Guia do Estudante

As melhores faculdades de Dança

Mariana Nadai | 30/10/2014

Dançar não é apenas se movimentar de maneira rítmica, é também ter consciência corporal e, para quem se torna especialista nisso, ter a capacidade de narrar uma história ou expressar uma ideia e emoção com os movimentos do corpo.

O profissional de Dança monta e dirige espetáculos musicais para teatro, cinema ou TV e também atua como bailarino, fazendo parte de um corpo de baile.

danca

O bacharelado forma profissionais habilitados a participar de espetáculos e a pesquisar novas linguagens na dança, com disciplinas práticas de técnicas de dança, música, voz e acrobacia, e teóricas, como comunicação e expressão, anatomia e psicologia. Já a licenciatura qualifica para o ensino e conta com matérias específicas da área, como fundamentos da ação pedagógica e gestão em ambientes educativos. Na maioria das instituições, ao final do curso, devem apresentar uma monografia ou produção em dança.
Gostou da área? Confira os melhores cursos:

Faculdade Estrelas
(SP) Campinas – Unicamp ★★★★★
(MG) Viçosa – UFV ★★★★
(PR) Curitiba – FAP-Curitiba ★★★★
(RJ) Rio de Janeiro – FAV ★★★★
(RJ) Rio de Janeiro – UFRJ ★★★★
(SP) São Paulo – Universidade Anhembi Morumbi ★★★★
(AM) Manaus – UEA ★★★

 

* Dados do Guia do Estudante Profissões Vestibular 2014

* Confira como fazemos a avaliação

 

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Categoria: Artes e Design

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Curso de Hotelaria da UFPE tem enfoque em administração e gastronomia. Saiba mais!

Malú Damázio | 28/10/2014

 (Imagem: Thinkstock)

Imagine uma graduação em que você viaje para vários pontos turísticos do Brasil e se hospede em hotéis de todo tipo – do mais luxuoso ao mais simples – para estudar como é feita a administração do estabelecimento e os serviços que ele oferece. Achou bacana? O curso de Hotelaria da Universidade Federal do Pernambuco (UFPE) é assim. Os alunos aprendem a gerir instalações de hospedagem, desde a infraestrutura e a compra de produtos para o hotel ao atendimento ao cliente nos serviços de acomodação, alimentação e lazer. Além disso, o profissional não tem sua atuação restrita ao campo hoteleiro. Ele também é responsável pelo atendimento hospitalar em locais como navios, hospitais, bancos, shoppings e restaurantes.

>> Leia mais sobre o curso de Hotelaria na Guia de Profissões do GE

A cada ano 30 novos estudantes ingressam no curso de Hotelaria da UFPE através do Sisu. Integral, a graduação oferecida no Recife é direcionada às áreas administrativa e gastronômica e tem grande parte da grade curricular composta por disciplinas práticas ministradas em laboratórios de bar, cozinha e restaurante. As matérias de Teoria e Prática Operacional de Hotéis, de Alimentos e de Restaurantes fazem parte do dia-a-dia dos alunos.

De acordo com Rodrigo Coutinho, estudante do quarto semestre, saber outro idioma, principalmente o inglês, é imprescindível, porque o profissional lida com hóspedes de toda parte do mundo nos hotéis. “Línguas como japonês, alemão, italiano, mandarim são um diferencial, assim como LIBRAS (a língua de sinais brasileira), pois são poucas as pessoas que procuram estudar e ser fluentes nesses idiomas”, conta. Além disso, para a aluna do sétimo semestre, Fernanda Siqueira, dinamismo, paciência e perfeccionismo são essenciais para quem quer ser hoteleiro. “Hotelaria é um curso realmente divertido e gostoso, se você gosta de viajar, conhecer e lidar com pessoas diferentes, estilos diferentes e vivenciar experiencias inusitadas”, diz. Mas a estudante alerta que o trabalho na área de serviços não é simples: “Dependendo do seu campo de atuação, você pode perder muita coisa, como feriados, fins de semana e festas”.

Rodrigo conta que ingressou no curso da UFPE porque se interessava por gastronomia e tinha intenção de trabalhar no campo de alimentos e bebidas. Entretanto, ele acabou se apaixonando por Hotelaria e pelas áreas de eventos e de recreação e lazer. Já para Fernanda, o que realmente a encantou no curso foi o campo de bar, no qual trabalha atualmente. A aluna também fez estágios no setor de recursos humanos e em restaurantes, mas afirma que o trabalho em bares é fascinante porque a permitiu lidar com o público de outra maneira. “Atrás do balcão já ouvi diversas histórias, mas o que mais me dá satisfação é quando se tem o reconhecimento do seu trabalho!”, lembra.

Turismo?

A principal diferença de Hotelaria para a graduação em Turismo é o viés administrativo do primeiro curso, voltado para a gestão de estabelecimentos hoteleiros. Em Turismo, os alunos também estudam temas como cultura, meios de transporte, meios de hospedagem e perfil do turista. Entretanto, o campo turístico é uma área comum às duas formações.

Fernanda reforça que o curso da UFPE é voltado para o turismo de lazer, mas, com o relativo crescimento do turismo de negócios e eventos nos últimos anos, o campo de atuação profissional também se ampliou. Muitos hotéis oferecem estrutura para grandes eventos como simpósios e palestras porque é uma alternativa mais viável e econômica para os produtores de eventos, já que as atividades e a hospedagem serão feitas no mesmo local.

Viagens

Todo semestre os estudantes realizam visitas técnicas a hotéis em locais turísticos brasileiros para conhecerem, na prática, o que aprenderam nas disciplinas. Os passeios são diversos e voltados para diferentes tipos de turismo: rural, ecológico, de negócios, entre outros. Além de descontos, passeios e diárias-extra para a próxima vez que voltarem nos estabelecimentos hoteleiros, grande parte dos gastos com a viagem é reembolsada pela UFPE. “Nós não saímos do Brasil, mas eu já conheço o nordeste inteiro!”, diz Fernanda. Para Rodrigo, uma das possibilidades mais legais das visitas técnicas é subir até heliportos de grandes hotéis e olhar a cidade lá de cima. Já a aluna lembra que o roteiro turístico que mais gostou foi quando o grupo visitou a Praia de Pipa, em Tibau, no Rio Grande do Norte. “Como as atividades acadêmicas são durante o dia, fechamos duas pousadas em uma das noites e organizamos uma festa neon. Todo mundo se divertiu muito!”, conta.

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Curso de Ciência da Computação da UFCG exige criatividade e gosto por ciências exatas. Conheça!

Malú Damázio | 21/10/2014



(Imagem: Thinkstock)

Se você tem afinidade com ciências exatas e procura uma profissão em que possa trabalhar de forma criativa, você provavelmente gostará do curso de Ciência da Computação da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na Paraíba. “Queira você fazer jogos, desenvolver softwares para pequenos celulares ou para grandes sistemas distribuídos, trabalhar com inteligência artificial, ou mesmo abrir sua própria empresa, dá para aprender aqui”, conta o estudante do último ano, Rigel de Melo. O campo de atuação da Computação é voltado hoje para três grandes áreas: a engenharia de software, que inclui o desenvolvimento de sistemas de informação, a engenharia de hardware, direcionada a arquitetura de computadores e máquinas, e a pesquisa teórica.

>> Leia mais sobre Ciência da Computação da Guia de Profissões do GE

O curso da UFCG é um dos principais expoentes brasileiros em Ciência da Computação e foi avaliado com 5 estrelas pelo Guia do Estudante GE 2014. A graduação se estende por, no mínimo, quatro anos e recebe 90 novos alunos a cada semestre. Com enfoque no desenvolvimento de softwares, a grade curricular também oferece disciplinas de hardware e de teoria computacional. Além de engenheiros de software, outras profissões comuns são gerente de projetos, gerente de redes e administrador de banco de dados, além da carreira acadêmica.

Rigel explica que, além do gosto natural por cálculo no ensino médio, aprendeu a programar durante um curso técnico. Isso fez com que o aluno, que estava em dúvida também entre os cursos de Matemática e Engenharia Elétrica, optasse por Ciência da Computação e ele faz questão de dizer que a graduação excedeu todas as suas expectativas. O estudante do quarto semestre Mateus Dantas escolheu a carreira de Computação após fazer um minicurso de linguagens de programação oferecido pela UFCG para alunos do ensino médio.

Pré-requisitos 

Mateus acredita que a vontade de desenvolver e utilizar a criatividade é decisória para ser um quem quer ser um engenheiro de software ou pesquisador na área de computação. Ao contrário da ideia comum de rotina que se costuma a associar a profissões da área de exatas, Ciência da Computação “é um curso para quem não gosta de muito trabalho mecânico”, revela o estudante. O domínio da língua inglesa também é essencial para quem pretende ingressar na graduação e para qualquer profissional da área, porque a maioria dos livros e das referências de estudo disponíveis em Computação é escrita em Inglês. Além disso, segundo Rigel, grande parte dos professores usará materiais estrangeiros “sem peso na consciência”. Mas sem desespero, hein! Se você ainda não se sente seguro, estudante assegura que ao longo do curso há muitas oportunidades para por em prática o conhecimento da língua inglesa.

Oportunidades profissionais

O mercado de trabalho para o cientista da computação é bastante amplo. As grandes oportunidades ainda estão concentradas no exterior, em empresas como Google, Facebook e Microsoft, mas o campo brasileiro também vem crescendo bastante, explica Mateus. O estudante irá ingressar, em 2015, em um estágio no Facebook. Neste ano, Mateus participou, com mais dois alunos da UFCG, da final de um campeonato internacional de programação, na Rússia, o International Collegiate Programming Contest. “Tive contato com as mentes mais brilhantes do mundo dessa área e pude juntamente com a minha equipe aprender bastante com eles”, conta.

Já Rigel se forma neste semestre e acaba de ser contratado para trabalhar, no próximo ano, como engenheiro de software no Google, em Zurique, na Suíça. O estudante também estagiou por três meses na Microsoft, em Seattle, nos Estados Unidos, e participou do desenvolvimento do Xbox One. Ainda tem dúvidas sobre a escolha do curso? Rigel aproveita pra fazer uma leve invejinha e te cutucar: “Eu joguei no Xbox One antes de todo mundo! Além disso, eu posso acordar sabendo que milhões de pessoas estão usando o que eu fiz. A chance de trabalhar em um produto que será usado por milhões de pessoas todos os dias é algo único de Computação”. E agora, conseguiu se decidir? (=

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Estudantes da USP organizam fórum sobre o curso e o mercado em Editoração

Ana Lourenço | 20/10/2014

editoracao

Você já ouviu falar no curso de Editoração? Ele ainda é um pouco desconhecido, mas vem apresentando potencial atrativo para muitos estudantes indecisos. Para quem quer conhecer melhor a profissão, uma boa pedida é o X Fórum de Editoração, que vai rolar no próximo sábado (25), em São Paulo. As inscrições são gratuitas!

>> Faça aqui sua inscrição
>> Veja a programação e os palestrantes

O evento é organizado inteiramente por estudantes do curso da USP, e propõe discussões e debates sobre a profissão e os futuros do universo editorial. Realizado anualmente desde 2005, o tema deste ano é “Aberto para edição – como incorporar novas ideias”. Serão quatro mesas, a partir das 10h, discutindo os temas “Editoração existe: um panorama do curso”, “Além do papel: a dinâmica da publicação online”, “Questão de gosto? Influências na escolha do livro” e “Limites do mercado: o editorial politicamente correto”.

>> Conheça o curso de Editoração (Produção Editorial)
>> Saiba quais são os melhores cursos da área no Brasil

O Fórum de Editoração tem apoio da Cosac Naify e da Editora 34, que farão venda de livros com desconto no evento. Além disso, haverá dois coffe-breaks durante o dia e outros sorteios de livros entre as palestras.

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Curso de Direito da UFMG é voltado à área pública. Saiba mais!

Malú Damázio | 14/10/2014

 (Imagem: Thinkstock)

Já se imaginou julgando processos e expedindo mandatos de prisão? Consegue se ver também representando interesses de pessoas e organizações em um tribunal? O campo do Direito é bem amplo e envolve o estudo e a aplicação das leis que regem o país. Além das diversas áreas da advocacia, o profissional também pode optar pela carreira jurídica e atuar como advogado público, juiz, promotor de Justiça ou delegado de polícia.

O curso de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) foi avaliado com cinco estrelas no Guia do Estudante GE 2014 e possui duração mínima de cinco anos. Oferecido em Belo Horizonte (MG), recebe a cada semestre 200 novos alunos através do Enem, sendo 100 no período matutino e a outra metade na parte da noite.

Conheça melhor a carreira de Direito na Guia de Profissões do GE

O curso da UFMG tem formação direcionada ao Direito Público, que envolve as áreas de Direito Penal, Constitucional, Internacional e Processual, e também abrange o campo do Direito Empresarial e do Civil com profundidade. A grade curricular é composta por disciplinas básicas e reserva boa parte da carga horária para ser completada com matérias optativas, para que o aluno possa direcionar sua formação. Dentre estas matérias está, por exemplo, o estudo de Direito do Consumidor e Direito Eleitoral.

“Sair do ritmo de vestibulando para os períodos iniciais faz parecer que a faculdade é uma calmaria eterna, mas no decorrer do curso precisamos estagiar, assistir a palestras, fazer as matérias optativas, e participar de outras atividades extracurriculares que são exigidas para nos formarmos”, conta Sávio Andrade, aluno do quinto período. O estudante reforça, porém, que mesmo com tantas exigências acadêmicas, ainda há tempo para se divertir bastante nas festas realizadas pelo Centro Acadêmico da própria faculdade.

Sávio lembra que ingressou na graduação com o objetivo de se tornar um juiz ou desembargador. “Posso até virar ministro um dia, quem sabe?”, brinca. “O curso é simplesmente incrível. Inicialmente achei que iria parar na graduação, porém, já dentro da faculdade, decidi seguir até o doutorado”. Para ele, uma das características mais legais da profissão é que ela flerta com várias áreas do conhecimento, como Psicologia, Medicina e Sociologia. Já a aluna Aysla Teixeira, também do quinto semestre, explica que decidiu fazer Direito por influência familiar e pela facilidade com leitura e argumentação. Ela conta que, além das esperadas disciplinas com formação humanística, encontrou no curso um ótimo espaço de discussão de temas da atualidade, como políticas eleitorais e a estrutura jurídica da escolha de um novo presidente.

Estágios

Em Direito, há várias oportunidades de estágio, desde trabalho em escritórios até em instituições públicas, como a Defensoria, o Ministério Público, o Tribunal de Justiça e a Justiça Federal. Aysla conta que já esteve em contato com os dois tipos de processo. A estudante estagiou em um escritório que tratava de casos particulares, como pensão alimentícia e separação de bens, em que há contato direto com as pessoas envolvidas, e também trabalhou na Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG). A atuação no órgão envolve processos que incluem estados, municípios, e a União.

Na DPMG, Aysla estagia com atendimento ao público, na área da Infância. “É uma área muito pesada, por conta das questões graves com as quais se lida diariamente: crianças que precisam de remédios que o Estado ou o município de Belo Horizonte se recusam a fornecer, cirurgias que esses entes não querem pagar, pais desesperados com a destituição do poder familiar etc. É muito bom ver os casos em que os defensores conseguem fazer o melhor para a criança e obrigar o Estado a pagar o que deve para o tratamento”, explica.

Na Faculdade de Direito da UFMG, além dos grupos de estudo e dos trabalhos de iniciação científica, os alunos ainda têm a oportunidade de realizar trabalho voluntário em projetos de extensão universitária, que proporcionam aprendizado além da sala de aula. No Departamento de Assistência Jurídica (DAJ), os estudantes realizam consultoria jurídica e acompanhamento de ações de comunidades carentes da região metropolitana de Belo Horizonte. Eles também orientam a população sobre o Direito e a prevenção de litígios. “Além de aumentar o conhecimento do aluno ao prestar serviço ao povo, o DAJ permite vivenciar um trabalho com juízes, promotores e outros agentes da área”, reforça Sávio. A Assistência Jurídica Universitária Popular é outro órgão universitário da federal mineira que presta assistência jurídica para a população carente e “produz um Direito mais unido às demandas sociais”, como explica o estudante.

Mitos

Um dos principais medos do vestibulando de Direito é que o curso seja maçante, apenas com leitura e decoreba de leis. Segundo os estudantes da UFMG, você, caro leitor de coraçãozinho inquieto, pode ficar tranquilo! A graduação exige realmente que o aluno sente e leia, mas Aysla conta que, como qualquer curso, há matérias introdutórias mais chatinhas e engessadas, como as de estudo de textos de grandes juristas, mas também as mais específicas e divertidas, direcionadas para as áreas do Direito – Penal, Civil, Empresarial, Processual etc. Nessas disciplinas, os estudantes debatem casos relacionados ao tema da matéria.

Embora a leitura dos textos seja essencial, para Sávio, a principal função do estudante de Direito é debater ideias e contestar aquilo que está posto como regra. “Não é um curso de meros burocratas que apenas recorrem ao que está escrito, é um curso que leva ao questionamento sobre aquilo que está ocorrendo no nosso dia a dia. É muito interessante quando nos é apresentado uma decisão de um juiz sob uma ótica jamais pensada sobre um tema que já estava consolidado”, explica. O estudante garante que já passou o tempo de decorar artigos. “O Direito hoje é um canal de transformação e inovação”.

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