Guia do Estudante

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Aluno faz bullying e professora manda o resto da classe bater no menino

Tânia Vinhas | 21/06/2012

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Em escolas normais as crianças que fazem bullying levam broncas e suspensões (ou não levam nada, o que é triste). No entanto, em uma escola do Texas a técnica disciplinar foi diferente – o aluno que fez bullying apanhou do resto da classe a mando da professora!

Pois é, o caso aconteceu na Salinas Elementary, uma escola no subúrbio de San Antonio, e a professora está sendo acusada de orquestrar uma sessão de pancadaria para ensinar ao aluno de 6 anos (seis anos!!) que fazer bullying é errado. A professora assistente também entrou no caso por ter deixado acontecer.

De acordo com a polícia, a professora chamou o garoto valentão Aiden e disse aos outros 24 estudantes “bate nele!”e “bata mais forte!”. Pior: muitas crianças nem queriam bater, mas ficaram com medo de desobedecer a professora.

“Vinte e quatro crianças bateram nele e ele disse que a maioria bateu duas vezes”, afirmou Amy Neely, mãe de Aiden.

Assim como em vários casos de bullying, a mãe disse que o filho nunca causou problemas e que esta foi a primeira vez que ouviu falar de professores tendo problemas com ele –  então vai saber o que o moleque já aprontou por aí. Mas mesmo assim né, dona professora!

Disciplinar alunos contra bullying chamando todo mundo pra porrada: você está fazendo isto errado!

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Estudante faz faxina no colégio após fazer o “Tebowing” na formatura

Tânia Vinhas | 29/05/2012

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Antes de mais nada, se você não sabe o que é o Tebowing, vamos explicar – assim como o planking, o owling e o Xuxing, o Tebowing é uma modinha da internet que fez muita gente tirar fotos imitando Tim Tebow, um jogador de futebol americano que comemorou uma vitória do seu time fazendo a seguinte pose:

Essa modinha já havia passado, mas mesmo assim Chuck Shriner, aluno da Fort Myers Catholic School, resolveu fazer a tal pose na hora de pegar o seu diploma. Como o garoto de 17 anos foi um bom jogador de futebol americano no colégio, ele achou divertido fazer esta piada.

Todo mundo que estava assistindo a cerimônia achou graça – menos o corpo docente. Pegaram o seu diploma e falaram que ele só iria poder pegá-lo de volta se cumprisse um castigo. “Eu só achei que seria engraçado”, disse Shriner. “Eu fiz aquilo para a formatura ser memorável. Mas falaram que eu estava inspirando errado os alunos dos próximos anos e que isto poderia levar a algo pior. Então eles quiseram dar um exemplo”.

E qual foi o castigo? Fazer uma boa faxina na quadra esportiva. E quem sugeriu esta punição? A mãe do Chuck, que é professora de matemática na escola e ficou muito brava com a gracinha do filho.

“Mas valeu muito a pena”, riu Chuck.

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Universidade contrata cabras como jardineiras

Tânia Vinhas | 19/04/2012

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Eis uma ideia meio excêntrica, porém eficiente: a Universidade da Georgia, Estados Unidos, colocou 8 cabras em seu terreno para cuidar do mato que crescia rápido demais. A ideia veio do estudante Zach Richardson, que está no último ano do curso de Arquitetura e Paisagismo.

O projeto deu tão certo que Richardson até ganhou um prêmio de sustentabilidade da Universidade. As cabras chegaram há três semanas e já comeram tanta grama desde então que o local está impecável.

“Era uma parede impenetrável de vegetação”, contou o aluno. “Elas começaram em uma floresta e a transformaram em um campo de parque. A parte mais legal é que isto virou algo muito maior, você pode sentar e observar todos os estudantes parando e passando um tempo com as cabras”.

Pois é: além de economizar dinheiro e ser uma medida mais amiga do ambiente (melhor que usar máquinas pesadas ou produtos químicos), é muito mais divertido brincar com as cabras gulosas do que aturar ceifadeiras barulhentas.

E antes que alguém pergunte sobre a segurança dos alunos, os bichinhos por enquanto só trabalham dentro de cercados. Então responda: você gostaria de estudar em um lugar cheio de cabras paisagistas?

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Aluno é suspenso após tentar abraçar professora

Tânia Vinhas | 17/04/2012

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Todo mundo já sabe que os americanos não são como os brasileiros – não saem abraçando todo mundo, não cumprimentam com beijinhos no rosto, não criam intimidade rápido. Mas o que aconteceu em Bladenboro, Carolina do Norte, foi extremo.

Ryan Blackmon, um aluno da 8ª série da Bladenboro Middle School, foi suspenso quando tentou abraçar a sua professora. O abraço não era sem motivo: ela havia apartado uma briga, outro aluno bully queria bater em Ryan. Feliz por ter sido salvo, ele quis agradecer com um abraço. E deu no que deu.

“Eu disse ‘obrigado’ assim que ela parou a briga”, contou o estudante. “Eu fui abraçá-la e ela me puxou pelo braço, me arrastou até outra professora e disse que eu precisava levar suspensão, que algo sério havia acontecido”.

De acordo com o colégio, é contra a política da escola dar abraços nos professores. Pois é.

Em resposta, os pais de Ryan fizeram um boletim de ocorrência contra a professora e a escola – não por causa do abraço não dado, mas por causa do roxo que ela deixou no braço do menino enquanto o levava para a diretoria.

“Eu não entendo como é que ela pode se sentir ameaçada se eu estava mostrando a minha gratidão, mas ela poderia só ter pedido educadamente para eu me afastar”, lamentou Ryan.

Gente, fala sério. Um abracinho não mata ninguém né?

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Aluno tenta enforcar professor com a gravata após levar bronca

Tânia Vinhas | 02/04/2012

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Coisas que acontecem todos os dias em qualquer escola: estudante falta demais e/ou chega atrasado várias vezes e o professor dá uma bronca. Ok, normal. Coisa que raramente acontece: o aluno se rebela com a bronca e tenta estrangular o professor.

Pois é, o absurdo aconteceu na semana passada na Stamford Academy, em Connecticut. Shaquille Leon Waldron-Gray, de 18 anos, entrou em uma discussão com um de seus professores porque ele estava chegando atrasado praticamente todos os dias. Os ânimos foram se exaltando, Shaquille tirou a gravata do uniforme e tentou enforcar o professor.

Testemunhas chamaram a polícia, que pegou o garoto fugindo por um estacionamento próximo. Quando os policiais chegaram para falar com ele, Shaquille tentou socá-los (mas não acertou ninguém).

Resultado: ele foi levado para a delegacia e vai enfrentar processo por várias acusações. Enquanto isto, o professor afirma que passa bem e que conseguiu dirigir até o hospital para cuidar das escoriações.

Ei, Shaquille: não era mais fácil ter mentido como todo mundo e dizer “isto não vai se repetir, professor”?

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Escola suspende aluno que raspou a cabeça – e ele tinha motivos nobres

Tânia Vinhas | 21/03/2012

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Fato: algumas regras são bestas. Não queremos incentivar a anarquia nas escolas, muito longe disto (a maioria das regras é fundamental para a formação dos estudantes), mas vejam só o que aconteceu no colégio Padua de Mornington, uma cidade perto de Melbourne, Austrália:

 

O melhor amigo de um estudante da nona série descobriu ter leucemia e o garoto, tocado com a luta do amigo, resolveu raspar a cabeça para mostrar solidariedade e arrecadar fundos para uma instituição que ajuda vítimas de câncer. Louvável, certo?

 

No entanto, a diretoria decidiu suspender o aluno. Disse que o máximo permitido pela política da escola é raspar a cabeça com máquina dois – e máquina zero era inadmissível. Quando ele pode voltar para as aulas, nesta segunda-feira, ele foi informado de que seria obrigado a usar um boné até o cabelo crescer.

 

“Ele quis raspar a cabeça por uma boa causa, mas ele não seguiu o procedimento exigido pela escola e não nos procurou antes”, explicou Christopher Houlihan, o diretor. “Eu sempre deixei os alunos participarem do movimento World’d Greatest Shave [um dos maiores eventos solidários do país], contanto que o comprimento dos fios estivesse em um nível aceitável – máquina dois. E eles também podem apoiar a causa fazendo propaganda sobre ela”.

 

E sabem o que é pior? A escola é católica. Belo exemplo, heim?

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Filho tira notas baixas e pai obriga garoto a andar com cartaz humilhante

Tânia Vinhas | 14/03/2012

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Michael Bell Jr. está na sétima série e não podemos dizer que ele é um aluno exemplar. Por outro lado, podemos dizer que ele é um aluno que serviu de exemplo de outro jeito.

Quando ele chegou em casa com um boletim nada satisfatório, seus pais não tiraram seu videogame e nem proibiram a televisão – eles mandaram o garoto perambular pelas ruas com um cartaz bem sincero.

“Ei, eu quero ser o palhaço da sala, isto é errado?”, diz um lado do cartaz. O outro lado é pior: “Ei, estou na 7ª série e estou com F de média neste semestre. Não tem nada de errado nisto. Buzine se você não concorda. Obrigado”.

“Ele está se ferrando na escola, tanto no seu comportamento quanto no desempenho acadêmico, e agora eu estou tentando passar uma mensagem a ele”, afirmou o pai, Michael Bell Sr. “Esta é a única coisa que me sobrou fazer para tentar ensinar a ele uma lição”.

“Eu não gosto, mas eu sei que a culpa é minha”, disse o garoto, aceitando o próprio castigo.

Foi merecido ou não?

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Aluno tira foto de professor dormindo e leva suspensão

Tânia Vinhas | 02/02/2012

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Mais um exemplo de regra um pouco burra e inflexível demais. O caso aconteceu em uma escola pública de Mustang, Oklahoma, e revoltou pais e alunos: um estudante percebeu que seu professor substituto havia dormido durante a aula e tirou uma foto com o celular. Ele mostrou a foto para várias pessoas da escola e não aconteceu nada com o mestre – mas com ele sim.

Quando a diretoria ficou sabendo da foto, decidiu suspender o aluno, visto que usar celular dentro da sala é proibido. “Um estudante pode possuir um aparelho de telecomunicação dentro do território escolar, mas o uso deste aparelho não é permitido durante o horário de aula”, diz a política da escola.

O pai do aluno, Steve Graulich, não concorda muito com o ocorrido. “Eles realmente deveriam ter repreendido o meu filho por ter um celular, mas provavelmente foram extremistas porque eles pegaram um professor fazendo algo que não deveria estar fazendo”, disse. “Concordo com a regra da escola, mas talvez esta fosse a única forma de provar que o professor estava dormindo. Se o professor estava dormindo, então a escola deveria investigar isto”.

A escola afirma que o caso do professor também será investigado, pois tal comportamento “não é tolerado”.

Exagero, heim, escola? Uma detenção seria válida, mas suspensão?

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Escola suspende aluno que deixava o cabelo crescer para doá-lo a vítimas de câncer

Tânia Vinhas | 30/01/2012

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Mais uma história que faz qualquer um pensar “mas que absurdo!”. J.T. Gaskins sempre foi um aluno exemplar da Madison Academy (Michigan), mas neste momento ele cumpre uma suspensão fazendo trabalhos escolares em casa. O motivo da penalidade? Ele deixou o cabelo crescer.

Para começo de conversa, talvez uma suspensão fosse uma medida muito drástica para o caso – uma advertência talvez bastasse. Mas a situação é pior, pois ela tinha uma causa nobre: J.T. queria doar seus fios para a Locks of Love, uma instituição que aceita cabelos doados para fazer perucas para pessoas com câncer.

Como o garoto de 17 anos já passou por isso (ele teve leucemia anos atrás) e descobriu que a irmã de um amigo estava com a mesma doença, ele decidiu fazer uma boa ação. Só que a escola foi impassível e decidiu que ele estava violando a política da escola.

Mesmo com a suspensão no histórico, J.T. se recusa a cortar o cabelo, na esperança de que o conselho escolar reconsidere a penalidade. “Eu lutei contra o câncer toda a minha vida. Eu vou continuar lutando contra ele. Eu não vou voltar atrás só porque a minha escola mandou”, disse o aluno.

Uma petição online foi criada para convencer a escola a criar uma exceção à regra, que seria justamente a de que cabelo comprido com intenção de doação seria aceitável. Mais de 3 mil pessoas já assinaram (inclusive esta que vos escreve) e com certeza a lista vai aumentar. Quer assinar também? Clique aqui!

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Aluno conta que acidentalmente levou uma faca para a escola e é suspenso

Tânia Vinhas | 11/01/2012

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Uma história de dar dó: Jack Persyn, um garoto de 13 anos de Buford, Geórgia, descobriu que havia levado sem querer uma faca para a sua escola, a Lanier Middle School. Chocado, decidiu fazer a coisa certa e contar para a professora – só que acabou levando uma suspensão.

Agora você deve estar pensando “aham, ‘acidentalmente’, sei!”. Mas é verdade! A tia de Jack foi a um bazar de garagem, comprou uma mochila militar usada e deu a ele de presente de Natal. Quando ele foi estrear o presente, viu que dentro dela havia uma faquinha pequena esquecida no fundo.

A professora levou o garoto para a diretoria e um relatório foi feito explicando que Jack havia levado a faca acidentalmente e que ele “imediatamente reportou o caso”. Então por que ele levou uma suspensão de 4 dias?

“Eu odeio o fato de que Jack sentiu que ele fez o que deveria ser feito e ainda teve que arcar com as conseqüências”, reclamou a mãe, Angie Persyn. “Nunca houve uma questão de segurança”, completou o pai, Bill. “Ninguém se machucou, foi um erro inocente e ainda assim ele foi tirado das aulas por quatro dias. Até entenderia uma hora de detenção, mas isto é nonsense”.

A escola se defende: “temos uma política de tolerância zero em relação a armas e qualquer estudante que for encontrado com uma arma enfrentará as conseqüências. Não podemos ignorar o fato de que existe uma arma no campus e que alguém pode usá-la”.

Meio exagerado, né?

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