Guia do Estudante

Posts com a tag ‘bullying’

Charlie Sheen pede para fãs vandalizarem escola da filha

Tânia Vinhas | 21/03/2013

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Imagine a seguinte situação: você descobre que sua filha amada está sofrendo bullying. Você:

a) Marca uma reunião com o diretor e com os pais da criança que está fazendo sua filha sofrer

b) Tira a sua filha daquela escola e a coloca em outra melhor

c) Pede para 9 milhões de pessoas se reunirem para levar o caos ao colégio

Se você achou a alternativa C meio doida, saiba que foi exatamente esta a que Charlie Sheen escolheu.

Famoso por adorar uma polêmica, o ator que já causou aos montes ao longo da vida estava até quietinho nos últimos meses, mas a paz durou pouco tempo. De acordo com ele, sua filha Sam sofreu bullying na escola e não quis mais frequentar as aulas por isso. Como pais normais, ele e sua ex, Denise Richards, foram até lá para ter uma conversa. A diretoria chamou os pais da menina que provocava Sam e eles disseram a ele que Sam estava mentindo.

Indignado com a reação deles, Charlie resolveu chutar o balde – foi xingar muito no Twitter, seguido por mais ou menos 9 milhões de pessoas.

“Esse é um legítimo chamado às armas. Minha filha Sam sofreu bullying na escola Viewpoint e então a chamaram de mentirosa. É guerra! Se você tem um ovo podre, um rolo de papel higiênico ou cocô de cachorro, eu peço que joguem isso naquela escola dirigida por trolls e charlatões”, escreveu Sheen. “Me deixem orgulhoso. Eu não vou tolerar este nível de desrespeito abominável com uma criança”.

Tudo bem, quando mexem com o filho da gente é normal a gente virar fera. Mas será que não foi meio extremo, Charlie?

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Mãe descobre que filha sofre bullying e decide fazer justiça com as próprias mãos

Tânia Vinhas | 24/10/2012

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Rebecca Sardoni, uma mãe de 28 anos de Nova Jersey, decidiu resolver por conta própria o problema da filha de 9 anos que sofria bullying na escola. Pegou a mãe pelo braço e foi até o ônibus escolar onde os moleques valentões estavam.

Após tirar satisfação verbalmente, Rebecca supostamente desceu a mão nos meninos. Um deles chegou a ficar com a boca cortada, mas ela e a mãe negam que tenham agredido qualquer criança.

Agora Rebecca está sendo acusada de agressão, invasão criminosa e ameaças terroristas. Sua mãe, Stephanie, só responde por invasão.

Em sua página no Facebook, a americana acusa a escola de não ter feito nada para interromper o bullying e que o motorista do ônibus havia autorizado a sua entrada para defender a filha.

“Eu estava chateada, mas não louca”, disse. “Nunca bati nos meus filhos e nunca tocaria no filho de outra pessoa. A vítima aqui é a minha filha”.

Situação complicada…

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Monitora de ônibus escolar cria fundação anti-bullying

Tânia Vinhas | 24/08/2012

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O mundo está cheio de coisas ruins, mas de vez em quando dá para tirar coisas boas dos problemas da vida. É o caso de Karen Klein, uma monitora de ônibus escolar de Nova York que sofreu bullying de estudantes.

Caiu na internet um vídeo de quatro adolescentes provocando a senhora de 68 anos e ele virou viral nos Estados Unidos. Os alunos foram suspensos da escola por um ano, o que por si só já é uma vitória na luta contra o bullying. No entanto, a história de Karen foi além.

Mais de 32 mil pessoas que viram o vídeo doaram dinheiro à motorista, que decidiu se aposentar depois dos maus-tratos. “Aquela experiência foi um dos piores atos humanos que eu já precisei suportar”, disse a monitora. “Mas semanas depois do acontecido e do vídeo ficar famoso no Youtube, um homem que eu nem conhecia decidiu fazer um simples ato de amor. Max Sidorov, só com a bondade do seu coração, decidiu juntar dinheiro através de uma campanha na internet para me dar a chance de tirar umas férias”.

“Como vocês provavelmente já sabem, nós arrecadamos muito mais dinheiro do que eu precisava para viajar”, continuou. “Isto mudou a minha vida para sempre. Agora eu não só vou viajar como vou poder me aposentar direito e cuidar da minha família”.

E o que seria uma ajuda para ela fazer um “pé-de-meia”, por assim dizer, agora atinge muitas pessoas. Ela pensou nos outros, resolveu pegar o valor, arrecadou mais ainda e abriu a Fundação Karen Klein Anti-Bullying.

Agora a conta bancária da fundação já ultrapassou os 700 mil dólares, dinheiro que será repassado para iniciativas anti-bullying do mundo inteiro. Super bacana, certo? Quer ajudar também? Clique aqui para conhecer a página do movimento de Karen e ver como você pode participar desta ação!

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Medo: rapaz que sofreu bullying na escola ameaça colegas 20 anos depois

Tânia Vinhas | 17/07/2012

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Bullying é algo horrível que traumatiza milhares de crianças pelo mundo afora. Algumas sofrem caladas, outras crescem complexadas. Nenhuma chega a esquecer o que passou. E algumas buscam vingança – o que pode ter um resultado terrível. Pois isto quase aconteceu em San Antonio, Texas.

Jason Carroll Moss, 38 anos, foi acusado de ameaçar seus antigos colegas de escola em uma página no Facebook que combinava uma reunião de 20 anos de formatura. O comentário feito pelo homem impressiona:

“Eu não fui para a formatura na época porque eu teria antecipado os tiros em Columbine. Me provocavam e muitos fizeram bullying comigo enquanto estávamos na escola e eu queria matar todos que me magoaram. Eu ainda busco vingança de todos vocês que me irritaram enquanto eu crescia na escola. Vocês não sabem o que fizeram comigo”.

Em sua defesa na delegacia, Jason disse que só queria deixar claro que não queria sofrer provocações durante a reunião do colégio. Ele ficou preso durante todo o evento para acalmar os nervos dos ex-alunos.

O que você pensa sobre isso? Chega a ser compreensível uma reação destas, considerando seu passado?

Em tempo: para quem não entendeu a citação de Columbine, foi uma tragédia ocorrida em 1999 nos Estados Unidos. Os estudantes Eric Harris e Dylan Klebold entraram armados na escola secundária Columbine, na cidade americana de Littleton, mataram 12 alunos e um professor, feriram 23 pessoas e depois cometeram suicídio.

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Aluno faz bullying e professora manda o resto da classe bater no menino

Tânia Vinhas | 21/06/2012

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Em escolas normais as crianças que fazem bullying levam broncas e suspensões (ou não levam nada, o que é triste). No entanto, em uma escola do Texas a técnica disciplinar foi diferente – o aluno que fez bullying apanhou do resto da classe a mando da professora!

Pois é, o caso aconteceu na Salinas Elementary, uma escola no subúrbio de San Antonio, e a professora está sendo acusada de orquestrar uma sessão de pancadaria para ensinar ao aluno de 6 anos (seis anos!!) que fazer bullying é errado. A professora assistente também entrou no caso por ter deixado acontecer.

De acordo com a polícia, a professora chamou o garoto valentão Aiden e disse aos outros 24 estudantes “bate nele!”e “bata mais forte!”. Pior: muitas crianças nem queriam bater, mas ficaram com medo de desobedecer a professora.

“Vinte e quatro crianças bateram nele e ele disse que a maioria bateu duas vezes”, afirmou Amy Neely, mãe de Aiden.

Assim como em vários casos de bullying, a mãe disse que o filho nunca causou problemas e que esta foi a primeira vez que ouviu falar de professores tendo problemas com ele –  então vai saber o que o moleque já aprontou por aí. Mas mesmo assim né, dona professora!

Disciplinar alunos contra bullying chamando todo mundo pra porrada: você está fazendo isto errado!

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Garota tenta reclamar que sofre bullying e leva suspensão

Tânia Vinhas | 05/03/2012

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Estudantes sofrem bullying na escola, pessoa que faz bullying é suspensa na escola – esta lógica está correta. No entanto, em uma escola de Lithonia, Geogia (Estados Unidos), também existe a seguinte lógica: estudante sofre bullying, estudante tenta reclamar sobre isto na diretoria e, portanto, leva suspensão.

Essance McDougald, aluna do ensino médio, chegou a comentar com seus professores que estava sofrendo bullying de duas garotas mais velhas, mas ninguém fez nada. Então a menina decidiu escrever uma carta de três páginas para o conselho escolar contando o seu caso e o assistente do diretor afirmou que ela seria suspensa se fizesse isto. Ela desistiu da ideia e contou para a sua avó.

“Se alguém me diz que eu vou ser suspensa por 7 ou 10 dias porque estou sofrendo bullying, eu não vou falar com o assistente do diretor e não vou relatar nada porque eu não quero ser suspensa da escola”, reclamou a avó de Essance, que resolveu tirar satisfações.

E foi exatamente quando ela foi tirar satisfações que a garota foi suspensa. A escola quis que as meninas envolvidas conversassem sobre o assunto, mas uma delas afirmou que iria bater nela se fosse suspensa por isto. Essance resolveu ficar quieta e, portanto, levou uma suspensão de 2 dias.

“Eles estão dizendo que todo mundo está fazendo bullying com todo mundo”, disse a avó. “Não faremos mais mediações. Ela está com medo de voltar para o colégio e talvez eu comece a dar aulas para ela em casa mesmo”.

Onde já se viu, uma escola deixar o caso chegar a este ponto?

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Polêmica: garoto mata bullyer a facadas e é inocentado

Tânia Vinhas | 04/01/2012

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Bullying é errado, é feio, é traumático, é um sério problema que atinge o mundo inteiro. Mas até que ponto a alegação de bullying é válida para certas atitudes? Ultimamente andam surgindo várias histórias em que a resposta “é porque ele sofreu bullying” é dada para justificar qualquer ato – como neste caso.

Um adolescente de 15 anos matou o seu colega de escola a facadas em Collier, Flórida, e foi julgado como menor por homicídio duplamente qualificado. Jorge Saavedra, na época com 14 anos, matou Dylan Nino com uma facada no coração e outra no abdômen e declarou que sofria bullying no colégio.

Disse que tentou evitar a briga, mas que chegou o ponto em que temia pela própria vida. Testemunhas confirmaram o caso. Sendo assim, o julgamento ocorreu nesta semana e ele foi inocentado – e nem dá para recorrer.

A família de Dylan não se conforma: “nós sabemos que esta não foi a decisão certa”, afirmou Adriana Nuno, tia do garoto. “A juíza está mostrando a estas crianças que é OK se livrar de um assassinato”. Além disso, os pais alegam que o filho não faria bullying, visto que ele mesmo já havia sofrido com isto em outra escola.

A juíza se explicou: “o acusado estava em um local no qual ele tinha o direito de estar, não estava agindo contra a lei. Ele tinha mais de uma razão para acreditar que estava correndo perigo de vida ou de séria lesão corporal. Ele estava sofrendo um ataque desde o primeiro soco que levou na nuca até que esfaqueou Dylan Nuno”. Legítima defesa.

A pessoa que comentou o caso de modo mais sábio, no entanto, foi Donald Day, o advogado de Saavedra: “é uma tragédia para todos. Minha reação é a de que não tem nenhum vencedor neste caso”.

E agora? O que você pensa sobre o assunto?

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Homem armado invade escola para ensinar que bullying é errado

Tânia Vinhas | 28/09/2011

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Olha, já vi muitas maneiras de tentar ensinar as crianças que fazer bullying é errado, mas o que este cara fez foi novidade. Rock Dagenais, um rapaz de 26 anos, invadiu a Ecole Saint-Laurent de Quebec (Canadá) armado com um rifle, muita munição extra e um facão de caçador.

Disse que ia matar todo mundo se alguém chamasse a polícia e que não se importava em atirar nas crianças. A polícia chegou logo e levou Rock para a cadeia – isto foi em abril. O julgamento aconteceu nesta semana e aí ele finalmente tentou explicar o que havia feito: ele queria alertar a todos que bullying é errado.

O moço assumiu que estava armado, mas alegou que não colocou ninguém em perigo. Disse ter um longo histórico de depressão e problemas para se enturmar – tudo culpa do divórcio dos pais e das várias vezes em que apanhou na escola. E aí veio a ideia de dizer às crianças de uma escola aleatória que é importante todos se respeitarem. É, daquela maneira.

Rock jura que não queria machucar ninguém – bem, talvez só a ele mesmo, visto que ele estava pensando em suicídio. “E por que você estava com tanta munição então?”, perguntou o seu advogado. “Não faço ideia”, respondeu.

No tribunal, ele mal conseguia conter as lágrimas: “me perdoem, eu sinto muito pelo mal que fiz, eu não sei mais o que dizer”, disse. A sentença será dada em dezembro e ele pode pegar até sete anos de prisão.

É, Rock. Se você ensinou alguma coisa sobre bullying eu não sei, mas que você traumatizou uma escola inteira, isto você pode ter certeza. Lamentável.

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