Guia do Estudante

As melhores faculdades de Comércio Exterior

Tati de Assis | 13/07/2015

 

O profissional formado em Comércio Exterior pode lidar com negócios bilionários (Créditos: Morgue File)

O profissional formado em Comércio Exterior pode lidar com negócios bilionários (Créditos: Morgue File)

 

O curso de Comércio Exterior é uma boa opção para quem gosta de negociações internacionais. Este bacharel é um expert em técnicas e métodos de compra e venda de produtos e serviços entre empresas e governos de diferentes países. Para isso, acompanha acontecimentos políticos, econômicos e sociais; e analisa tendências.

Com a globalização, o mercado de trabalho tem sido bastante receptivo aos formandos em Comércio Exterior. Eles podem ocupar postos em empresas privadas ou atuar em agências estatais ou organismos internacionais. Independentemente da área, a atenção aos acontecimentos mundiais deve ser constante. Um conflito pequeno, mas em um lugar estratégico, pode, por exemplo, prejudicar um negócio.

>> Saiba mais sobre o curso e a carreira de Comércio Exterior

A graduação tem duração de quatro anos. A grade curricular mescla Ciências Humanas e Exatas. Dentre as disciplinas ofertadas, estão: matemática financeira, administração, economia, contabilidade, direito internacional, logística e negociações internacionais. O estágio curricular é obrigatório no último ano. 


E as melhores faculdades? As melhores escolas do país são instituições privadas, localizadas nas regiões nordeste, sudeste e sul do país. A seguir, veja a lista.

 

Faculdade Estrelas
(CE) Fortaleza – Unifor-CE ★★★★★
(PR) Curitiba – FAE *Negócios Internacionais ★★★★★
(RS) Bento Gonçalves – UCS*Comércio Internacional ★★★★★
(RS) Caxias do Sul – UCS*Comércio Internacional ★★★★★
(SC) Itajaí –  Univali ★★★★★
(SC) Joinville –Univille ★★★★★
(SP) São Paulo –Universidade Anhembi Morumbi*Comércio Internacional ★★★★★

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Conheças os cursos 5 estrelas de Serviço Social

Tati de Assis | 10/07/2015

 

Profissionais formados em Serviço Social podem atuar em programas de inclusão de idosos e pessoas com baixo poder aquisitivo (Créditos: Morgue File)

Profissionais formados em Serviço Social podem atuar em programas de inclusão de idosos e pessoas com baixo poder aquisitivo (Créditos: Morgue File)

 

Antes de você saber quais são as melhores faculdades de Serviço Social, vamos falar um pouquinho sobre o curso e a carreira. Este bacharelado capacita profissionais para planejar e executar políticas públicas e programas sociais voltados para o bem estar coletivo. Não vamos longe, aqui no Brasil, por exemplo, você poderia atuar no Fome Zero, ou, quem sabe no time de acompanhamento do Bolsa Família.

O curso de Serviço Social, como a maioria dos bacharelados, tem a duração de quatro anos. A grade curricular contém matérias que auxiliam os estudantes a analisar a realidade social em uma perspectiva histórica, crítica e propositiva. Ou seja, ele é capaz de identificar problemas e criar soluções, em vez de ficar somente reclamando.

>> Saiba mais sobre o curso e a carreira de Serviço Social

Dentre as matérias ofertadas, estão sociologia, teoria política, filosofia e economia. As aulas mesclam teoria e prática.  Desta forma, o estudante realiza muitos trabalhos em comunidades e espaços institucionais, a fim de conhecer as nuances da realidade estudada nos livros, e também é obrigado a cursar o estágio supervisionado.

E os cursos? E as faculdades? Boa notícia: as melhores escolas de Serviço Social estão por todo país. Se você preferir, pode estudar na sua região e ficar próximo a sua família. Para quem não está preocupado com isso e quer conhecer o Brasil, bom também. Se você passar no vestibular, pode escolher a cidade e partir para uma nova fase.  Sem mais delongas, vamos aos cursos cinco estrelas.

 

Faculdade Estrelas
(DF) Brasília – UnB ★★★★★
(MG) Juiz de Fora -UFJF ★★★★★
(MG) Uberaba -UFTM ★★★★★
(PE) Recife – UFPE ★★★★★
(RJ) Niterói – UFF ★★★★★
(RJ) Rio de Janeiro – UFRJ ★★★★★
(RS) Porto Alegre PUCRS ★★★★★
(RS) São Leopoldo Unisinos ★★★★★
(SC) Florianópolis UFSC ★★★★★
(SP) Campinas PUC-Campinas ★★★★★
(SP) Franca Unesp ★★★★★
(SP) São Paulo PUC-SP ★★★★★

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As melhores faculdades para se fazer o curso de Produção Editorial

Tati de Assis | 06/07/2015

O produtor editorial é um profisional atento a temas e formatos diversos (Créditos: Morgue File)

O produtor editorial é um profisional atento a temas e formatos diversos (Créditos: Morgue File)

 

O curso de Produção Editorial surgiu recentemente no Brasil, porém as atribuições deste profissional existem há muito tempo. Este bacharel coordena a edição de livros, revistas, catálogos, folhetos e websites. É ele quem faz o corpo a corpo com o autor, selecionando títulos interessantes, bem como, determinando formato e cronograma de trabalho.

O curso, com duração de quatro anos, tem uma grade curricular que mescla matérias teóricas e profissionalizantes. Nos primeiros anos, o estudante tem contato com sociologia, filosofia e comunicação. Depois, são apresentados a métodos de produção editorial impressa, eletrônica e digital.

>> Saiba mais sobre o curso e a carreira de Produção Editorial

Segundo levantamento do Instituto Data Popular, o mercado editorial brasileiro vive um bom momento e está em expansão. Há, portanto, boas perspectivas para este profissional. Os locais com mais oportunidades são empresas de comunicação e, lógico, editoras.

As melhores faculdades, caso você tenha interesse em cursar este bacharelado, estão no eixo Rio de Janeiro – São Paulo. Veja abaixo a lista produzida pelo Guia do Estudante.

 

Faculdade Estrelas
(SP) São Paulo USP Comun. Soc. (edit.) ★★★★★
(RJ) Rio de Janeiro UFRJ ★★★★
(SP) São Paulo – Facs ★★★★
(SP) São Paulo – Int. Rio Branco* Comun. Soc. (edit.) ★★★★
(SP) São Paulo – Universidade Anhembi Morumbi* Prod. Editorial e Multimeios. ★★★★

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Que tal conhecer os melhores cursos de Gestão da Informação?

Tati de Assis | 03/07/2015

Computadores auxiliam gestores da informação na missão infinita de coletar e guardar dados (Créditos: Morgue File)

Computadores auxiliam gestores da informação na missão infinita de coletar e guardar dados (Créditos: Morgue File)

O curso de Gestão da Informação surgiu há pouco tempo, então, é necessário destrinchá-lo. Esta graduação trata das técnicas e conhecimentos usados na coleta, processamento, armazenagem e distribuição de informação. Em uma empresa de cartão de crédito, por exemplo, que lida com dados de milhares de clientes, este profissional é imprescindível. É ele quem vai determinar as diretrizes para lidar com aquele amontoado de senhas, nomes e números.

Se você gostou das atribuições deste profissional, vamos ao curso. O bacharelado tem uma grade curricular recheada de matérias de exatas. Matemática e estatística são duas delas. Há também outras disciplinas, como: fundamentos da administração, lógica da programação e tratamento de informação em acervos especiais. A duração da graduação é de quatro anos. Atenção! Estágio e trabalho de conclusão de curso são obrigatórios.

>> Conheça o curso e a carreira de Gestão da Informação

“- E depois da faculdade?”, a velha pergunta surge. Notícia boa, o número de vagas para gestores da informação tem aumentado. “O mercado de trabalho está crescendo, principalmente no aspecto da governança e gestão de dados, acompanhando a tendência do uso cada vez maior e mais intenso de tecnologia de informação”, diz Eliany Alvarenga, coordenadora do curso de Gestão da Informação da UFG.

E onde você vai trabalhar? Há empregos em empresas públicas e privadas, instituições de ensino, editoras, agências de comunicação e ONGs. Há ainda oportunidades como consultor na área de tecnologia. Para quem vive nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, um aviso: há mais chances de ser empregado no Sudeste e no Sul.

Última parada: as melhores faculdades. Não há muitos cursos de Gestão da Informação no Brasil. É preciso, então, olhar com atenção as ofertas de que chegam a você. O Guia avaliou os bacharelados existentes no país e classificou como cinco estrelas dois deles.Para nós, as melhores escolas estão na Universidades Federais de Pernambuco e do Paraná.

Aproveitem esta informação, deem uma olhada no site das universidades. Conversem com estudantes e professores. Quanto mais informações sobre a sua futura carreira, melhor! Bons estudos.

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Curso de Zootecnia da UEM procura aumentar produtividade da pecuária

Malú Damázio | 02/07/2015

(Imagem: Thinkstock)

A produção animal e a exportação de carne são umas das principais atividades comerciais brasileiras e, para que os rebanhos criados tenham a melhor qualidade possível, é preciso desenvolver rações mais nutritivas, pensar em formas alternativas de alimentação e trabalhar no melhoramento genético das espécies através da reprodução. O zootecnista é o profissional que se dedica a realizar procedimentos como esses e também atua na gestão e no aumento da produtividade agroindustrial. Diferente do veterinário, que cuida da saúde e da fisiologia animal, e do agrônomo, que estuda e supervisiona as formas de cultivo vegetal, o zootecnista trata diretamente do aprimoramento da produção animal. Hoje vamos conhecer um pouco mais sobre o curso da Universidade Estadual de Maringá (UEM), no Paraná, avaliado em cinco estrelas pelo Guia do Estudante.

A cada semestre, 40 novos alunos ingressam na graduação da UEM, que disponibiliza suas vagas através de dois vestibulares próprios – um no início e outro no meio do ano. Durante o curso, que ocorre em período integral, os estudantes aprendem sobre nichos de espécies de criação animal. Por isso, aulas de piscicultura, ovinocultura, bovinocultura serão parte do dia-a-dia de quem pretende cursar Zootecnia. Além disso, a grade curricular também prevê disciplinas que tratam de gestão do agronegócio e de nutrição, reprodução, anatomia e fisiologia animal. Ah! E se você está pensando em se livrar da área de Exatas assim que deixar a escola, Caroline Silva, do nono semestre, dá o recado: “Eu sai do ensino médio pensando que nunca mais ia ter aula de física na vida, mas nossa graduação é bem voltada para Exatas e Biológicas, então, é preciso ter afinidade com esses campos, senão não dá para ir pra frente”. Então, prepare-se para estudar química, física e cálculo!

Mão na massa!

Como a zootecnia é uma profissão diretamente relacionada ao campo, os alunos da UEM não ficam só na sala de aula. As matérias também são aprendidas na prática, na fazenda experimental da universidade no distrito de Iguatemi, a vinte minutos de Maringá. Lá, os estudantes acompanham o ciclo produtivo de várias espécies. Cada professor é responsável por um tipo de setor, como frangos, carneiros, codornas, peixes e bovinos de leite. A prática e as visitas à fazenda se tornam ainda mais frequentes quando os alunos participam de grupos de pesquisa ou fazem estágio supervisionado por algum dos docentes. Caroline estagia com caprinos e conta que acompanha os animais desde a reprodução. Após o desmame dos filhotes começam os experimentos. “Normalmente fornecemos alguma ração balanceada testando alimentos ou componentes que podem ser adicionados na dieta visando o aumento da produção de carne ou leite”, lembra. Depois da coleta de amostras, os alunos analisam os resultados em laboratórios.

Já Renato Umbelino, do nono período, trabalha com melhoramento genético em aquicultura na estação de pesquisa da universidade. Em estágio de férias ele desenvolveu atividades na área de alimentação, manejo e cuidado das incubadoras do programa. O estudante, que sempre esteve envolvido com animais por ter crescido em ambiente rural, destaca que os estágios nos laboratórios e na fazenda experimental da UEM são boas formas de se preparar para o mercado de trabalho. Existem ainda grupos de pesquisa e a empresa júnior do curso, ZooJr, que desenvolvem atividades e experimentos em fazendas particulares da região de Maringá, o que permite aos estudantes um envolvimento direto com o produtor rural. Os integrantes do grupo são auxiliados por um professor e aplicam o conhecimento aprendido em sala de aula na propriedade com o intuito de melhorar a produção.

 

(Imagem: Thinkstock)

Por depender de diferentes ambientes naturais para o crescimento das espécies, a graduação em Zootecnia também inclui viagens de campo. Renato explica, por exemplo, que os peixes recém-saídos dos ovos, chamados alevinos, produzidos no programa de melhoramento em piscicultura do qual ele participa, são enviados a outra estação de pesquisa para um período de crescimento até o alcance da idade reprodutiva – momento em que voltam para a estação sede. Nesse tempo, as espécies são submetidas a biometrias mensais feitas por uma equipe de alunos, pesquisadores e professores. “Trabalhávamos o dia todo mais sempre tínhamos uma folguinha para pescar, tomar banho de rio, fazer um almoço mais caprichado e relaxar. Era bem legal e fiz amigos pra vida toda!”, conta o estudante.

>> Leia mais sobre a carreira em Zootecnia

Mercado de trabalho

O zootecnista visa o aumento da produtividade animal e encontra, portanto, atuação em mercados relacionados à criação e à alimentação de espécies comercializáveis. Assim, há oportunidades que extrapolam o campo das fazendas, como em indústrias de rações e de complementos alimentares, frigoríficos, empresas de consultoria, cooperativas de criadores, laboratórios e instituições de pesquisa e até mesmo em zoológicos (!), aponta Caroline. No entanto, a estudante acredita que o mercado de trabalho ainda é um pouco restrito porque “muitas empresas do setor rural ainda são desinformadas sobre as vantagens de contratar esses profissionais”. Por isso, ela diz que pretende seguir carreira acadêmica em nutrição de ruminantes, área na qual realiza pesquisas desde que iniciou a graduação.

Apesar disso, há, sim, espaço para trabalhar em campo. O setor de Aquicultura é um dos que mais cresce, especialmente devido ao grande potencial hídrico do país. “Temos muita água por aqui, o que faz com que esse ramo se valorize a cada ano”, aponta Renato. O bacharel ainda pode desenvolver carreira na área de gestão de sistemas agroindustriais, como planeja Bruno Abreu, do quinto ano. “Decidi fazer Zootecnia por ser filho de produtores rurais e estar conectado com o campo de atuação do profissional e pretendo seguir em gestão do agronegócio, mercado em que estagiei ao longo do curso”, explica. As regiões centro-oeste, norte e nordeste são as que mais absorvem zootecnistas, devido ao seu caráter produtivo nos campos da pecuária, da criação de bovinos, búfalos e animais silvestres, e da pecuária leiteira. Então, se o contato constante com animais e a vida no ambiente rural parecem boas ideias, que tal considerar o curso de Zootecnia? :)

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