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Engenheiro de Alimentos é responsável por processos produtivos industriais. Conheça o curso da UFG

Malú Damázio | 23/12/2014

Você acaba de ingressar na faculdade e em um dos trabalhos do curso produz um pão de queijo com sabor de pequi, que é um fruto típico do cerrado brasileiro. Parece bem legal, né? A Izabela Milhomens também pensou assim quando ficou sabendo do projeto da amiga que fazia Engenharia de Alimentos na Universidade Federal de Goiás (UFG). “Isso me encantou! Eu nunca tinha parado para pensar de onde saíam as ideias para criação de novos produtos, e isso foi o suficiente para me fazer escolher esse curso”, conta a garota, que agora é estudante do décimo e último semestre na graduação da UFG.

Mas pera aí, Engenharia de Alimentos é parecido com Gastronomia?, foi o que eu me perguntei quando comecei a ler mais sobre a carreira. Conversando com os estudantes, pude perceber que diferença entre as duas profissões é bem clara: o engenheiro estuda, desenvolve e otimiza a escala industrial de produção de alimentos, enquanto o chef de cozinha prepara refeições e cardápios para restaurantes. “O profissional atua em todo processamento de alimentos, desde a obtenção à distribuição, inclusive nos insumos que sustentam a cadeia produtiva”, explica Ítalo Ricardo, aluno do sexto semestre de Engenharia de Alimentos.

Além de criar novos produtos alimentícios, o engenheiro também é responsável pelo desenvolvimento de embalagens, maquinário, softwares envolvidos no processo produtivo. Ele também tem como atribuições as tarefas do campo de ciência e tecnologia de alimentos, no qual atua no controle de qualidade, na redução de impactos no meio ambiente e na conservação e reaproveitamento de subprodutos e resíduos agroindustriais de origem animal e vegetal.

(Imagem: Thinkstock)

Prática e estrutura do curso

Por ser uma subdivisão do campo das Engenharias, durante a faculdade o aluno terá que estudar muitas matérias da área de exatas. “A maioria dos estudantes de ensino médio tem uma noção errada sobre o curso, por pensar que ele não exige muito em relação às disciplinas de Engenharia, porém uma boa base de conhecimentos em Matemática, Física e Química é essencial para quem deseja entrar na graduação”, lembra Daisy Caires, que cursa o sétimo período. Ao todo, 60 novos alunos entram anualmente em Engenharia de Alimentos na UFG, e aulas são ofertadas no campus de Goiânia em período integral. Atualmente, ingresso na universidade é feito através do Enem.

Como o curso tem disciplinas obrigatórias tanto de manhã quanto à tarde, muitas vezes os estudantes não têm tempo para conciliar estágio e estudos, principalmente no início da graduação, mas nem por isso deixam de ter contato com atividades práticas. Joelma Damacena, do sétimo período, conta que sua experiência profissional veio das atividades na empresa júnior dos cursos de Engenharia de Alimentos, Engenharia Florestal e Agronomia, a Cippal Consultoria Jr. “Nela, nós realizamos consultorias nas áreas dos nossos cursos junto com a ajuda dos professores. É uma ótima oportunidade que temos de aprender a empreender!”, diz.

Joelma lembra que, devido ao enfoque acadêmico da federal, há muitos projetos de pesquisa na UFG em que os estudantes podem ingressar. “Trabalhei no laboratório da tecnologia de alimentos com o envelhecimento de cachaça, avaliando as alterações do alimento ao longo de um ano”. Há também o Programa de Educação Tutorial (PET) de Engenharia de Alimentos, do qual Ítalo faz parte. “Trabalhei dois anos com pesquisa científica onde aprendi muito e tive meu primeiro contato com a área. Participei também como organizador do estande do PET na FFATIA 2014 (Feira de Fornecedores e Atualização Tecnológica da Indústria de Alimentação) e pude vivenciar muito do que estudo no curso”, conta.

>> Leia mais sobre a carreira do engenheiro de alimentos

Além disso, o curso também oferece atividades laboratoriais, como processamento de queijo, geleias, cerveja, entre outros, e trabalhos de campo com visitas técnicas a plantas industriais na cidade. “Já visitamos indústrias de cerveja, biscoitos, café, açúcar e álcool, por exemplo. Estas visitas são essenciais, pois podemos ver em escala industrial o que aprendemos em uma planta piloto, que é infinitamente menor”, lembra Izabela. Os alunos lembram que os laboratórios da graduação da UFG ainda precisam de melhorias na infraestrutura e que nem sempre as aulas podem ser realizadas normalmente devido a falta de materiais simples. “São problemas de fácil resolução, como a falta de termômetros, e que, se solucionados, deixariam o curso mais interessante e alunos mais satisfeitos”, explica Daisy.

Mão na massa!

O mercado de trabalho do engenheiro de alimentos é amplo e não está concentrado somente em grandes cidades, como afirma Ítalo. “Boa parte das indústrias de alimentos está fora das capitais. Eu sou do interior de Goiás e próximo a minha cidade, Cezarina, há pelo menos uma dezena de empresas do setor”. Entretanto, se você pretende seguir carreira em uma multinacional, Izabela pondera que saber outras línguas e ter experiências no exterior são diferenciais na hora de conseguir um estágio.

A estudante, que também trabalhou com engenharia de processos na fábrica da Unilever, em Goiânia, fez intercâmbio para a Universidade do Tennessee, nos Estados Unidos e estagiou por três meses com desenvolvimento de bebidas na sede mundial da Cargill, em Minneapolis. “Foi a maior experiência de minha vida! Era mágico ver como um produto saía do papel e ia para a prateleira dos supermercados. Ver no supermercado um produto que ajudei a criar foi uma das coisas mais gratificantes que já me aconteceram!”

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Engenharia de Aquicultura na UFSC tem como enfoque a produção de espécies aquáticas

Malú Damázio | 16/12/2014

(Imagem: Thinkstock)

O curso de Engenharia de Aquicultura da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) é um dos mais antigos do país nessa área e tem como enfoque formar profissionais capazes de administrar produções de espécies aquáticas, como peixes, crustáceos, moluscos e plantas aquáticas. A cada semestre a graduação, avaliada com 5 estrelas no Guia do Estudante 2014, recebe 40 novos alunos. O curso diurno, ministrado no campus de Florianópolis, tem ingresso pelo processo seletivo da própria universidade e duração mínima de cinco anos.

Ao longo da graduação, os estudantes estarão em contato com disciplinas que vão desde os tópicos mais teóricos, como Fundamentos em Solos, Hidrologia e Climatologia, Matemática e Ecologia de Sistemas Marinhos, até temas mais próximos da vida de um engenheiro de aquicultura. Cultivo de Moluscos, Tecnologia Pós-Despesca, Patologia de Organismos Aquáticos, entre outras matérias mais específicas, passam a fazer parte da grade curricular nos anos seguintes. Além das disciplinas laboratoriais, a graduação da UFSC tem enfoque prático, como conta Diogo Bagatin, aluno do oitavo semestre. “Além de sairmos da sala de aula para conhecer as estruturas de fazendas de cultivo parceiras, a maioria das disciplinas tem projetos e aulas práticas”.

Diogo explica que o curso não está voltado para um só tipo de nicho produtivo de organismos aquáticos. “Temos vários laboratórios, como de estudos de camarões, peixes de água doce, peixes marinhos, microalgas, moluscos…. até polvos já estamos conseguindo reproduzir em laboratório!”, revela. Mathias Pchara, estudante do nono semestre, também considera as aulas práticas como um dos pontos mais “empolgantes” da graduação. “Nós fazemos algumas saídas de campo em que visitamos produtores ou empresas da área para vermos como funciona cada etapa do que aprendemos na graduação. Há também práticas bem divertidas como fazer a despesca em tanques de peixes de água doce”, conta.

>> Saiba mais sobre a carreira do engenheiro de aquicultura

Mercado de trabalho

O aluno, que estagia na seção de macroalgas do laboratório de camarões marinhos da universidade, afirma que pretende ingressar no mestrado para seguir com os estudos sobre algas. Além desse campo de trabalho, um engenheiro de aquicultura também pode atuar em outras áreas de destaque, como em produção de organismos aquáticos, nutrição, melhoramento genético, gestão de negócios, processamento e beneficiamento, tratamento de efluentes, construção civil, hidráulica, patologias, qualidade de água etc. Entretanto, ao contrário do fluxo normal de trabalho que agrega as principais oportunidades em grandes centros, Diogo lembra que o mercado para o profissional está, em sua maior parte, concentrado em fazendas aquícolas no interior do país.

>> Conheça também a graduação tecnológica em Aquicultura

Mathias lembra que decidiu por Engenharia de Aquicultura ao acompanhar a experiência positiva de seu irmão mais velho, também aluno do curso da UFSC. “Depois de entrar, me encantei pela graduação. Para cultivarmos animais aquáticos precisamos aprender os diversos aspectos do funcionamento de seu organismo e isso é impressionante”. A proximidade de um amigo que cursava Aquicultura também foi o que levou Diogo a pesquisar mais sobre a carreira. Saber que se tratava de uma área de trabalho em crescimento e que traria contato direto com o meio ambiente foi decisivo para que o estudante optasse por essa graduação.

Vida de universitário

Para quem se interessa pelo campo de aquicultura, os estudantes fazem questão de ressaltar que vale a pena estudar na UFSC. “Nós temos excelentes professores que estão sempre buscando novos métodos de estudo e aprendizado”, diz Mathias. Além disso, Diogo conta que os calouros da graduação passam por dois trotes bastante divertidos: o trote ecológico e o trote sujo. “No trote ecológico, os alunos vão a algum ponto de Florianópolis, como em ilhas nas proximidades, praias, mangues, para coletar lixo. Já no trote sujo, que é voluntário, os alunos participam de uma gincana junto com calouros de outros cursos da universidade”, explica.

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Curso de Engenharia Química da Unicamp é direcionado a processos industriais

Malú Damázio | 18/11/2014

(Imagem: Thinkstock)

Você sabe o que faz um engenheiro químico? Esses profissionais geralmente atuam com a otimização de processos industriais que ocorrem a partir de transformações físicas ou químicas. Ou seja, eles são responsáveis por simplificar e facilitar os procedimentos industriais, de modo que a empresa produza mais e gaste menos. A atuação desse engenheiro é ampla e versátil: ele pode trabalhar tanto em áreas como a indústria do petróleo quanto no campo do meio ambiente e das energias sustentáveis. Se você se interessa por essa carreira, vai querer saber um pouco mais sobre a graduação de Engenharia Química da Unicamp. Ministrado em Campinas, no interior de São Paulo, o curso existe há 35 anos e foi avaliado com 5 estrelas pelo Guia do Estudante 2014.

A cada ano, 100 novos alunos ingressam em Engenharia Química por meio do processo seletivo da universidade. O curso possui duas turmas, uma em período integral, que recebe anualmente 60 estudantes e tem duração mínima de cinco anos, e outra no período noturno, com 40 alunos e seis anos de duração. O curso da Unicamp aborda disciplinas gerais nos primeiros anos, como cálculo, química, física e programação, que fazem parte do Ciclo Básico, e depois se aprofunda em matérias mais específicas da Engenharia Química, como reatores químicos, termodinâmica e separações.

Saber ler em inglês é um dos pré-requisitos para os estudantes, já que boa parte dos livros didáticos e dos artigos acadêmicos está escrita nessa língua. Além disso, quem tem vontade de ser engenheiro químico também precisa estar disposto a encarar umas (muitas) continhas matemáticas ao longo do curso. “Temos que fazer muito muito muito cálculo! Ter o domínio de HP (calculadora utilizada por engenheiros), Excel, e outras ferramentas é essencial”, lembra a aluna do décimo semestre Mariana Zanetti.

>> Saiba mais sobre o curso de Engenharia Química na Guia de Profissões do GE 

Ao contrário do que a maioria dos estudantes de ensino médio pensa, o campo de atuação do engenheiro químico pouco tem a ver com a química propriamente dita. “Na verdade, o curso devia se chamar engenharia de processos e tem muito mais física do que química! Mas mesmo assim ele é muito interessante”, explica o estudante do décimo período, Guilherme Gomes. Ele conta que, além da área de processos industriais, o engenheiro químico também pode atuar em pesquisa e desenvolvimento de produtos, na área ambiental e com projetos de equipamentos e plantas.

A vontade de exercer uma função que pudesse impactar positivamente a sociedade foi o que motivou o aluno do quarto ano Bruno Leite a optar por Engenharia Química. O estudante conta que pretende trabalhar, quando formado, nas áreas ligadas ao meio ambiente ou que tenham enfoque em desenvolvimento de produtos. “Quero atuar em algo no qual meu trabalho influencie diretamente no dia a dia do consumidor”, afirma. Além da afinidade com matemática e química, o impulso social também foi o que motivou Mariana a ingressar no curso da Unicamp. A aluna ressalta, porém, que a falta de matérias de humanas ao longo da graduação a decepcionou. “Claro que é um curso de exatas, mas ainda assim gostaria que houvesse mais interface com a sociedade, principalmente por se tratar de uma universidade pública.”

Tanto Mariana quanto Bruno não têm dúvidas de que o curso de Engenharia Químico é bastante acadêmico. O modelo da graduação não difere muito de outras áreas da Unicamp, que é uma universidade direcionada à formação de pesquisadores. Apesar de ter disciplinas laboratoriais durante oito semestres, Bruno questiona como se dá a aplicação dos conceitos aprendidos em sala de aula. “Muitas vezes os laboratórios consistem em coleta de dados amostrais que vão gerar apenas uma discussão num relatório sobre algum tema de alguma disciplina”, explica.  “O curso se volta mais para fundamentos, teoria e projetos do que para a aplicação prática e para a interface com a indústria”, completa Mariana. A estudante conta que as disciplinas de operações unitárias, em que os alunos aprendem a projetar equipamentos, são suas preferidas. “É quando nós sentimos realmente engenheiros!”

Engenharia Química X Química

Por se tratar de uma profissão muito versátil, muitas pessoas confundem a atuação e o campo de estudos do engenheiro químico com o de um profissional da Química. A diferença entre essas duas profissões está, basicamente, na escala: enquanto o químico trabalha em escala laboratorial, o engenheiro químico atua em escala industrial. “Enquanto o químico faz o bolo, o engenheiro químico foca em produzir toneladas de bolo!”, brinca Bruno. Além disso, segundo Guilherme, o curso de Engenharia é voltado a questões mais práticas, como design de equipamentos, otimização de processos industriais e análise econômica, ao passo que o curso de Química, embora tenha matérias práticas, é majoritariamente teórico. O estudante ainda explica que a Engenharia Química se difere das outras engenharias por ser “o único curso no qual há um estudo de reações químicas e processos de separação, como filtração, destilação, extração etc”.

 

Palavra de Estudante

Bruno Leite: “O que mais me fascina na Unicamp é que, por ser uma universidade no interior, você tem contato com pessoas de todo o Brasil e vivencia diariamente o ambiente universitário, já que muita gente não é de Campinas e vem morar aqui só para estudar. A universidade oferece várias oportunidades de atividades extracurriculares e eu recomendo a todos que aproveitem isso ao máximo. Fui parte da Empresa Júnior de Engenharia Química (Propeq) durante três anos, sendo minha ultima posição a de Diretor de Projetos Sociais. Coordenava uma equipe de nove voluntários membros da empresa com o objetivo de desenvolver, aplicar e gerenciar projetos sociais em Campinas e seus arredores.”

Mariana Zanetti: “As áreas de trabalho em Engenharia Química são as mais diversas possíveis! Desde engenharia de processo, projeto ou produção dentro dos mais diversos tipos de indústria, até áreas comerciais como marketing e vendas, e até mesmo consultorias estratégicas e mercado financeiro. O engenheiro é muito reconhecido e valorizado pelo mercado. Então existe uma gama vasta de oportunidades. Com a preparação adequada e boa vontade todos conseguem seu estágio. O que não significa, necessariamente, que o emprego é garantido. Muitas vezes se pede uma experiência que recém-formados não têm, e as vagas são poucas para muita gente tentando.”

Guilherme Gomes: “A recepção dos calouros na Unicamp é bem tranquila e sossegada. Há o trote com tinta, pedágio e tudo mais, mas os veteranos respeitam quem não quer participar. Além disso, na Unicamp há o Trote da Cidadania, no qual os calouros se envolvem em atividades beneficentes em creches, casas de repouso e em outras instituições ou ONGs de Barão Geraldo (bairro de Campinas onde está localizada a universidade).”

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Os melhores cursos de Engenharia de Materiais do Brasil

Amanda Previdelli | 08/09/2014

engenharia-metalurgica

Engenharia de materiais é o ramo da engenharia voltado para a pesquisa de materiais e de novos usos industriais para os materiais já existentes.

O bacharel faz a gestão e a supervisão técnica de projetos e proessos de produção, transformação e uso de materiais. Pesquisa materiais como resinas, plásticos, cerâmicas e ligas metálicas. Aperfeiçoa suas propriedades e estabelece combinações que resultam em produtos inéditos e estuda novas alternativas de aplicação de materiais já conhecidos. Ele se responsabiliza por todo o processo, da seleção da matéria-prima e definição dos métodos de produção ao emprego do material.

Depois da formação básica, no terceiro ano é preciso optar por uma das três especializações: metais, cerâmicas ou polímeros. A partir daí, o currículo dá ênfase às disciplinas relacionadas com a escolha que tiver sido feita. Boa parte da carga horária é passada em laboratório, onde o aluno se familiariza com as propriedades e as aplicações desses materiais. Nas aulas práticas, ele pesquisa e desenvolve novas ligas metálicas, compostos cerâmicos e polímeros, como borrachas, resinas, plásticos, acrílicos e materiais supercondutores. O estágio é obrigatório, assim como a apresentação de um trabalho de conclusão de curso.

Gostou de Engenharia de Materiais? Confira os melhores cursos:

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(PB) Campina Grande – UFCG ★★★★★
(RS) Porto Alegre – UFRGS ★★★★★
(SC) Florianópolis – UFSC ★★★★★
(SP) Guaratinguetá – Unesp ★★★★★
(SP) Lorena – USP ★★★★★
(SP) São Carlos – USCar ★★★★★
(SP) São Paulo – USP ★★★★★

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Os melhores cursos de Engenharia Naval do Brasil

Amanda Previdelli | 07/04/2014

navio

Engenharia naval é a área da engenharia que cuida do projeto, da construção e da manutenção de embarcações e seus equipamentos.

O engenheiro naval projeta a estrutura, os motores e os demais componentes de navios. Para isso, considera o uso a ser dado à embarcação, a quantidade de carga ou de passageiros a ser transportada, a distância a ser percorrida e o local de operação, se em rios, lagos, mares ou oceanos.

Esse curso possui dois anos de formação básica com muita física, matemática, computação e química. Em seguida, começam as matérias específicas das engenharias (mecânica de fluidos, termodinâmica e ciência e resistência dos materiais) e da formação profissionalizante (hidrodinâmica, estruturas navais, projeto e navio e plataformas marítimas, construção naval e transporte aquaviário).

Em aulas práticas de laboratório, o aluno constrói e testa modelos e maquetes estruturais, não só de embarcações tradicionais como também de submarinos e robôs subaquáticos. O estágio e o projeto de conclusão de curso são obrigatórios.

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Confira as melhores escolas:

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(RJ) Rio de Janeiro – UFRJ ★ ★ ★ ★ ★
(SP) São Paulo – USP ★ ★ ★ ★ ★

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