Guia do Estudante

Posts com a tag ‘professora’

Professora ajuda alunos a colar dizendo que eles são “burros como uma porta”

Tânia Vinhas | 06/09/2012

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Olha só o escândalo: uma ex-professora da quinta série de Atlanta está sendo acusada de entregar as respostas de um teste para os seus alunos. Shayla Smith estava fiscalizando a sala enquanto a prova era aplicada e passou cola. O motivo de tanta “bondade”? Ela diz que é porque eles são “burros como uma porta”.

Schajuan Jones, professora da quarta série, ouviu Shayla contar tudo para outra professora. “As palavras dela foram ‘eu tive que dar as respostas para as crianças porque elas são burras como uma porta’”.

E já que a expressão foi divulgada, outros alunos, revoltados, contaram que ela já fez isso várias vezes. Resultado: Shayla foi processada e acusada de negligência e imoralidade. E ah, perdeu o emprego, claro.

Shayla, fica a dica: você pode até pensar certas coisas, mas é recomendado pensar duas vezes antes de falar…

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Aluno faz bullying e professora manda o resto da classe bater no menino

Tânia Vinhas | 21/06/2012

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Em escolas normais as crianças que fazem bullying levam broncas e suspensões (ou não levam nada, o que é triste). No entanto, em uma escola do Texas a técnica disciplinar foi diferente – o aluno que fez bullying apanhou do resto da classe a mando da professora!

Pois é, o caso aconteceu na Salinas Elementary, uma escola no subúrbio de San Antonio, e a professora está sendo acusada de orquestrar uma sessão de pancadaria para ensinar ao aluno de 6 anos (seis anos!!) que fazer bullying é errado. A professora assistente também entrou no caso por ter deixado acontecer.

De acordo com a polícia, a professora chamou o garoto valentão Aiden e disse aos outros 24 estudantes “bate nele!”e “bata mais forte!”. Pior: muitas crianças nem queriam bater, mas ficaram com medo de desobedecer a professora.

“Vinte e quatro crianças bateram nele e ele disse que a maioria bateu duas vezes”, afirmou Amy Neely, mãe de Aiden.

Assim como em vários casos de bullying, a mãe disse que o filho nunca causou problemas e que esta foi a primeira vez que ouviu falar de professores tendo problemas com ele –  então vai saber o que o moleque já aprontou por aí. Mas mesmo assim né, dona professora!

Disciplinar alunos contra bullying chamando todo mundo pra porrada: você está fazendo isto errado!

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Aluno é suspenso após tentar abraçar professora

Tânia Vinhas | 17/04/2012

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Todo mundo já sabe que os americanos não são como os brasileiros – não saem abraçando todo mundo, não cumprimentam com beijinhos no rosto, não criam intimidade rápido. Mas o que aconteceu em Bladenboro, Carolina do Norte, foi extremo.

Ryan Blackmon, um aluno da 8ª série da Bladenboro Middle School, foi suspenso quando tentou abraçar a sua professora. O abraço não era sem motivo: ela havia apartado uma briga, outro aluno bully queria bater em Ryan. Feliz por ter sido salvo, ele quis agradecer com um abraço. E deu no que deu.

“Eu disse ‘obrigado’ assim que ela parou a briga”, contou o estudante. “Eu fui abraçá-la e ela me puxou pelo braço, me arrastou até outra professora e disse que eu precisava levar suspensão, que algo sério havia acontecido”.

De acordo com o colégio, é contra a política da escola dar abraços nos professores. Pois é.

Em resposta, os pais de Ryan fizeram um boletim de ocorrência contra a professora e a escola – não por causa do abraço não dado, mas por causa do roxo que ela deixou no braço do menino enquanto o levava para a diretoria.

“Eu não entendo como é que ela pode se sentir ameaçada se eu estava mostrando a minha gratidão, mas ela poderia só ter pedido educadamente para eu me afastar”, lamentou Ryan.

Gente, fala sério. Um abracinho não mata ninguém né?

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Ajudante de professor se recusa a mostrar o Facebook à diretoria e é suspensa

Tânia Vinhas | 04/04/2012

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É claro que você só deve colocar na internet o que não tem problema ser visto por todas as pessoas, mas em alguns casos a curiosidade beira a invasão de privacidade mesmo. Foi o que aconteceu com Kimberly Hester, uma ajudante de professor que foi suspensa após não deixar a diretoria acessar a sua página no Facebook.

O superintendente da Frank Squires Elementary School, de Cassopolis, Michigan, insistiu que queria ver o Facebook da professora quando a mãe de um aluno, amiga dela na rede, contou que ela havia postado uma foto de uma colega de trabalho. A foto era meio confusa e estranha – só dava para ver uma calça e um par de sapatos.

“Eu não fiz nada de errado”, disse Kimberly. “E eu não vou deixar, mesmo agora, que eles entrem no meu Facebook. E eu não acho que é ok um chefe pedir isto. Eu tenho o direito de ter privacidade”.

Foi aí que ela levou a suspensão e foi informada que ela não receberia o seu salário. Agora ela já tem advogado e ainda chamou a atenção de Matt Lori, um político republicano de Michigan, que tem um projeto de lei que torna ilegal o ato de pedir senhas ou forçar alguém a mostrar a rede social para olhar informações dos funcionários. Justo.

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Aluna pede para ir ao banheiro e professora manda usar um balde

Tânia Vinhas | 19/03/2012

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É claro que muitos alunos abusam da paciência dos professores e ainda aproveitam a ida ao banheiro para dar umas voltas e matar tempo, mas não é por isto que os professores podem fazer o que Gonja Wolf fez.

A professora de artes da Patrick Henry High School, de San Diego (Califórnia), não ficou nada satisfeita quando uma aluna de 14 anos pediu para ir ao banheiro. Resultado: mandou a garota urinar em um balde e jogar o “conteúdo” na pia. “Ela queria humilhar a menina”, afirma a acusação – sim, porque é claro que processaram a mulher e a escola.

A aluna alega que depois disso passou a sofrer gozação dos colegas e que a história correu o prédio inteiro. “Ela não se sente mais segura e nem confortável”, continua o processo.

O advogado pede no mínimo 25 mil dólares de indenização por danos psicológicos e ainda quer que a escola pague um colégio particular para ela durante o resto do ensino médio. Justo.

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Alunos do primário colocam veneno de rato no café da professora

Tânia Vinhas | 29/02/2012

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Três alunos de Fresno, Califórnia, foram expulsos do colégio Balderas após colocarem veneno de rato no café e no cupcake da professora. Eles têm apenas 10 e 11 anos de idade!

Felizmente não aconteceu nada com ela – outro aluno viu o que aconteceu e jogou o copo no chão antes da professora tomar o café –, mas o corpo docente não aceitou a maldade. “Eu quero deixar uma mensagem clara a estes alunos”, afirmou David Cross, professor na mesma escola. “E eu não ligo se vocês não tiveram nenhum problema disciplinar antes. Vocês executaram um plano de cometer mal a um adulto, a um professor, e nós não vamos tolerar isto”.

Só que infelizmente as crianças só enfrentaram a expulsão mesmo – ninguém foi dar queixa à polícia. “Eu acredito que a polícia deveria entrar com processo criminal contra estes alunos”, reclamou Cross. “Eles admitiram sem problemas que haviam feito aquilo”.

O que você pensa sobre o assunto? Quais são as consequências que o trio deveria arcar?

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Professora separa briga de alunos jogando chá quente neles

Tânia Vinhas | 26/01/2012

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O incidente aconteceu na Hastings High School em Michigan e o começo não foi muito diferente de muitas brigas de escola por aí: Skyler Henion, de 15 anos, e Dillon Anderson, de 18, saíram no tapa após trocar algumas mensagens de texto provocativas.

O que foi diferente foi o desenrolar da história. A professora de espanhol do colégio tentou separar a briga dando bronca, mas, como eles não pararam, ela decidiu jogar chá quente nos meninos!

“Eu senti o chá no meu pescoço e nas minhas costas e estava me queimando”, disse Skyler. Ele contou para a mãe o que havia acontecido e ela chamou a polícia.  “Todo mundo disse que ela estava gritando no corredor avisando que ia fazer isto, mas eu não ouvi nada. Fui pego de surpresa. Não acho que tenha sido a melhor maneira de lidar com isto”, reclamou o garoto.

Por outro lado, Dillon, que supostamente começou a briga, não culpa a professora. “Ela não é forte e estava segurando um monte de sacolas e coisas, então ela meio que fez o que precisava ser feito”.

A polícia promete investigar melhor o caso, mas o advogado da professora defende que ela sempre foi uma profissional exemplar, que sua a atitude não foi errada e que ela sempre buscou a segurança dos estudantes.

O que você pensa sobre isso?

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Professora forja carta de intimação da justiça para poder matar aula

Tânia Vinhas | 19/01/2012

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Mona Lisa Tella, professora de 61 anos da High School of Graphic Communication Arts de Manhattan, queria matar umas aulas. Para isto, forjou uma carta de intimação da justiça para fazer parte de um júri. Até que a ideia não é ruim, certo? O problema foi a execução do plano.

Mona Lisa entregou a carta ao diretor, Jerod Resnick, para provar que precisaria ser liberada do trabalho durante vários dias. Só que Jerod leu a carta com atenção e encontrou vários erros de escrita – “trial” foi escrito “trail”, “cited” apareceu como “sited” e “manager” virou “manger”. Além disto, os números de telefone e fax impressos ali eram falsos.
O diretor ficou tão nervoso que resolveu entregar a mulher para a polícia. Ela precisou pagar uma multa e foi obrigada a pedir demissão. O engraçado é que ela continua mantendo a história: “eles disseram que foi forjada? Que mentira!”, reclamou a professora. “A minha letra não está na carta”.
Ela não é muito boa de criatividade”, comentou Richard Condon, o investigador responsável. “A carta vinha com datas erradas, telefone errado, endereço errado, erros de escrita. Ela nunca foi intimada para nenhum júri”.
É, dona Mona Lisa… perguntasse a algum de seus alunos, eles certamente entendem mais sobre boas técnicas para matar aulas!

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Professora de colégio católico faz inseminação artificial e é demitida

Tânia Vinhas | 03/01/2012

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Christa Dias, uma professora de 32 anos que lecionava na escola católica St. Lawrence de Cincinnati, Ohio, tinha um desejo super normal: o de ser mãe. Como o meio convencional “marido-gravidez” estava difícil de acontecer, ela optou pela inseminação artificial solteira mesmo – e foi demitida.

De acordo com ela, tudo aconteceu quando ela foi perguntar sobre as opções de licença maternidade. A escola teria mandado ela embora por ser solteira e estar grávida, coisa que supostamente iria contra os preceitos do colégio.

E quando a escola descobriu que havia feito algo ilegal, disse que ela havia violado o contrato empregatício – ter um filho sem ser casada é considerado um “ato imoral” e o contrato alerta sobre isto.

O bebê nasceu e agora Christa está desempregada e com uma filha para criar. “Minha filha é um presente maravilhoso de Deus. Ela é incrível e maravilhosa. Eu faria tudo de novo por ela”, disse a mãe.

O pior é que o diretor da escola que a demitiu, o reverendo James Kiffermeyer, já foi suspenso em 2002 com uma acusação de má conduta sexual. E ele não foi demitido, né? Engraçado…

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Professora espirra desinfetante nos olhos de alunos rebeldes

Tânia Vinhas | 15/12/2011

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Existe uma maneira de educar adolescentes que diz mais ou menos “deixa ele fazer então, aí aprende do pior jeito”. Seria tipo deixar o jovem encher a cara e enfrentar as consequências de um coma alcoolico, sabe? A professora de Ciências da Rolling Meadows High School, Illinois, pensa quase assim.

Quase? Vamos explicar o contexto primeiro: a professora de 47 anos pediu a seus alunos que colocassem óculos de proteção para fazerem experiências de Química. Eles fizeram pouco caso e não quiseram colocar.

Aí você pensa que ela lavou as mãos e largou os adolescentes de 15 anos com a segurança por conta e risco deles, né? Mas não, ela lavou outra coisa: simplesmente esguichou o desinfetante Lysol nos olhos deles! E nem foi para demonstrar o perigo, foi por raiva e frustração mesmo – ninguém aguenta adolescente mal educado!

Um deles até precisou ir ao hospital, mas os pais decidiram não prestar queixa na polícia. No entanto, alguma conversa séria aconteceu na diretoria, pois a tal professora apresentou a carta de demissão no dia seguinte.

Agora fica a pergunta: você está do lado dos alunos ou da professora?

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