Guia do Estudante

Posts de dezembro 2011

Garota esperta: universitária tenta fugir de prova fazendo ameaças de bomba

Tânia Vinhas | 20/12/2011

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Crianças que não querem fazer prova fingem que estão doentes. Jovens que não querem fazer prova decidem deixar para fazer a segunda chamada. Jovem doida que não queria fazer prova fez o quê? Ameaçou explodir o campus!

Que não sirva de inspiração para ninguém, mas o fato é que Evelyn A. Hubbard, uma estudante de 21 anos da Universidade Loyola (em Chicago), mandou dois e-mails ameaçando explodir o Monroe Hall do campus no fim do mês passado.

O caso foi parar no FBI e os agentes contaram que Evelyn admitiu que fez o que fez para fugir da prova que ela teria naquela manhã. “Foi uma brincadeira”, disse a moça. Brincadeira? Aham!

Às 9h ela mandou um e-mail ameaçando cinco professores e pedindo a evacuação imediata do prédio. Às 9h27 ela mandou outro dizendo que iria explodir o lugar. Isto é brincadeira que se faça? Pois a universidade procurou o departamento de polícia, que chamou o FBI e que, por sua vez, rastreou a origem das mensagens.

Obviamente ela foi presa e agora vai responder por envio de ameaças – o que pode resultar em 250 mil dólares de multa e até 5 anos atrás das grades!

Era melhor ter feito a prova, né querida?

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Professora espirra desinfetante nos olhos de alunos rebeldes

Tânia Vinhas | 15/12/2011

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Existe uma maneira de educar adolescentes que diz mais ou menos “deixa ele fazer então, aí aprende do pior jeito”. Seria tipo deixar o jovem encher a cara e enfrentar as consequências de um coma alcoolico, sabe? A professora de Ciências da Rolling Meadows High School, Illinois, pensa quase assim.

Quase? Vamos explicar o contexto primeiro: a professora de 47 anos pediu a seus alunos que colocassem óculos de proteção para fazerem experiências de Química. Eles fizeram pouco caso e não quiseram colocar.

Aí você pensa que ela lavou as mãos e largou os adolescentes de 15 anos com a segurança por conta e risco deles, né? Mas não, ela lavou outra coisa: simplesmente esguichou o desinfetante Lysol nos olhos deles! E nem foi para demonstrar o perigo, foi por raiva e frustração mesmo – ninguém aguenta adolescente mal educado!

Um deles até precisou ir ao hospital, mas os pais decidiram não prestar queixa na polícia. No entanto, alguma conversa séria aconteceu na diretoria, pois a tal professora apresentou a carta de demissão no dia seguinte.

Agora fica a pergunta: você está do lado dos alunos ou da professora?

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Estudante sênior rouba livros da livraria da universidade

Tânia Vinhas | 14/12/2011

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Quando escrevemos “estudante sênior”, quisemos dizer sênior de verdade – o ladrão de livros tem 68 anos de idade! James Summers estuda na Gateway Community and Technical College no norte de Kentucky e invadiu a livraria do local armado com uma faca. Pegouns uns livros e limpou o caixa.

E como nenhum crime é perfeito e de vez em quando a polícia age rápido, ele foi preso logo e agora enfrenta a acusação de roubo agravado pelo uso de arma branca. Pelo menos ele foi roubar livros, né gente. Os universitários jovens certamente iriam querer roubar o boteco ao lado!

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Estudante tira fotos nua, envia para rapaz por vontade própria e processa a escola

Tânia Vinhas | 12/12/2011

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Podemos resumir a história deste jeito: garoto pede para garota mais nova mandar fotos dela mesma sem roupa, garota tira as tais fotos, garoto espalha as fotos pelo colégio e garota resolve processar a escola, que teoricamente não tem muito a ver com o assunto!

Incomum, no mínimo. Isto aconteceu na escola Stoughton High, em Stoughton, Wisconsin. A menina, que não quis ser identificada, contou que o caso aconteceu quando ela tinha 14 anos (hoje ela tem 18) e que quando as fotos caíram nas mãos dos colegas a escola falhou ao protegê-la do assédio do colega. Ela decidiu processar o colégio, a diretora da época, o superintendente da época e até a cidade.

A moça quer levar o caso aos tribunais e pede indenização por danos morais, já que, depois que o rapaz colocou as fotos na internet, ela sofreu assédio sexual e ouviu ofensas que a chamavam de “prostituta” para baixo. Ainda disse que tudo isto fez com que ela desenvolvesse distúrbios de alimentação e tentasse suicídio várias vezes.

Quando a mãe descobriu o que aconteceu, abriu processo contra o menino, que assumiu o que fez, mas não sofreu muitas consequências. Foi aí que veio a ideia de processar a escola, que supostamente se fez de desentendida e não quis se envolver no assunto.

Entendemos que é importantíssimo o rapaz pagar pelo que fez e concordamos plenamente que a escola deveria ter cuidado da situação e defendido a moça. Mas não podemos deixar de comentar: uma menina de 14 anos que manda fotos deste tipo para um garoto de 17 anos por livre e espontânea vontade não é tão inocente assim, vai…

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Campanha estranha: doe sangue e ganhe drinks

Tânia Vinhas | 09/12/2011

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Ainda que pareça uma ótima estratégia de marketing, a ideia não deixa de ser meio estranha: um universitário estagiário da Turbo Drinks, uma companhia de bebidas, resolveu convidar pessoas via Facebook para um mutirão de doação de sangue. Bem legal, né? Só que ele prometeu que quem doasse sangue ia levar na hora um drink na faixa!

O caso aconteceu em Armley, Inglaterra, e o estudante jura que não teve má intenção – só que de boa intenção o inferno está cheio, já diria a sua avó. Diante da polêmica, a empresa se pronunciou, dizendo que o funcionário teve um erro de julgamento e que todos pediam desculpas pelo ocorrido.

O engraçado é que a NHS Blood and Transplant, órgão responsável pelas doações, não reclamou – disse que doar sangue é um ato completamente altruísta e que ele não condenava e nem incentivava este tipo de evento promocional.

No entanto, completou que  “antes de doar sangue, os doadores devem diminuir o consumo de álcool durante 24h para o bem da própria saúde – álcool e doação de sangue não combinam”. Agora, beber álcool depois de doar sangue, bem, aí a pessoa é que decide.

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Pais cansam de pedir mudanças educadamente e decidem manter diretora em cativeiro

Tânia Vinhas | 08/12/2011

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O começo da história já foi visto em escolas do mundo inteiro: escola age de alguma forma que desagrada pais, pais se juntam para reclamar e exigir mudanças. O final da história é que foi inesperado: pais que decidem manter a diretora e vários professores presos em cativeiro!

O incidente aconteceu na cidade de Berre l’Etang, no sul da França, mais precisamente na escola Notre-Dame de Caderot. Os pais estavam insatisfeitos com um dos professores e queriam que ele fosse demitido, só que a escola não atendeu ao pedido.

“Nós estamos muito preocupados que os alunos fiquem para trás na escola”, disse Christophe Planes, um dos pais. “Nós pensamos que as nossas crianças estão em perigo. É por isto que decidimos manter a diretora e uns dois professores em cativeiro. Queremos que as coisas mudem”.

Um grupo de 15 pais de alunos da 3º série ocupou a escola e exigiu a demissão do professor – enquanto ele não fosse mandado embora, ninguém podia entrar, ninguém podia sair. Só que a diretora defendeu o professor, dizendo que era o primeiro ano dele dando aulas e que ele também estava aprendendo.

Ainda assim eles bateram o pé. O jeito foi pedir a transferência do professor para outra escola – coitado! Que começo traumático de carreira…!

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Exagero: moda do politicamente correto faz escolas proibirem cartões de Natal

Tânia Vinhas | 06/12/2011

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Uma escola de Fort Worth, Texas, alcançou o mais novo patamar de absurdo quando o assunto é o politicamente correto. A administração local decidiu proibir a troca de cartões de Natal nas escolas. Pois é, cartões de Natal!

A explicação é direta: “se os estudantes forem autorizados a trocar cartões ou lembrancinhas, o distrito teria que permitir a distribuição de mensagens religiosas junto com o presente ou cartão”, diz o memorando distribuído aos pais. E como ninguém quer impor visões religiosas a ninguém, eles resolveram proibir. Dentro do território escolar, nada de cartões!

Decorações da época são apropriadas se não forem religiosas por natureza”, diz o texto. Festinhas de Natal só serão permitidas “se servirem a algum propósito educacional”. E o Papai Noel? Não, também não vai poder contratar nenhum velhinho para interpretar o papel na festa da escola.

Nem precisamos dizer que os pais não gostaram nada dessa atitude. Tudo tem limite, né gente?

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