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Escola mantém política “anti-protetor solar” e alunos saem queimados

Tânia Vinhas | 27/07/2012

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Comentário

Uma escola de Tacoma, Washington, tem uma política meio estranha: ela é anti-protetor solar. Claro que não demorou muito para os estudantes ficarem queimados de sol e daí para as mães reclamarem foi um pulo.

Jesse Michener, mãe de Violet (11) e Zoe (9) foi a primeira a ficar horrorizada com a história. Um belo dia elas foram a um evento ao ar livre na escola e voltaram vermelhas, inchadas, com a pele soltando por causa das queimaduras. Pior ainda foi para Zoe, que sofre de uma forma de albinismo e tem a pele mais sensível que as outras crianças.

Você pode até pensar: “então por que a própria mãe não passou protetor nelas antes?”. Jesse contou que quando as filhas saíram de casa estava chovendo e por isso achou que as atividades seriam feitas na quadra da escola. Depois é que o sol apareceu e elas ficaram 5 horas a céu aberto.

A mãe das meninas foi na delegacia de ensino reclamar sobre essa história de banir protetor solar e eles explicaram que não é bem assim. A política proíbe que os funcionários da escola passem protetor nas crianças e que as crianças podem passar nelas mesmas. Quer dizer, nem todas – só as que tiverem autorização médica para usar.

A lei existe porque alguns produtos possuem ingredientes que podem causar alergia em crianças. Jesse descobriu que 49 estados americanos têm esta regra. “Eu disse para a diretora que qualquer política que não autoriza a minha filha a usar o bom senso é algo que pede que eu faça alguma coisa”, disse a mãe. “Ela concordou com a cabeça”.

Bem falado, Jesse. Cadê o bom senso?

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Comentários da Matéria

Thaís

29 de julho de 2012 às 15:51

Que absurdo! Quer dizer que se a criança nao tiver orientaçao médica ela vai fritar no sol?

[Reply]