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Luxo: rede de ensino transformará cabelos de aprovados no vestibular em diamante

Tânia Vinhas | 18/12/2012

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Todo mundo sabe que os diamantes são eternos. Todo mundo sabe que os diamantes são os melhores amigos das mulheres. Mas nem todo mundo sabe que dá pra fazer diamante com cabelo. E quase ninguém sabe que diamante de cabelo pode virar um presente de aprovação no vestibular.

Pois é, a rede de colégios Maristas decidiu fazer uma homenagem aos alunos que forem aprovados no vestibular 2013. Com a propaganda “Formando Cidadãos Brilhantes”, a rede vai pegar os cabelos dos futuros calouros e transformá-los em um diamante sintético!

Uma empresa brasileira com laboratório na Espanha fará as joias usando uma combinação perfeita e calculada de carbono, temperatura e pressão e devolverá aos alunos na forma de uma linda pedrinha brilhante.

O diamante será entregue a um cidadão ou instituição que contribuiu para a transformação social de sua comunidade ao longo do ano. Todos os alunos irão participar do processo de escolha do homenageado por meio de votação nas fan pages da rede de ensino durante o mês de dezembro.

Até faz sentido – em vez de deixar os veteranos picotarem seus cabelos e largar as mechas sujando a rua, é mais bacana deixar a escola cortar de uma vez e devolver como homenagem.Você gostaria de ganhar um?

 

Em tempo: se você ficou pensando como se faz diamante com cabelos, não é tão complicado quanto parece. O cabelo é levado a um forno especial e o carbono presente nos fios é extraído em temperatura elevada.

O material resultante é prensado até se transformar em uma pastilha de carbono que, colocada no interior de um equipamento de alta tecnologia, é submetida a uma pressão equivalente a 45 mil atmosferas e a uma temperatura entre 1.500 ºC/ 1600ºC. O resultado de todo esse processo é um diamante com as mesmas características físicas, químicas e óticas de uma pedra extraída da natureza.

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Estudante faz cola de 10 metros de comprimento com 25 mil respostas

Tânia Vinhas | 19/06/2012

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Que atire a primeira pedra quem nunca colou ou nem pensou em colar uma vez na vida! As táticas são as mais variadas e as estratégias costumam ser bem inteligentes, mas um estudante do Cazaquistão superou todas as expectativas – para o bem ou para o mal, vocês decidem.

Ele foi pego fazendo uma cola de outro nível: escreveu 25.000 respostas em uma tira de 10,5 metros de papel. É isso mesmo. Vinte e cinco mil. Em mais de dez metros.

E não era cola para uma prova difícil ou para um exame. Era para o vestibular! Só descobriram o cara porque ele estava mexendo muito na roupa logo antes do teste começar. Quando viram a cola, lá estavam respostas de Matemática, História, Língua Cazaque, Russo e “outro tema escolhido pelo estudante”.

Há quem diga que ele pode virar um gênio do mal no futuro – convenhamos, o tempo gasto para fazer uma cola destas deve ter sido longo. E só um gênio do mal vai ter este esforço, esta força de vontade e disciplina para fazer algo errado. Vai saber né…

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Onze vestibulandos de Medicina tentam fraudar prova em Maringá

Tânia Vinhas | 31/01/2012

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Vestibular é difícil, é complicado, é um verdadeiro teste para os nervos? Sim, especialmente quando o curso desejado é o de Medicina. Mas não é por isto que vale a pena tentar fraudar a prova, certo?

Isso aconteceu em Maringá, quando estudantes prestavam o vestibular no domingo passado (29) para o Cesumar (Centro Universitário de Maringá). Onze candidatos foram flagrados com pontos eletrônicos e celulares escondidos sob a roupa – e o resultado foi bem pior que não aparecer na lista de aprovados.

Os fiscais começaram uma operação pente-fino por volta das 15h. Um vestibulando foi ao banheiro e o detector de metais acusou o celular colado no corpo do candidato. Na dúvida, decidiram verificar sala por sala para ver se mais ninguém estava fazendo o mesmo. E sim, outras dez pessoas estavam no esquema, eram estudantes de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Foram todos levados para a delegacia e metade ainda está presa lá (o resto pagou fiança de R$ 2.000). A polícia está investigando o caso, visto que os vestibulandos contaram que foram abordados por pessoas que ofereciam o gabarito para a prova cuja concorrência é de 24,21 pessoas por vaga.

O Cesumar não cancelou a prova, já que a fraude foi descoberta a tempo – menos mal! Agora respondam: vale a pena correr o risco de ir para a cadeia só para passar em Medicina? E dá para confiar em um médico que se formou deste jeito?

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