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Professora forja carta de intimação da justiça para poder matar aula

Tânia Vinhas | 19/01/2012

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Mona Lisa Tella, professora de 61 anos da High School of Graphic Communication Arts de Manhattan, queria matar umas aulas. Para isto, forjou uma carta de intimação da justiça para fazer parte de um júri. Até que a ideia não é ruim, certo? O problema foi a execução do plano.

Mona Lisa entregou a carta ao diretor, Jerod Resnick, para provar que precisaria ser liberada do trabalho durante vários dias. Só que Jerod leu a carta com atenção e encontrou vários erros de escrita – “trial” foi escrito “trail”, “cited” apareceu como “sited” e “manager” virou “manger”. Além disto, os números de telefone e fax impressos ali eram falsos.
O diretor ficou tão nervoso que resolveu entregar a mulher para a polícia. Ela precisou pagar uma multa e foi obrigada a pedir demissão. O engraçado é que ela continua mantendo a história: “eles disseram que foi forjada? Que mentira!”, reclamou a professora. “A minha letra não está na carta”.
Ela não é muito boa de criatividade”, comentou Richard Condon, o investigador responsável. “A carta vinha com datas erradas, telefone errado, endereço errado, erros de escrita. Ela nunca foi intimada para nenhum júri”.
É, dona Mona Lisa… perguntasse a algum de seus alunos, eles certamente entendem mais sobre boas técnicas para matar aulas!

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Polêmica: garoto mata bullyer a facadas e é inocentado

Tânia Vinhas | 04/01/2012

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Bullying é errado, é feio, é traumático, é um sério problema que atinge o mundo inteiro. Mas até que ponto a alegação de bullying é válida para certas atitudes? Ultimamente andam surgindo várias histórias em que a resposta “é porque ele sofreu bullying” é dada para justificar qualquer ato – como neste caso.

Um adolescente de 15 anos matou o seu colega de escola a facadas em Collier, Flórida, e foi julgado como menor por homicídio duplamente qualificado. Jorge Saavedra, na época com 14 anos, matou Dylan Nino com uma facada no coração e outra no abdômen e declarou que sofria bullying no colégio.

Disse que tentou evitar a briga, mas que chegou o ponto em que temia pela própria vida. Testemunhas confirmaram o caso. Sendo assim, o julgamento ocorreu nesta semana e ele foi inocentado – e nem dá para recorrer.

A família de Dylan não se conforma: “nós sabemos que esta não foi a decisão certa”, afirmou Adriana Nuno, tia do garoto. “A juíza está mostrando a estas crianças que é OK se livrar de um assassinato”. Além disso, os pais alegam que o filho não faria bullying, visto que ele mesmo já havia sofrido com isto em outra escola.

A juíza se explicou: “o acusado estava em um local no qual ele tinha o direito de estar, não estava agindo contra a lei. Ele tinha mais de uma razão para acreditar que estava correndo perigo de vida ou de séria lesão corporal. Ele estava sofrendo um ataque desde o primeiro soco que levou na nuca até que esfaqueou Dylan Nuno”. Legítima defesa.

A pessoa que comentou o caso de modo mais sábio, no entanto, foi Donald Day, o advogado de Saavedra: “é uma tragédia para todos. Minha reação é a de que não tem nenhum vencedor neste caso”.

E agora? O que você pensa sobre o assunto?

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