Guia do Estudante

USP cai ao menos 30 posições em ranking universitário internacional

Ana Lourenço | 05/05/2016

Praça do Relógio - Universidade de São Paulo - São Paulo.

Foto: USP Imagens

A Universidade de São Paulo (USP) apareceu em colocação ao menos 30 posições abaixo de seu desempenho em 2015 no ranking internacional Times Higher Education (THE), publicação que avalia o ensino superior.

No ano passado, a universidade apareceu na faixa dos lugares 51 a 60. Este ano, ela está entre as posições 91 a 100. Ainda assim, a USP é a única brasileira na lista e a melhor avaliada na América Latina.

>> Ranking QS coloca USP entre as 50 melhores do mundo em seis áreas

O ranking é publicado com base na avaliação de cerca de 10 mil acadêmicos de todo o mundo, que indicam de opinião própria as 15 melhores universidades nas suas áreas de especialidade. O ranking lista em ordem somente as 50 mais bem colocadas, passando então a agrupar de 10 em 10 por desempenho.

As 10 melhores do mundo:

1) Harvard University
2) Massachusetts Institute of Technology (MIT)
3) Stanford University
4) University of Cambridge
5) University of Oxford
6) University of California, Berkeley
7) Princeton University
8) Yale University
9) Columbia University
10) California Institute of Technology

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5 Estrelas: conheça o único curso de Estudos de Mídia do Brasil!

Simone Toledo | 29/04/2016

Antes de mais nada é importante você saber do que se trata o curso e no que você pode trabalhar.

Esse profissional domina conhecimentos sobre os diferentes meios de comunicação e a influência desses meios sobre a sociedade.

Estudos de mídia

Istock

Sua atuação pode ser com mídias tradicionais (rádio, TV ou imprensa escrita) ou redes virtuais (internet). Na maioria das empresas pode trabalhar como analista e consultor, identificando problemas relativos aos meios de comunicação. Nas empresas voltadas para a indústria da música define o planejamento de circulação de produtos e campanhas de divulgação, com elaboração de videoclipes ou sites para artistas.

Na área de telefonia celular pode planejar estratégias e a veiculação de notícias pelo celular. No comércio eletrônico determina quais os produtos serão vendidos. Elabora estratégias também para aumentar o consumo pela internet e a interatividade com o público.

As dúvidas em relação a um curso superior são muitas. Quais universidades oferecem o curso de Estudos de Mídia? Onde? Quanto custa? Como faço para ingressar nele?

O Guia do Estudante te ajuda!

Escola UFF – Universidade Federal Fluminense
Cidade Niterói (RJ)
Duração 4 anos
Turno Integral
Mensalidade Gratuita
Titulação Bacharelado
Ingresso Somente via SISU (sistema de seleção unificada)
Alojamento A escola fornece, por seleção pública, alojamento para estudantes de outras cidades
Estrelas recebidas pela avaliação do Guia do Estudante ★★★★★

 

O que diz o coordenador do curso:

“Formamos pessoas que trabalham no setor do audiovisual, no marketing em mídias digitais, na produção de conteúdo para a internet, na crítica cultural, ou têm atuação em ONGS, em instituições públicas ou como pesquisadores acadêmicos.

A formação em Estudos de Mídia se ancora em uma grade de disciplinas com alta carga de matérias optativas, eletivas e atividades complementares. Menos de 1/3 é obrigatória. Assim, a partir do 3º período, o aluno fica livre para escolher se engajar em cursos mais próximos da sua área de interesse. Ele pode montar a própria grade e se tornar um especialista em games, produção audiovisual ou sonoridades”, diz o coordenador do curso, o professor Viktor Chagas.

 

 Palavra de quem é formada nesse curso:

A ex-aluna Priscila Mana Vaz, formada pelo curso de Estudos de Mídia da UFF, fala um pouco de sua experiência profissional e dá dicas importantes para você que tem interesse nessa área:

“Encontrei mercado desde antes de me formar. Comecei a trabalhar como profissional um ano antes da formatura, tendo sido nesse período, inclusive coordenadora de redes sociais, em uma campanha política. ”

“Não tive dificuldades para arrumar estágio, na época de faculdade. Empregos tem diversos.”

Minha dica é a seguinte: “tenha calma em relação ao mercado de trabalho e aproveite tudo que a faculdade tem para oferecer. Me orgulho de ter participado de quase todos os projetos do curso, pois isso fez com que eu tivesse acesso a muitos conhecimentos diferentes, além do contato com pessoas de abordagens diversas. Isso fez toda diferença na minha vida profissional. ”

 

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Cinco estrelas: conheça o curso de Design de Moda da UFG

Malú Damázio | 25/04/2016

design de moda

(Imagem: Istock)

Você já se pegou pensando que, com alguns ajustes na gola, aquela blusa antiga da sua mãe ficaria perfeita para usar com sua saia nova? Já desenhou uma roupa para a costureira fazer porque não achou nada parecido nas lojas? Elaborar produtos do vestuário é o cerne da atuação profissional do formado em Moda. Se volta e meia você se pergunta se essa é a carreira certa a seguir, vai gostar de conhecer a graduação da Universidade Federal de Goiás (UFG), avaliada em cinco estrelas pelo GUIA DO ESTUDANTE.

“A veia principal do curso é claramente fazer com que você seja capaz de trabalhar em uma empresa como diretor criativo, lidando com processos de criação e processos industriais, ou até que seja dono da sua própria marca”, conta Nathan Oliveira, estudante do oitavo período. No entanto, a criação autoral não é tudo que os alunos da UFG aprendem: eles também estudam técnicas de fabricação de fios e tecidos e processos de tingimento. Além disso, ao longo da graduação, há disciplinas que abordam áreas relacionadas ao Design de Moda, como jornalismo, fotografia, arte, história da moda, produção, gestão de empresas e até criação de objetos de joalheria!

Prática

Para entender melhor o conteúdo e colocar a mão na massa, os estudantes de Design de Moda têm aulas nos laboratórios da graduação, que funciona no recém-construído prédio da Faculdade de Artes Visuais. Elisa Tupiná, do último semestre, destaca que a infraestrutura de costura e modelagem é boa e atende às necessidades dos alunos. Há ainda novas instalações que precisam de ajustes, como o estúdio de fotografia e o laboratório de design contemporâneo – especializado no estudo de joalheria e design de superfície. “Existem monitores fora dos horários das disciplinas para que todos os alunos possam utilizar os espaços”, diz.

“Nas disciplinas práticas fazemos exercícios de desenho, costura e modelagem e sempre aprendemos algo novo. A cada semana os professores nos pedem tarefas como, por exemplo, desenho de 20 croquis com um tema específico”, lembra Jennifer Oliveira, que finalizou a graduação em março deste ano. E Nathan completa: “as aulas de desenho iniciais são bem intuitivas, aprendemos conceitos básicos. Depois as matérias evoluem pra desenhos de observação, desenho de moda, e depois ilustração digital.”

Como a carreira também tem enfoque em design, e não é voltada somente para a moda e para o estilismo, os alunos aprendem a trabalhar e a criar por meio de projetos que são entregues ao final de cada matéria. “Somos orientados a pensar e agir com mais criatividade para encontrar soluções que mais para frente serão de grande ajuda na hora de desenvolvermos projetos”, explica Elisa.

Paulo Ricardo Lopes, do último ano reconhece que as avaliações são diferentes do convencional, mas não menos difíceis. Por isso, além de provas e trabalhos escritos – não vá pensando que irá se livrar deles! – os estudantes têm tarefas de criar, seja em grupo ou de modo individual, desde peças como sapatos a mini coleções de vestidos. “Também projetamos campanhas, pequenos filmes e até empresas fictícias, que, no meu caso, acabou se tornando uma marca real”, conta. As atividades também funcionam de forma integrada: uma mesma saia pronta e seus moldes serão avaliados tanto por professores de modelagem quanto por professores de costura, cada um analisando as especificidades de sua disciplina.

Área de atuação

A maior oferta de vagas para designers e estilistas está nas regiões sul e sudeste, mas Jennifer destaca que o setor tem crescido bastante no nordeste. “A indústria está sendo impulsionada especialmente pelo Ceará e por concursos que visam investir em novos estilistas, como o Dragão Fashion Brasil”, explica. É importante lembrar que um estilista nem sempre trabalhará criando para sua própria marca. Há muitos profissionais que atuam na criação de lojas de departamento, ou fast fashion, e também em confecções, como de roupas casuais, de banho e íntimas – mercado que absorve grande parte dos formados em Goiânia, onde funciona o curso da UFG.

Além disso, o designer de moda não precisa necessariamente criar peças e coleções, como conta Paulo. “Ele pode atuar em áreas como produção de moda, consultoria de estilo e museologia do vestuário, que envolve trabalhar com armazenamento e preservação de roupas”. Por isso é comum encontrar profissionais nas funções de técnico têxtil, lavanderista, costureiro, modelista, ilustrador e desenhista digital.

‘Pinta não paga conta’

Os estudantes fazem questão de ressaltar que o mercado de moda não é nem um pouquinho glamourizado como filmes, jornais, revistas e eventos de luxo sugerem. “Moda é trabalho, esforço e dedicação”, lembra Jennifer. Veja o que os alunos da UFG disseram, tire as dúvidas que restaram e apaixone-se pela carreira! 😉

Nathan Oliveira: “Glamour e luxo só existem pra quem consome moda. Quem produz não passa nem perto! Já percebeu que quem trabalha em desfiles e evento de moda estão sempre de jeans, tênis e camiseta básica? A figura do estilista está cada vez mais sendo substituída pelo Designer. Aquele cara que tem inspirações divinas é cercado por glamour e não se envolve com a confecção do produto não combina muito bem com as necessidades da indústria hoje em dia. Muitos profissionais vão sim atuar em grandes empresas na área de criação e isso é bem mais legal e vantajoso do que se pinta por aí. Grandes lojas de departamento já perceberam a necessidade de equipes de profissionais de criação e isso resulta em muitas vagas para nós, recém-formados.”

Elisa Tupiná: “O mundo da moda é bem glamourizado e muitas pessoas entram no curso achando isso. A grande verdade é: ‘pinta não paga conta’, escutei isso numa aula da professora Lorena Abdala e é a mais pura realidade! Mesmo as editoras de revistas que você vê nos desfiles das grandes grifes ralam bastante. Moda é uma área em que você precisa trabalhar muito, por trás de um desfile existe uma equipe enorme correndo contra o tempo para que tudo saia como planejado. Mas é uma correria gostosa e que no fim, se você realmente está preparado, vai gostar bastante. O mesmo acontece no mundo do varejo nas grandes lojas e em qualquer outro, é tudo uma correria sem fim. Mas se você gosta de uma vida agitada e com novos desafios a cada dia, acho que moda é a carreira certa.”

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Conheça os 2 melhores cursos de Rádio e TV

Maria Fernanda Teperdgian | 11/04/2016

Você já ouviu falar de Rádio e TV, mas não faz ideia do que esses profissionais fazem exatamente? O GE te conta!

Rádio e TV  é um curso com foco em criação, direção, produção e edição de produtos radiofônicos e televisivos. As disciplinas abordam também a produção de videográficos, representações gráficas em vídeo, empregadas na TV, no rádio, na internet e outras mídias digitais.

Rádio e TV

iStock

Nos estúdios e laboratórios das universidades, os estudantes podem realizar programas sonoros e audiovisuais exercitando todas as funções relacionadas com a produção, gravação e edição para áudio, rádio, vídeo e TV.

O que você pode fazer se escolher esse curso:

  1. Criação: elaborar roteiros e programas, vinhetas e chamadas de programas para rádio e TV.
  2. Produção: providenciar a infraestrutura necessária para que o programa seja realizado e transmitido, preparando entrevistados, providenciando material de apoio, cuidando de cenários e equipamentos e solicitando o suporte técnico e logístico para as gravações.
  3. Roteiro: escrever narrativas e diálogos para novelas, minisséries ou filmes. Preparar blocos de programas em emissoras de rádio e TV
  4. Edição: selecionar sons, imagens e textos que farão parte de cada programa radiofônico ou televisivo.
  5. Gestão: administrar o funcionamento de empresas do setor ou de áreas específicas, como comercial, financeira, marketing, além de gerir dados, como os de audiência.

O que você NÃO vai fazer se escolher esse curso:

  1. trabalhar sistemas de engenharia de transmissão
  2. consertar aparelhos eletrônicos
  3. instalar antenas e cabos
  4. Não precisa ser locutor de rádio
  5. Não será ator ou dublador

Quer ser um locutor? Saiba o que você deve estudar.

Como está o mercado de trabalho:

O mercado para os profissionais formados em Rádio e TV cresceu nos últimos anos em virtude da consolidação de novas mídias alternativas, como podcasting, web rádio, canal de vídeo on-line, aplicativos, TV corporativa, entre outros. A produção de conteúdo para mídias digitais e as redes sociais também ampliaram o campo de atuação dos estudantes de Rádio e TV.

A Grande São Paulo concentra as sedes de quatro das cinco maiores emissoras de TV geradoras de programação em rede nacional. Além disso, apenas na capital paulista existem cerca de 500 produtoras que produzem conteúdos em som e imagem para clientes corporativos e agências de publicidade.

Não é à toa que as duas melhores Universidades, segundo a Avaliação do GE, estão em São Paulo:

Faculdade Estrelas
(SP) São Bernardo do Campo – Metodista – Rádio, TV e Internet ★★★★★
(SP) São Paulo – Universidade Anhembi Morumbi ★★★★★

Dica dos coordenadores:

“O estudante que quer progredir no curso deve ter a preocupação em ampliar o repertório cultural e a constante atualização tecnológica a respeito dos dispositivos de gravação e edição bem como das ferramentas de redes sociais. O mercado procura profissionais criativos que sejam capazes de elaborar projetos, programas e roteiros que se enquadrem em editais e leis de incentivo ou que sejam comercialmente viáveis.” Renato Tavares Junior, coordenador de Rádio e TV da Anhembi Morumbi

“O maior desafio para o aluno que pretende cursar Rádio, TV e Internet é aprender a trabalhar em equipe. Desafio que surge desde o primeiro semestre!” Marcelo Briseno, coordenador de Rádio, TV e Internet, da Universidade Metodista de São Paulo

 

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Informática Biomédica: o que faz esse profissional e qual o melhor curso do país?

Simone Toledo | 04/04/2016

Se você gosta de informática e computação, mas também tem interesse na área de saúde e biologia esse curso tem tudo a ver com você.

Imagem informática biomédica

Istock

O que é o curso?

O profissional dessa área vai desenvolver hardwares e programas para a para área médica, tanto para potencializar o uso de aparelhos quanto para auxiliar os profissionais da medicina no diagnóstico de pacientes. 

O que você pode fazer?

Você pode trabalhar em áreas distintas. São elas:

  • Informatização: elaborar projetos para a informatização de centro médicos.
  • Criação de equipamentos: desenvolver ou adaptar equipamentos eletrônicos, implantar e fazer manutenção de sistemas digitais de transmissão de imagens radiológicas.
  • Bioinformática: criar softwares específicos para área de biotecnologia, como a construção de um banco de dados sobre genes e de organismos vivos.

Como é o mercado de trabalho?

Esse é o momento que você coloca em prática tudo que aprendeu. O principal mercado de trabalho está em empresas que desenvolvem softwares específicos para área de saúde, usados por clínicas médicas, hospitais, centros de saúde, laboratório e núcleos de pesquisas. Mas fique atento! Neste caso os maiores empregadores estão em São Paulo, especificamente na capital paulista. Mas há também vagas nas filiais dessas empresas espalhadas pelo Brasil e até no exterior.

– Veja mais informações sobre a carreira de Informática Biomédica

Qual o único curso 5 estrelas (excelente) do país eleito pela avaliação do GE?

Faculdade Estrelas
USP – Universidade de São Paulo – campus Ribeirão Preto ★★★★★

 

Palavra do coordenador do curso

“Este curso é pioneiro na formação do profissional Informata Biomédico e este ano completa 13 anos de sua criação. Ele proporciona ao aluno formação multidisciplinar, oferecendo bagagens de Informática e Computação com objetivo de capacitar o Informata Biomédico na capacidade de identificar, analisar, projetar e implementar soluções tecnologicamente viáveis de informática aplicada a saúde e biologia”, afirma o coordenador do curso da USP (Ribeirão Preto), o professor Doutor Antonio Carlos Shimano.

Além disso em relação aos alunos ele diz que “o curso foi concebido para todos aqueles que gostam de novas tecnologias, e querem de vê-las aplicadas à Medicina e à Biologia. O principal perfil é para aquele aluno que gostaria de ter a oportunidade de obter conhecimentos de Biologia, Informática e Computação aplicadas as necessidades da área da saúde”.

Saiba mais informações sobre Informática Biomédica

 

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