Guia do Estudante

Direito: conheça os melhores cursos da região sudeste

Simone Toledo | 23/05/2016

Para você que tem interesse nessa área, saiba quais são os melhores cursos de direto de acordo com a avaliação realizada pelo Guia do Estudante (GE).

Wood gavel, soundblock, scales and stack of old books against the background of a row of antique books bound in leather

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Antes de mais nada, é importante saber o que é o Direito e o que faz um profissional formado nessa área.

Direito é a ciência que cuida da aplicação das normas jurídicas vigentes em um país, para organizar as relações entre as pessoas e grupos na sociedade.

Há duas grandes carreiras a serem escolhidas por você: advocacia e carreira jurídica.

– Advocacia: aqui você pode representar empresas, instituições e indivíduos e defender seus interesses e direitos. Para ser advogado é necessário ser aprovado no exame da OAB (Ordem do Advogados do Brasil).

– Carreira jurídica: aqui você pode atuar em órgãos públicos de um município, de um estado ou país, conduzindo investigações ou acompanhando e fazendo a intermediação do julgamento de ações ou processos.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre o curso, que tal conhecer os melhores do sudeste?

Na avaliação realizada pelo GE (saiba como ela é feita aqui)na região sudeste foram avaliados 385 cursos de direito. Desse total somente 14 receberam 5 estrelas.

Abaixo apresentamos a tabela desses cursos com informações importantes para você!

Faculdade Estrelas Mensalidade C/V Prouni Fies PS Enem Sisu
(ES) Vitória – FDV-ES ★★★★★ $$$$$ 3,21 Sim Sim Questões objetivas e discursivas Sim Não
(MG) Belo Horizonte – PUC Minas ★★★★★ $$$$ Não infor-mada Sim Sim Questões objetivas e redação Sim Não
(MG) Belo Horizonte – UFMG ★★★★★ Gratuita 98,18 Não Não Via Sisu Sim Sim para 100% das vagas do curso
(MG) Viçosa – UFV ★★★★★ Gratuita 45,82 Não Não Via Sisu Sim Sim para 100% das vagas do curso
(RJ) Rio de Janeiro – FGV ★★★★★ $$$$$ 20,94 Não Não Questões objetivas, discursivas e redação Sim Não
(RJ) Rio de Janeiro – Uerj ★★★★★ Gratuita 18,45 Não Não Questões objetivas, discursivas e redação Não Não
(RJ) Rio de Janeiro – UFRJ ★★★★★ Gratuita Não infor-mada Não Não Via Sisu Sim Sim para 100% das vagas do curso
(SP) Campinas – PUC-Campinas ★★★★★ $$$$ Não infor-mada Sim Não Questões objetivas e redação Não Não
(SP) Franca – Unesp ★★★★★ Gratuita 53,28 Não Não Questões objetivas, discursivas e redação Sim Não
(SP) Ribeirão Preto – USP ★★★★★ Gratuita 24,47 Não Não Questões objetivas, discursivas e redação Sim Sim para 20% das vagas do curso
(SP) São Paulo – FGV Direito SP ★★★★★ $$$$$ 28,6 Não Não Questões discursivas e redação Não Não
(SP) São Paulo – Mackenzie ★★★★★ $$$$$ 8,81 Sim Sim Questões objetivas e redação Não Não
(SP) São Paulo – PUC-SP ★★★★★ Não informada 5,81 Sim Sim Questões objetivas e redação Sim Não
(SP) São Paulo – USP ★★★★★ Gratuita 24,47 Não Não Questões objetivas, discursivas e redação Sim Sim para 20% das vagas do curso

As informações aqui publicadas foram informadas pelas próprias faculdades entre dezembro de 2015 e março de 2016. Por esse motivo, caso tenha interesse em um desses cursos, certifique-se com a própria instituição de que as informações não mudaram.

As faixas de mensalidades referem-se aos seguintes valores:

$$$$ de R$1.000,01 a R$1.500,00

$$$$$ acima de R$ 1.500,01

 

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Engenharia de Software: você sabia que os 2 melhores cursos estão na região Centro-Oeste?

Maria Fernanda Teperdgian | 06/05/2016

O curso de Engenharia de Software é para os estudantes interessados em uma formação sólida em engenharia, com foco em desenvolvimento de software e sistemas computacionais.

O profissional pode trabalhar com gerenciamento de negócios e projetos de empresas de computação e software. Ou ainda fabricar softwares e desenvolver aplicativos para dispositivos móveis, como smartphones e tablets.

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Segundo a Avaliação do GE, os dois cursos 5 estrelas estão na região Centro-Oeste e explicamos o porquê:

O curso de Engenharia de Software da Universidade de Brasília (UnB) e da Universidade Federal de Goiás (UFG) foram os dois primeiros da área a serem implantados no país. Em um trabalho coordenado pela Sociedade Brasileira de Computação, os professores da UnB e da UFG foram protagonistas nos estudos e na definição da matriz curricular do curso. Por isso, ambos serviram como modelo de referência para os cursos existentes nas demais regiões do país.

UFG:

O curso tem duração de 4 anos e suas aulas acontecem em Goiânia, no campus Samambaia. Segundo o coordenador Cássio Rodrigues, o diferencial da região centro-oeste em relação ao curso é justamente por ter sido a pioneira na oferta. “Sempre tivemos a percepção de que a educação em Engenharia de Software é um fator extremamente relevante para a promoção da indústria de software regional.”

Dica do coordenador: “É esperado que o aluno tenha interesse pela computação e, em particular, pela produção de software. Também é importante que o candidato possua entusiasmo para conhecer e dominar novos assuntos”.

A palavra de quem já concluiu o curso: “O profissional de TI pode trabalhar em projetos na área da saúde, esporte, agronegócios, trânsito, educação, games, entre outros. A região centro-oeste conta com empresas multinacionais e brasileiras de TI com destaque até mesmo internacional. Além disso, existem empresas de pequeno porte, como startups, que estão com produtos e serviços em desenvolvimento que oferecem excelentes oportunidades”. Inael Rodrigues, formado pela UFG.

UnB:

A duração desse curso é de 5 anos e suas aulas ocorrem na cidade de Gama, no Distrito Federal, perto da capital do país. Para o coordenador, Paulo Roberto Miranda Meirelles, a localização do curso contribui para a formação do estudante. “Estar em Brasília possibilita a interação dos alunos com muitos projetos do Governo, dá oportunidade de colaborar com as necessidades reais da sociedade e, ao mesmo tempo, os alunos ganham experiência em projetos reais.”

Dica do coordenador: “É importante o aluno saber que no curso de engenharia de software, ele vai estudar a maioria das disciplinas do ciclo básico das engenharias, proporcionando uma base matemática adequada para um engenheiro de formação”.

A palavra de quem já concluiu o curso: “A minha dica é começar a estudar programação o quanto antes, que é a atividade primordial de um engenheiro de software. Algo bastante legal que temos no curso é a abertura que os professores dão aos alunos para criarem novas tecnologias. A região do Distrito Federal é o segundo maior polo de desenvolvimento de software do país, pois estamos praticamente dentro do governo federal, que demanda muitos serviços de software de qualidade”. Lucas Kanashiro, formado pela UnB.

Qual a engenharia que combina com você? Clique aqui e descubra!

O mercado de Trabalho:

O professor Cássio Rodrigues, coordenador da UFG, traz dados importantes sobre a atuação desse engenheiro no mercado de trabalho:

“O mercado de trabalho para o Engenheiro de Software é promissor. Ainda não temos dados consolidados sobre o setor em 2015, no Brasil. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), em 2014, o setor de software teve um crescimento de 12,8% sobre 2013.

No exterior, o mercado de trabalho também é promissor para o Engenheiro de Software. De acordo com o portal especializado em carreira e empregos, CareerCast, a profissão de Analista de Sistemas, posição em que o Engenheiro de Software pode atuar, está entre as 10 melhores carreiras para jovens em 2015.”

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USP cai ao menos 30 posições em ranking universitário internacional

Ana Lourenço | 05/05/2016

Praça do Relógio - Universidade de São Paulo - São Paulo.

Foto: USP Imagens

A Universidade de São Paulo (USP) apareceu em colocação ao menos 30 posições abaixo de seu desempenho em 2015 no ranking internacional Times Higher Education (THE), publicação que avalia o ensino superior.

No ano passado, a universidade apareceu na faixa dos lugares 51 a 60. Este ano, ela está entre as posições 91 a 100. Ainda assim, a USP é a única brasileira na lista e a melhor avaliada na América Latina.

>> Ranking QS coloca USP entre as 50 melhores do mundo em seis áreas

O ranking é publicado com base na avaliação de cerca de 10 mil acadêmicos de todo o mundo, que indicam de opinião própria as 15 melhores universidades nas suas áreas de especialidade. O ranking lista em ordem somente as 50 mais bem colocadas, passando então a agrupar de 10 em 10 por desempenho.

As 10 melhores do mundo:

1) Harvard University
2) Massachusetts Institute of Technology (MIT)
3) Stanford University
4) University of Cambridge
5) University of Oxford
6) University of California, Berkeley
7) Princeton University
8) Yale University
9) Columbia University
10) California Institute of Technology

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5 Estrelas: conheça o único curso de Estudos de Mídia do Brasil!

Simone Toledo | 29/04/2016

Antes de mais nada é importante você saber do que se trata o curso e no que você pode trabalhar.

Esse profissional domina conhecimentos sobre os diferentes meios de comunicação e a influência desses meios sobre a sociedade.

Estudos de mídia

Istock

Sua atuação pode ser com mídias tradicionais (rádio, TV ou imprensa escrita) ou redes virtuais (internet). Na maioria das empresas pode trabalhar como analista e consultor, identificando problemas relativos aos meios de comunicação. Nas empresas voltadas para a indústria da música define o planejamento de circulação de produtos e campanhas de divulgação, com elaboração de videoclipes ou sites para artistas.

Na área de telefonia celular pode planejar estratégias e a veiculação de notícias pelo celular. No comércio eletrônico determina quais os produtos serão vendidos. Elabora estratégias também para aumentar o consumo pela internet e a interatividade com o público.

As dúvidas em relação a um curso superior são muitas. Quais universidades oferecem o curso de Estudos de Mídia? Onde? Quanto custa? Como faço para ingressar nele?

O Guia do Estudante te ajuda!

Escola UFF – Universidade Federal Fluminense
Cidade Niterói (RJ)
Duração 4 anos
Turno Integral
Mensalidade Gratuita
Titulação Bacharelado
Ingresso Somente via SISU (sistema de seleção unificada)
Alojamento A escola fornece, por seleção pública, alojamento para estudantes de outras cidades
Estrelas recebidas pela avaliação do Guia do Estudante ★★★★★

 

O que diz o coordenador do curso:

“Formamos pessoas que trabalham no setor do audiovisual, no marketing em mídias digitais, na produção de conteúdo para a internet, na crítica cultural, ou têm atuação em ONGS, em instituições públicas ou como pesquisadores acadêmicos.

A formação em Estudos de Mídia se ancora em uma grade de disciplinas com alta carga de matérias optativas, eletivas e atividades complementares. Menos de 1/3 é obrigatória. Assim, a partir do 3º período, o aluno fica livre para escolher se engajar em cursos mais próximos da sua área de interesse. Ele pode montar a própria grade e se tornar um especialista em games, produção audiovisual ou sonoridades”, diz o coordenador do curso, o professor Viktor Chagas.

 

 Palavra de quem é formada nesse curso:

A ex-aluna Priscila Mana Vaz, formada pelo curso de Estudos de Mídia da UFF, fala um pouco de sua experiência profissional e dá dicas importantes para você que tem interesse nessa área:

“Encontrei mercado desde antes de me formar. Comecei a trabalhar como profissional um ano antes da formatura, tendo sido nesse período, inclusive coordenadora de redes sociais, em uma campanha política. ”

“Não tive dificuldades para arrumar estágio, na época de faculdade. Empregos tem diversos.”

Minha dica é a seguinte: “tenha calma em relação ao mercado de trabalho e aproveite tudo que a faculdade tem para oferecer. Me orgulho de ter participado de quase todos os projetos do curso, pois isso fez com que eu tivesse acesso a muitos conhecimentos diferentes, além do contato com pessoas de abordagens diversas. Isso fez toda diferença na minha vida profissional. ”

 

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Conheça a carreira de Multimídia

Conheça o curso de Cinema e Audiovisual

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Cinco estrelas: conheça o curso de Design de Moda da UFG

Malú Damázio | 25/04/2016

design de moda

(Imagem: Istock)

Você já se pegou pensando que, com alguns ajustes na gola, aquela blusa antiga da sua mãe ficaria perfeita para usar com sua saia nova? Já desenhou uma roupa para a costureira fazer porque não achou nada parecido nas lojas? Elaborar produtos do vestuário é o cerne da atuação profissional do formado em Moda. Se volta e meia você se pergunta se essa é a carreira certa a seguir, vai gostar de conhecer a graduação da Universidade Federal de Goiás (UFG), avaliada em cinco estrelas pelo GUIA DO ESTUDANTE.

“A veia principal do curso é claramente fazer com que você seja capaz de trabalhar em uma empresa como diretor criativo, lidando com processos de criação e processos industriais, ou até que seja dono da sua própria marca”, conta Nathan Oliveira, estudante do oitavo período. No entanto, a criação autoral não é tudo que os alunos da UFG aprendem: eles também estudam técnicas de fabricação de fios e tecidos e processos de tingimento. Além disso, ao longo da graduação, há disciplinas que abordam áreas relacionadas ao Design de Moda, como jornalismo, fotografia, arte, história da moda, produção, gestão de empresas e até criação de objetos de joalheria!

Prática

Para entender melhor o conteúdo e colocar a mão na massa, os estudantes de Design de Moda têm aulas nos laboratórios da graduação, que funciona no recém-construído prédio da Faculdade de Artes Visuais. Elisa Tupiná, do último semestre, destaca que a infraestrutura de costura e modelagem é boa e atende às necessidades dos alunos. Há ainda novas instalações que precisam de ajustes, como o estúdio de fotografia e o laboratório de design contemporâneo – especializado no estudo de joalheria e design de superfície. “Existem monitores fora dos horários das disciplinas para que todos os alunos possam utilizar os espaços”, diz.

“Nas disciplinas práticas fazemos exercícios de desenho, costura e modelagem e sempre aprendemos algo novo. A cada semana os professores nos pedem tarefas como, por exemplo, desenho de 20 croquis com um tema específico”, lembra Jennifer Oliveira, que finalizou a graduação em março deste ano. E Nathan completa: “as aulas de desenho iniciais são bem intuitivas, aprendemos conceitos básicos. Depois as matérias evoluem pra desenhos de observação, desenho de moda, e depois ilustração digital.”

Como a carreira também tem enfoque em design, e não é voltada somente para a moda e para o estilismo, os alunos aprendem a trabalhar e a criar por meio de projetos que são entregues ao final de cada matéria. “Somos orientados a pensar e agir com mais criatividade para encontrar soluções que mais para frente serão de grande ajuda na hora de desenvolvermos projetos”, explica Elisa.

Paulo Ricardo Lopes, do último ano reconhece que as avaliações são diferentes do convencional, mas não menos difíceis. Por isso, além de provas e trabalhos escritos – não vá pensando que irá se livrar deles! – os estudantes têm tarefas de criar, seja em grupo ou de modo individual, desde peças como sapatos a mini coleções de vestidos. “Também projetamos campanhas, pequenos filmes e até empresas fictícias, que, no meu caso, acabou se tornando uma marca real”, conta. As atividades também funcionam de forma integrada: uma mesma saia pronta e seus moldes serão avaliados tanto por professores de modelagem quanto por professores de costura, cada um analisando as especificidades de sua disciplina.

Área de atuação

A maior oferta de vagas para designers e estilistas está nas regiões sul e sudeste, mas Jennifer destaca que o setor tem crescido bastante no nordeste. “A indústria está sendo impulsionada especialmente pelo Ceará e por concursos que visam investir em novos estilistas, como o Dragão Fashion Brasil”, explica. É importante lembrar que um estilista nem sempre trabalhará criando para sua própria marca. Há muitos profissionais que atuam na criação de lojas de departamento, ou fast fashion, e também em confecções, como de roupas casuais, de banho e íntimas – mercado que absorve grande parte dos formados em Goiânia, onde funciona o curso da UFG.

Além disso, o designer de moda não precisa necessariamente criar peças e coleções, como conta Paulo. “Ele pode atuar em áreas como produção de moda, consultoria de estilo e museologia do vestuário, que envolve trabalhar com armazenamento e preservação de roupas”. Por isso é comum encontrar profissionais nas funções de técnico têxtil, lavanderista, costureiro, modelista, ilustrador e desenhista digital.

‘Pinta não paga conta’

Os estudantes fazem questão de ressaltar que o mercado de moda não é nem um pouquinho glamourizado como filmes, jornais, revistas e eventos de luxo sugerem. “Moda é trabalho, esforço e dedicação”, lembra Jennifer. Veja o que os alunos da UFG disseram, tire as dúvidas que restaram e apaixone-se pela carreira! 😉

Nathan Oliveira: “Glamour e luxo só existem pra quem consome moda. Quem produz não passa nem perto! Já percebeu que quem trabalha em desfiles e evento de moda estão sempre de jeans, tênis e camiseta básica? A figura do estilista está cada vez mais sendo substituída pelo Designer. Aquele cara que tem inspirações divinas é cercado por glamour e não se envolve com a confecção do produto não combina muito bem com as necessidades da indústria hoje em dia. Muitos profissionais vão sim atuar em grandes empresas na área de criação e isso é bem mais legal e vantajoso do que se pinta por aí. Grandes lojas de departamento já perceberam a necessidade de equipes de profissionais de criação e isso resulta em muitas vagas para nós, recém-formados.”

Elisa Tupiná: “O mundo da moda é bem glamourizado e muitas pessoas entram no curso achando isso. A grande verdade é: ‘pinta não paga conta’, escutei isso numa aula da professora Lorena Abdala e é a mais pura realidade! Mesmo as editoras de revistas que você vê nos desfiles das grandes grifes ralam bastante. Moda é uma área em que você precisa trabalhar muito, por trás de um desfile existe uma equipe enorme correndo contra o tempo para que tudo saia como planejado. Mas é uma correria gostosa e que no fim, se você realmente está preparado, vai gostar bastante. O mesmo acontece no mundo do varejo nas grandes lojas e em qualquer outro, é tudo uma correria sem fim. Mas se você gosta de uma vida agitada e com novos desafios a cada dia, acho que moda é a carreira certa.”

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