Guia do Estudante

Posts com a tag ‘alunos’

Só estudantes inteligentes merecem ar condicionado na China

Tânia Vinhas | 17/05/2012

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Todo mundo já sabe que as escolas chinesas são super rígidas e que a cultura local dá uma importância tremenda à educação – e isto é ótimo. O problema é quando loucuras começam a acontecer para forçar o desempenho estudantil.

De acordo com o site China Daily, o colégio Shenzhen Binhe, localizado no sul do país, aplicou uma medida meio cruel: somente os alunos que se destacam nas notas é que merecem ter aulas nas salas com ar condicionado. O resto que passe calor para aprender que vale a pena estudar e ir bem nas provas.

O calor é tanto que os alunos das classes medianas começaram a juntar dinheiro para comprar aparelhos de ar condicionado por conta própria, mas a escola proibiu a instalação. Os jovens até se ofereceram para ajudar a pagar a conta de energia, mas a escola continua batendo o pé.

Aí já é maldade, não é mesmo?

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Escola estabelece nova regra: abraços são proibidos!

Tânia Vinhas | 26/03/2012

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Mais de 900 estudantes de 11 a 14 anos de um colégio de Nova Jersey receberam a notícia de que a escola havia criado uma nova regra – ninguém pode abraçar ninguém. Pois é, com tanta regra interessante para ser feita, esta, totalmente descabida, foi aprovada!

O diretor da Escola Matawan-Aberdeen, Tyler Blackmore, anunciou a decisão e explicou que a regra foi estabelecida por conta de “incidentes envolvendo interações físicas inadequadas” e que “a instituição tem a responsabilidade de ensinar as crianças sobre interações apropriadas”.

Estranho. Pelo menos Blackmore garantiu que quem desrespeitar a regra só levará uma bronca, ninguém será suspenso. Ufa (?).

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Escola inglesa proíbe o uso de gírias pelo bem do futuro profissional das crianças

Tânia Vinhas | 17/02/2012

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Tudo o que é em excesso é ruim, mas banir de vez o uso de qualquer gíria já é pedir polêmica, certo? Só que foi isto o que a escola Springs Academy de Sheffield, Inglaterra, fez. A diretoria afirmou que as gírias estão proibidas e que todos os estudantes – de 11 a 19 anos – só podem usar termos cultos da língua.

De acordo com o colégio, o uso de gírias e abreviações típicas da internet estão ficando populares demais e isto só pode atrapalhar as futuras entrevistas de emprego.

“Nós queremos garantir que os nossos jovens não estão saindo da escola só com as notas certas no boletim, mas também com todas as habilidades empregatícias”, afirmou Kathy August, responsável pelo grupo United Learning Trust.

“Os jovens que vão às suas primeiras entrevistas de emprego precisam causar uma boa impressão para que os empregadores confiem neles”, continuou. “Não é difícil tirar o hábito da gíria do jovem. É preferível trocar o ‘see ya’ pelo ‘goodbye’. Eles precisam entender quando é aceitável e quando não é aceitável usar gírias ou a linguagem coloquial”.

Por outro lado, é claro que teve gente que reclamou, dizendo que tal política pode ser um risco aos dialetos e à evolução natural da língua. O que você pensa sobre isto?

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Professora separa briga de alunos jogando chá quente neles

Tânia Vinhas | 26/01/2012

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O incidente aconteceu na Hastings High School em Michigan e o começo não foi muito diferente de muitas brigas de escola por aí: Skyler Henion, de 15 anos, e Dillon Anderson, de 18, saíram no tapa após trocar algumas mensagens de texto provocativas.

O que foi diferente foi o desenrolar da história. A professora de espanhol do colégio tentou separar a briga dando bronca, mas, como eles não pararam, ela decidiu jogar chá quente nos meninos!

“Eu senti o chá no meu pescoço e nas minhas costas e estava me queimando”, disse Skyler. Ele contou para a mãe o que havia acontecido e ela chamou a polícia.  “Todo mundo disse que ela estava gritando no corredor avisando que ia fazer isto, mas eu não ouvi nada. Fui pego de surpresa. Não acho que tenha sido a melhor maneira de lidar com isto”, reclamou o garoto.

Por outro lado, Dillon, que supostamente começou a briga, não culpa a professora. “Ela não é forte e estava segurando um monte de sacolas e coisas, então ela meio que fez o que precisava ser feito”.

A polícia promete investigar melhor o caso, mas o advogado da professora defende que ela sempre foi uma profissional exemplar, que sua a atitude não foi errada e que ela sempre buscou a segurança dos estudantes.

O que você pensa sobre isso?

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Divertido: alunos que cumprem meta de leitura podem jogar comida no diretor!

Tânia Vinhas | 24/01/2012

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Aqui vai uma sugestão para as escolas que querem incentivar a leitura das crianças – e que os diretores não nos odeiem por isto, por favor!
Acontece que os estudantes da Mary Esther Elementary School, na Flórida, tiveram um incentivo indiscutivelmente legal para cumprir a meta de leitura: quem ler tudo o que estiver na lista de livros e textos pode jogar comida no diretor!


A primeira vez aconteceu há dois meses e meio. O diretor Gary Massey prometeu que quem lesse tudo poderia arremessar calda de maçã nele. Agora a promessa foi outra; o prêmio seria jogar marshmallows nele durante 20 segundos.
“O dia inteiro eu só ouvi ‘eu vou te pegar com um marshmallow!’”, riu o diretor antes de o evento começar. A meta não era fácil, mas 368 dos 600 alunos terminaram de ler tudo o que o cronograma pediu.
É claro que o nível de animação estava elevado – tão elevado quanto o cheiro de açúcar no ar. Foi pura folia! Massey garante que já está pensando no próximo prêmio e promete que vai ser divertidíssimo.
Vai dizer que não foi uma ideia genial?

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Professor vendia notas altas e usava o dinheiro para pagar multa

Tânia Vinhas | 30/11/2011

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Está tudo errado nesta história: 1) o professor cobrar os alunos para dar notas altas, 2) ele ter multas acumuladas por dirigir embriagado e 3) ele pagar todas as multas com o dinheiro dos alunos.

Mas infelizmente foi isto o que aconteceu na Charlotte High School da Flórida. O professor de matemática Jeff Spires confessou vender notas após um aluno do segundo colegial dedurá-lo ao diretor. “Eu paguei 40 dólares em dinheiro por esta prova”, contou o estudante. “Eu juntei duas notas de 20 com um clipe e dei junto com a prova”.

O policial que está cuidando do caso disse que Spires confirmou que o dinheiro era entregue juntamente com a prova e o motivo alegado foi péssimo: “Talvez eu queira ver as crianças tão desesperadas quanto eu”. E ele estava desesperado mesmo, visto que ele estava em apuros financeiros – além das multas por embriaguez, ele já havia sido preso antes e violado a condicional. Isso sem contar que ele declarou falência.

É, talvez tudo isso seja mais desesperador que tirar um 5 na prova.

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Medida extrema: oferecer dinheiro a estudantes de Direito para que eles larguem o curso

Tânia Vinhas | 21/11/2011

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Excesso de graduandos, proliferação de faculdades públicas e muitos empréstimos estudantis andam preocupando os Estados Unidos. Na tentativa de controlar a crise que atinge o curso de Direito, foi sugerida uma medida nada ortodoxa: pagar para os alunos desistirem do curso.

Pois é, nem podemos dizer que a atitude é bizarra, visto que o problema exige alguma medida de emergência. Acontece que são tantos alunos se formando advogados que o país está com “mão de obra” sobrando – muitos formados para poucos empregos. E a maioria nem é qualificada. E se os recém-formados estão sem emprego, eles não podem pagar os empréstimos que fizeram para pagar as mensalidades (e outros cursos já estão chegando neste patamar também).

A ideia de pagar pela desistência veio de Akhil Reed Amar e Ian Ayres, professores da área.  Eles explicam a inspiração da sugestão: “Considerem a política empregatícia inovadora da loja de sapatos online Zappos. Ao final do treinamento de 4 semanas, a Zappos oferece aos novos empregados uma única oferta de 3 mil dólares para desistir do emprego. Em parte, a empresa usa a oferta como um dispositivo de triagem. Se você é do tipo que prefere ter 3 mil na hora a ter a oportunidade de trabalhar em uma grande companhia, então a Zappos não é o lugar para você”.

“As faculdades de Direito poderiam oferecer a devolução de metade do valor da taxa escolar caso o aluno escolha largar o curso até o final do primeiro ano“, continua o texto. Devolver metade do valor divide o prejuízo de uma carreira abandonada entre a escola e o aluno. Ambos se envolvem no jogo, então os alunos que ficam não vão levar a faculdade na brincadeira e as faculdades vão ter mais incentivos para não admitir alunos que provavelmente vão falhar no futuro”.

Faz sentido, não faz?

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Alunos encontram antigo abrigo anti-bombas no porão da escola

Tânia Vinhas | 27/09/2011

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Quando Ursula Fuest tinha 9 anos, o bedel da sua escola costumava levar a classe dela até o porão e mostrar que ali havia um abrigo anti-bombas. Os alunos deveriam se familiarizar com o local caso o pior acontecesse – eles estavam no meio da Guerra Fria e, se fosse preciso se proteger de um ataque nuclear, ali tinha água, comida e o que mais fosse necessário.

Felizmente ninguém nunca precisou se refugiar ali na escola americana Wyoming Central School e, com o fim do clima político tenso, o abrigo caiu no esquecimento. Até os ex-alunos organizarem um reencontro neste ano. “Quando começamos a planejar a reunião, muitas pessoas perguntaram ‘ainda existe o abrigo anti-bombas, os suprimentos que mostraram para a gente ainda existem?”, contou Ursula, que hoje está com 56 anos e é professora lá. “Isto fez todo mundo querer descer lá e procurar”.

E não é que os funcionários encontraram tudo guardadinho como antes? Os alunos atuais ficarão tão empolgados quanto os ex-alunos – era praticamente a descoberta de um tesouro perdido! As empoeiradas caixas de alimentos não perecíveis datam de 1964 e todos os objetos estão com um adesivo antigo da Defesa Civil.

“Os alunos me ajudaram a limpar um pouquinho o lugar antes da reunião”, disse a professora. “Para eles é inimaginável que a gente poderia ter que vir para cá e repartir biscoitos e água”.

Falando em biscoitos e água, algumas comidas ainda estavam boas, por incrível que pareça! “Na verdade elas não estavam nada mal”, confessa Ursula. “As balas pareciam boas e nós até comemos um pouco. Nós oferecemos para o pessoal da reunião, colocamos uma placa dizendo ‘experimente por sua conta e risco‘. As pessoas realmente curtiram a ideia de que elas estavam provando um gostinho dos anos 60!”.

Será que o seu colégio também guarda algum tesouro perdido?

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Professores abrem mão de bônus para dar livros aos estudantes

Tânia Vinhas | 20/09/2011

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Eis uma história incrível e inspiradora: os professores da rede pública da cidade de Mead, Nebraska, ganharam um bônus bem legal do plano de saúde oferecido a eles. Como eles fecharam o plano premium do convênio, eles ganharam uma viagem de um mês – se eles decidissem viajar, estava tudo pago; se não quisessem viajar, eles poderiam usar o dinheiro como quisessem.

E não é que eles abriram mão do passeio para o bem dos seus alunos? Eles se juntaram e os cerca de 28 mil dólares que seriam usados na viagem foram usados para comprar livros didáticos.

“Nós conversamos sobre o que fazer com o dinheiro e decidimos que esta seria a melhor maneira de gastá-lo”, afirmou Marcia Lamberson, professora que representou o grupo na negociação. De acordo com ela, comprar livros novos era uma emergência, pois os da escola estavam muito desatualizados e precários.

Merecem uma salva de palmas!

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