Guia do Estudante

Posts com a tag ‘aluna’

Escola pública americana ameaça: faça um teste de gravidez ou seja expulsa

Tânia Vinhas | 09/08/2012

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Conheça a Delhi Carter School de Delhi, Louisiana, uma escola pública onde a regra é clara: se houver suspeitas, a aluna deve fazer um teste de gravidez. Se ela não quiser fazer, será expulsa. E se fizer e realmente estiver grávida, também será expulsa e forçada a estudar em casa.

Claro que ninguém aqui está querendo incentivar a gravidez adolescente, mas convenhamos – tudo tem limite. Todas as meninas merecem receber uma educação de qualidade e livre de discriminações.

Forçar alguém a ir a um médico designado pelo colégio e fazer um teste de gravidez não é correto. Bem, talvez os pais das meninas tenham este direito, mas só eles. E proibir quem está grávida de assistir às aulas, interromper os seus estudos por causa disto, aí já é errado demais.

Quando a ACLU (American Civil Liberties Union) descobriu o caso, acionou o Projeto dos Direitos da Mulher e pediu a suspensão imediata desta política ilegal e machista (já que os meninos que engravidam as meninas não são obrigados a nada).

Revoltante, não é mesmo?

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Garota é mandada para casa porque sua saia era… longa demais

Tânia Vinhas | 27/04/2012

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Eis uma notícia estranha e fora do normal: enquanto muitas meninas levam bronca na escola por usarem saias curtíssimas, Khadija levou bronca por usar uma saia longa demais.

Khadija é muçulmana e estuda no colégio Edmond-Rostand, de Saint-Quen-l’Aumône, localizada os arredores de Paris. No começo desta semana ela chegou com uma saia comprida e recebeu a ordem de voltar para casa.

“Outras alunas se vestem como hippies ou góticas e ninguém diz nada”, reclamou Khadija. “Mas eu não tenho nem permissão para usar uma saia deste estilo”. E qual foi a alegação da escola para proibir saias longas e não saias curtas? “A saia exprime valores religiosos”.

“Se eu fosse para a escola usando o véu eu entenderia a reação deles”, disse a estudante. “Mas era um dia lindo e eu usei uma saia comprida. A diretora me disse que eu estava sendo provocadora e me mandou para casa”.

A diretora se defende: “Ela tira o véu antes de entrar na escola, mas é nosso papel fazer comentários sobre os estudantes que usam roupas para nos provocar. Nós fazemos a mesma coisa com meninas que chegam aqui de barriga de fora. Ela não foi expulsa da escola”.

Quem mais viu uma tempestade em copo d’água nesta história?

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Aluna pede para ir ao banheiro e professora manda usar um balde

Tânia Vinhas | 19/03/2012

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É claro que muitos alunos abusam da paciência dos professores e ainda aproveitam a ida ao banheiro para dar umas voltas e matar tempo, mas não é por isto que os professores podem fazer o que Gonja Wolf fez.

A professora de artes da Patrick Henry High School, de San Diego (Califórnia), não ficou nada satisfeita quando uma aluna de 14 anos pediu para ir ao banheiro. Resultado: mandou a garota urinar em um balde e jogar o “conteúdo” na pia. “Ela queria humilhar a menina”, afirma a acusação – sim, porque é claro que processaram a mulher e a escola.

A aluna alega que depois disso passou a sofrer gozação dos colegas e que a história correu o prédio inteiro. “Ela não se sente mais segura e nem confortável”, continua o processo.

O advogado pede no mínimo 25 mil dólares de indenização por danos psicológicos e ainda quer que a escola pague um colégio particular para ela durante o resto do ensino médio. Justo.

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Aluna de 12 anos processa escola que queria invadir seu Facebook

Tânia Vinhas | 12/03/2012

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Em tempos de Big Brother, aparentemente anda meio difícil entender o que significa “privacidade”. Uma aluna de 12 anos de Minnesota está processando a escola por invasão de privacidade – a diretoria pressionou a garota a dizer seu login e senha do Facebook e ela não deixou barato. E olha que este não é o primeiro caso relacionado a instituições pedindo senhas de redes sociais.

O fato é que R.S. (o nome dela não foi divulgado) foi punida duas vezes por conta de postagens no Facebook – uma reclamando sobre um inspetor e outra perguntando quem havia sido o dedo-duro. Na terceira vez, a escola mandou a polícia forçar a menina a entregar a senha.

“R.S. foi intimidada, ameaçada, humilhada e chorou muito enquanto estava detida naquela sala pequena da escola”, diz o processo. A escola afirma que não foi isto o que aconteceu e que todo mundo só quis saber de um lado da história.

A diretoria contou que um aluno disse a eles que ela estava conversando sobre sexo no Facebook e decidiu chamá-la para uma conversa. Então por que havia um policial ali também? E ela não tem o direito de conversar sobre o que quiser, contanto que não prejudique outras pessoas?

Tem algo muito errado nessa nova maneira de controlar os alunos.

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Garota esperta: universitária tenta fugir de prova fazendo ameaças de bomba

Tânia Vinhas | 20/12/2011

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Crianças que não querem fazer prova fingem que estão doentes. Jovens que não querem fazer prova decidem deixar para fazer a segunda chamada. Jovem doida que não queria fazer prova fez o quê? Ameaçou explodir o campus!

Que não sirva de inspiração para ninguém, mas o fato é que Evelyn A. Hubbard, uma estudante de 21 anos da Universidade Loyola (em Chicago), mandou dois e-mails ameaçando explodir o Monroe Hall do campus no fim do mês passado.

O caso foi parar no FBI e os agentes contaram que Evelyn admitiu que fez o que fez para fugir da prova que ela teria naquela manhã. “Foi uma brincadeira”, disse a moça. Brincadeira? Aham!

Às 9h ela mandou um e-mail ameaçando cinco professores e pedindo a evacuação imediata do prédio. Às 9h27 ela mandou outro dizendo que iria explodir o lugar. Isto é brincadeira que se faça? Pois a universidade procurou o departamento de polícia, que chamou o FBI e que, por sua vez, rastreou a origem das mensagens.

Obviamente ela foi presa e agora vai responder por envio de ameaças – o que pode resultar em 250 mil dólares de multa e até 5 anos atrás das grades!

Era melhor ter feito a prova, né querida?

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Estudante tira fotos nua, envia para rapaz por vontade própria e processa a escola

Tânia Vinhas | 12/12/2011

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Podemos resumir a história deste jeito: garoto pede para garota mais nova mandar fotos dela mesma sem roupa, garota tira as tais fotos, garoto espalha as fotos pelo colégio e garota resolve processar a escola, que teoricamente não tem muito a ver com o assunto!

Incomum, no mínimo. Isto aconteceu na escola Stoughton High, em Stoughton, Wisconsin. A menina, que não quis ser identificada, contou que o caso aconteceu quando ela tinha 14 anos (hoje ela tem 18) e que quando as fotos caíram nas mãos dos colegas a escola falhou ao protegê-la do assédio do colega. Ela decidiu processar o colégio, a diretora da época, o superintendente da época e até a cidade.

A moça quer levar o caso aos tribunais e pede indenização por danos morais, já que, depois que o rapaz colocou as fotos na internet, ela sofreu assédio sexual e ouviu ofensas que a chamavam de “prostituta” para baixo. Ainda disse que tudo isto fez com que ela desenvolvesse distúrbios de alimentação e tentasse suicídio várias vezes.

Quando a mãe descobriu o que aconteceu, abriu processo contra o menino, que assumiu o que fez, mas não sofreu muitas consequências. Foi aí que veio a ideia de processar a escola, que supostamente se fez de desentendida e não quis se envolver no assunto.

Entendemos que é importantíssimo o rapaz pagar pelo que fez e concordamos plenamente que a escola deveria ter cuidado da situação e defendido a moça. Mas não podemos deixar de comentar: uma menina de 14 anos que manda fotos deste tipo para um garoto de 17 anos por livre e espontânea vontade não é tão inocente assim, vai…

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