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Posts com a tag ‘suspensão’

Brincar com granadas imaginárias na hora do recreio? Suspensão!

Tânia Vinhas | 15/02/2013

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O pequeno Alex Watkins, de 7 anos, ficou bem confuso quando levou uma suspensão na hora do recreio. Ele brincava numa boa de salvar o mundo do mal, mas de repente a diretora da Mary Blair Elementary School de Loveland, Colorado, o chamou para uma conversinha e deu a notícia.

O que ele estava fazendo de repreensível? Jogando granadas imaginárias em uma caixa imaginária que continha um monstro maléfico – e imaginário.

A mãe do garoto, Mandie, também não entendeu. “Ele está muito confuso”, disse. “Eu também estou confusa, então fica difícil para mim ter que apoiar estas regras da escola sendo que eu não as entendo”.

De acordo com a diretora, Valerie Lara-Black, Alex infringiu regras da instituição que prezam pela segurança do local. Algumas das regras? “Proibido fazer abusos físicos ou lutas – reais ou de brincadeira” e “nada de armas, reais ou de brincadeira”.

Mas isso valeria para as imaginárias também? Levemente exagerado, né?

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Alunos são suspensos por chupar bala de menta com energético

Tânia Vinhas | 10/10/2012

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A história é meio estranha: quatro garotos de 17 anos de um colégio público de Perkin, Illinois, foram vistos em uma festa da escola ingerindo balas brancas. Os funcionários acharam suspeito e contaram ao diretor, que suspendeu o grupo por dois dias até descobrir o que era a tal substância.

Os meninos acharam um absurdo – disseram que eram só balas energéticas de menta (menta com cafeína e outros ingredientes comumente encontrados em energéticos). O pai de um deles, Jason McMichael, foi reclamar, dizendo que seu filho nunca se meteu em encrenca e que ele era inocente.

A diretoria bateu o pé – disse que podiam ser drogas ilegais e que quando os estudantes foram monitorados pela enfermeira local eles apresentaram batimentos cardíacos acelerados e pressão alta.

Eis que então o pai fica mais inconformado: se eles podiam estar drogados, por que não levaram os meninos para um hospital? Como assim só mandaram todos para casa?

Enfim. O caso é que, no fim das contas, a escola mandou analisar as tais balas e – olha só! – eram balas inocentes mesmo.

Resultado: os moleques continuaram suspensos. A explicação do colégio? Já que a bala que não era droga parecia droga, eles deveriam ser punidos por má-conduta (por levar um produto desconhecido para dentro da escola).

Isso é que é não querer dar o braço a torcer…!

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Aluno de 6 anos canta I’m sexy and I know it e é suspenso

Tânia Vinhas | 07/05/2012

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D’Avonte Meadows tem apenas 6 anos de idade e aparentemente tem uma ótima auto-estima – o problema foi que isto rendeu uma suspensão ao garoto. Pois é, o estudante da Aurora Elementary School, Colorado, resolveu cantar na cantina do colégio o refrão de uma música da banda LMFAO: I’m sexy and I know it (sou sexy e eu sei disto).

Ok, ele pode se sentir sexy à vontade, mas o ato foi considerado ofensivo, visto que ele cantou o verso para uma coleguinha de classe. E todo mundo sabe como os americanos são meio surtados com isto, então ele foi suspenso com suspeita de assédio sexual. Gente, 6 anos de idade.

“Eu entenderia se ele estivesse apaixonado por ela, levantando a saia dela ou tentando olhar debaixo de sua saia”, disse a mãe de D’Avonte, Stephanie. “Para mim isso sim é assédio sexual. Agora estou sem chão. Vão olhar para ele como se ele fosse um pervertido. E isto não é justo com ele”.

Absurdo, não é mesmo?

No entanto, precisamos comentar que essa já não é a primeira vez que ele apronta. No mês passado ele fez uma espécie de “dança da bundinha” cantando a mesma música para a mesma garota. Tenso.

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Aluno é suspenso após tentar abraçar professora

Tânia Vinhas | 17/04/2012

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Todo mundo já sabe que os americanos não são como os brasileiros – não saem abraçando todo mundo, não cumprimentam com beijinhos no rosto, não criam intimidade rápido. Mas o que aconteceu em Bladenboro, Carolina do Norte, foi extremo.

Ryan Blackmon, um aluno da 8ª série da Bladenboro Middle School, foi suspenso quando tentou abraçar a sua professora. O abraço não era sem motivo: ela havia apartado uma briga, outro aluno bully queria bater em Ryan. Feliz por ter sido salvo, ele quis agradecer com um abraço. E deu no que deu.

“Eu disse ‘obrigado’ assim que ela parou a briga”, contou o estudante. “Eu fui abraçá-la e ela me puxou pelo braço, me arrastou até outra professora e disse que eu precisava levar suspensão, que algo sério havia acontecido”.

De acordo com o colégio, é contra a política da escola dar abraços nos professores. Pois é.

Em resposta, os pais de Ryan fizeram um boletim de ocorrência contra a professora e a escola – não por causa do abraço não dado, mas por causa do roxo que ela deixou no braço do menino enquanto o levava para a diretoria.

“Eu não entendo como é que ela pode se sentir ameaçada se eu estava mostrando a minha gratidão, mas ela poderia só ter pedido educadamente para eu me afastar”, lamentou Ryan.

Gente, fala sério. Um abracinho não mata ninguém né?

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Escola suspende aluno que raspou a cabeça – e ele tinha motivos nobres

Tânia Vinhas | 21/03/2012

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Fato: algumas regras são bestas. Não queremos incentivar a anarquia nas escolas, muito longe disto (a maioria das regras é fundamental para a formação dos estudantes), mas vejam só o que aconteceu no colégio Padua de Mornington, uma cidade perto de Melbourne, Austrália:

 

O melhor amigo de um estudante da nona série descobriu ter leucemia e o garoto, tocado com a luta do amigo, resolveu raspar a cabeça para mostrar solidariedade e arrecadar fundos para uma instituição que ajuda vítimas de câncer. Louvável, certo?

 

No entanto, a diretoria decidiu suspender o aluno. Disse que o máximo permitido pela política da escola é raspar a cabeça com máquina dois – e máquina zero era inadmissível. Quando ele pode voltar para as aulas, nesta segunda-feira, ele foi informado de que seria obrigado a usar um boné até o cabelo crescer.

 

“Ele quis raspar a cabeça por uma boa causa, mas ele não seguiu o procedimento exigido pela escola e não nos procurou antes”, explicou Christopher Houlihan, o diretor. “Eu sempre deixei os alunos participarem do movimento World’d Greatest Shave [um dos maiores eventos solidários do país], contanto que o comprimento dos fios estivesse em um nível aceitável – máquina dois. E eles também podem apoiar a causa fazendo propaganda sobre ela”.

 

E sabem o que é pior? A escola é católica. Belo exemplo, heim?

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Garota tenta reclamar que sofre bullying e leva suspensão

Tânia Vinhas | 05/03/2012

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Estudantes sofrem bullying na escola, pessoa que faz bullying é suspensa na escola – esta lógica está correta. No entanto, em uma escola de Lithonia, Geogia (Estados Unidos), também existe a seguinte lógica: estudante sofre bullying, estudante tenta reclamar sobre isto na diretoria e, portanto, leva suspensão.

Essance McDougald, aluna do ensino médio, chegou a comentar com seus professores que estava sofrendo bullying de duas garotas mais velhas, mas ninguém fez nada. Então a menina decidiu escrever uma carta de três páginas para o conselho escolar contando o seu caso e o assistente do diretor afirmou que ela seria suspensa se fizesse isto. Ela desistiu da ideia e contou para a sua avó.

“Se alguém me diz que eu vou ser suspensa por 7 ou 10 dias porque estou sofrendo bullying, eu não vou falar com o assistente do diretor e não vou relatar nada porque eu não quero ser suspensa da escola”, reclamou a avó de Essance, que resolveu tirar satisfações.

E foi exatamente quando ela foi tirar satisfações que a garota foi suspensa. A escola quis que as meninas envolvidas conversassem sobre o assunto, mas uma delas afirmou que iria bater nela se fosse suspensa por isto. Essance resolveu ficar quieta e, portanto, levou uma suspensão de 2 dias.

“Eles estão dizendo que todo mundo está fazendo bullying com todo mundo”, disse a avó. “Não faremos mais mediações. Ela está com medo de voltar para o colégio e talvez eu comece a dar aulas para ela em casa mesmo”.

Onde já se viu, uma escola deixar o caso chegar a este ponto?

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Aluno tira foto de professor dormindo e leva suspensão

Tânia Vinhas | 02/02/2012

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Mais um exemplo de regra um pouco burra e inflexível demais. O caso aconteceu em uma escola pública de Mustang, Oklahoma, e revoltou pais e alunos: um estudante percebeu que seu professor substituto havia dormido durante a aula e tirou uma foto com o celular. Ele mostrou a foto para várias pessoas da escola e não aconteceu nada com o mestre – mas com ele sim.

Quando a diretoria ficou sabendo da foto, decidiu suspender o aluno, visto que usar celular dentro da sala é proibido. “Um estudante pode possuir um aparelho de telecomunicação dentro do território escolar, mas o uso deste aparelho não é permitido durante o horário de aula”, diz a política da escola.

O pai do aluno, Steve Graulich, não concorda muito com o ocorrido. “Eles realmente deveriam ter repreendido o meu filho por ter um celular, mas provavelmente foram extremistas porque eles pegaram um professor fazendo algo que não deveria estar fazendo”, disse. “Concordo com a regra da escola, mas talvez esta fosse a única forma de provar que o professor estava dormindo. Se o professor estava dormindo, então a escola deveria investigar isto”.

A escola afirma que o caso do professor também será investigado, pois tal comportamento “não é tolerado”.

Exagero, heim, escola? Uma detenção seria válida, mas suspensão?

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Escola suspende aluno que deixava o cabelo crescer para doá-lo a vítimas de câncer

Tânia Vinhas | 30/01/2012

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Mais uma história que faz qualquer um pensar “mas que absurdo!”. J.T. Gaskins sempre foi um aluno exemplar da Madison Academy (Michigan), mas neste momento ele cumpre uma suspensão fazendo trabalhos escolares em casa. O motivo da penalidade? Ele deixou o cabelo crescer.

Para começo de conversa, talvez uma suspensão fosse uma medida muito drástica para o caso – uma advertência talvez bastasse. Mas a situação é pior, pois ela tinha uma causa nobre: J.T. queria doar seus fios para a Locks of Love, uma instituição que aceita cabelos doados para fazer perucas para pessoas com câncer.

Como o garoto de 17 anos já passou por isso (ele teve leucemia anos atrás) e descobriu que a irmã de um amigo estava com a mesma doença, ele decidiu fazer uma boa ação. Só que a escola foi impassível e decidiu que ele estava violando a política da escola.

Mesmo com a suspensão no histórico, J.T. se recusa a cortar o cabelo, na esperança de que o conselho escolar reconsidere a penalidade. “Eu lutei contra o câncer toda a minha vida. Eu vou continuar lutando contra ele. Eu não vou voltar atrás só porque a minha escola mandou”, disse o aluno.

Uma petição online foi criada para convencer a escola a criar uma exceção à regra, que seria justamente a de que cabelo comprido com intenção de doação seria aceitável. Mais de 3 mil pessoas já assinaram (inclusive esta que vos escreve) e com certeza a lista vai aumentar. Quer assinar também? Clique aqui!

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Aluno conta que acidentalmente levou uma faca para a escola e é suspenso

Tânia Vinhas | 11/01/2012

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Uma história de dar dó: Jack Persyn, um garoto de 13 anos de Buford, Geórgia, descobriu que havia levado sem querer uma faca para a sua escola, a Lanier Middle School. Chocado, decidiu fazer a coisa certa e contar para a professora – só que acabou levando uma suspensão.

Agora você deve estar pensando “aham, ‘acidentalmente’, sei!”. Mas é verdade! A tia de Jack foi a um bazar de garagem, comprou uma mochila militar usada e deu a ele de presente de Natal. Quando ele foi estrear o presente, viu que dentro dela havia uma faquinha pequena esquecida no fundo.

A professora levou o garoto para a diretoria e um relatório foi feito explicando que Jack havia levado a faca acidentalmente e que ele “imediatamente reportou o caso”. Então por que ele levou uma suspensão de 4 dias?

“Eu odeio o fato de que Jack sentiu que ele fez o que deveria ser feito e ainda teve que arcar com as conseqüências”, reclamou a mãe, Angie Persyn. “Nunca houve uma questão de segurança”, completou o pai, Bill. “Ninguém se machucou, foi um erro inocente e ainda assim ele foi tirado das aulas por quatro dias. Até entenderia uma hora de detenção, mas isto é nonsense”.

A escola se defende: “temos uma política de tolerância zero em relação a armas e qualquer estudante que for encontrado com uma arma enfrentará as conseqüências. Não podemos ignorar o fato de que existe uma arma no campus e que alguém pode usá-la”.

Meio exagerado, né?

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Garoto vira traficante de chocolate em escola saudável e leva suspensão

Tânia Vinhas | 11/10/2011

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Não podemos negar que Tommie Rose é um verdadeiro empresário com tino comercial: com apenas 12 ele chegou a ganhar mais de 200 libras por dia vendendo chocolates e refrigerantes aos colegas da escola Oasis Academy de Salford, Inglaterra.

O problema é que, como muitos grandes empresários, ele alcançou a fortuna agindo ilegalmente – sua escola leva a alimentação saudável muito a sério e, após receber algumas broncas e continuar o trabalho mesmo assim, o moleque levou uma suspensão.

“Tive esta ideia com a série O Aprendiz, especialmente por causa do episódio em que eles compram as coisas das lojas e revendem”, contou Tommie. “Eu tenho cérebro para os negócios e o programa me deu a ideia do que fazer. Eu vendia tudo no playground - às vezes eu lucrava mais de 200 libras”. Danadinho!

Ainda que muitos achem que exageraram na punição, a escola afirma que fez o certo. “Os pais dos alunos apóiam a nossa política e ficariam desapontados se descobrissem que o dinheiro do almoço dos filhos está sendo gasto com chocolate que é trazido para cá”, disse o porta-voz da instituição. “Ainda que a gente entenda a motivação para um pouco de empreendedorismo, nós preferimos trabalhar junto com os alunos e canalizar esta motivação em uma atividade que não quebre as regras da escola”.

A notícia correu o mundo e, nesta semana em que ele está de molho em casa (e sem telefone e computador, porque os pais também botaram ele de castigo), Tommie decidiu bancar o político: afirmou que todo o resto do seu estoque será doado a famílias carentes. Esperto!

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