Guia do Estudante

Posts de abril 2012

Garota é mandada para casa porque sua saia era… longa demais

Tânia Vinhas | 27/04/2012

3

Comentários

Eis uma notícia estranha e fora do normal: enquanto muitas meninas levam bronca na escola por usarem saias curtíssimas, Khadija levou bronca por usar uma saia longa demais.

Khadija é muçulmana e estuda no colégio Edmond-Rostand, de Saint-Quen-l’Aumône, localizada os arredores de Paris. No começo desta semana ela chegou com uma saia comprida e recebeu a ordem de voltar para casa.

“Outras alunas se vestem como hippies ou góticas e ninguém diz nada”, reclamou Khadija. “Mas eu não tenho nem permissão para usar uma saia deste estilo”. E qual foi a alegação da escola para proibir saias longas e não saias curtas? “A saia exprime valores religiosos”.

“Se eu fosse para a escola usando o véu eu entenderia a reação deles”, disse a estudante. “Mas era um dia lindo e eu usei uma saia comprida. A diretora me disse que eu estava sendo provocadora e me mandou para casa”.

A diretora se defende: “Ela tira o véu antes de entrar na escola, mas é nosso papel fazer comentários sobre os estudantes que usam roupas para nos provocar. Nós fazemos a mesma coisa com meninas que chegam aqui de barriga de fora. Ela não foi expulsa da escola”.

Quem mais viu uma tempestade em copo d’água nesta história?

Compartilhe

Professor dá tiros de festim para chamar a atenção da classe

Tânia Vinhas | 24/04/2012

0

Comentários

Manuael Dillow, um professor de 60 anos de Abingdon, Virginia, aparentemente está cansado de tentar ensinar estudantes desinteressados. Ele dá aula de soldagem para o William H. Neff Center, um centro de ensino médio técnico, mas não foi a máquina de solda que serviu na educação dos jovens.

Diante da bagunça que estava a sala, Dillow enfileirou os alunos perto da porta, puxou uma pistola preta e deu dez tiros – de festim, mas que seja. Deixou todo mundo em assustado do mesmo jeito.

Ele foi preso na quarta-feira passada e agora, já liberado, enfrenta doze acusações por brandir arma de fogo (“uma acusação para cada aluno que estava ali”, explicou a polícia). Ainda assim, ele não foi demitido da escola.

Ninguém soube explicar direito o que estava acontecendo para Dillow chegar a este ponto. No entanto, há quem apóie o ato: “eu apóio o Mr. Dillow 100% e meu filho e eu estaremos no tribunal para dar apoio a ele”, afirmou Mike Wilkinson, pai de um aluno que estava na classe.

Pelo visto eles andavam dando motivo

Compartilhe

Universidade contrata cabras como jardineiras

Tânia Vinhas | 19/04/2012

1

Comentário

Eis uma ideia meio excêntrica, porém eficiente: a Universidade da Georgia, Estados Unidos, colocou 8 cabras em seu terreno para cuidar do mato que crescia rápido demais. A ideia veio do estudante Zach Richardson, que está no último ano do curso de Arquitetura e Paisagismo.

O projeto deu tão certo que Richardson até ganhou um prêmio de sustentabilidade da Universidade. As cabras chegaram há três semanas e já comeram tanta grama desde então que o local está impecável.

“Era uma parede impenetrável de vegetação”, contou o aluno. “Elas começaram em uma floresta e a transformaram em um campo de parque. A parte mais legal é que isto virou algo muito maior, você pode sentar e observar todos os estudantes parando e passando um tempo com as cabras”.

Pois é: além de economizar dinheiro e ser uma medida mais amiga do ambiente (melhor que usar máquinas pesadas ou produtos químicos), é muito mais divertido brincar com as cabras gulosas do que aturar ceifadeiras barulhentas.

E antes que alguém pergunte sobre a segurança dos alunos, os bichinhos por enquanto só trabalham dentro de cercados. Então responda: você gostaria de estudar em um lugar cheio de cabras paisagistas?

Compartilhe

Aluno é suspenso após tentar abraçar professora

Tânia Vinhas | 17/04/2012

1

Comentário

Todo mundo já sabe que os americanos não são como os brasileiros – não saem abraçando todo mundo, não cumprimentam com beijinhos no rosto, não criam intimidade rápido. Mas o que aconteceu em Bladenboro, Carolina do Norte, foi extremo.

Ryan Blackmon, um aluno da 8ª série da Bladenboro Middle School, foi suspenso quando tentou abraçar a sua professora. O abraço não era sem motivo: ela havia apartado uma briga, outro aluno bully queria bater em Ryan. Feliz por ter sido salvo, ele quis agradecer com um abraço. E deu no que deu.

“Eu disse ‘obrigado’ assim que ela parou a briga”, contou o estudante. “Eu fui abraçá-la e ela me puxou pelo braço, me arrastou até outra professora e disse que eu precisava levar suspensão, que algo sério havia acontecido”.

De acordo com o colégio, é contra a política da escola dar abraços nos professores. Pois é.

Em resposta, os pais de Ryan fizeram um boletim de ocorrência contra a professora e a escola – não por causa do abraço não dado, mas por causa do roxo que ela deixou no braço do menino enquanto o levava para a diretoria.

“Eu não entendo como é que ela pode se sentir ameaçada se eu estava mostrando a minha gratidão, mas ela poderia só ter pedido educadamente para eu me afastar”, lamentou Ryan.

Gente, fala sério. Um abracinho não mata ninguém né?

Compartilhe

Aluno fica ofendido com Photoshop feito na foto da classe – e com razão

Tânia Vinhas | 11/04/2012

1

Comentário

Um aluno da segunda série da escola Sawgrass Elementary, de Sunrise, Flórida, não teve autorização dos pais para sair na foto oficial da classe. Até aí, fazer o que né – escolas normais deixariam o menino de fora e pronto.

No entanto, a Sawgrass disse “imagina, você é da classe, você vai sair na foto”. E a foto foi feita. Só que, como ele não tinha autorização dos pais, o fotógrafo fez uma gambiarra ridícula e ofensiva: colocou uma carinha smiley marrom no rosto do aluno.

Os pais e o estudante ficaram ofendidos, claro. “Foi totalmente inapropriado”, defendeu Marsy Smith, porta-voz da delegacia de ensino local. O consolo é que a diretora também ficou chocada. “Ela ficou muito, muito chateada e imediatamente marcou uma segunda sessão de fotos”.

A culpa foi jogada em David Claussen, o fotógrafo, que disse nunca ter desejado causar controvérsia e que só seguiu ordens. De acordo com Claussen, ele perguntou ao conselho de pais e mestres sobre o que deveria fazer com o menino na foto e até sugeriu colocar uma estrelinha, quem sabe. O conselho é que teria sugerido o smiley.

Que um iria jogar a culpa no outro, todo mundo sabe. Mas e o dano moral do aluno, como fica?

Compartilhe

Estudante processa universidade que não autorizou um porquinho da índia no alojamento

Tânia Vinhas | 09/04/2012

0

Comentários

A Grand Valley State University (de Allendale, Michigan) tem uma política bem clara quando o assunto é animal: nenhum bicho de estimação é permitido nos alojamentos da universidade. Só que Kendra Velzen, uma estudante de 28 anos, entrou com pedido para autorizarem a permanência de seu porquinho da índia. Pedido negado, processo aberto.

A alegação não é muito normal: “não é um bicho de estimação, é um animal que oferece apoio emocional”. Oi? Pois é, Kendra afirma sofrer de depressão crônica e que, ainda que ela esteja se tratando com remédios prescritos por psiquiatra, ela depende do porquinho para se sentir melhor.

A lei local diz que é dever da instituição acomodar bem uma pessoa que lida com qualquer distúrbio, o que incluiria dar o direito de ter uma companhia animal. Aliás, o advogado da moça contou que esta luta toda pelo bichinho só piorou a condição médica dela, que agora passa por stress emocional e ansiedade.

Deixem logo a menina ficar com o porquinho, gente! Não é como se ela precisasse da companhia de um avestruz ou hipopótamo, oras!

Compartilhe

Ajudante de professor se recusa a mostrar o Facebook à diretoria e é suspensa

Tânia Vinhas | 04/04/2012

0

Comentários

É claro que você só deve colocar na internet o que não tem problema ser visto por todas as pessoas, mas em alguns casos a curiosidade beira a invasão de privacidade mesmo. Foi o que aconteceu com Kimberly Hester, uma ajudante de professor que foi suspensa após não deixar a diretoria acessar a sua página no Facebook.

O superintendente da Frank Squires Elementary School, de Cassopolis, Michigan, insistiu que queria ver o Facebook da professora quando a mãe de um aluno, amiga dela na rede, contou que ela havia postado uma foto de uma colega de trabalho. A foto era meio confusa e estranha – só dava para ver uma calça e um par de sapatos.

“Eu não fiz nada de errado”, disse Kimberly. “E eu não vou deixar, mesmo agora, que eles entrem no meu Facebook. E eu não acho que é ok um chefe pedir isto. Eu tenho o direito de ter privacidade”.

Foi aí que ela levou a suspensão e foi informada que ela não receberia o seu salário. Agora ela já tem advogado e ainda chamou a atenção de Matt Lori, um político republicano de Michigan, que tem um projeto de lei que torna ilegal o ato de pedir senhas ou forçar alguém a mostrar a rede social para olhar informações dos funcionários. Justo.

Compartilhe

Aluno tenta enforcar professor com a gravata após levar bronca

Tânia Vinhas | 02/04/2012

0

Comentários

Coisas que acontecem todos os dias em qualquer escola: estudante falta demais e/ou chega atrasado várias vezes e o professor dá uma bronca. Ok, normal. Coisa que raramente acontece: o aluno se rebela com a bronca e tenta estrangular o professor.

Pois é, o absurdo aconteceu na semana passada na Stamford Academy, em Connecticut. Shaquille Leon Waldron-Gray, de 18 anos, entrou em uma discussão com um de seus professores porque ele estava chegando atrasado praticamente todos os dias. Os ânimos foram se exaltando, Shaquille tirou a gravata do uniforme e tentou enforcar o professor.

Testemunhas chamaram a polícia, que pegou o garoto fugindo por um estacionamento próximo. Quando os policiais chegaram para falar com ele, Shaquille tentou socá-los (mas não acertou ninguém).

Resultado: ele foi levado para a delegacia e vai enfrentar processo por várias acusações. Enquanto isto, o professor afirma que passa bem e que conseguiu dirigir até o hospital para cuidar das escoriações.

Ei, Shaquille: não era mais fácil ter mentido como todo mundo e dizer “isto não vai se repetir, professor”?

Compartilhe