazer tudo isso com antecedência… Mas sempre dá para ir para algum canto com os amigos, assistir um filme… Algumas vezes fica complicado quando temos plantão. Nesse semestre, peguei alguns no final de semana… Mas confesso que acabo me divertindo nos plantões também…

GUIA: Por que você fala isso? Você passa por situações engraçadas por lá?

Nathália: Tem sim! Alguns pacientes são bem engraçados. E realmente é bom ficar de plantão… Nós realmente aprendemos. Ver alguns casos que só encontramos nos livros, ao vivo é fascinante! E sempre tem algumas histórias hilárias de alguns pacientes, ou até mesmo quando não tem “nada” para fazer e está tranquilo. Sempre tem gente de outros períodos, outros lugares, médicos que ficam ajudando a gente e que acabamos fazendo amizade, conversando… Também é uma forma de “socializar”. Eu particularmente adoro… Até nas férias ou nos domingos eu ia para um hospital aqui da cidade. Ficava de 7 da manhã até as 7 da noite… Tirava 30 minutos para almoçar e já voltava pra emergência. Realmente é algo que eu gosto de fazer. Então, para mim, passou a ser diversão, apesar de que nem sempre as situações são fáceis ou das mais agradáveis… Só de estar ali aprendendo e podendo fazer algo para melhorar alguma coisa para alguém já me deixa feliz.

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Cinco estrelas: Conheça o curso de Jornalismo da UFSC

Carolina Vellei | 28/05/2014

Gosta de escrever, contar histórias ou tem vontade de trabalhar com coisas novas todos os dias? Jornalismo pode ser a carreira certa para você. Um dos melhores lugares para fazer a graduação no Brasil é a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O curso tirou cinco estrelas na avaliação feita pelo Guia de Profissões 2014 do GE. É oferecido no Campus Universitário Trindade, em Florianópolis. São oito semestres de duração, com 60 vagas por ano (30 por semestre).

- Saiba mais sobre a carreira de Jornalismo na Guia de Profissões do GE

A grade de disciplinas faz com que desde os primeiros semestres do curso o estudante tenha contato com a prática jornalística em disciplinas técnicas ministradas em laboratórios como Radiojornalismo, Telejornalismo, Fotojornalismo, Redação, Jornalismo Online e Infografia. Segundo Guilherme Longo, aluno do sexto semestre, a UFSC, assim como outras instituições públicas, também enfrenta problemas com falta de equipamentos, mas isso não impede a produção de programas de TV. “Estamos em situação melhor que algumas universidades, pois temos laboratórios de rádio e fotografia muito bem equipados, mas o laboratório de telejornalismo precisa de algumas melhorias”, conta.

Por outro lado, o corpo docente da instituição é um dos melhores do Brasil. “Temos professores muito bem capacitados e que estão entre os principais pesquisadores do país”, diz Guilherme. Além das aulas práticas, os estudantes têm aulas teóricas, com o objetivo de fundamentar a prática profissional. Alguns exemplos são Ética jornalística, Estética e Cultura de Massa, Teoria e Metodologia de Pesquisa em Comunicação, Comunicação Institucional, Assessoria de Imprensa, Políticas de Comunicação e Teoria da Comunicação e do Jornalismo.

- Conheça as outras instituições estreladas no Guia de Profissões GE 2014

Produção jornalística 

Guilherme Longo é bolsista do laboratório de radiojornalismo há mais de dois anos e diz gostar bastante de trabalhar no local. “Além de nos envolvermos diretamente na produção de alguns programas, como o Repórter UFSC, auxiliamos na produção dos programas das disciplinas e dos programas voluntários, feito por alunos que não estão em disciplinas regulares”, explica. A UFSC oferece bolsas para outros projetos de extensão. Na internet, os alunos produzem notícias para o site Cotidiano, que traz matérias sobre a UFSC e sobre ensino superior. O jornal-laboratório Zero é outra possibilidade de prática da atividade jornalística.

Telejornal TJ UFSC é exibido diariamente e produzido pelos alunos (Foto: divulgação/Facebook TJ UFSC)

Telejornal TJ UFSC é exibido diariamente (Foto: divulgação/Facebook TJ UFSC)

Para quem gosta de jornalismo televisivo, a instituição tem o TJ UFSC é o telejornal diário da universidade. Guilherme Longo conta que está ligado ao projeto desde a sua criação, em 2012. “Ajudei na produção de algumas matérias, mas basicamente ficava responsável pela produção da Agenda Cultural toda sexta. É um local muito bom para aprender as rotinas do telejornalismo”, garante Guilherme.

Além das bolsas para projetos de extensão, a UFSC também distribui auxílio financeiro a estudantes de baixa renda, como ajuda com moradia, aluguel, isenção do Restaurante Universitário, entre outros programas.

Vida de calouro

Wagner Roberto escolheu a profissão por influência familiar. Desde cedo via seu pai trabalhando como jornalista, o que o ajudou a entender a carreira e a tomar gosto pela área. Ele é de Florianópolis, então a UFSC foi uma escolha prática para ele. “Não tive esse choque de mudança de espaço, mas a mudança da escola pra faculdade é maravilhosa. Você acaba conhecendo pessoas mais comprometidas e interessadas nos mesmos assuntos”, conta ele sobre o dia a dia da faculdade. Sua colega, Juliana Fernandez, está dividindo apartamento com uma amiga, porque era de Joinville e teve que se mudar. “Por enquanto está sendo tranquilo morar longe da família”, revela a estudante.

A troca de cidades é sempre um desafio, mas os mais experientes ajudam os calouros na tarefa de se adaptar ao novo ambiente. “Os veteranos prepararam vários encontros antes e depois da matrícula, além é claro do trote, que foi uma das experiências mais legais que tive”, explica Juliana. Wagner concorda. “A nossa matrícula foi muito legal. Fomos pra um bar com o pessoal mais velho do curso depois e conseguimos conhecer bastante gente”, lembra.

Atividades extracurriculares 

Quem quer colocar o jornalismo em prática pode ir além dos laboratórios. A Comunica!, empresa júnior da UFSC, foi criada em 2010 para ajudar os estudantes a experimentarem a realidade do mercado de trabalho. “Estou começando a entender a dinâmica das empresas júnior, mas acho que é uma boa oportunidade pra quem quer ter experiências com algumas áreas de atuação”, explica Wagner Roberto, que também participa da Comunica!.

Gabriel Volinger, está no primeiro ano e entrou para a empresa júnior. Ele diz que vale a pena participar porque a atividade é um complemento à faculdade. “É um bom espaço para aprendermos muito sobre empreendedorismo, que é uma coisa que falta no profissional jornalista”, acredita Gabriel. Escolheu a carreira por ser uma área que não cai na rotina. “É um trabalho que a cada dia tem uma nova aventura e talvez seja esse o grande desafio de ser jornalista”, completa.

Palavra de Estudante

Guilherme Longo: “A UFSC sempre foi a minha primeira opção. Quando eu decidi que queria fazer jornalismo comecei a pesquisar sobre os cursos no país e lia sobre a qualidade do curso. Sou do interior de São Paulo e me acostumei bem à cidade e às pessoas. Mas uma dica que pra mim é importante é: prepare-se que o custo de vida aqui não é dos mais baratos hahaha”

Juliana Fernandez: “Para as pessoas que querem estudar na UFSC, eu digo que apesar do esforço pra entrar vale muito a pena. A faculdade é ótima e abre muito a cabeça de quem entra. Estou amando estudar aqui. Passei em mais duas federais, mas a minha escolha foi aqui e não me arrependo em nenhum minuto. Eu me surpreendi muito com o curso em si, matérias que eu não achava que iria gostar, como trabalhar com a TV, estão me conquistando cada dia.”

Wagner Roberto: ”Até agora estou achando a UFSC maravilhosa. Tem sido muito boa para o meu crescimento tanto estudantil quanto pessoal, pois a universidade vai muito além das aulas. Temos um mundo de coisas para conhecer aqui dentro. A minha dica pra quem quer estudar aqui é: Estude! Dá muito trabalho, principalmente no último ano do Ensino Médio, mas vale muito a pena depois que você entra.”

Gabriel Volinger: “Estou amando o curso. Percebo que a UFSC é uma universidade  que exige prática desde já, e cada prática me faz ficar mais apaixonado pelo Jornalismo. A universidade não se resume às aulas, e ela ainda te incentiva a participar mais do que isso. Por conta dessas avaliações, o curso ainda é privilegiado e contamos com equipamento de qualidade, diferentemente de outras federais”

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