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Colégios de Evansville impõem a roupa social como uniforme

Tânia Vinhas | 01/08/2012

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Roupa para ir à escola sempre foi um assunto polêmico: há quem goste da praticidade e conforto dos uniformes, há quem goste da liberdade de poder lançar moda nos corredores e liberar sua individualidade. No entanto, 22 colégios de Evansville, Indiana, mudaram o paradigma: agora a nova ordem é vestir roupa social de verdade.

O motivo: trata-se da nova estratégia de ensino das escolas locais. Batizada de “Dress for Success” (vista-se para o sucesso), a ideia é fazer os estudantes pensarem menos em estilo e mais no futuro.

“Quando as crianças se vestem como profissionais, elas começam a agir como profissionais”, afirma Marsha Jackson, chefe de Comunicação da Evansville Vanderburgh School Corp.

Na Evans Elementary School, a primeira escola a implementar o programa, o uniforme vai um pouco além e segue praticamente a linha formal. “Os estudantes se vestem para o sucesso e o clima todo da escola mudou para melhor”, assegura a diretora Elizabeth Wells.

“Você sempre vai encontrar um grupo de alunos que demora a se adaptar, mas conforme o ano passa, as reclamações diminuem e ficam mais espaçadas”, continua.

E quem não tiver condições de entrar nessa dança? “Se os pais não tiverem como arrumar o que os filhos precisam, as escolas deverão fornecer”, Wells explicou. Menos mal.

Você gostaria de usar roupas sociais na escola?

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Correção automática de SMS faz escola ser fechada às pressas

Tânia Vinhas | 07/03/2012

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Ahh a modernidade e a tecnologia! Na maior parte do tempo elas servem para facilitar e agilizar a troca de informações, mas de vez em quando… vixe, só atrapalha! Foi exatamente isto o que aconteceu semana passada no colégio West Hall, localizado em Hall County, Georgia (Estados Unidos).

Foi uma sucessão de confusões. Era quase 1h da tarde quando alguém mandou, sem querer, uma mensagem de texto para um número errado de celular e a tal pessoa recebeu o seguinte aviso: “gunman be at west hall today”, o que significa “atirador estará no West Hall hoje”. Assustada, a pessoa alertou a polícia, que correu para o colégio, mandou todo mundo embora e trancou as portas.

Quando foram rastrear o número, descobriram que o celular de quem escreveu a mensagem estava com a correção automática ligada e o texto original era “gunna be at west hall today”. Gunna = “internetês” para gonna, de “going to” = vou estar no West Hall hoje.

“Foi uma combinação de circunstâncias esquisitas”, disse o Sargento Stephen Wilbanks, delegado local. “Nós queremos enfatizar que a pessoa fez a coisa certa ao alertar sobre a mensagem”.

Tirando o susto que todo mundo levou, não dá para negar que foi engraçado, não é mesmo?

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Garota tenta reclamar que sofre bullying e leva suspensão

Tânia Vinhas | 05/03/2012

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Estudantes sofrem bullying na escola, pessoa que faz bullying é suspensa na escola – esta lógica está correta. No entanto, em uma escola de Lithonia, Geogia (Estados Unidos), também existe a seguinte lógica: estudante sofre bullying, estudante tenta reclamar sobre isto na diretoria e, portanto, leva suspensão.

Essance McDougald, aluna do ensino médio, chegou a comentar com seus professores que estava sofrendo bullying de duas garotas mais velhas, mas ninguém fez nada. Então a menina decidiu escrever uma carta de três páginas para o conselho escolar contando o seu caso e o assistente do diretor afirmou que ela seria suspensa se fizesse isto. Ela desistiu da ideia e contou para a sua avó.

“Se alguém me diz que eu vou ser suspensa por 7 ou 10 dias porque estou sofrendo bullying, eu não vou falar com o assistente do diretor e não vou relatar nada porque eu não quero ser suspensa da escola”, reclamou a avó de Essance, que resolveu tirar satisfações.

E foi exatamente quando ela foi tirar satisfações que a garota foi suspensa. A escola quis que as meninas envolvidas conversassem sobre o assunto, mas uma delas afirmou que iria bater nela se fosse suspensa por isto. Essance resolveu ficar quieta e, portanto, levou uma suspensão de 2 dias.

“Eles estão dizendo que todo mundo está fazendo bullying com todo mundo”, disse a avó. “Não faremos mais mediações. Ela está com medo de voltar para o colégio e talvez eu comece a dar aulas para ela em casa mesmo”.

Onde já se viu, uma escola deixar o caso chegar a este ponto?

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Professora de colégio católico faz inseminação artificial e é demitida

Tânia Vinhas | 03/01/2012

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Christa Dias, uma professora de 32 anos que lecionava na escola católica St. Lawrence de Cincinnati, Ohio, tinha um desejo super normal: o de ser mãe. Como o meio convencional “marido-gravidez” estava difícil de acontecer, ela optou pela inseminação artificial solteira mesmo – e foi demitida.

De acordo com ela, tudo aconteceu quando ela foi perguntar sobre as opções de licença maternidade. A escola teria mandado ela embora por ser solteira e estar grávida, coisa que supostamente iria contra os preceitos do colégio.

E quando a escola descobriu que havia feito algo ilegal, disse que ela havia violado o contrato empregatício – ter um filho sem ser casada é considerado um “ato imoral” e o contrato alerta sobre isto.

O bebê nasceu e agora Christa está desempregada e com uma filha para criar. “Minha filha é um presente maravilhoso de Deus. Ela é incrível e maravilhosa. Eu faria tudo de novo por ela”, disse a mãe.

O pior é que o diretor da escola que a demitiu, o reverendo James Kiffermeyer, já foi suspenso em 2002 com uma acusação de má conduta sexual. E ele não foi demitido, né? Engraçado…

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Lamentável: estudante desabafa que tem pensamentos suicidas e é preso

Tânia Vinhas | 27/10/2011

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Um estudante de 15 anos de Manchester, Maryland (Estados Unidos), não estava muito bem. Triste e deprimido, começou a cogitar suicídio – assim como acontece com vários adolescentes do mundo todo, infelizmente. Ontem, lá pelas 11 horas da manhã, ele estava na cafeteria do colégio North Carroll Middle School quando decidiu conversar com a assistente do diretor.

Contou que estava lutando contra os pensamentos suicidas, que precisava de ajuda, e a assistente levou o garoto até a psicóloga conselheira da escola. Durante a conversa, o estudante entregou a ela a sua lancheira e lá dentro ela viu um bilhete de suicídio já pronto e uma pistola semi-automática.

Pessoas normais iriam conversar com o menino e ajudá-lo a ver que a vida vale a pena – mas ela não. Ela chamou a polícia e levaram o aluno para a delegacia, onde será julgado como menor infrator por posse de arma.

Não há indício algum até agora de que o estudante tinha vontade de machucar qualquer pessoa além dele mesmo”, afirmou a polícia. “Não há indício nenhum de que alguém estava ajudando ele ou até mesmo de que alguém sabia que ele tinha intenção de se matar”.

Então por que não ajudam o garoto direito, coitado? Lidar com a lei só vai fazer a vontade de se matar aumentar! Lamentável

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Professor é afastado após fumar com alunos menores de idade

Tânia Vinhas | 17/10/2011

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Na teoria, o que um professor faz nos momentos de lazer não deveria ter influência no seu trabalho, mas tem gente que abusa desta teoria. Um professor da Unicamp foi flagrado fumando narguilé com seus alunos e a universidade achou a atitude um grande mau exemplo. Resultado: ele foi afastado temporariamente do cargo.

Acontece que Devani Ferreira de Morais fumou com alunos menores de idade, jovens que têm aula com ele no Colégio Técnico de Limeira – e está tudo gravado em vídeo. E, ainda que muitos pensem que narguilé é inofensivo, o cachimbo de água também possui porcentagem significativa de nicotina, causando danos à saúde.

O flagra aconteceu em janeiro, mas, entre o tempo dos processos, da defesa e do relatório final, só agora houve o desfecho da história. Devani levou 90 dias de suspensão por infringir normas de conduta profissional, normas estas estabelecidas no Estatuto do Servidor da Unicamp. E os alunos também não saíram ilesos – foram suspensos por uma semana.

O que você acha: o professor mereceu a punição ou não?

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Garoto de 14 anos leva suspensão por ter se vestido de banana

Tânia Vinhas | 21/09/2011

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Bateu no colega? Xingou o professor? Vandalizou a sala de aula? Beleza, estes são bons motivos para um aluno levar suspensão. Mas se vestir de banana?

Pois foi exatamente isso o que aconteceu com Brian Thompson, aluno de 14 anos da escola Colonial Forge High School de Stafford, Virginia (Estados Unidos). O garoto foi suspenso por dez dias por causa do seu comportamento baderneiro e desrespeitoso. Qual comportamento? Se fantasiar de banana e correr no campo durante o intervalo de um jogo de futebol americano do colégio.

De acordo com ele, a intenção era ser engraçado e divertir a multidão. De acordo com a escola, ele estava criando o caos. Para a polícia (sim, a polícia!!), foi uma oportunidade de algemar um moleque exibido para dar lição de moral para os outros.

Só que vocês sabem como a juventude é: em vez de ficar com medinho e se comportar, os alunos criaram uma página no Facebook a favor do menino e ainda apareceram na escola com camisetas estampadas com a frase “Free the Banana Man” (Libertem o Homem Banana).

Consequentemente, esses alunos foram mandados para a detenção. É uma bola de neve!

Por fim, a mãe de Brian foi se meter na confusão e disse pensar que o filho é meio autista, por isto ele tem seus momentos de impulsividade inexplicável. E, se ele é autista, suspender o menino seria mancada.

É, o mundo da educação é assim mesmo. Enquanto uns punem demais, muitos outros estão punindo de menos. Não dá para achar um meio termo?

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