Guia do Estudante

Posts com a tag ‘universidade’

Estudante processa universidade para poder ficar com porquinho da Índia

Tânia Vinhas | 20/03/2013

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Kendra Velzen, estudante de 28 anos da Grand Valley State University, sofre de depressão e usa marca-passo. Ela tem um porquinho da Índia muito simpático – chamado Blanca – e afirma ter a necessidade de ficar com ele 24h por dia, em todos os lugares. E assim começou a briga com a direção da universidade.

Kendra afirma que o bichinho dá apoio emocional a ela e reduz os sintomas de depressão, além de trazer benefícios psicológicos e físicos. A instituição resolveu permitir a presença do animal no seu dormitório (qualquer bicho de estimação é proibido lá), mas não abriu mão de impedir Blanca de participar das aulas e dos almoços no refeitório.

A moça não aceitou o que lhe foi oferecido e entrou com processo na justiça – disse que a escola violou o acordo que haviam feito. Para evitar maiores dores de cabeça, a universidade aceitou fazer um acordo e ofereceu 40 mil dólares de indenização, além de colaborar com a criação de uma nova política de animais auxiliadores no campus.

Por este dinheiro, acho que muita gente vai querer arrumar porquinhos da Índia pra comprar briga na faculdade…

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À la Cinquenta Tons de Cinza: Harvard inaugura clube sadomasoquista

Tânia Vinhas | 14/12/2012

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Um novo grupo de estudo de Harvard acaba de ser oficialmente aprovado na famosa universidade localizada em Cambridge, Massachusetts: Harvard College Munch, um grupo destinado a compartilhar histórias pessoais e discutir temas relacionados ao sadomasoquismo.

O clube conta com cerca de 30 membros e, com a fama dos livros Cinquenta Tons de Cinza, só tende a aumentar. Ninguém do grupo aceita divulgar o nome real, mas uma das participantes, “Marie”, afirma curtir objetos como algemas, amarras e outros brinquedinhos sexuais.

“Michael”, o fundador do clube, disse que há muitos benefícios na aprovação do grupo pela universidade e que agora quem pensava estar sozinho poderá descobrir novas pessoas e conversar sobre novidades e técnicas.

O que você pensa sobre isso?

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Fanfarra da Universidade de Ohio toca Gangnam Style

Tânia Vinhas | 02/10/2012

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Nos filmes americanos a banda da escola sempre é zoada e sofre bullying, mas não é o caso da fanfarra da Universidade de Ohio – eles arrasam em suas apresentações e a última deles foi a música sensação do momento, Gangnam Style!

Além de tocarem os instrumentos, o pessoal caprichou na coreografia até o final! Incrível!

Não sabe qual faculdade prestar? Ohio parece uma escolha divertida agora, não é mesmo?

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Estudantes aprontam, são suspensos e… processam a universidade

Tânia Vinhas | 31/08/2012

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Uma fraternidade inteira de alunos da Universidade de Miami levou suspensão e decidiu processar a instituição pedindo 10 milhões de dólares em indenização. O resumo da história parece nonsense para você? E a história inteira é mesmo.

A fraternidade Phi Kappa Tau foi suspensa pelas autoridades da Universidade após um rolo envolvendo a polícia. No dia 19 de agosto policiais foram chamados ao local porque o alarme de incêndio estava tocando – estes alunos estavam acendendo fogos de artifício apontados diretamente para a fraternidade da frente, a Sigma Alpha Epsilon (é, parece filme adolescente americano mesmo).

Quando pediram para entrar na casa, os estudantes não deixaram. Os policiais voltaram com um mandado de segurança e encontraram muitos rojões (usados e novos) e maconha. Ainda que eles tenham levado só uma bronca (ninguém fez boletim de ocorrência), a Universidade puniu os rapazes, visto que a casa faz parte da instituição. Até aí, tudo bem, é o que a gente esperava.

O bizarro é que eles ficaram revoltados. Alegaram que a suspensão é maliciosa, que interfere nas operações da fraternidade e que vai contra os direitos constitucionais dos membros. Resultado: abriram um processo pedindo 10 milhões de dólares.

O processo ainda vai correr, mas convenhamos: que palhaçada destes caras!

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Universidade de Edimburgo cria o curso Busca por Vida Extraterrestre

Tânia Vinhas | 24/07/2012

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Alô você que já está no meio do 3º colegial e ainda não faz ideia de qual carreira seguir! Se Medicina, Engenharia e Direito parecem cursos muito chatos, eis aqui uma oportunidade incrível: a de se formar em Astrobiologia e a Busca por Vida Extraterrestre!

O curso é a última novidade da Universidade de Edimburgo e o melhor de tudo é que as aulas são online e gratuitas. O professor responsável é Charles Cockwell, diretor do Centro de Astrobiologia do Reino Unido. São 5 semanas de curso, totalizando 10 palestras e um certificado assinado no final.

Aqui vai o cronograma básico das palestras:

1ª Semana: O que é a vida e quais são as definições da vida? O que nós sabemos sobre a origem da vida e quais são as hipóteses atuais sobre como surgiu a vida na Terra?

2ª Semana: Como era o ambiente da Terra quando a vida surgiu e o que nós sabemos sobre a vida no princípio da Terra? Como a vida evoluiu para sobreviver em ambientes extremos? Quais foram as maiores transições evolutivas da vida na Terra?

3ª Semana: Quais são as perspectivas para a vida em outros planetas do nosso sistema solar e como nós vamos pesquisá-las? Quais são as condições requeridas para um planeta ser habitável?

4ª Semana: Como podemos procurar por planetas parecidos com a Terra orbitando em estrelas distantes e como nós podemos detectar vida neles?

5ª Semana: Quais são as possibilidades de encontrar vida inteligente lá fora? Como poderemos lidar com o contato com a inteligência extraterrestre e qual poderá ser o impacto na sociedade? Quem representaria a Terra?

Profundo. Se você ficou interessado, clique aqui para obter mais informações. O céu é o limite – ou não né.

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Universitário estuda “rápido demais” e é processado pela instituição

Tânia Vinhas | 05/07/2012

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Marcel Pohl deveria ser um exemplo de aluno: fez 60 provas em 20 meses, obteve a média necessária e se formou em Economia e Administração em agosto de 2011 em uma universidade da Alemanha. Se o normal era levar 11 semestres para se formar, ele precisou de apenas 3 – uau!

O problema foi que a tal universidade não achou nada “uau”. Pelo contrário: abriu um processo contra Marcel. O motivo? Ele não deveria ter se formado rápido desse jeito, pois dá prejuízo para a instituição. Agora ela alega que o certo seria ele pagar pelos 11 meses (o que daria mais 3 mil euros).

“Quando eu recebi o processo, eu pensei que não podia ser verdade”, contou o ex-aluno. “Boa performance deveria valer alguma coisa”. O advogado do moço também não se conforma: “a gente sempre foi contra os alunos lentos, mas quando alguém é mais rápido e termina antes, de repente ele precisa pagar por isto. Não pode estar certo”.

Até esse ponto da história a gente fica 100% do lado de Marcel, mas eis um ponto contra: o método utilizado para se formar tão rápido. Ele dividiu matérias e palestras com amigos e trocou notas sobre o que era ensinado. Então ele não chegou a ver todas as aulas, só fez todas as provas. Isto vai ser levado em conta no processo – será que vale agir desta forma?

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Faculdades americanas investem em método barato de relaxamento: cães!

Tânia Vinhas | 21/05/2012

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Ainda que seja uma das melhores fases da vida, fazer faculdade tem lá seus momentos de puro stress. Provas finais, semana de entrega de trabalhos, a chance de pegar DP. E como fazer tudo totalmente estressado geralmente só piora as coisas, várias faculdades americanas estão investindo em um método certeiro para relaxar os estudantes – cachorrinhos.

Da Ken State University de Ohio a até a Faculdade Macalester de Minnesota, cada vez mais instituições de ensino estão colocando bichinhos no campus para acalmar os nervos dos alunos.

“Nós temos um aluno aqui e um funcionário nosso comentou que ninguém nunca viu aquele aluno sorrir”, contou Richelle Reid, bibliotecária do curso de Direito da Emory University. Então Richelle colocou em prática a tal terapia que tinha ouvido falar. “Isto tem apresentado efeitos positivos, ajudando os estudantes a terem um momento para esvaziar a mente e não ter que pensar em estudos, não ter que pensar em livros”.

A partir daí, funcionários passaram a levar os seus bichinhos para a faculdade. Os alunos se beneficiam brincando com eles e os animais também se divertem, já que normalmente ficavam o dia inteiro sozinhos em casa.

“Você pode liberar algumas emoções em um bichinho de estimação que você não pode liberar em um ser humano”, disse Louise Francisco-Anderson, pesquisadora da Faculdade de Medicina de Harvard e dona do shih tzu Cooper, um verdadeiro sucesso do campus. “Um animal mantém tudo confidencial. Você não precisa se preocupar com alguém fofocando ‘ah, eu acho que ela está tendo um colapso nervoso por causa da prova de Ciências’”.

Pesquisadores mostram que a interação homem/animal diminui o nível de cortisol no sangue (o hormônio do stress) e aumenta o nível de endorfina (o hormônio da felicidade). Ótima ideia, não é mesmo?

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Universidade contrata cabras como jardineiras

Tânia Vinhas | 19/04/2012

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Eis uma ideia meio excêntrica, porém eficiente: a Universidade da Georgia, Estados Unidos, colocou 8 cabras em seu terreno para cuidar do mato que crescia rápido demais. A ideia veio do estudante Zach Richardson, que está no último ano do curso de Arquitetura e Paisagismo.

O projeto deu tão certo que Richardson até ganhou um prêmio de sustentabilidade da Universidade. As cabras chegaram há três semanas e já comeram tanta grama desde então que o local está impecável.

“Era uma parede impenetrável de vegetação”, contou o aluno. “Elas começaram em uma floresta e a transformaram em um campo de parque. A parte mais legal é que isto virou algo muito maior, você pode sentar e observar todos os estudantes parando e passando um tempo com as cabras”.

Pois é: além de economizar dinheiro e ser uma medida mais amiga do ambiente (melhor que usar máquinas pesadas ou produtos químicos), é muito mais divertido brincar com as cabras gulosas do que aturar ceifadeiras barulhentas.

E antes que alguém pergunte sobre a segurança dos alunos, os bichinhos por enquanto só trabalham dentro de cercados. Então responda: você gostaria de estudar em um lugar cheio de cabras paisagistas?

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Estudante processa universidade que não autorizou um porquinho da índia no alojamento

Tânia Vinhas | 09/04/2012

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A Grand Valley State University (de Allendale, Michigan) tem uma política bem clara quando o assunto é animal: nenhum bicho de estimação é permitido nos alojamentos da universidade. Só que Kendra Velzen, uma estudante de 28 anos, entrou com pedido para autorizarem a permanência de seu porquinho da índia. Pedido negado, processo aberto.

A alegação não é muito normal: “não é um bicho de estimação, é um animal que oferece apoio emocional”. Oi? Pois é, Kendra afirma sofrer de depressão crônica e que, ainda que ela esteja se tratando com remédios prescritos por psiquiatra, ela depende do porquinho para se sentir melhor.

A lei local diz que é dever da instituição acomodar bem uma pessoa que lida com qualquer distúrbio, o que incluiria dar o direito de ter uma companhia animal. Aliás, o advogado da moça contou que esta luta toda pelo bichinho só piorou a condição médica dela, que agora passa por stress emocional e ansiedade.

Deixem logo a menina ficar com o porquinho, gente! Não é como se ela precisasse da companhia de um avestruz ou hipopótamo, oras!

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Universidade contrata mestre ninja para dar aula de Administração

Tânia Vinhas | 08/02/2012

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Enquanto vários estudantes por aí podem dizer “meu professor escreveu vários livros” ou “meu professor é famoso”, os estudantes da Mie Daigaku (Universidade de Mie, no Japão), podem dizer “o meu professor é um mestre ninja”.

Pois é, a diretoria da universidade contratou o mestre do clã Koga para ser professor no curso de Administração. A matéria? Algo tipo “como as técnicas ninjas podem ser usadas nos negócios” – é sério!

Jinichi Kawakami, de 61 anos, é o 21º mestre do clã de mais de 500 anos e está animado com o novo emprego. “Espero combinar a área da pesquisa com as habilidades ninjas, visto que elas são o ápice das técnicas de sobrevivência, de uma maneira em que possam ser usadas na sociedade atual”, afirmou.

É para morrer de inveja desses alunos ou não é?

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