Guia do Estudante

As melhores faculdades para você fazer o curso de Biologia

Tati de Assis | 29/01/2016

 

O biólogo estuda as diversas formas de vida, desde vírus até mamíferos  (Créditos: Morgue File)

O biólogo estuda as diversas formas de vida, desde vírus até mamíferos (Créditos: Morgue File)

 

Os amantes da fauna da flora têm aqui uma opção. O curso de biologia, disponível nas modalidades bacharelado e licenciatura, se dedica ao estudo de todas as formas de vida, sejam elas macroscópicas ou microscópicas. Além disso, estuda as relações entre os diversos seres entre eles e o meio ambiente.

O curso tem, ao todo, oito semestres. Enquanto na grade do bacharelado, o aluno estuda matemática, estatística e física, na licenciatura, além das aulas de botânica, genética e ecologia, aparecem disciplinas ligadas ao conhecimento pedagógico. O estágio supervisionado é obrigatório.

>> Saiba mais sobre o curso e a carreira de Biologia

O mercado de trabalho tem boas oportunidades para o biólogo. Uma das áreas em alta é a ambiental. Com maior preocupação com a sustentabilidade, este profissional tem a oportunidade de elaborar relatórios de impacto ambiental. Outra possibilidade, tanto para o bacharel quanto para o licenciado, é a pesquisa na academia.

Gostou do curso? Confira abaixo as melhores faculdades de Biologia no Brasil. Uma dica, selecione as que você mais se interessou e pesquise mais sobre elas. Quanto mais você souber do corpo docente e dos projetos, mais preparado você ingressa.

 

Faculdade Estrelas
(DF) Brasília – Unb ★★★★★
(GO) Goiânia – UFG ★★★★★
(MG) Belo Horizonte -UFMG ★★★★★
(MG) Ouro Preto -Ufop ★★★★★
(PA) Belém – UFPA ★★★★★
(PR) Curitiba – UFPR ★★★★★
(RS) Porto Alegre –UFRGSCiên. Biol. (Ênf. Biol. Marinha e Costeira); Ciên. Biol. (Ênf. Gestão Amb. Marinha e Costeira); Ciências Biológicas ★★★★★
(RS) Rio Grande – Furg ★★★★★
(RS) Santa Maria -UFSM ★★★★★
(RS) São Leopoldo -Unisinos ★★★★★
(SC) Florianópolis -UFSC ★★★★★
(SP) Botucatu – Unesp. ★★★★★
(SP) Campinas -Unicamp ★★★★★
(SP) Ribeirão Preto – USPCiên. Biol. (Ênf. Em Biol. Amb.); Ciên. Biol. (Ênf. Em Biol. Evolutiva); Ciên. Biol. (Ênf. Em Biol. Molecular e Tecnol.); Ciências Biológicas ★★★★★
(SP) São Carlos – Ufscar ★★★★★
(SP) São José do Rio -Preto Unesp ★★★★★
(SP) São Paulo – USP ★★★★★
(SP) São Vicente – UnespCiên. Biol. (Biol. Marinha); Ciên. Biol. (Ger. Costeiro) ★★★★★

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Os 139 cursos de Direito recomendados pela OAB – confira!

Ana Lourenço | 26/01/2016

*por Lisandra Matias

Vale lembrar: quanto mais informação você tiver na hora de escolher a faculdade que será a responsável pela sua formação, mais garantia terá de optar por uma boa instituição, cujo nome estampará para sempre o seu currículo!

No caso de Direito, além de verificar a Avaliação de Cursos Superiores do Guia do Estudante – veja as escolas que receberam cinco estrelas aqui – e consultar os indicadores do Ministério da Educação (MEC), como o Conceito Preliminar de Curso (CPC), você também pode contar com outro importante instrumento para checar a qualidade dos cursos: o selo OAB Recomenda.

cerimonia-oab-recomenda
Cerimônia de entrega do selo OAB Recomenda, na sede da OAB, em 2016. Foto: Divulgação/OAB

Ele é entregue a cada três anos pela Ordem dos Advogados do Brasil (entidade responsável pela regulamentação da advocacia no país) e baseia-se na aprovação dos alunos concluintes de Direito no próprio exame da OAB (obrigatório para exercer a profissão) e no desempenho no Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes).

A última edição de entrega dos selos aconteceu agora, no dia 13 de janeiro de 2016, em uma cerimônia na sede da OAB, em Brasília. Segundo a entidade, dos mais de 1.200 cursos oferecidos no país, 139 (o que representa apenas 11% do total) foram atestados (veja a lista organizada por estado e cidade aqui).

O presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, explicou que os critérios para concessão do selo são objetivos: ter ao menos 20 alunos participantes de três edições do Exame da Ordem, com peso 4 na avaliação, e também no Enade, com peso 1. As faculdades com nota acima de 7, numa escala de 0 a 10, ganharam o selo.

“O selo não vai contra faculdades que não o recebem, é, na verdade, um estímulo para que todas possam um dia recebê-lo. Não agrada à OAB ter apenas 139 cursos merecedores. Queremos que mais cursos possam chegar a esse padrão”, disse Coêlho.

Confira a lista completa dos 139 cursos de Direito recomendados pela OAB.

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As melhores faculdades de Ciências da Computação

Tati de Assis | 26/01/2016

O bacharel em Ciências da Computação produz programas de informática (Créditos: Morgue File)

 

O nome é pomposo e assusta, mas, acalme-se, o curso de Ciências da Computação não é um bicho de sete cabeças. Este bacharel trabalha, fundamentalmente, na elaboração de programas de informática. Desenvolve softwares, aplicativos, gerencia equipes na criação e instalação de sistemas computacionais.

O curso, em média, dura quatro anos. As disciplinas básicas da grade curricular matemática, eletricidade e fundamentos da computação. Há também matérias que estimulem os estudantes a criarem seu próprio negocio, como Administração e Empreendedorismo. O estágio supervisionado e a monografia são obrigatórios.

>> Saiba mais sobre o curso e a carreira de Ciências da Computação

O mercado de trabalho é bastante receptivo a este bacharel. “Mundialmente, temos um déficit de mão de obra de mais de 100 mil profissionais de tecnologia por ano e, no Brasil, esse número gira em torno de 5 a 7 mil”, diz Vilson Carlos Hartmann, coordenador do curso de Ciência da Computação da Universidade Católica de Brasília.

A área que mais tem vagas é a de sistemas de informação, no desenvolvimento de softwares específicos. Outros segmentos em expansão são o de telefonia móvel, com o boom dos smartfones, e dos jogos para computadores. A região Sudeste concentra ainda o maior número de postos de trabalhos.

Ficou interessado? Veja abaixo as faculdades mais bem cotadas no Brasil, segundo o Guia do Estudante. Boa sorte e bons estudos.

pesquise mais sobre elas. Quanto mais você souber do corpo docente e dos projetos, mais preparado você ingressa.

 

Faculdade Estrelas
(AM) Manaus – UFAM ★★★★★
(BA) Salvador – UFBA ★★★★★
(CE) Fortaleza – UFC ★★★★★
(CE) Fortaleza – Unifor-CE ★★★★★
(GO) Goiânia – GO ★★★★★
(PB) Campina Grande UFCG ★★★★★
(PE) Recife – UFPE ★★★★★
(RJ) Rio de Janeiro – PUC-Rio ★★★★★
(RJ) Rio de Janeiro – UFRJ ★★★★★
(RS) Porto Alegre – PUCRS ★★★★★
(RS) Porto Alegre – PUCRS – UFRGS ★★★★★
(SP) Campinas Unicamp ★★★★★
(SP) São Carlos – USP ★★★★★
(SP) São Paulo USP ★★★★★

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Cinco estrelas: conheça o curso de Gestão Ambiental da USP

Malú Damázio | 11/01/2016

(Imagem: Thinkstock)

Já pensou em um curso que una disciplinas das áreas de Biológicas, Exatas e Humanas? A graduação em Gestão Ambiental da Universidade de São Paulo (USP) é assim. Durante as aulas, os estudantes aprendem tópicos dos três campos do conhecimento, para pensar em soluções sustentáveis para o ambiente. O papel deste profissional é elaborar e gerir projetos de conservação e manejo do meio ambiente; realizar estudos de possíveis impactos ambientais que podem ser causados por obras e construções; certificar a atuação de empresas neste ramo e fornecer consultoria a elas. Ele também pode desenvolver atividades de educação ambiental em instituições públicas e privadas e também no terceiro setor, sendo que a maior parte das oportunidades está ligada à área de marketing empresarial.

O curso da USP funciona na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), em Piracicaba, no interior de São Paulo, é noturno e tem duração mínima de quatro anos. O ingresso na universidade se dá por meio da Fuvest, processo seletivo próprio, e também pelo Enem, via Sisu. Larissa Lopes, aluna do oitavo período, ressalta que a graduação aborda o ambiente de forma multidisciplinar. “O curso de Gestão Ambiental atendeu às minhas expectativas por ser bem holístico. Sempre me interessei pela área e resolvi estudar algo que aumentasse minhas ferramentas para ajudar a minimizar os impactos causados pela ação humana ao meio ambiente.” Para quem deseja morar na capital paulista, a instituição também oferece a carreira na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (Each USP), localizada na zona leste de São Paulo.

Pedro Simões, estudante do sexto semestre, conta que a primeira impressão do campus de Piracicaba pode ser um pouco assustadora, porque há uma grande quantidade de prédios, alguns distantes dos outros. Mas o aluno lembra que é só uma questão de tempo até você se acostumar e adorar a universidade! “As aulas são espalhadas pelo campus e você meio que sente perdido nas primeiras semanas, mas, com o tempo, a Esalq vira sua casa. Hoje existem laboratórios completos e bem equipados, salas multimídia e bibliotecas vastas.”

Estrutura do curso
Durante o curso – primeiro do país a ser criado nesta área – os estudantes terão disciplinas como Administração de Recursos Humanos, Introdução às Ciências Sociais e Direito Ambiental, além de matérias do campo das Biológicas, que abrange temas como Botânica, Zoologia, Ecologia, Hidrologia, Microbiologia. Mas não pense você que as Exatas ficam de fora! Cálculo, Estatística, Contabilidade e Métodos Quantitativos são algumas das aulas que fazem parte do currículo. No entanto, na graduação ainda há poucas disciplinas voltadas a políticas públicas no setor ambiental, conta Pedro. “Outro tema que faz falta na grade são matérias voltadas para resolução de problemas ambientais”, diz.

Com base teórica forte, os estudantes de Gestão Ambiental da Esalq têm apenas algumas atividades em laboratório.  Larissa conta que as aulas que são dadas nesses espaços, como Botânica Geral e Microbiologia, contam com boa infraestrutura e equipamentos necessários para as práticas. “O professor é acompanhado por um ou mais monitores que nos ajudam a usar os instrumentos e esclarecem dúvidas que vão surgindo no decorrer da explicação.”

Mesmo com poucas disciplinas laboratoriais e aulas durante a noite, há várias oportunidades para colocar a mão na massa! Os professores programam visitas técnicas e trabalhos de campo no período diurno, para que os estudantes possam conhecer melhor o dia-a-dia de um profissional da área. Bruna Juliani, do sétimo período, diz que duas das matérias que mais oferece prática são Botânica Geral e Sistemática Ambiental. Se dentro do laboratório os alunos estudam de forma aprofundada as identificações botânicas, nas viagens eles podem ver de perto como elas crescem nos biomas Cerrado e Mata Atlântica. “Nós vamos para Cananeia, no interior do estado, em uma viagem bem legal que acontece já no primeiro ano do curso”, lembra Juliana Fiallos, também do sétimo semestre. Itirapina e Ilha Comprida são outros locais visitados pelos estudantes, além de São Paulo, Campos do Jordão e Angatuba.

(Imagem: Thinkstock)

Mão na massa!
Outra forma de conhecer o cotidiano de um profissional formado é através dos estágios fora da universidade. Bruna, que é estagiária em uma agência de bacias hidrográficas há um ano, ressalta que a experiência foi importante para definir a carreira, ela seguirá na área de gestão de recursos hídricos. “Desde o primeiro semestre já me engajei em um grupo de estágio, na área da botânica e sistemática de plantas medicinais, onde participei de projetos de levantamento taxonômico e etnobotânico de diversas espécies medicinais de Piracicaba e região. Agora, no meu atual trabalho, desenvolvo atividades administrativas financeiras no setor de cobrança pelo uso dos recursos hídricos.”

As pesquisas em laboratórios da USP também são um bom modo de descobrir outra área, a acadêmica. Foi o que o aluno do sétimo semestre Álvaro Marsola fez. Ele é estagiário e realiza iniciação científica no Laboratório de Análise Ambiental e Geoprocessamento da Esalq. “A experiência é excepcional. Lá, estou em contato com os projetos dos professores, com a rotina de um laboratório em seu dia a dia, além de poder executar meu projeto de iniciação científica”, diz. Seus planos são seguir na carreira de pesquisador e cursar mestrado e doutorado no campo de mudanças climáticas.

Para os estudantes, o ensino multidisciplinar da Esalq e as experiências universitárias, acadêmicas ou não, são as grandes vantagens do curso de Gestão Ambiental da USP. “Temos a possibilidade de participar de diversos grupos de extensão, laboratórios e estágios ao longo da graduação. Assim, o aluno não tem contato apenas com a sala de aula e, consequentemente, opinião do professor acerca de determinados temas, mas há a possibilidade de vivenciá-los, seja em debates e conversas com os colegas, seja no dia a dia dos seus estágios dentro e fora da universidade”, destaca Álvaro.

Palavra de Estudante

Bruna Juliani: “No campus de Piracicaba, desde o primeiro semestre, o aluno ingressante tem a oportunidade de participar dos diversos grupos de estágios da Esalq. Praticamente todos os meus colegas de turma estão realizando algum estágio, desde trabalhos na área de solos, hidrologia, botânica, laboratório de química, até atividades de educação ambiental na própria universidade. Há também oportunidades de intercâmbio, principalmente por meio dos convênios da USP com as universidades estrangeiras. Tenho muitos amigos do curso que participaram de programas de intercâmbio na França, Holanda, Estudos Unidos, Canadá, Dinamarca e Finlândia.”

Pedro Simões: “A melhor das experiências universitárias foi o meu intercâmbio para o Canadá. Observar como estão os países de primeiro mundo quanto a ações sustentáveis, seja no planejamento urbano, seja na obtenção de fontes de energia – e até mesmo em programas sociais e desenvolvimento tecnológico – e por fim fazer uma comparação com o nosso país, realmente mostra o quanto temos para crescer e evoluir em todos os setores. O que na verdade, a meu ver, são áreas de atuação para o gestor ambiental.”

Larissa Lopes: “Na Esalq, eu pude atuar em um projeto de extensão de Educação Ambiental voltado para alunos de ensino fundamental e médio. Tenho a oportunidade também de fazer parte de Bateria da Esalq USP, chamada To.Ba.L.Q, onde pude aprender a tocar tamborim e levar nosso música e alegria para os jogos que acontecem entre as atléticas, eventos ou até mesmo em ações sociais em asilos e para crianças com Síndrome de Down.”

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5 estrelas: Engenharia Agrícola na UFCG

Ana Lourenço | 05/01/2016

*por Lisandra Matias

Num país com grande vocação para o campo, como o Brasil, sempre há carência de bons profissionais formados nas carreiras agrárias. E a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na Paraíba, dá sua contribuição. O curso de Engenharia Agrícola é um dos melhores do país, avaliado com 5 estrelas pelo GUIA DO ESTUDANTE.

Aberto em 1977, ele é mais antigo do que a própria instituição, uma vez que sua origem está ligada à Universidade Federal da Paraíba (UFPB), da qual a UFCG se originou, em 2002. O bacharelado tem duração de quatro anos e 50 vagas são abertas semestralmente.

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Foto: Thinkstock

Professores e pesquisa

Um dos diferenciais do curso é a qualificação dos professores. Segundo o coordenador Luciano Saboya, todos os professores que ministram disciplinas associadas diretamente à Engenharia Agrícola são doutores.  A força da pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado), com três linhas de pesquisa – Concentração em Irrigação e Drenagem, Processamento e Armazenamento e Construções Rurais e Ambientais – é outro atrativo. As pesquisas feitas lá acabam repercutindo em todo o curso e, muitas vezes, envolvem estudantes de graduação.

Infraestrutura e prática

Em relação às instalações físicas, o curso conta com seis laboratórios para práticas de instrumentações e máquinas nas áreas de construções rurais e ambiência, armazenamento e processamento de produtos agrícolas, irrigação e salinidade, sensoriamento remoto, engenharia de irrigação e drenagem.

Os alunos também se beneficiam da proximidade da universidade com o setor extrativista e com órgãos de pesquisa do setor agrícola, como a Embrapa Algodão, localizada em Campina Grande. Isso amplia as possibilidades de emprego para os graduandos e abre oportunidade de envolvimento em pesquisas.

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