Professora forja carta de intimação da justiça para poder matar aula
Tânia Vinhas | 19/01/2012
Mona Lisa Tella, professora de 61 anos da High School of Graphic Communication Arts de Manhattan, queria matar umas aulas. Para isto, forjou uma carta de intimação da justiça para fazer parte de um júri. Até que a ideia não é ruim, certo? O problema foi a execução do plano.
Mona Lisa entregou a carta ao diretor, Jerod Resnick, para provar que precisaria ser liberada do trabalho durante vários dias. Só que Jerod leu a carta com atenção e encontrou vários erros de escrita – “trial” foi escrito “trail”, “cited” apareceu como “sited” e “manager” virou “manger”. Além disto, os números de telefone e fax impressos ali eram falsos.
O diretor ficou tão nervoso que resolveu entregar a mulher para a polícia. Ela precisou pagar uma multa e foi obrigada a pedir demissão. O engraçado é que ela continua mantendo a história: “eles disseram que foi forjada? Que mentira!”, reclamou a professora. “A minha letra não está na carta”.
“Ela não é muito boa de criatividade”, comentou Richard Condon, o investigador responsável. “A carta vinha com datas erradas, telefone errado, endereço errado, erros de escrita. Ela nunca foi intimada para nenhum júri”.
É, dona Mona Lisa… perguntasse a algum de seus alunos, eles certamente entendem mais sobre boas técnicas para matar aulas!
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