Guia do Estudante

Posts de setembro 2011

Professora substituta deixa aluno ver fotos dela nua

Tânia Vinhas | 29/09/2011

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Infelizmente é normal os alunos não respeitarem a professora substituta - não é a professora de verdade, não vai dar nota mesmo. Mas tem professora que realmente pede para não ser respeitada. É o caso de Megan Gordon.

Megan, uma professora substituta do colégio americano Sussex Technical High School, em Delaware, enfrenta problemas com a lei após supostamente ter agido de forma inapropriada com um aluno de 15 anos.

A polícia afirma que o garoto pegou o celular de Megan durante o intervalo do almoço, foi ao banheiro e viu todas as fotos da professora sem roupa – sim, ela guardava este tipo de foto no celular.

Até aí, o caso é a safadeza do menino com as fotos pessoais da professora sem-noção, mas a coisa piora.  Quando voltou para a aula, Megan deixou o aluno ver as fotos novamente e ainda passou o seu número de telefone para ele.

Quando a mãe do garoto viu que o filho estava mandando mensagens para a professora, ela foi falar com a polícia, que fez a prisão na mesma hora. Ela pagou fiança e agora responde o caso em liberdade – dar material obsceno para menores de 18 anos é crime, moça!

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Homem armado invade escola para ensinar que bullying é errado

Tânia Vinhas | 28/09/2011

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Olha, já vi muitas maneiras de tentar ensinar as crianças que fazer bullying é errado, mas o que este cara fez foi novidade. Rock Dagenais, um rapaz de 26 anos, invadiu a Ecole Saint-Laurent de Quebec (Canadá) armado com um rifle, muita munição extra e um facão de caçador.

Disse que ia matar todo mundo se alguém chamasse a polícia e que não se importava em atirar nas crianças. A polícia chegou logo e levou Rock para a cadeia – isto foi em abril. O julgamento aconteceu nesta semana e aí ele finalmente tentou explicar o que havia feito: ele queria alertar a todos que bullying é errado.

O moço assumiu que estava armado, mas alegou que não colocou ninguém em perigo. Disse ter um longo histórico de depressão e problemas para se enturmar – tudo culpa do divórcio dos pais e das várias vezes em que apanhou na escola. E aí veio a ideia de dizer às crianças de uma escola aleatória que é importante todos se respeitarem. É, daquela maneira.

Rock jura que não queria machucar ninguém – bem, talvez só a ele mesmo, visto que ele estava pensando em suicídio. “E por que você estava com tanta munição então?”, perguntou o seu advogado. “Não faço ideia”, respondeu.

No tribunal, ele mal conseguia conter as lágrimas: “me perdoem, eu sinto muito pelo mal que fiz, eu não sei mais o que dizer”, disse. A sentença será dada em dezembro e ele pode pegar até sete anos de prisão.

É, Rock. Se você ensinou alguma coisa sobre bullying eu não sei, mas que você traumatizou uma escola inteira, isto você pode ter certeza. Lamentável.

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Alunos encontram antigo abrigo anti-bombas no porão da escola

Tânia Vinhas | 27/09/2011

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Quando Ursula Fuest tinha 9 anos, o bedel da sua escola costumava levar a classe dela até o porão e mostrar que ali havia um abrigo anti-bombas. Os alunos deveriam se familiarizar com o local caso o pior acontecesse – eles estavam no meio da Guerra Fria e, se fosse preciso se proteger de um ataque nuclear, ali tinha água, comida e o que mais fosse necessário.

Felizmente ninguém nunca precisou se refugiar ali na escola americana Wyoming Central School e, com o fim do clima político tenso, o abrigo caiu no esquecimento. Até os ex-alunos organizarem um reencontro neste ano. “Quando começamos a planejar a reunião, muitas pessoas perguntaram ‘ainda existe o abrigo anti-bombas, os suprimentos que mostraram para a gente ainda existem?”, contou Ursula, que hoje está com 56 anos e é professora lá. “Isto fez todo mundo querer descer lá e procurar”.

E não é que os funcionários encontraram tudo guardadinho como antes? Os alunos atuais ficarão tão empolgados quanto os ex-alunos – era praticamente a descoberta de um tesouro perdido! As empoeiradas caixas de alimentos não perecíveis datam de 1964 e todos os objetos estão com um adesivo antigo da Defesa Civil.

“Os alunos me ajudaram a limpar um pouquinho o lugar antes da reunião”, disse a professora. “Para eles é inimaginável que a gente poderia ter que vir para cá e repartir biscoitos e água”.

Falando em biscoitos e água, algumas comidas ainda estavam boas, por incrível que pareça! “Na verdade elas não estavam nada mal”, confessa Ursula. “As balas pareciam boas e nós até comemos um pouco. Nós oferecemos para o pessoal da reunião, colocamos uma placa dizendo ‘experimente por sua conta e risco‘. As pessoas realmente curtiram a ideia de que elas estavam provando um gostinho dos anos 60!”.

Será que o seu colégio também guarda algum tesouro perdido?

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Mãe enfrenta bullyers do filho e leva suspensão da escola

Tânia Vinhas | 26/09/2011

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A história começa normal: garoto de 10 anos sofre bullying, escola chama a atenção dos bullyers. A continuação é que é estranha – a mãe do menino defendeu o filho e foi banida do colégio por um ano!

Tanya Sydney, uma mãe coruja de Minneapolis, não se conformou quando seu filho Griffin disse que estava sofrendo bullying no ônibus escolar. Ele disse que estava apanhando de dois meninos e ela foi resolver o caso. Caminhou até o ponto de ônibus e quis tirar satisfação com o motorista.

“Ele me disse ‘estou fazendo o melhor que posso, eu não consigo estar em 50 milhões de lugares ao mesmo tempo’”, contou Tanya. Como isto não deixa de ser verdade, ela entrou no veículo para achar os moleques e dar uma boa bronca – aos gritos. “Disse especificamente para eles manterem as mãos longe do meu filho”.

O motorista não gostou do barraco e pediu para Tanya descer. Mãe e filho foram ao colégio Lake Nokomis Community School a pé e toparam com o diretor, o supervisor de transporte e o pessoal da segurança – os bullyers foram forçados a pedir desculpas a Griffin, mas ela estava suspensa da escola.

Tanya não pode mais passar perto do terreno do colégio e nem do ponto de ônibus durante um ano. “É absurdo”, reclamou. “Existem histórias demais de crianças sofrendo bullying. Eu não quero que chegue ao ponto em que meu filho ficará assustado demais para entrar no ônibus”.

A escola se recusa a comentar o assunto, mas deu a entender que, quer queira, quer não, Tanya também agiu como bullyer com os meninos, deixando-os com medo. Mas eles começaram, né? Na sua opinião, quem está com razão nessa história?

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Alunos descobrem o motivo do professor faltador: ele morreu meses atrás

Tânia Vinhas | 22/09/2011

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Parece que problema de falta de comunicação acontece em todas as universidades do mundo mesmo! Os estudantes da Universidade da Pensilvânia estranharam quando apareceram na primeira aula de Ciência Política do ano e toparam com a sala vazia.

Onde estaria o professor Henry Teune? Os alunos esperaram e esperaram. Cerca de uma hora depois o diretor mandou um e-mail geral avisando que o professor havia falecido e que a universidade pedia desculpas pelo aborrecimento de não ter avisado antes que a aula seria cancelada.

Triste.

Só não é tão triste assim porque o professor não havia morrido naquela manhã, mas sim 5 meses atrás! O homem morreu em abril, aos 75 anos, e o diretor não comentou nada! Cinco meses!!

Coitado do falecido! Que desprezo!

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Garoto de 14 anos leva suspensão por ter se vestido de banana

Tânia Vinhas | 21/09/2011

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Bateu no colega? Xingou o professor? Vandalizou a sala de aula? Beleza, estes são bons motivos para um aluno levar suspensão. Mas se vestir de banana?

Pois foi exatamente isso o que aconteceu com Brian Thompson, aluno de 14 anos da escola Colonial Forge High School de Stafford, Virginia (Estados Unidos). O garoto foi suspenso por dez dias por causa do seu comportamento baderneiro e desrespeitoso. Qual comportamento? Se fantasiar de banana e correr no campo durante o intervalo de um jogo de futebol americano do colégio.

De acordo com ele, a intenção era ser engraçado e divertir a multidão. De acordo com a escola, ele estava criando o caos. Para a polícia (sim, a polícia!!), foi uma oportunidade de algemar um moleque exibido para dar lição de moral para os outros.

Só que vocês sabem como a juventude é: em vez de ficar com medinho e se comportar, os alunos criaram uma página no Facebook a favor do menino e ainda apareceram na escola com camisetas estampadas com a frase “Free the Banana Man” (Libertem o Homem Banana).

Consequentemente, esses alunos foram mandados para a detenção. É uma bola de neve!

Por fim, a mãe de Brian foi se meter na confusão e disse pensar que o filho é meio autista, por isto ele tem seus momentos de impulsividade inexplicável. E, se ele é autista, suspender o menino seria mancada.

É, o mundo da educação é assim mesmo. Enquanto uns punem demais, muitos outros estão punindo de menos. Não dá para achar um meio termo?

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Professores abrem mão de bônus para dar livros aos estudantes

Tânia Vinhas | 20/09/2011

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Eis uma história incrível e inspiradora: os professores da rede pública da cidade de Mead, Nebraska, ganharam um bônus bem legal do plano de saúde oferecido a eles. Como eles fecharam o plano premium do convênio, eles ganharam uma viagem de um mês – se eles decidissem viajar, estava tudo pago; se não quisessem viajar, eles poderiam usar o dinheiro como quisessem.

E não é que eles abriram mão do passeio para o bem dos seus alunos? Eles se juntaram e os cerca de 28 mil dólares que seriam usados na viagem foram usados para comprar livros didáticos.

“Nós conversamos sobre o que fazer com o dinheiro e decidimos que esta seria a melhor maneira de gastá-lo”, afirmou Marcia Lamberson, professora que representou o grupo na negociação. De acordo com ela, comprar livros novos era uma emergência, pois os da escola estavam muito desatualizados e precários.

Merecem uma salva de palmas!

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Assustador: adolescente é flagrado com lançador de granada dentro do carro

Tânia Vinhas | 15/09/2011

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Tudo começou com uma simples parada policial na cidade de Novato, Califórnia. Na terça-feira a polícia estranhou ver um adolescente de uns 15 anos dirigindo um carro com o som nas alturas às 9h40 da manhã – ele deveria estar no colégio, ora essa. Então os policiais pediram para o garoto encostar o carro e eles encontraram muito mais do que podiam imaginar: um lançador de granada.

 O modelo da arma, um AT4, foi criado no começo da década de 80 e os policiais ficaram chocados. “Não é normal a polícia de Novato recolher um lançador de granada no banco de trás de um carro”, afirmou o policial Nick Frey.

E a partir daí foi um pandemônio. Chamaram reforços, helicópteros, esquadrão anti-bomba. Felizmente deu tudo certo e levaram o garoto para a cadeia e o lançador para a base da Força Aérea. Ele vai responder por posse de arma de destruição e vai precisar responder a pergunta que deixou todo mundo encafifado: como foi que um moleque destes botou a mão num AT4?

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Governo inglês quer que professores espionem alunos muçulmanos

Tânia Vinhas | 14/09/2011

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Até onde vai a neura dos países poderosos? Bem, a gente até entende a paranóia que os Estados Unidos têm com qualquer coisa ou pessoa que lembre de longe um terrorista, mas parece que isto já está ficando contagioso.

O governo da Inglaterra agora decidiu, como parte de sua estratégia anti-terrorismo, pedir para os professores universitários começarem a prestar atenção em seus alunos muçulmanos – tipo espionar mesmo. Se algum deles mostrar sinais de isolamento ou depressão, é sinal de possível ameaça e eles devem comunicar às autoridades.

Olha o absurdo da coisa: aparentemente, se uma pessoa muçulmana está triste, ela está mais vulnerável a virar um radical. Se a pessoa mostra ter uma relação conturbada com a família, se acessa sites estranhos e se reclama do governo, pronto – mais motivos ainda.

Na teoria, todo mundo é inocente, mas com potencial de ser culpado. E aí a coisa fica complicada. Em primeiro lugar, nem todo muçulmano é terrorista (longe disto!). Em segundo lugar, nem todo terrorista é muçulmano – quer dizer que o comportamento estranho de outros alunos não merece atenção redobrada? E, em terceiro lugar, o muçulmano inocente pode acabar escondendo os seus sentimentos para não ser perseguido e é péssimo para um aluno deprimido não poder conversar sobre os seus problemas pessoais ou participar de debates.

Querem proteger o país? Ótimo. Só não vamos exagerar, né gente.

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Escola inglesa decide banir o uso das saias

Tânia Vinhas | 13/09/2011

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Quem entrar na Nailsea School, localizada no sudoeste da Inglaterra, vai encontrar alunos com o típico uniforme que aparece nos filmes: sapato, camisa social, gravatinha. No entanto, existe uma diferença – lá as meninas são proibidas de usar as famosas saias com meias 3/4.

Pois é, neste ano a escola decidiu aplicar a política da zero-saia. É a tentativa de lidar com um velho problema conhecido como “a batalha da barra”, vulgo “saias que estão ficando cada vez mais curtas” ou “saias-cinto”.

Cansados de discutir qual seria o comprimento aceitável para os padrões do colégio, o jeito foi cortar o mal pela raiz. E olha que a Nailsea não foi a primeira escola a tomar tal atitude, a cada dia que passa mais e mais escolas inglesas decidem eliminar as saias nos seus territórios.

As mais saidinhas reclamaram (é claro), mas as mais comportadas também: “Não é justo que as meninas que usam saias no comprimento correto sejam proibidas de usá-las”, reclamou uma aluna que apareceu na escola usando a peça em sinal de protesto e acabou levando suspensão. E o que ela disse até faz sentido.

No entanto, o diretor alegou que “é melhor estabelecer um ambiente que foca a atenção no aprendizado, não nas pernas”. Faz sentido também.

O que você pensa sobre o assunto?

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