Guia do Estudante

Curso de Oceanologia da FURG se divide em áreas biológica, física, geológica e química

Malú Damázio | 08/05/2015

(Imagem: Creative Commons)

O oceano sempre foi objeto da curiosidade humana. Cercadas de mistério, as desconhecidas águas salgadas guardam inúmeras formas de vida, tanto na superfície quanto em seus rincões mais profundos. E o homem procura, desde então, adentrar esse ambiente para entender melhor seu funcionamento. O oceanógrafo é o profissional responsável por pesquisar o sistema que relaciona oceano, terra e atmosfera. Hoje vamos conhecer um pouco mais sobre o primeiro curso voltado ao estudo das ciências do mar no Brasil: a graduação em Oceanologia oferecida pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG), no Rio Grande do Sul, avaliada em cinco estrelas pelo Guia do Estudante. Criado em 1971, o curso da federal gaúcha ainda mantém o nome de quando foi fundado por tradição, já que a maior parte das graduações da área é denominada Oceanografia.

O curso da FURG é voltado para o estudo de ambientes costeiros e a grade curricular (que pode ser vista aqui) divide a Oceanologia em quatro níveis: física, geológica, química e biológica. Assim, a instituição possibilita um entendimento completo do oceano e há muitas disciplinas da área de exatas, o que surpreende boa parte dos estudantes. Cálculo, álgebra, probabilidade, física e estatística estão distribuídas pelo currículo. A graduação é integral, direcionada à pesquisa, com chamada anual de 40 vagas e ministrada no campus de Rio Grande. A entrada na universidade se dá por meio do Enem, via Sisu. Há ainda outros dois braços do curso na cidade: o Centro de Reabilitação de Animais Marinhos, junto ao Museu Oceanográfico, e a Estação Marinha de Aquacultura. Além disso, no Instituto Oceanográfico, onde é sediada a graduação há também as áreas de Gerenciamento Costeiro, Recursos Renováveis e o Núcleo de Aquacultura e Biotecnologia, que orientam a formação dos estudantes.

Saídas para o mar

Como a FURG fica na cidade com a maior praia em extensão do mundo, a Praia do Cassino, saídas para o mar fazem parte da rotina dos estudantes. Ao longo do curso, eles precisam cumprir 120h embarcados e, para isso, a universidade tem seus próprios navio e lancha (!). As saídas de campo são umas das atividades mais esperadas da graduação, já que o aluno pode ver pessoalmente como funciona o ecossistema e os assuntos estudados em sala de aula. Nas expedições, os estudantes podem visualizar de perto estruturas geológicas, coletar amostras rochosas ou até mapear feições de fundo oceânico com o auxílio dos professores. Durante os embarques cada aluno se ocupa de uma função, executada principalmente quando o barco para em algum ponto pré-determinado, chamados de estação. “Tem uma galera que lança instrumentos na água para pegar dados de temperatura, salinidade, velocidade de corrente etc, tem gente que coleta fitoplâncton, outras pessoas observam e identificam animais marinhos”, explica Raphael Mena, do nono semestre.

Uma das saídas mais divertidas do curso é a viagem para o litoral do Uruguai, como lembra Luiz Henrique Oliveira, estudante do sétimo semestre. “São três dias em que estudamos feições de praia, formações geológicas e atividades de erosão costeira. Claro, durante algumas horas né, porque não dá para ir para o Uruguai e ficar só olhando sem curtir todo aquele lugar. Temos muito tempo para aproveitar e curtir também!”, conta.

Além das iniciativas previstas na grade curricular, existem projetos de pesquisa e laboratórios dentro da própria instituição que também promovem embarques e levam consigo os estagiários (e mestrandos e doutorandos). Milena Bacaneli, do quinto período, estagia no Laboratório de Crustáceos e Decápodes da FURG e conta que todo mês a equipe faz saídas de lancha para coleta de materiais na Lagoa dos Patos, no extremo sul do país. “Quando vamos até a entrada do estuário podemos ver leões marinhos tomando sol nas pedras dos molhes (estrutura hidráulica marítima para proteger a entrada e saída de navios no porto) e também golfinhos e botos nadando próximo ao barco. A vista é incrível pra quem gosta de mar e animais marinhos. Temos todos os equipamentos necessários para o trabalho de campo e uma equipe maravilhosa. Além disso, as condições na lancha são ótimas, tem cama, comida boa, televisão e até ar condicionado!”, explica a estudante.

>> Leia mais sobre a carreira de Oceanografia

Então, se viajar em alto mar te parece uma boa ideia, o curso de Oceanologia te permitirá conciliar estudos e diversão. Outra atividade comum no dia-a-dia dos estudantes é sair para mergulhos – eles não são obrigatórios para a graduação, mas se tornaram uma prática constante na vida dos alunos, como explica a aluna do terceiro período Júlia Mansur. “Isso vem com o território, quase todo mundo que faz Oceanologia tem vontade de mergulhar e de dirigir barcos. É uma das poucas profissões em que você pode fazer uma atividade de lazer como o mergulho e ter um currículo diferenciado como consequência”. Os roteiros dos embarques também são bem diversos e podem incluir desde uma saída de curta duração na costa do estado, ou até um trabalho de campo de cerca de um mês na base brasileira na Antártica! É claro que em alto mar nem tudo são flores. Existem condições adversas e é importante lembrar que náuseas, mal estar, isolamento e claustrofobia também fazem parte da rotina de um oceanógrafo.

Áreas de atuação

Muitos oceanógrafos trabalham com a pesquisa de ambientes aquáticos nas quatro vertentes – física, biológica, geológica e química –, mas também há mercado profissional nos setores público e privado e também em ONGs. Sua atuação envolve desde mergulhos técnicos, mapeamento do assoalho oceânico e estudo de massas d’água profundas até o desenvolvimento de projetos de gestão ambiental e tratamento de efluentes. Outras áreas de atuação crescente são a aquacultura, que envolve a produção de organismos aquáticos para uso humano, e o gerenciamento costeiro. “Elas permitem que você saia do meio acadêmico, e parta para o setor privado ou o setor público através de concursos como os do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) ou do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais)”, explica Luiz Henrique.

Para entrar em contato com a profissão ainda na faculdade, o Instituto Oceanográfico oferece diversas possibilidades de estágio em laboratórios – que os alunos dizem ser muito bem equipados –, atividades de extensão e também na empresa júnior do curso, a Ecoservice, que presta consultoria oceanográfica a empresas privadas e faz trabalhos de educação ambiental em escolas da região. Júlia estagia no Laboratório de Estudos dos Oceanos e Clima e lembra que está aprendendo sobre modelagens, circulação oceânica e interações da interface atmosfera-agua. Raphael também já fez parte da equipe do laboratório e trabalhou com a validação de um modelo oceanográfico francês para algumas áreas do Oceano Atlântico-sul e o Mar de Weddell na Antártica. Já Lucas Sonoda, do quinto período, está no Laboratório de Hidroquímica e analisa metais e carbono em sedimento superficial, para verificar a presença de traçadores de derivados de petróleo.

Por se localizar no extremo sul do Brasil, o curso de Oceanologia recebe muitos alunos que não são da região e vão para lá para estudar. Então, se ir para a FURG está em seus planos, se prepare para conhecer gente de todos os lugares! A recepção dos calouros é feita pela Ecoservice e pelos veteranos do segundo ano. “Nós somos como uma família”, destaca Luiz Henrique. E completa: “Desde que entrei na graduação eu só tenho me apaixonado mais. Dizer que atingiu as expectativas é pouco, ele superou muito o que eu imaginava ser. Não é qualquer curso que vai te permitir descobrir se é possível cultivar microalgas para produzir biodiesel, ou como o possível derretimento de geleiras pode alterar toda a circulação das correntes oceânicas. É um curso que vai te fazer olhar diferente para como tudo funciona!”

 

 

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Curso de Turismo da UFRN incentiva a formação de gestores

Malú Damázio | 01/05/2015

(Imagem: Thinkstock)

Se conhecer lugares novos, planejar roteiros de viagens e organizar eventos – ainda que seja uma festinha da sua classe – são atividades que você considera divertidas, cursar Turismo pode já ter passado pela sua cabeça. A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) é uma das instituições brasileiras que oferecem a graduação. Seu curso recebeu cinco estrelas no Guia do Estudante e é responsável por formar boa parte dos profissionais do nordeste. Com campus principal em Natal (RN), a UFRN abre semestralmente cerca de 40 vagas para a graduação em Turismo, que também é ofertada na cidade de Currais Novos, no interior do estado. A forma de ingresso se dá através do Enem, por meio do Sisu.

Os estudantes são preparados para se tornarem turismólogos e atuar em agências de viagens ou de consultoria turística, no gerenciamento de redes hoteleiras e empresas de eventos, e também no setor público, com a pesquisa e a defesa de patrimônio histórico cultural. Além do turismo de lazer, outras áreas bastante procuradas, principalmente nas grandes capitais e na região sudeste, são as de turismo de negócios e de eventos.

Estrutura do curso

A graduação, que é ministrada no turno vespertino, tem como principal objetivo formar gestores e planejadores de Turismo e traz um currículo com bom embasamento na área administrativa. No entanto, temáticas que se debruçam sobre cultura, antropologia e patrimônio também são bastante abordadas ao longo do curso, conferindo a ele um caráter multidisciplinar, como explica a aluna do sétimo semestre Lizzy Costa. “Não existe só um foco no curso, a grade curricular é bem diversificada e nós estudamos de história, geografia e sociologia do turismo, até estatística, contabilidade e antropologia!”, conta.

Outra noção essencial para o turismólogo é o estudo de idiomas estrangeiros. Saber outras línguas para se comunicar com públicos diversos, seja em turismo de lazer ou de negócios – mercados que atraem muitos estrangeiros para o país –, é tão importante que o próprio currículo do curso da UFRN prevê que o estudante passe por dois semestres seguidos de disciplinas de Inglês e Espanhol, além de oferecer ainda matérias optativas para quem deseja aprender mais idiomas.

>> Saiba mais sobre a carreira em Turismo

Dentro das atividades previstas pelas disciplinas de Turismo estão os trabalhos de campo, que incluem tanto roteiros em Rio Grande do Norte, como, por exemplo, passeios pelas dunas do litoral de Natal, até viagens para outros estados e, inclusive, para fora do país. “As saídas dependem muito do professor e da matéria. Geralmente o custo sai do nosso próprio bolso, mas, mesmo assim, é interessante ir e conhecer porque são sempre experiências bacanas”, conta Lizzy. Além disso, os estudantes também realizam visitas técnicas a estabelecimentos locais, como hotéis e restaurantes, para ter contato com o que aprenderam em sala de aula. “Hoje mesmo fomos prestar consultoria a um hotel aqui em Natal. No relatório irão conter informações de todo o empreendimento, por exemplo, se os quartos estão bem preparados, como ele está nos quesitos sinalização, acessibilidade, recepção. Assim, avaliamos todo o funcionamento do hotel e depois retornamos lá para passar as informações ao gerente e dar sugestões para melhorias”, explica a estudante do sétimo período Rejane Rodrigues.

(Imagem: Thinkstock)

Erica Oliveira, que também cursa o sétimo semestre, lembra que teve um primeiro contato com a área ao fazer um curso técnico de Guia de Turismo no Instituto Federal no Rio Grande do Norte (IFRN). A partir daí, a estudante se interessou mais pelo trabalho do turismólogo e decidiu seguir na carreira. “Sempre fui muito curiosa sobre culturas, povos, lugares etc. Quando pensava em algum curso superior, buscava algo que pudesse se encaixar nesse meu perfil de observadora”, conta. Lizzy também já havia feito um curso básico de turismo e inglês durante as férias no ensino médio e a experiência foi decisiva para que ela escolhesse a graduação da UFRN. Já Rejane escolheu a carreira através de um projeto de extensão da própria universidade, o Trilhas Potiguares, em que alunos da graduação visitam cidades no interior do estado para divulgar os cursos ofertados pela instituição e dão palestras e oficinas sobre suas áreas de estudo. “Foi amor à primeira vista! O diferencial do curso da UFRN é qualidade do ensino, com professores bem qualificados”, revela.

Mão na massa!

Para quem está ansioso para começar logo a ter experiências profissionais na área, Natal é um ótimo polo do mercado de turismo. A capital potiguar concentra muitas agências e empresas que se debruçam sobre o turismo de lazer, devido à sua geografia e ao seu litoral, além de patrimônios histórico-culturais – materiais ou não. Rejane, por exemplo, estagia como guia turística no Centro de Cultura e Informações Turísticas do Centro de Lançamento Barreira do Inferno. O acervo do museu reúne informações, fotografias, documentos sobre o primeiro centro de lançamento de foguetes da América Latina.

Erica também passou por diversas experiências profissionais: atuou em consultoria e roteirização de projetos turísticos, também como guia turística no Aquário Natal e agora faz parte da Incubadora Oásis, grupo que age em assentamentos de seis municípios do interior do estado estimulando jovens a seguirem na vida acadêmica. Os órgãos públicos são outro setor que absorve parte dos estudantes da UFRN, como Lizzy, que atualmente está na Secretaria Municipal de Turismo. “Comecei meu estágio bem na época da copa, e foi realmente maravilhoso conhecer novas pessoas, novas culturas, além de treinar meu inglês!”, lembra.

Além disso, dentro da própria universidade existem atividades de extensão, grupos de pesquisa e iniciativas estudantis que estimulam o contato com a profissão e o empreendedorismo, como a empresa júnior do curso de Turismo Universitur. “Com isso, o estudante tem a oportunidade de se envolver e utilizar os conhecimentos adquiridos para trabalhar com a comunidade em projetos como a inventariação turística de municípios, a criação de um aplicativo para o turista que visita Natal e o incentivo ao turismo local no interior do estado”, finaliza Erica.

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Ranking coloca USP entre as 100 melhores do mundo em 29 cursos

Ana Lourenço | 29/04/2015

A lista QS Quacquarelli Symonds University Rankings, divulgada na terça-feira (28), apresenta a Universidade de São Paulo (USP) entre as 100 melhores do mundo em 29 cursos. O ranking analisou 36 áreas, em oito das quais a USP é, também, uma das 50 melhores.

>> Acesse o ranking completo

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Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Outras universidades brasileiras também figuram na lista. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) ficou entre as 100 melhores em 16 cursos; a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) figura entre as 100 com cinco cursos; a Universidade Estadual Paulista (Unesp) com três cursos; a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com dois cursos; a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com um curso cada uma.

Os cursos de Odontologia da USP e da Unicamp são os mais bem avaliados das instituições, ficando em 12º e 17º lugar, respectivamente. Na USP, outras sete áreas estão entre as 50 melhores: agricultura e silvicultura, engenharia civil e estrutural, artes e design, farmácia, filosofia e veterinária. Entre as áreas de destaque das outras brasileiras, estão comunicação, engenharias, matemática, química, história, administração, direito e relações internacionais.

Apesar dos bons resultados, nenhuma das universidades brasileiras que figuram no ranking foram destaque nas áreas de medicina, biologia, ciências da computação, economia e física.

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Cursos cinco estrelas de Administração Pública

Tati de Assis | 29/04/2015

 

O administrador pública ajuda no desenvolvimento de projetos de assistência a comunidades carentes (Créditos: Getty Images)

O administrador pública ajuda no desenvolvimento de projetos de assistência a comunidades carentes (Créditos: Getty Images)

 

Quando você ouve falar em Administração Pública, logo pensa em lucro e empresas privadas, não é? Apesar de também atuar no gerenciamento de recursos de uma organização, o curso de Administração Pública tem outro viés. Ele forma profissionais especializados na elaboração e acompanhamento de políticas públicas.

O que fazem estes profissionais? Eles elaboram, coordenam e avaliam políticas que visam atender demandas coletivas, como o combate à pobreza, à subnutrição. Estes bacharéis também podem organizar a infraestrutura para realização de campanhas de vacinação ou mutirões de moradia.

>> Saiba mais sobre o curso e a carreira de Administração Pública

A maior parte das vagas de emprego está em instituições públicas, como secretarias e ministérios do Governo. Porém, há a possibilidade de atuar em ONGs ou em empresas privadas que têm parceria com o governo.

O curso tem quatro anos de duração e a grade curricular é bem diversa, inclui disciplinas, como matemática, economia e gestão de pessoas do setor público.  As instituições de ensino oferecem o curso de bacharel ou superior tecnólogo, fica a seu critério.

O Guia do Estudante avaliou as faculdades que oferecem esta carreira. Três cursos receberam cinco estrelas – a máxima pontuação. Veja abaixo, então, quais são as melhores faculdades para fazer Administração Pública.

 

Faculdade Estrelas
(MG) Belo Horizonte -EG-FJP ★★★★★
(SP) Araraquara -Unesp ★★★★★
(SP) São Paulo – USP* Gestão de Polít. Públ. ★★★★★

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Os melhores cursos de Engenharia Elétrica no Brasil

Tati de Assis | 27/04/2015

 

A construção de hidrelétricas, como Belo Monte, tem a participação de engenheiros elétricos (Créditos: Getty Images)

A construção de hidrelétricas, como Belo Monte, tem a participação de engenheiros elétricos (Créditos: Getty Images)

Quer fazer Engenharia Elétrica, mas não tem muita clareza sobre as características do curso? Caso você escolha esta carreira, estará apto a lidar com a geração, transmissão e a distribuição de engenharia elétrica.

Mas o que isso quer dizer? Você terá conhecimento para projetar instalações elétricas, desenvolver componentes eletroeletrônicos, aplicar sistemas de automação e de controle em linhas de produção. Além de operar e fazer a manutenção de equipamentos.

E onde poderá encontrar trabalho? Você quem sabe, mas há possibilidade de ser funcionário em termoelétricas, hidrelétricas e termonucleares. Ainda tem o setor de telecomunicações, fábricas de celulares, motores e energia. Quando tiver um pouco mais de experiência, pode tornar-se um consultor.

>> Saiba mais sobre a carreira e o curso de Engenharia Elétrica

Gostou? Agora, é estudar. O curso tem cinco anos de duração. A grade curricular mescla aulas teóricas e práticas. A formação profissionalizante começa no terceiro ano, nesta fase, você escolherá que área da Engenharia Elétrica vai explorar. As melhores faculdades estão por todo país. Veja abaixo, então, os cursos cinco estrelas de Engenharia Elétrica. Bons estudos.

 

Faculdade Estrelas
(DF) Brasília – Unb ★★★★★
(MG) Uberlândia– UFU ★★★★★
(MG) Belo Horizonte – UFMG ★★★★★
(PB) Campina Grande – UFCG(RS) Porto Alegre – UFRGS ★★★★★
(SC) Florianópolis – UFSC ★★★★★
(SP) Bauru – Unesp ★★★★★
(SP) Campinas-Unicamp ★★★★★
(SP) Ilha Solteira -Unesp ★★★★★
(SP) São Carlos –USP ★★★★★ 
(SP)São Paulo –USP ★★★★

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