Guia do Estudante

Posts de julho 2012

Escola mantém política “anti-protetor solar” e alunos saem queimados

Tânia Vinhas | 27/07/2012

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Uma escola de Tacoma, Washington, tem uma política meio estranha: ela é anti-protetor solar. Claro que não demorou muito para os estudantes ficarem queimados de sol e daí para as mães reclamarem foi um pulo.

Jesse Michener, mãe de Violet (11) e Zoe (9) foi a primeira a ficar horrorizada com a história. Um belo dia elas foram a um evento ao ar livre na escola e voltaram vermelhas, inchadas, com a pele soltando por causa das queimaduras. Pior ainda foi para Zoe, que sofre de uma forma de albinismo e tem a pele mais sensível que as outras crianças.

Você pode até pensar: “então por que a própria mãe não passou protetor nelas antes?”. Jesse contou que quando as filhas saíram de casa estava chovendo e por isso achou que as atividades seriam feitas na quadra da escola. Depois é que o sol apareceu e elas ficaram 5 horas a céu aberto.

A mãe das meninas foi na delegacia de ensino reclamar sobre essa história de banir protetor solar e eles explicaram que não é bem assim. A política proíbe que os funcionários da escola passem protetor nas crianças e que as crianças podem passar nelas mesmas. Quer dizer, nem todas – só as que tiverem autorização médica para usar.

A lei existe porque alguns produtos possuem ingredientes que podem causar alergia em crianças. Jesse descobriu que 49 estados americanos têm esta regra. “Eu disse para a diretora que qualquer política que não autoriza a minha filha a usar o bom senso é algo que pede que eu faça alguma coisa”, disse a mãe. “Ela concordou com a cabeça”.

Bem falado, Jesse. Cadê o bom senso?

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Universidade de Edimburgo cria o curso Busca por Vida Extraterrestre

Tânia Vinhas | 24/07/2012

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Alô você que já está no meio do 3º colegial e ainda não faz ideia de qual carreira seguir! Se Medicina, Engenharia e Direito parecem cursos muito chatos, eis aqui uma oportunidade incrível: a de se formar em Astrobiologia e a Busca por Vida Extraterrestre!

O curso é a última novidade da Universidade de Edimburgo e o melhor de tudo é que as aulas são online e gratuitas. O professor responsável é Charles Cockwell, diretor do Centro de Astrobiologia do Reino Unido. São 5 semanas de curso, totalizando 10 palestras e um certificado assinado no final.

Aqui vai o cronograma básico das palestras:

1ª Semana: O que é a vida e quais são as definições da vida? O que nós sabemos sobre a origem da vida e quais são as hipóteses atuais sobre como surgiu a vida na Terra?

2ª Semana: Como era o ambiente da Terra quando a vida surgiu e o que nós sabemos sobre a vida no princípio da Terra? Como a vida evoluiu para sobreviver em ambientes extremos? Quais foram as maiores transições evolutivas da vida na Terra?

3ª Semana: Quais são as perspectivas para a vida em outros planetas do nosso sistema solar e como nós vamos pesquisá-las? Quais são as condições requeridas para um planeta ser habitável?

4ª Semana: Como podemos procurar por planetas parecidos com a Terra orbitando em estrelas distantes e como nós podemos detectar vida neles?

5ª Semana: Quais são as possibilidades de encontrar vida inteligente lá fora? Como poderemos lidar com o contato com a inteligência extraterrestre e qual poderá ser o impacto na sociedade? Quem representaria a Terra?

Profundo. Se você ficou interessado, clique aqui para obter mais informações. O céu é o limite – ou não né.

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Mãe altera notas da filha no banco de dados da escola

Tânia Vinhas | 19/07/2012

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Imagine a seguinte cena: você chega em casa e conta para a sua mãe que tirou várias notas baixas na escola. Como a sua mãe reagiria? Xingaria? Daria castigo? Faria chantagem emocional? Falaria que tudo bem, que acontece e que você pode fazer melhor na próxima vez?

Normal. O anormal foi o que uma mãe de New Tripoli, Pensilvânia, fez – invadiu o banco de dados da escola e mudou as notas do boletim. Pois é, Catherine Venusto já havia trabalhado no Northwestern Lehigh School District e lembrou a senha do superintendente. Foi facinho facinho, mas o crime não foi perfeito e ela foi pega na mentira.

Agora ela enfrenta meia dúzia de acusações e só não foi presa porque pagou fiança. Além disto, ela ainda foi acusada de mexer nas notas do outro filho em fevereiro. Quer dizer, só “acusada” não – ela confessou mesmo e disse que nunca pensou que o que fez era ilegal (antiético sim, ilegal não).

Você gostaria que a sua mãe fizesse isso por você?

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Medo: rapaz que sofreu bullying na escola ameaça colegas 20 anos depois

Tânia Vinhas | 17/07/2012

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Bullying é algo horrível que traumatiza milhares de crianças pelo mundo afora. Algumas sofrem caladas, outras crescem complexadas. Nenhuma chega a esquecer o que passou. E algumas buscam vingança – o que pode ter um resultado terrível. Pois isto quase aconteceu em San Antonio, Texas.

Jason Carroll Moss, 38 anos, foi acusado de ameaçar seus antigos colegas de escola em uma página no Facebook que combinava uma reunião de 20 anos de formatura. O comentário feito pelo homem impressiona:

“Eu não fui para a formatura na época porque eu teria antecipado os tiros em Columbine. Me provocavam e muitos fizeram bullying comigo enquanto estávamos na escola e eu queria matar todos que me magoaram. Eu ainda busco vingança de todos vocês que me irritaram enquanto eu crescia na escola. Vocês não sabem o que fizeram comigo”.

Em sua defesa na delegacia, Jason disse que só queria deixar claro que não queria sofrer provocações durante a reunião do colégio. Ele ficou preso durante todo o evento para acalmar os nervos dos ex-alunos.

O que você pensa sobre isso? Chega a ser compreensível uma reação destas, considerando seu passado?

Em tempo: para quem não entendeu a citação de Columbine, foi uma tragédia ocorrida em 1999 nos Estados Unidos. Os estudantes Eric Harris e Dylan Klebold entraram armados na escola secundária Columbine, na cidade americana de Littleton, mataram 12 alunos e um professor, feriram 23 pessoas e depois cometeram suicídio.

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Professor larga a vida de mestre para virar rapper

Tânia Vinhas | 12/07/2012

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A carreira acadêmica de Mark Grist andava normal, igual a da maioria dos professores de Inglês de Peterborough. Só havia uma diferença: o cara era bom de rap e isto o fez rever as prioridades.

Um belo dia ele travou uma batalha de rap com um de seus alunos, vulgo MC Blizzard, e acabou com o moleque. O vídeo foi parar no Youtube, claro, e em pouco tempo mais de 2 milhões de pessoas já tinham assistido a performance dos dois. Foi a deixa para o professor de 30 anos largar o emprego fixo e trocar Shakespeare por Snoop Dogg.

Dica: a batalha começa só a partir dos 2 minutos de vídeo

Agora em seu currículo consta o grupo de hip-hop Dead Poets, que mescla rap com poesia. Se tudo der errado, não faz mal – o grande prazer de Mark é fazer os jovens apreciarem poemas e ensinar é uma paixão. Ele não quer deixar as salas de aula para sempre.

“Comecei a fazer rap para fazer os jovens se interessarem por poesia e isto ajudou a inspirar muitos deles”, disse Grist. “Eu sempre amei poesia e o meu interesse em rap começou a partir disto. Eu não sou um rapper descolado. Provavelmente eu sou o rapper mais quadrado que você já viu”.

Será que o seu professor tem um talento escondido e você nem faz ideia?

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Aluno de dez anos nocauteia professora e quebra joelho da assistente

Tânia Vinhas | 10/07/2012

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Crianças comuns levam bronca e fazem cara feia, fazem birra, choram só para irritar. Um menino de dez anos do Reino Unido, no entanto, reagiu como um verdadeiro lutador de UFC: com socos e pontapés violentos.

O aluno estava fazendo pirraça, batendo uma moeda na carteira. Cansada de pedir para parar, a professora confiscou a tal moeda. E aí o moleque teve um ataque de fúria!

Chocada com a reação da criança, a professora puxou o menino para o corredor para conversarem direito – a professora assistente, de 53 anos, também foi junto. E eis que aconteceu o imprevisível: o menino deu uma cabeçada na professora e chutou o joelho da outra com força.

Resultado: a professora agora sofre com dores de cabeça, zumbido no ouvido e visão embaçada. A assistente, coitada, teve a patela quebrada e nem uma operação resolveu 100% o dano – agora ela precisa de uma bengala.

Depois de toda a confusão, o menino foi levado ao tribunal e abriu o berreiro pedindo desculpas quando mostraram o vídeo da câmera de segurança do colégio. O juiz, Roger Ede, perdoou. Enquanto isto, a mãe do jovenzinho botou a culpa nas professoras: “elas é que causaram esta situação”.

Acho que agora sabemos de quem é culpa de verdade – alguém está criando um pequeno Chael Sonnen em casa.

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Universitário estuda “rápido demais” e é processado pela instituição

Tânia Vinhas | 05/07/2012

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Marcel Pohl deveria ser um exemplo de aluno: fez 60 provas em 20 meses, obteve a média necessária e se formou em Economia e Administração em agosto de 2011 em uma universidade da Alemanha. Se o normal era levar 11 semestres para se formar, ele precisou de apenas 3 – uau!

O problema foi que a tal universidade não achou nada “uau”. Pelo contrário: abriu um processo contra Marcel. O motivo? Ele não deveria ter se formado rápido desse jeito, pois dá prejuízo para a instituição. Agora ela alega que o certo seria ele pagar pelos 11 meses (o que daria mais 3 mil euros).

“Quando eu recebi o processo, eu pensei que não podia ser verdade”, contou o ex-aluno. “Boa performance deveria valer alguma coisa”. O advogado do moço também não se conforma: “a gente sempre foi contra os alunos lentos, mas quando alguém é mais rápido e termina antes, de repente ele precisa pagar por isto. Não pode estar certo”.

Até esse ponto da história a gente fica 100% do lado de Marcel, mas eis um ponto contra: o método utilizado para se formar tão rápido. Ele dividiu matérias e palestras com amigos e trocou notas sobre o que era ensinado. Então ele não chegou a ver todas as aulas, só fez todas as provas. Isto vai ser levado em conta no processo – será que vale agir desta forma?

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Professor dá um jeito no engraçadinho da sala

Tânia Vinhas | 03/07/2012

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Toda sala tem um engraçadinho que adora encher o saco dos colegas – normal. Só que nesta escola em questão, o professor resolveu apagar qualquer sinal de perturbação na aula.

Você acha válido aplicar este método disciplinar?

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