Guia do Estudante

Posts com a tag ‘absurdo’

Polêmica: escola dá bronca em aluno via Facebook

Tânia Vinhas | 04/12/2012

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Eis um caso que provocou a maior polêmica em todo o território nacional ontem: uma escola de Uberaba (MG) viu um aluno falar mal dela via rede social e resolveu dar um puxão de orelha ali mesmo, para todo mundo ler.

O aluno postou uma mensagem no Faceboook no fim de novembro sobre dormir tarde e ter aula no dia seguinte e, após a resposta de um colega, reclamou que a escola estaria uma “bagunça” e que só ia para lá para a mãe “não encher o saco”.

A surpresa veio horas depois, quando o perfil do COC Uberaba Osvaldo Cruz respondeu. “Acredito que você esteja equivocado quanto às suas impressões relativas à nossa escola!!!”, dizia a mensagem. “O que acontece é que você é um aluno com grandes chances de reprovação e que, mediante este fato, prefere se omitir de suas responsabilidades e procurar responsáveis pelo seu despreparo e seu desinteresse”.

“Da próxima vez que você acessar o face para este tipo de comentário, pense primeiro na sua postura como aluno e nas suas inúmeras ausências das aulas, fato este que já comprometeu seu ano letivo!!!”, termina o texto.

Muita gente curtiu o tal comentário, muita gente achou um absurdo a postura da escola. O pai do aluno quer entrar na justiça e a diretoria afirmou que a mensagem foi publicada por um funcionário sem autorização.

E agora? O que você pensa sobre o assunto? O aluno merecia a bronca? A escola tinha direito de falar aquilo em um local público? A falta de respeito maior foi de quem?

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Após ser atingido por calculadora, professor ameaça aluno com faca

Tânia Vinhas | 26/11/2012

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Vamos combinar: a vida não tá fácil para ninguém, muito menos para os professores. E menos ainda para os professores substitutos. O problema é quando a situação perde o controle – e foi o que aconteceu na Normandy Middle School do Missouri.

Stanley Covington, professor de 64 anos, foi chamado para substituir outro docente no começo do mês. Ele já estava com um pouco de dificuldade para controlar os adolescentes da 8ª série, mas eis que um aluno chegou atrasado e, já no calor do momento, Stanley começou a discutir com ele.

A classe virou uma zona (como era de se esperar, na verdade), e, no meio do caos, um estudante arremessou uma calculadora na cabeça do homem. Pois é. A partir daí, a história se divide em duas versões.

- Os alunos alegam que Stanley surtou, abriu a própria mochila e pegou uma faca enorme (parecida com o modelo que você vê na foto). Ele teria ameaçado o garoto, apontando a faca para o peito dele.

- Stanley alega que ele saiu para chamar o segurança e, enquanto isto, um aluno abriu a sua mochila, pegou a faca e deixou na mesa dele. Ninguém teria ameaçado ninguém.

Não, ele não negou que a faca era dele. Não, ninguém sabe ao certo o motivo de um professor ter uma faca enorme na mochila. Estranho.

Seja lá qual for a verdade, no fim das contas Stanley ficou encrencado e agora está preso por porte ilegal de arma. Só vai sair se pagar uma fiança de 10 mil dólares.

Lição do dia: nunca leve uma calculadora para uma possível briga de faca. Vai saber o que pode acontecer (oi?).

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Alunos são suspensos por chupar bala de menta com energético

Tânia Vinhas | 10/10/2012

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A história é meio estranha: quatro garotos de 17 anos de um colégio público de Perkin, Illinois, foram vistos em uma festa da escola ingerindo balas brancas. Os funcionários acharam suspeito e contaram ao diretor, que suspendeu o grupo por dois dias até descobrir o que era a tal substância.

Os meninos acharam um absurdo – disseram que eram só balas energéticas de menta (menta com cafeína e outros ingredientes comumente encontrados em energéticos). O pai de um deles, Jason McMichael, foi reclamar, dizendo que seu filho nunca se meteu em encrenca e que ele era inocente.

A diretoria bateu o pé – disse que podiam ser drogas ilegais e que quando os estudantes foram monitorados pela enfermeira local eles apresentaram batimentos cardíacos acelerados e pressão alta.

Eis que então o pai fica mais inconformado: se eles podiam estar drogados, por que não levaram os meninos para um hospital? Como assim só mandaram todos para casa?

Enfim. O caso é que, no fim das contas, a escola mandou analisar as tais balas e – olha só! – eram balas inocentes mesmo.

Resultado: os moleques continuaram suspensos. A explicação do colégio? Já que a bala que não era droga parecia droga, eles deveriam ser punidos por má-conduta (por levar um produto desconhecido para dentro da escola).

Isso é que é não querer dar o braço a torcer…!

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Diretor pede pra sair após ofender alunos via e-mail e SMS

Tânia Vinhas | 04/10/2012

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Dr. David Madden, diretor de um pequeno colégio de Oxford, Pennsylvania, acabou forçado a pedir as contas após ser suspenso e criticado por mandar mensagens ofensivas sobre alguns alunos com necessidades especiais. Um deles, com distúrbio bipolar, foi chamado de – acredite – psicopata!

Durante uma reunião com o garoto e sua mãe, Madden enviou uma mensagem comentando que ele era “o maior acidente prestes a acontecer”, “uma inspiração para o CSI sobre assassinatos no colégio” e “psicopata que tem mais direitos que as crianças que ele persegue ou os professores que precisam lidar com ele”.

Uma estudante de Direito que acompanhava a mãe e o filho foi quem reparou nas mensagens que ele estava escrevendo e fez a denúncia. Conseguiram pedir o registro dos textos do diretor e pronto. Foi aberta a polêmica.

Para outro aluno, de origem latina, ele disse que o menino estava “destinado a ser jardineiro”. Mais? Em um dos e-mails para uma ex-namorada, ele ameaçava o superintendente local!

O pior é que Madden ainda conseguiu uma página no Facebook com 400 pessoas dizendo que ele não deveria ser mandado embora. Gente assim não deveria estar perto de crianças…

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Oradora da turma fica sem diploma após dizer “diabos” no discurso

Tânia Vinhas | 22/08/2012

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Kaitlin Nootbaar era o exemplo de boa aluna: ótimas notas, primeira da classe, eleita oradora da turma. No entanto, a garota saiu da Prague High School, em Oklahoma, sem diploma. O motivo? Dizer a palavra “diabos” no discurso da colação de grau.

O pai de Kaitlin está inconformado, óbvio. Ele disse que a inspiração do texto foi o filme Eclipse, da saga de Crepúsculo, e que não tinha problema nenhum. “A frase dela foi: ‘quando ela começou a estudar ela queria ser enfermeira, depois veterinária e, agora que ela está chegando perto da formatura, as pessoas perguntam o que ela quer fazer e ela diz ‘como diabos vou saber? Eu mudei de ideia tantas vezes!’”.

Nootbaar disse que o público riu e a filha recebeu uma longa salva de palmas. O problema foi na hora de buscar o diploma de verdade no colégio agora no meio do ano. “Nós fomos até a secretaria e pedimos o diploma e o diretor disse ‘o seu diploma está aqui, mas você não vai pegá-lo. Nós temos um problema’”, contou o pai.

A escola decidiu que ela teria que escrever uma carta de desculpas antes de receber o certificado, mas a família achou um absurdo. Kaitlin também não quer dar o braço a torcer. “Ela mereceu o diploma. Ela completou a grade escolar. Em quatro anos ela nunca tirou uma nota B. Ela só tirou A e teve média alta o caminho inteiro”.

Kaitlin passou em uma boa faculdade e ganhou bolsa integral e tal história só prejudica o seu futuro. O diretor não quis comentar o caso, alegando que o assunto é confidencial.

Cada coisa descabida…

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Escola pública americana ameaça: faça um teste de gravidez ou seja expulsa

Tânia Vinhas | 09/08/2012

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Conheça a Delhi Carter School de Delhi, Louisiana, uma escola pública onde a regra é clara: se houver suspeitas, a aluna deve fazer um teste de gravidez. Se ela não quiser fazer, será expulsa. E se fizer e realmente estiver grávida, também será expulsa e forçada a estudar em casa.

Claro que ninguém aqui está querendo incentivar a gravidez adolescente, mas convenhamos – tudo tem limite. Todas as meninas merecem receber uma educação de qualidade e livre de discriminações.

Forçar alguém a ir a um médico designado pelo colégio e fazer um teste de gravidez não é correto. Bem, talvez os pais das meninas tenham este direito, mas só eles. E proibir quem está grávida de assistir às aulas, interromper os seus estudos por causa disto, aí já é errado demais.

Quando a ACLU (American Civil Liberties Union) descobriu o caso, acionou o Projeto dos Direitos da Mulher e pediu a suspensão imediata desta política ilegal e machista (já que os meninos que engravidam as meninas não são obrigados a nada).

Revoltante, não é mesmo?

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Professor mente que matou menina para matar aula

Tânia Vinhas | 07/08/2012

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Tem gente que inventa que está doente para não aparecer no serviço. Outras pessoas dizem que um tio-avô morreu. Derek McGlone não optou pelo caminho mais simples: para não precisar trabalhar, disse que havia atropelado uma criança em um acidente fatal.

Pois é, o professor escocês de 42 anos já tinha fama de contar lorotas para escapar do trabalho no Colégio Calderhead, mas eram mentirinhas inocentes. Até que ele inventou que havia tirado a vida de uma menininha.

“Ele disse que sentiu as rodas do carro passarem por cima do corpo dela”, disse Joyce Kilmartin, a diretora. Quando descobriram a farsa, foi a gota d’água. Todo o corpo docente reclamou sobre a sua conduta e contou ao conselho educacional da região.

Quando ficou sabendo, Derek ainda por cima foi descarregar a raiva no Facebook, xingando todo mundo e dizendo que iria atrás deles. Mas aí o ódio passou, o arrependimento bateu e agora ele quer voltar a trabalhar. “Não posso dar nenhuma explicação lógica pelas minhas ações”, disse.

Acho que agora é meio tarde demais né?

Dado curioso: em outra ocasião, McGlone ligou de dentro da própria casa em Glasgow dizendo que não ia trabalhar porque estava preso em uma nuvem de cinzas vulcânicas na Islândia. Ok…

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Escola mantém política “anti-protetor solar” e alunos saem queimados

Tânia Vinhas | 27/07/2012

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Uma escola de Tacoma, Washington, tem uma política meio estranha: ela é anti-protetor solar. Claro que não demorou muito para os estudantes ficarem queimados de sol e daí para as mães reclamarem foi um pulo.

Jesse Michener, mãe de Violet (11) e Zoe (9) foi a primeira a ficar horrorizada com a história. Um belo dia elas foram a um evento ao ar livre na escola e voltaram vermelhas, inchadas, com a pele soltando por causa das queimaduras. Pior ainda foi para Zoe, que sofre de uma forma de albinismo e tem a pele mais sensível que as outras crianças.

Você pode até pensar: “então por que a própria mãe não passou protetor nelas antes?”. Jesse contou que quando as filhas saíram de casa estava chovendo e por isso achou que as atividades seriam feitas na quadra da escola. Depois é que o sol apareceu e elas ficaram 5 horas a céu aberto.

A mãe das meninas foi na delegacia de ensino reclamar sobre essa história de banir protetor solar e eles explicaram que não é bem assim. A política proíbe que os funcionários da escola passem protetor nas crianças e que as crianças podem passar nelas mesmas. Quer dizer, nem todas – só as que tiverem autorização médica para usar.

A lei existe porque alguns produtos possuem ingredientes que podem causar alergia em crianças. Jesse descobriu que 49 estados americanos têm esta regra. “Eu disse para a diretora que qualquer política que não autoriza a minha filha a usar o bom senso é algo que pede que eu faça alguma coisa”, disse a mãe. “Ela concordou com a cabeça”.

Bem falado, Jesse. Cadê o bom senso?

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Aluno de dez anos nocauteia professora e quebra joelho da assistente

Tânia Vinhas | 10/07/2012

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Crianças comuns levam bronca e fazem cara feia, fazem birra, choram só para irritar. Um menino de dez anos do Reino Unido, no entanto, reagiu como um verdadeiro lutador de UFC: com socos e pontapés violentos.

O aluno estava fazendo pirraça, batendo uma moeda na carteira. Cansada de pedir para parar, a professora confiscou a tal moeda. E aí o moleque teve um ataque de fúria!

Chocada com a reação da criança, a professora puxou o menino para o corredor para conversarem direito – a professora assistente, de 53 anos, também foi junto. E eis que aconteceu o imprevisível: o menino deu uma cabeçada na professora e chutou o joelho da outra com força.

Resultado: a professora agora sofre com dores de cabeça, zumbido no ouvido e visão embaçada. A assistente, coitada, teve a patela quebrada e nem uma operação resolveu 100% o dano – agora ela precisa de uma bengala.

Depois de toda a confusão, o menino foi levado ao tribunal e abriu o berreiro pedindo desculpas quando mostraram o vídeo da câmera de segurança do colégio. O juiz, Roger Ede, perdoou. Enquanto isto, a mãe do jovenzinho botou a culpa nas professoras: “elas é que causaram esta situação”.

Acho que agora sabemos de quem é culpa de verdade – alguém está criando um pequeno Chael Sonnen em casa.

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Universitário estuda “rápido demais” e é processado pela instituição

Tânia Vinhas | 05/07/2012

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Marcel Pohl deveria ser um exemplo de aluno: fez 60 provas em 20 meses, obteve a média necessária e se formou em Economia e Administração em agosto de 2011 em uma universidade da Alemanha. Se o normal era levar 11 semestres para se formar, ele precisou de apenas 3 – uau!

O problema foi que a tal universidade não achou nada “uau”. Pelo contrário: abriu um processo contra Marcel. O motivo? Ele não deveria ter se formado rápido desse jeito, pois dá prejuízo para a instituição. Agora ela alega que o certo seria ele pagar pelos 11 meses (o que daria mais 3 mil euros).

“Quando eu recebi o processo, eu pensei que não podia ser verdade”, contou o ex-aluno. “Boa performance deveria valer alguma coisa”. O advogado do moço também não se conforma: “a gente sempre foi contra os alunos lentos, mas quando alguém é mais rápido e termina antes, de repente ele precisa pagar por isto. Não pode estar certo”.

Até esse ponto da história a gente fica 100% do lado de Marcel, mas eis um ponto contra: o método utilizado para se formar tão rápido. Ele dividiu matérias e palestras com amigos e trocou notas sobre o que era ensinado. Então ele não chegou a ver todas as aulas, só fez todas as provas. Isto vai ser levado em conta no processo – será que vale agir desta forma?

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