Guia do Estudante

Posts de outubro 2011

Professora forja ameaça de bomba para não precisar trabalhar

Tânia Vinhas | 31/10/2011

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Quando uma criança não quer ir para a aula, ela pode fingir que está com dor de barriga, certo? E quando o professor não quer ir para a aula? Bem, ele também pode fingir que está com dor de barriga, mas uma professora de Educação Física de Denver (Colorado) botou a imaginação para funcionar e forjou uma ameaça de bomba!

Jennifer Gomes, de 42 anos, deixou um bilhete na escola particular Guadalupe School no dia 17 de outubro dizendo “tem uma bomba aqui dentro”. O problema foi que todo mundo ficou apavorado e, quando viram que se tratava de uma mentira, a raiva veio logo depois do alívio.

Jennifer foi presa dois dias depois e confessou que ela fez isso porque não queria dar aula naquele dia. Então pagou 2 mil dólares de fiança e agora está sendo processada por falso alerta de explosivo. E, é claro, foi suspensa da escola.

“A segurança e o bem-estar das nossas crianças são as nossas prioridades e estamos confiantes de que nós provemos este tipo de ambiente na escola”, afirmou David Card, o diretor. “Não podemos dar detalhes sobre questões particulares, neste ponto tudo está nas mãos da polícia de Denver”.

Que papelão, heim Jennifer? Esperávamos isso de alunos, não de professores!

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Lamentável: estudante desabafa que tem pensamentos suicidas e é preso

Tânia Vinhas | 27/10/2011

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Um estudante de 15 anos de Manchester, Maryland (Estados Unidos), não estava muito bem. Triste e deprimido, começou a cogitar suicídio – assim como acontece com vários adolescentes do mundo todo, infelizmente. Ontem, lá pelas 11 horas da manhã, ele estava na cafeteria do colégio North Carroll Middle School quando decidiu conversar com a assistente do diretor.

Contou que estava lutando contra os pensamentos suicidas, que precisava de ajuda, e a assistente levou o garoto até a psicóloga conselheira da escola. Durante a conversa, o estudante entregou a ela a sua lancheira e lá dentro ela viu um bilhete de suicídio já pronto e uma pistola semi-automática.

Pessoas normais iriam conversar com o menino e ajudá-lo a ver que a vida vale a pena – mas ela não. Ela chamou a polícia e levaram o aluno para a delegacia, onde será julgado como menor infrator por posse de arma.

Não há indício algum até agora de que o estudante tinha vontade de machucar qualquer pessoa além dele mesmo”, afirmou a polícia. “Não há indício nenhum de que alguém estava ajudando ele ou até mesmo de que alguém sabia que ele tinha intenção de se matar”.

Então por que não ajudam o garoto direito, coitado? Lidar com a lei só vai fazer a vontade de se matar aumentar! Lamentável

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Escolas proíbem fantasias assustadoras no Dia das Bruxas

Tânia Vinhas | 26/10/2011

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Uma das maiores tradições americanas é sair para curtir o Dia das Bruxas fantasiado a caráter – quanto mais assustadora a fantasia, mais legal. Só que algumas escolas públicas resolveram ir pelo lado do politicamente correto e podem ter extrapolado.

O aluno do primário que estiver pensando em usar uma fantasia assustadora, violenta ou sangrenta vai precisar trocá-la por qualquer uma inocente e bonitinha.A diretora da Colonel Walker (Alberta), por exemplo, disse que é preciso aproveitar a data para ensinar os valores da comunidade e evitar cenas inapropriadas. Só que os pais, os maiores interessados nos valores dos filhos, acharam tudo isto uma bobagem.

“Eu não quero armar um barraco com a escola, mas eu realmente acho que isso é meio bobo“, afirmou Julie Van Rosendaal, mãe de uma aluna de 6 anos. “Acho que todo mundo está tentando imaginar qual é o parâmetro para uma fantasia ser ‘bondosa’”.

“Eu não consigo ver o benefício disso”, comentou Mike de Boer, presidente do conselho de pais da escola. “É só mais uma camada de controle e restrição diante do que as crianças querem ser”.

A diretora rebate: “Você ainda pode ser criativo, na verdade nós encorajamos isso, a pensar em todas as coisas que você pode ser sem ser de uma maneira violenta”, explicou. “Fantasias que exemplifiquem a bondade para com outras pessoas e respeito por outras pessoas”.

É claro que é meio errado uma criança de 8 anos se vestir de Jason ou O Massacre da Serra Elétrica, mas proibir um vampirinho com sangue no queixo já é demais. O que você pensa sobre o assunto?

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Professora pega bilhetinho de aluno e tem a reação mais genial possível

Tânia Vinhas | 25/10/2011

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O que acontece quando uma professora intercepta um bilhete entre alunos? A maioria chama a atenção, dá uma bronca e no máximo, em casos bem extremos, manda para a diretoria. A professora desta história não – ela foi genial e devolveu a cartinha com os seguintes dizeres: 

Tarefa: revisar e editar a sua carta de amor. Reescreva-a em uma folha limpa de papel para amanhã“. Brilhante!

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Escola premia estudantes com pulseiras estampadas com mulheres nuas

Tânia Vinhas | 24/10/2011

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A intenção foi boa: a escola Jay Elementary School, em Tallahassee, Flórida, quis premiar os alunos nota 10 que ajudaram em uma arrecadação de dinheiro. Então ela encomendou 160 pulseiras daquelas que as crianças adoram, que você estica, bate no pulso e ela enrola.

O problema foi que um aluno curioso arrancou o tecido que cobria a pulseira e descobriu uma trena reciclada que trazia outras coisas além da marcação de centímetros – trazia fotos de mulheres nuas!

Os pais não gostaram nada do brinde e foram reclamar. “Foi uma destas ligações que você recebe dos pais e responde ‘é sério?’”, contou Bill Emerson, porta-voz da Delegacia de Ensino do Distrito de Santa Rosa. “E no fim das contas era verdade”.

O jeito foi alertar a loja, uma companhia de Nashville que importou as pulseiras da China. A loja parou de encomendar produtos da tal fábrica, os pais foram compreensivos e agora o distrito vai penar para recolher todas as pulseirinhas indecentes – sempre tem um curioso safadinho que vai querer guardar a pulseira para si.

Vamos combinar: pulseirinha infantil com mulheres nuas não é nada legal, mas podia ser bem pior. Podia ser bolso de calça feito com resto de lixo hospitalar (né?).

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Cientistas da McGill University dançam pela cura do câncer

Tânia Vinhas | 20/10/2011

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Pesquisar a cura do câncer é um trabalho muito sério, mas não é por isto que os pesquisadores precisam ficar de cara amarrada o tempo inteiro, né? Um bom exemplo é o time de cientistas da McGill University, localizada em Montreal (Canadá), que mostrou ter bom humor e muita ginga (ou melhor, muito bom humor e um pouco de ginga, vai!). Todo mundo entrou na dança: professores conceituadíssimos, doutorandos, técnicos de laboratório…!

No entanto, nem tudo é só bagunça – o clipe com a coreografia deles foi parar na internet por uma boa causa. Quanto mais views o vídeo tiver, mais verba eles vão receber da Medicom, empresa que investe no trabalho deles. 

Assista, divirta-se e colabore indiretamente com a pesquisa deles. O seu dia vai ficar mais animado e o futuro pode ser bem mais promissor!

httpv://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Hg1yw8D3glE

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Política de ida ao banheiro choca pais de alunos do colégio Evergreen Park

Tânia Vinhas | 19/10/2011

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Cansada de ver os alunos aproveitando a ida ao banheiro como uma desculpa para matar vários minutos de aula, a direção do colégio Evergreen Park High School, Illinois, decidiu tomar uma atitude drástica. Drástica mesmo.

A ordem é clara: dependendo da matéria (cabe ao professor decidir se será necessário ou não aplicar a regra), o aluno pode pedir para ir ao banheiro no máximo 3 vezes por semestre. Se pedir mais vezes, o aluno vai ter que cumprir detenção e compensar o tempo de aula que ele perdeu quando atendeu aos chamados da natureza.

Vários pais ficaram chocados com a medida, ainda mais quando souberam que os filhos andam segurando o máximo que podem para não enfrentar a detenção. Linda Gigliello, mãe de uma aluna do 1º colegial, contou que a filha está com infecção urinária e que o médico acredita que pode ter sido por tanto segurar a vontade de ir ao banheiro.   

“Não há confiança entre os professores e os alunos”, reclamou Cathi Diamond, outra mãe de aluna. “Ninguém confia que o professor vai saber quando um aluno precisa ir ao banheiro de verdade ou quando ele usa o banheiro como desculpa para sair da sala”.

Por outro lado, o diretor se defende: “ninguém disse que os alunos não podem usar o banheiro, eles podem ir quantas vezes precisarem, contanto que eles saibam que as visitas extras farão com que eles fiquem até mais tarde no colégio”, disse. “E sempre dá para ir ao banheiro nos intervalos de 5 minutos entre uma aula e outra”.

Nesse ponto o diretor está certo, mas fala sério – 3 vezes em 6 meses já é demais, também não dá pra ser tão extremista, né?

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Professor de Educação Física coloca foto no Facebook zoando os próprios alunos especiais

Tânia Vinhas | 18/10/2011

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Não é todo mundo que serve para dar aulas de Educação Física, muito menos se for para dar aulas para crianças especiais, com algum tipo de deficiência. A pessoa precisa gostar de crianças, ser muito paciente e ter carinho no coração. A escola pública Mobile County, Alabama, pensou que Jeremy Hollinger assim, mas que ledo engano!

Hollinger é o oposto disso tudo! O professor está sendo acusado de depreciar seus alunos da segunda série via Facebook. Como? O babaca cara postou comentários como “acho que giz de cera está no menu” e “por que tem m* no chão?” e ainda por cima colocou uma foto dele mesmo usando um capacete especial de uma criança que sofre ataques epiléticos.

Celeste Dennis, a mãe do menino, ficou sabendo e não viu graça nenhuma. “Doeu. Doeu de verdade. Meu filho usa o capacete porque ele pode ter ataques epiléticos na Educação Física”, contou. “Ele colocou uma foto dele mesmo usando o capacete do meu filho e fazendo graça dele como se fosse um tipo de piada”.

A escola não quis comentar o assunto, mas garantiu que o Departamento de Recursos Humanos tomará as medidas corretas diante deste caso. O problema? Até agora ele não foi nem suspenso – será que ele ainda por cima vai rir por último?

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Professor é afastado após fumar com alunos menores de idade

Tânia Vinhas | 17/10/2011

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Na teoria, o que um professor faz nos momentos de lazer não deveria ter influência no seu trabalho, mas tem gente que abusa desta teoria. Um professor da Unicamp foi flagrado fumando narguilé com seus alunos e a universidade achou a atitude um grande mau exemplo. Resultado: ele foi afastado temporariamente do cargo.

Acontece que Devani Ferreira de Morais fumou com alunos menores de idade, jovens que têm aula com ele no Colégio Técnico de Limeira – e está tudo gravado em vídeo. E, ainda que muitos pensem que narguilé é inofensivo, o cachimbo de água também possui porcentagem significativa de nicotina, causando danos à saúde.

O flagra aconteceu em janeiro, mas, entre o tempo dos processos, da defesa e do relatório final, só agora houve o desfecho da história. Devani levou 90 dias de suspensão por infringir normas de conduta profissional, normas estas estabelecidas no Estatuto do Servidor da Unicamp. E os alunos também não saíram ilesos – foram suspensos por uma semana.

O que você acha: o professor mereceu a punição ou não?

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Estudante raspa o cabelo e escola exige que ele pinte a cabeça com pincel atômico

Tânia Vinhas | 13/10/2011

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O cúmulo do absurdo:  Sheldon Williams, um estudante da escola Marshall Junior High School, Texas, quis dar um tapa no visual e optou por um corte que está na moda há tempos, aquele cabelo curtinho com desenhos raspados.

A princípio, tudo certo. O problema foi que, meses depois, a escola finalmente prestou atenção no look e usou um pincel atômico – sim, aquela caneta de quadro branco – e pintou (PINTOU) a cabeça dele para esconder as “falhas“.

De acordo com as normas da escola, ter um “cabelo com desenhos raspados” é proibido. E a mãe de Sheldon pensou como todo mundo pensou: se é proibido, tudo bem. Mas o jeito como a administração da escola lidou com o problema foi bizarro.

Ninguém conversou com o menino, ninguém chamou os pais. Simplesmente chegaram lá com uma canetinha e pronto! E ninguém contou quem foi que teve a ideia, ainda por cima.

Agora a diretora afirma que a escola está arrependida e que isso não voltará a acontecer. É o mínimo, né dona diretora?

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