Guia do Estudante

Posts com a tag ‘polêmica’

Escola tenta proibir musical inspirado em Elvis Presley por ser muito sexual

Tânia Vinhas | 08/01/2013

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Elvis Presley é o Rei do Rock, praticamente o mundo todo concorda com este título. Elvis dançava bem, cantava bem e fez uma legião de fãs acreditar que ele nunca morreu. É difícil encontrar alguém que não goste do cara, mas um colégio de Salt Lake City acabou comprando briga ao cancelar um musical que usava suas canções e uma história de Shakespeare.

Os alunos queriam representar a peça “All Shook Up”, mas a diretoria da Herriman High School barrou a ideia – era “muito sugestiva sexualmente” e alegou que alguns pais reclamaram. Ninguém se conformou, o caso chegou até a mídia e, depois de muita discussão, o colégio voltou atrás. Mas nem tanto.

Os alunos poderão fazer a peça, contanto que algumas cenas sejam modificadas, que algumas canções sejam alteradas e que a coreografia tenha menos movimentos de quadril. “O show vai continuar”, declarou Sandy Riesgraf, porta-voz da escola. “Nossa maior preocupação era fazer algumas mudanças para manter a peça de acordo com os valores da comunidade. Todos sairão ganhando”.

“All Shook Up” é inspirada em Noite de Reis, de William Shakespeare, e, embalada pelas músicas de Elvis, conta a história de uma garota que se veste de menino para não ser identificada após um naufrágio – só que ela se apaixona por um rapaz.

“Não me conformo”, disse Jill Fishback, mãe de uma aluna participante da peça. “Eles estão cantando músicas do Elvis. Uma menina se veste de menino e beija um garoto. Não é promover a homossexualidade. É para ser uma farsa”.

Você acha que a escola exagerou no drama?

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À la Cinquenta Tons de Cinza: Harvard inaugura clube sadomasoquista

Tânia Vinhas | 14/12/2012

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Um novo grupo de estudo de Harvard acaba de ser oficialmente aprovado na famosa universidade localizada em Cambridge, Massachusetts: Harvard College Munch, um grupo destinado a compartilhar histórias pessoais e discutir temas relacionados ao sadomasoquismo.

O clube conta com cerca de 30 membros e, com a fama dos livros Cinquenta Tons de Cinza, só tende a aumentar. Ninguém do grupo aceita divulgar o nome real, mas uma das participantes, “Marie”, afirma curtir objetos como algemas, amarras e outros brinquedinhos sexuais.

“Michael”, o fundador do clube, disse que há muitos benefícios na aprovação do grupo pela universidade e que agora quem pensava estar sozinho poderá descobrir novas pessoas e conversar sobre novidades e técnicas.

O que você pensa sobre isso?

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Polêmica: escola dá bronca em aluno via Facebook

Tânia Vinhas | 04/12/2012

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Eis um caso que provocou a maior polêmica em todo o território nacional ontem: uma escola de Uberaba (MG) viu um aluno falar mal dela via rede social e resolveu dar um puxão de orelha ali mesmo, para todo mundo ler.

O aluno postou uma mensagem no Faceboook no fim de novembro sobre dormir tarde e ter aula no dia seguinte e, após a resposta de um colega, reclamou que a escola estaria uma “bagunça” e que só ia para lá para a mãe “não encher o saco”.

A surpresa veio horas depois, quando o perfil do COC Uberaba Osvaldo Cruz respondeu. “Acredito que você esteja equivocado quanto às suas impressões relativas à nossa escola!!!”, dizia a mensagem. “O que acontece é que você é um aluno com grandes chances de reprovação e que, mediante este fato, prefere se omitir de suas responsabilidades e procurar responsáveis pelo seu despreparo e seu desinteresse”.

“Da próxima vez que você acessar o face para este tipo de comentário, pense primeiro na sua postura como aluno e nas suas inúmeras ausências das aulas, fato este que já comprometeu seu ano letivo!!!”, termina o texto.

Muita gente curtiu o tal comentário, muita gente achou um absurdo a postura da escola. O pai do aluno quer entrar na justiça e a diretoria afirmou que a mensagem foi publicada por um funcionário sem autorização.

E agora? O que você pensa sobre o assunto? O aluno merecia a bronca? A escola tinha direito de falar aquilo em um local público? A falta de respeito maior foi de quem?

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Alunos são suspensos por chupar bala de menta com energético

Tânia Vinhas | 10/10/2012

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A história é meio estranha: quatro garotos de 17 anos de um colégio público de Perkin, Illinois, foram vistos em uma festa da escola ingerindo balas brancas. Os funcionários acharam suspeito e contaram ao diretor, que suspendeu o grupo por dois dias até descobrir o que era a tal substância.

Os meninos acharam um absurdo – disseram que eram só balas energéticas de menta (menta com cafeína e outros ingredientes comumente encontrados em energéticos). O pai de um deles, Jason McMichael, foi reclamar, dizendo que seu filho nunca se meteu em encrenca e que ele era inocente.

A diretoria bateu o pé – disse que podiam ser drogas ilegais e que quando os estudantes foram monitorados pela enfermeira local eles apresentaram batimentos cardíacos acelerados e pressão alta.

Eis que então o pai fica mais inconformado: se eles podiam estar drogados, por que não levaram os meninos para um hospital? Como assim só mandaram todos para casa?

Enfim. O caso é que, no fim das contas, a escola mandou analisar as tais balas e – olha só! – eram balas inocentes mesmo.

Resultado: os moleques continuaram suspensos. A explicação do colégio? Já que a bala que não era droga parecia droga, eles deveriam ser punidos por má-conduta (por levar um produto desconhecido para dentro da escola).

Isso é que é não querer dar o braço a torcer…!

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Diretor pede pra sair após ofender alunos via e-mail e SMS

Tânia Vinhas | 04/10/2012

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Dr. David Madden, diretor de um pequeno colégio de Oxford, Pennsylvania, acabou forçado a pedir as contas após ser suspenso e criticado por mandar mensagens ofensivas sobre alguns alunos com necessidades especiais. Um deles, com distúrbio bipolar, foi chamado de – acredite – psicopata!

Durante uma reunião com o garoto e sua mãe, Madden enviou uma mensagem comentando que ele era “o maior acidente prestes a acontecer”, “uma inspiração para o CSI sobre assassinatos no colégio” e “psicopata que tem mais direitos que as crianças que ele persegue ou os professores que precisam lidar com ele”.

Uma estudante de Direito que acompanhava a mãe e o filho foi quem reparou nas mensagens que ele estava escrevendo e fez a denúncia. Conseguiram pedir o registro dos textos do diretor e pronto. Foi aberta a polêmica.

Para outro aluno, de origem latina, ele disse que o menino estava “destinado a ser jardineiro”. Mais? Em um dos e-mails para uma ex-namorada, ele ameaçava o superintendente local!

O pior é que Madden ainda conseguiu uma página no Facebook com 400 pessoas dizendo que ele não deveria ser mandado embora. Gente assim não deveria estar perto de crianças…

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Aluna é colocada em isolamento por causa do seu cabelo

Tânia Vinhas | 19/09/2012

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“Aluna é colocada em isolamento por causa do seu cabelo”. Vamos pensar: ela devia estar com piolho, é um motivo válido, certo? Errado. Shannon Close, de 15 anos, não tinha nada no cabelo – a não ser tintura vermelha.

A adolescente da Bryn Hafren Comprehensive School da cidade de Barry, Reino Unido, foi repreendida por ter tingido o cabelo de ruivo e ficou trancada em uma sala pelos próprios professores. “Eles me pediram para tingir o cabelo dela de volta porque estava rosa”, disse a mãe da garota. “Eles colocaram a minha filha em uma área isolada. Ela teve que se virar sozinha e fazer os deveres naquela sala isolada. Eles disseram que ela ficaria em isolamento até eu tingir o cabelo dela de volta”.

“É totalmente ridículo”, continua. “As crianças estão na escola, então isto realmente importa? Acho que é perda de tempo e de recursos querer colocar estas crianças sozinhas em salas fechadas enquanto eles deveriam se preocupar com as crianças que estão matando aula. Agora ela não quer voltar para a escola porque ela não quer ficar isolada”.

Em defesa da escola, o diretor, Phil Whitcombe, disse que todo mundo conhece a política local contra tintura de cabelo e que ela não ficou sozinha, uma professora fez companhia para a menina. “Ela estava na sala com uma professora e nos preocupamos em fazer com que ela fizesse seus deveres normalmente”. Ahh tá, então tudo bem né. Fala sério!

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Ministro da Educação da Austrália diz que professor não precisa ser inteligente

Tânia Vinhas | 16/08/2012

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“Não é necessariamente verdade que alguém academicamente inteligente é um professor melhor do que alguém que não é”. Foi esta frase que abriu a polêmica envolvendo o Ministro da Educação da Austrália Peter Garrett e profissionais da educação.

Perguntaram a ele se o governo queria elevar o nível dos educadores demitindo aqueles de baixo desempenho e Garrett respondeu que não acredita que a profissão de ensinar precise ser mais seletiva. “Não acho que a educação deva pertencer só aos inteligentes e bem dotados”.

É claro que depois ele explicou que conhece professores que não foram os melhores na faculdade e mesmo assim se saíram super bem na profissão, já que tinham paixão e entusiasmo e, assim, inspiravam os alunos. Neste ponto ele está certo. Só que ele insistiu na ideia de que, se o profissional der o melhor de si, o mínimo esperado já basta.

Daí fica a discussão: só a paixão é suficiente? E a busca pela melhor qualificação?

Em tempo: Peter Garrett é ex vocalista da banda Midnight Oil e deixou a vida de músico para seguir a carreira política. Seu engajamento com o meio ambiente conquistou os eleitores, mas, depois dessa, muita gente está pensando que ele deveria voltar a pensar na natureza e não na educação…

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Escola pública americana ameaça: faça um teste de gravidez ou seja expulsa

Tânia Vinhas | 09/08/2012

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Conheça a Delhi Carter School de Delhi, Louisiana, uma escola pública onde a regra é clara: se houver suspeitas, a aluna deve fazer um teste de gravidez. Se ela não quiser fazer, será expulsa. E se fizer e realmente estiver grávida, também será expulsa e forçada a estudar em casa.

Claro que ninguém aqui está querendo incentivar a gravidez adolescente, mas convenhamos – tudo tem limite. Todas as meninas merecem receber uma educação de qualidade e livre de discriminações.

Forçar alguém a ir a um médico designado pelo colégio e fazer um teste de gravidez não é correto. Bem, talvez os pais das meninas tenham este direito, mas só eles. E proibir quem está grávida de assistir às aulas, interromper os seus estudos por causa disto, aí já é errado demais.

Quando a ACLU (American Civil Liberties Union) descobriu o caso, acionou o Projeto dos Direitos da Mulher e pediu a suspensão imediata desta política ilegal e machista (já que os meninos que engravidam as meninas não são obrigados a nada).

Revoltante, não é mesmo?

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Só estudantes inteligentes merecem ar condicionado na China

Tânia Vinhas | 17/05/2012

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Todo mundo já sabe que as escolas chinesas são super rígidas e que a cultura local dá uma importância tremenda à educação – e isto é ótimo. O problema é quando loucuras começam a acontecer para forçar o desempenho estudantil.

De acordo com o site China Daily, o colégio Shenzhen Binhe, localizado no sul do país, aplicou uma medida meio cruel: somente os alunos que se destacam nas notas é que merecem ter aulas nas salas com ar condicionado. O resto que passe calor para aprender que vale a pena estudar e ir bem nas provas.

O calor é tanto que os alunos das classes medianas começaram a juntar dinheiro para comprar aparelhos de ar condicionado por conta própria, mas a escola proibiu a instalação. Os jovens até se ofereceram para ajudar a pagar a conta de energia, mas a escola continua batendo o pé.

Aí já é maldade, não é mesmo?

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Escola do Alasca propõe dar aulas somente de segunda a quinta

Tânia Vinhas | 14/05/2012

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O conselho educacional das escolas públicas de Valdez, no Alasca, está cogitando a ideia de transformar o calendário escolar. Se o normal é ter aulas de segunda a sexta, a intenção é deixar de segunda a quinta só.

O motivo de inventar tal sugestão? Simples: o índice de alunos que matam aula na sexta é alto demais. Sério, é por este motivo.

“Estamos propondo um teste de dois anos”, afirmou Ruth Knight, coordenadora do programa. Se aprovarem a ideia, estas serão as primeiras escolas a oferecer este tipo de calendário.

Os estudantes amaram a hipótese, é óbvio. Mas alguns pais também aprovaram o projeto, contrariando a lógica: além de ensinar, a escola também é um local que toma conta das crianças por mais tempo e dá merenda. Alguns alunos podem aproveitar o dia ocioso para se envolver com coisas erradas e outros ficarão sem uma refeição por semana.

Quem você acha que tem mais razão? Os que apoiam quatro dias ou os que apoiam os cinco dias de aula por semana?

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