Guia do Estudante

Conheça os 2 melhores cursos de Rádio e TV

Maria Fernanda Teperdgian | 11/04/2016

Você já ouviu falar de Rádio e TV, mas não faz ideia do que esses profissionais fazem exatamente? O GE te conta!

Rádio e TV  é um curso com foco em criação, direção, produção e edição de produtos radiofônicos e televisivos. As disciplinas abordam também a produção de videográficos, representações gráficas em vídeo, empregadas na TV, no rádio, na internet e outras mídias digitais.

Rádio e TV

iStock

Nos estúdios e laboratórios das universidades, os estudantes podem realizar programas sonoros e audiovisuais exercitando todas as funções relacionadas com a produção, gravação e edição para áudio, rádio, vídeo e TV.

O que você pode fazer se escolher esse curso:

  1. Criação: elaborar roteiros e programas, vinhetas e chamadas de programas para rádio e TV.
  2. Produção: providenciar a infraestrutura necessária para que o programa seja realizado e transmitido, preparando entrevistados, providenciando material de apoio, cuidando de cenários e equipamentos e solicitando o suporte técnico e logístico para as gravações.
  3. Roteiro: escrever narrativas e diálogos para novelas, minisséries ou filmes. Preparar blocos de programas em emissoras de rádio e TV
  4. Edição: selecionar sons, imagens e textos que farão parte de cada programa radiofônico ou televisivo.
  5. Gestão: administrar o funcionamento de empresas do setor ou de áreas específicas, como comercial, financeira, marketing, além de gerir dados, como os de audiência.

O que você NÃO vai fazer se escolher esse curso:

  1. trabalhar sistemas de engenharia de transmissão
  2. consertar aparelhos eletrônicos
  3. instalar antenas e cabos
  4. Não precisa ser locutor de rádio
  5. Não será ator ou dublador

Quer ser um locutor? Saiba o que você deve estudar.

Como está o mercado de trabalho:

O mercado para os profissionais formados em Rádio e TV cresceu nos últimos anos em virtude da consolidação de novas mídias alternativas, como podcasting, web rádio, canal de vídeo on-line, aplicativos, TV corporativa, entre outros. A produção de conteúdo para mídias digitais e as redes sociais também ampliaram o campo de atuação dos estudantes de Rádio e TV.

A Grande São Paulo concentra as sedes de quatro das cinco maiores emissoras de TV geradoras de programação em rede nacional. Além disso, apenas na capital paulista existem cerca de 500 produtoras que produzem conteúdos em som e imagem para clientes corporativos e agências de publicidade.

Não é à toa que as duas melhores Universidades, segundo a Avaliação do GE, estão em São Paulo:

Faculdade Estrelas
(SP) São Bernardo do Campo – Metodista – Rádio, TV e Internet ★★★★★
(SP) São Paulo – Universidade Anhembi Morumbi ★★★★★

Dica dos coordenadores:

“O estudante que quer progredir no curso deve ter a preocupação em ampliar o repertório cultural e a constante atualização tecnológica a respeito dos dispositivos de gravação e edição bem como das ferramentas de redes sociais. O mercado procura profissionais criativos que sejam capazes de elaborar projetos, programas e roteiros que se enquadrem em editais e leis de incentivo ou que sejam comercialmente viáveis.” Renato Tavares Junior, coordenador de Rádio e TV da Anhembi Morumbi

“O maior desafio para o aluno que pretende cursar Rádio, TV e Internet é aprender a trabalhar em equipe. Desafio que surge desde o primeiro semestre!” Marcelo Briseno, coordenador de Rádio, TV e Internet, da Universidade Metodista de São Paulo

 

Compartilhe

Informática Biomédica: o que faz esse profissional e qual o melhor curso do país?

Simone Toledo | 04/04/2016

Se você gosta de informática e computação, mas também tem interesse na área de saúde e biologia esse curso tem tudo a ver com você.

Imagem informática biomédica

Istock

O que é o curso?

O profissional dessa área vai desenvolver hardwares e programas para a para área médica, tanto para potencializar o uso de aparelhos quanto para auxiliar os profissionais da medicina no diagnóstico de pacientes. 

O que você pode fazer?

Você pode trabalhar em áreas distintas. São elas:

  • Informatização: elaborar projetos para a informatização de centro médicos.
  • Criação de equipamentos: desenvolver ou adaptar equipamentos eletrônicos, implantar e fazer manutenção de sistemas digitais de transmissão de imagens radiológicas.
  • Bioinformática: criar softwares específicos para área de biotecnologia, como a construção de um banco de dados sobre genes e de organismos vivos.

Como é o mercado de trabalho?

Esse é o momento que você coloca em prática tudo que aprendeu. O principal mercado de trabalho está em empresas que desenvolvem softwares específicos para área de saúde, usados por clínicas médicas, hospitais, centros de saúde, laboratório e núcleos de pesquisas. Mas fique atento! Neste caso os maiores empregadores estão em São Paulo, especificamente na capital paulista. Mas há também vagas nas filiais dessas empresas espalhadas pelo Brasil e até no exterior.

– Veja mais informações sobre a carreira de Informática Biomédica

Qual o único curso 5 estrelas (excelente) do país eleito pela avaliação do GE?

Faculdade Estrelas
USP – Universidade de São Paulo – campus Ribeirão Preto ★★★★★

 

Palavra do coordenador do curso

“Este curso é pioneiro na formação do profissional Informata Biomédico e este ano completa 13 anos de sua criação. Ele proporciona ao aluno formação multidisciplinar, oferecendo bagagens de Informática e Computação com objetivo de capacitar o Informata Biomédico na capacidade de identificar, analisar, projetar e implementar soluções tecnologicamente viáveis de informática aplicada a saúde e biologia”, afirma o coordenador do curso da USP (Ribeirão Preto), o professor Doutor Antonio Carlos Shimano.

Além disso em relação aos alunos ele diz que “o curso foi concebido para todos aqueles que gostam de novas tecnologias, e querem de vê-las aplicadas à Medicina e à Biologia. O principal perfil é para aquele aluno que gostaria de ter a oportunidade de obter conhecimentos de Biologia, Informática e Computação aplicadas as necessidades da área da saúde”.

Saiba mais informações sobre Informática Biomédica

 

Compartilhe

Terapia Ocupacional: os 6 melhores cursos do país

Maria Fernanda Teperdgian | 24/03/2016

Você sabe o que o terapeuta ocupacional faz? Não? A gente te ajuda!

O profissional dessa área estuda e emprega atividades de trabalho e lazer no tratamento de distúrbios físicos ou mentais e de desajustes emocionais e sociais de seus pacientes.

Terapia Ocupacional

Foto: iStock

Se essa carreira te interessa você precisa saber que:

1. Pode elaborar planos de reabilitação e adaptação para desenvolver a autoconfiança do paciente, além de orientá-lo sobre os seus direitos de cidadão

2. Vai atender pessoas de todas as idades: de recém-nascidos e crianças a adultos e idosos.

3. Você pode trabalhar em clínicas, asilos, hospitais, instituições psiquiátricas e penais, centros de saúde e de reabilitação e também em empresas.

Área da saúde: conheça 5 cursos diferentes

Ao optar por trabalhar com reabilitação funcional e profissional, você poderá promover o restabelecimento de vítimas de acidentes ou de doenças do trabalho. Além de realizar ações de prevenção das doenças ocupacionais dos trabalhadores.

Se o seu objetivo é trabalhar com a reintegração social, você vai ajudar menores infratores ou viciados em drogas a se integrar novamente a sociedade.

Caso prefira a área de educação, pode acompanhar o desenvolvimento de crianças com problemas psicomotores ou de aprendizagem. Em escolas de ensino regular, ainda pode promover a inclusão de crianças com deficiência.

O curso dura em média 4 anos e tem matérias de Saúde, como anatomia, fisiologia e biologia, além de disciplinas de Ciências Humanas e Sociais.

Saiba quais são os 6 melhores cursos do Brasil, segundo a Avaliação do GE:

Faculdade Estrelas
(DF) Ceilândia – UnB ★★★★★
(PE) Recife – UFPE ★★★★★
(SP) Ribeirão Preto – USP ★★★★★
(SP) Santos – Unifesp ★★★★★
(SP) São Carlos – UFSCar ★★★★★
(SP) São Paulo – USP    ★★★★★

Compartilhe

Ranking coloca USP entre as 50 melhores do mundo em seis áreas

Ana Lourenço | 22/03/2016

O ranking internacional Quacquarelli Symonds (QS), divulgado nesta segunda-feira (21), colocou a Universidade de São Paulo (USP) entre as 50 melhores instituições do mundo em seis áreas do conhecimento: Odontologia, Agronomia, Antropologia, Engenharia de Minas, Arquitetura e Medicina Veterinária. A universidade segue colocada como a melhor da América Latina e a 9ª melhor dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

Praça do Relógio - Universidade de São Paulo - São Paulo.
Cidade Universitária da USP. Foto: USP Imagens

Outro destaque também fica com a USP: a 9ª colocação mundial em Odontologia, posto mais alto de uma universidade brasileira. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Universidade Estadual Paulista (Unesp) também aparecem com boas colocações nesta área, em 20º e 25º, respectivamente. Em Agricultura, a Unicamp figura entre as 31 melhores, e a Unesp em 46º na Medicina Veterinária.

No total, o ranking analisa 42 áreas do conhecimento, em que o Brasil é listado em 33 nas 100 melhores do mundo. Dentre as particulares, a Fundação Getulio Vargas aparece entre as 150 melhores nas áreas de Negócios e Economia.

Dentre as universidades pelo mundo, a que mais aparece no ranking das 10 melhores do mundo é a de Cambridge, na Inglaterra, com 36 nomeações, seguida por Berkeley e Stanford, norte-americanas, com 35 e 33 colocações.

Compartilhe

Cinco estrelas: conheça o curso de Farmácia da UFAM

Malú Damázio | 11/03/2016

farmácia

(Imagem: iStock)

Se Química é uma das suas matérias favoritas, você já deve ter pesquisado sobre a graduação em Farmácia, certo? O curso da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) é um dos melhores do país e recebeu cinco estrelas na avaliação do Guia do Estudante. Por isso, hoje vamos conhecer um pouco a rotina dos estudantes da instituição e entender melhor a carreira.

A produção de medicamentos e vacinas em grandes indústrias é uma das funções mais claramente associadas ao farmacêutico e, provavelmente, já deve ter te encantado. Talvez você também já tenha descoberto que o campo dos cosméticos concentra muitos profissionais da área. O que muita gente não sabe é que a carreira tem outras duas grandes vertentes de atuação: análises clínicas e ciência dos alimentos.

Pois é, Farmácia também está ligada à comida! O farmacêutico pode realizar testes de controle de qualidade em alimentos, para identificar, por exemplo, a presença e a quantidade dos ingredientes utilizados. Além disso, em análises clínicas, ele estuda a composição de substâncias encontradas em amostras toxicológicas e laboratoriais.

Estrutura do curso

“O curso da UFAM é ligeiramente focado nas análises clínicas, mas somos formados generalistas, ou seja, estudamos todas as três grandes áreas da Farmácia: Medicamentos, Alimentos e Análises Clínicas”, conta Luiz Garutti, do décimo período. O estudante explica que o campo de manipulação de medicamentos é o “carro chefe” da carreira porque essa é uma função exclusiva de farmacêuticos.

Marcos Gurgel Rodrigues, do sétimo semestre, lembra que entrou na graduação da UFAM sem saber que os profissionais formados também poderiam trabalhar na área alimentícia: “fui vendo como a ciência dos alimentos está presente durante nossa formação”. Através de testes químicos, físicos e microbiológicos, os profissionais garantem que o alimento esteja seguro para o consumidor, apresente todas as substâncias descritas e possua as características desejadas pelo fabricante.

Então, se você quer estudar Farmácia, é bom se preparar para ver muitas disciplinas de Química, Matemática e Biologia! Luiz lembra que as aulas de Matemática Aplicada foram as que mais o surpreenderam. “Quando entramos no curso estamos acostumados com a matéria do ensino médio, mas os conceitos necessários em nível universitário são bem mais aplicados e complexos. Vimos diversas novidades!”

Ao longo da graduação, os alunos passam por disciplinas como Farmacobotânica, Genética Molecular, Bioquímica, Imunologia, Cosmetologia, Tecnologia de Alimentos e Nutrição para Farmácia. O curso tem duração mínima de 5 anos e meio, é integral e oferecido nos campi de Manaus e Itacoatiara. Entram, anualmente, 42 alunos na carreira, sendo metade selecionada pelo Enem e outros 21 por processo seriado da própria UFAM.

Mão na massa!

Além das matérias teóricas, os estudantes também descobrem como realizar processos farmacêuticos em práticas laboratoriais. “Aprendemos a manipular medicamentos como cápsulas, comprimidos, xaropes, pomadas, e a realizar exames bioquímicos de glicose, proteínas, lipídeos. Vemos como executar técnicas para o diagnóstico molecular de doenças adquiridas geneticamente e também como determinar o uso de qualquer tipo de substância psicoativa através de diversas análises toxicológicas”, explica Lorena Sampaio, estudante do décimo período.

As aulas contam com a ajuda de monitores – alunos da graduação que já passaram pela disciplina. “É uma iniciativa muito boa para os estudantes adquirirem experiência na área que possuem mais afinidade”, destaca Marcos.

farmaceutico

(Imagem: iStock)

O curso prevê estágio curricular nas três áreas de atuação do farmacêutico. Assim, os estudantes estagiam fora da universidade em farmácias ambulatoriais e hospitalares das redes pública e privada, em institutos de saúde e em laboratórios clínicos.

A graduação da UFAM ainda não tem farmácia própria. Por isso, os alunos cumprem estágio na farmácia do próprio hospital universitário. Luiz trabalha na instituição e também já passou por experiências profissionais na Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (HEMOAM), e na dispensação da Atenção Básica, no SUS. “Os estágios são oportunidades para compararmos a teoria com a prática e ver em que podemos melhorar. Podemos também praticar a convivência com outros profissionais e o ambiente de trabalho”, diz.

Vida de universitário

Além dos estágios, é possível conhecer melhor o campo farmacêutico através de experiências universitárias extraclasse, como pesquisa e extensão. Marcos conta que já fez iniciação científica na área de química de produtos naturais e agora estuda infecções fúngicas.

Junto com Lorena e Luiz, o aluno faz parte do Programa de Educação Tutorial. No projeto, os estudantes realizam palestras, dinâmicas, seminários e exibições de filmes sobre temas da Farmácia. “Podemos conversar com pessoas de fora do mundo acadêmico sobre diversos temas, como doenças sexualmente transmissíveis ou doenças parasitárias”, explica Marcos.

Em uma das atividades, o grupo, orientado por um professor, viajou até Açutuba, uma comunidade no interior do Amazonas. “Apresentamos noções de higiene e saúde para crianças, ensinamos sobre a lavagem das mãos, sobre a pirâmide alimentar, e ainda fizemos um teatro sobre os perigos da dengue”, lembra Luiz.

Um dos pontos positivos de se estudar em um curso cinco estrelas, como o da UFAM, é a possibilidade de realizar intercâmbios. Marcos estudou por um ano na Universidade de Drebcen, na Hungria, pelo Ciência sem Fronteiras. Lá, ele estagiou em dois laboratórios: o de química medicinal e o de bioquímica. “Fui orientado por professores de lá em inglês, então, ao mesmo tempo em que praticava e aprendia coisas novas, eu podia exercitar minha comunicação em outro idioma, o que é muito importante no curso de Farmácia.”

____________

E aí, conseguiu se apaixonar pela Farmácia? 😉

Compartilhe