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Pais cansam de pedir mudanças educadamente e decidem manter diretora em cativeiro

Tânia Vinhas | 08/12/2011

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O começo da história já foi visto em escolas do mundo inteiro: escola age de alguma forma que desagrada pais, pais se juntam para reclamar e exigir mudanças. O final da história é que foi inesperado: pais que decidem manter a diretora e vários professores presos em cativeiro!

O incidente aconteceu na cidade de Berre l’Etang, no sul da França, mais precisamente na escola Notre-Dame de Caderot. Os pais estavam insatisfeitos com um dos professores e queriam que ele fosse demitido, só que a escola não atendeu ao pedido.

“Nós estamos muito preocupados que os alunos fiquem para trás na escola”, disse Christophe Planes, um dos pais. “Nós pensamos que as nossas crianças estão em perigo. É por isto que decidimos manter a diretora e uns dois professores em cativeiro. Queremos que as coisas mudem”.

Um grupo de 15 pais de alunos da 3º série ocupou a escola e exigiu a demissão do professor – enquanto ele não fosse mandado embora, ninguém podia entrar, ninguém podia sair. Só que a diretora defendeu o professor, dizendo que era o primeiro ano dele dando aulas e que ele também estava aprendendo.

Ainda assim eles bateram o pé. O jeito foi pedir a transferência do professor para outra escola – coitado! Que começo traumático de carreira…!

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Nada de futebol: escola de Toronto proíbe esportes com bola

Tânia Vinhas | 17/11/2011

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Enquanto escolas do mundo inteiro lutam para que seus alunos aprendam que fazer esportes é divertido, saudável e importante para o desenvolvimento social, a escola pública Earl Beatty, de Toronto, briga para que as crianças não encostem em bola nenhuma.

Quer dizer, algumas poucas bolas são autorizadas, como bolas de espuma ou tecido. As outras, usadas para jogar futebol, vôlei, basquete, tênis e beisebol, por exemplo, foram proibidas. O motivo? A diretora acredita que estas bolas são perigosíssimas, visto que recentemente a mãe de um aluno sofreu uma concussão após uma bolada na cabeça.

“As crianças estão aparecendo para reclamar de machucados ou dizer que estão com medo da bola”, afirmou Alicia Fernandez. Resultado: eliminou as bolas do perímetro escolar.

E nem precisamos dizer que vários pais acharam a medida absurda, certo? “Fiquei enojado com a proibição”, disse Chris Stateski, que tem dois filhos na escola. “Muitas coisas podem acontecer. Uma criança pode tropeçar no asfalto, pode cair do trepa-trepa e quebrar o braço. São tantas as coisas que podem acontecer! O que eles vão fazer? Cobrir o pátio da escola com travesseiros e tirar as portas das dobradiças? Que exagero”.

A delegacia de ensino de Toronto afirma que a proibição é uma medida temporária e que a escola deverá consultar os pais para encontrar a solução ideal. Menos mal!

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