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Médico da Seleção Brasileira de Futebol dá dicas sobre a carreira de Medicina

Carolina Vellei | 08/05/2012

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Pode-se dizer que o destino teve uma participação especial na escolha da profissão do médico ortopedista José Luiz Runco, que desde a Copa de 1998 é chefe da equipe médica responsável pela Seleção Brasileira de Futebol. Descubra o porquê na na entrevista a seguir.

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A escolha da profissão e o início da carreira

“Decidi seguir a carreira depois de ter feito uma operação no joelho, em 1973”, conta Runco. Por ironia do destino, o médico, que hoje atente dezenas de jogadores de futebol, estava jogando bola com os amigos quando se machucou. Levado para o hospital, viu o trabalho do ortopedista que o atendeu e se encantou. “Na hora percebi que era aquilo que queria fazer”, conta.

Runco examina o jogador Alexandre Pato (Ricardo Stuckert / CBF)

Runco examina o jogador Alexandre Pato (Ricardo Stuckert / CBF)

Se não tivesse se machucado, Runco teria começado a faculdade de Engenharia, seguindo os passos do irmão que já trabalhava na área. “Mas acho que teria me tornado médico em algum momento no futuro, não ia me identificar com a carreira de Engenharia”, arrisca.

Estudou Medicina no Rio de Janeiro e ainda na graduação começou a estagiar no Clube de Regatas Vasco da Gama e foi pegando cada vez mais gosto pela área do futebol. Quando se formou, acabou contratado como médico oficial do clube. Nos dois anos seguintes, em sua residência médica, optou pela área de traumatologia e ortopedia. Dividia seu tempo entre a residência em uma clínica de ortopedia e seu trabalho no Vasco.

Em 1981, conseguiu conciliar sua especialidade a sua profissão, quando foi convidado para trabalhar no Clube de Regatas Flamengo. Apaixonado por futebol e flamenguista, ele não poderia escolher clube melhor para trabalhar. “Torço pelo time, mas não sou fanático. Quem trabalha no futebol não pode ser fanático”, explica.

O sucesso na carreira e o trabalho na seleção

“Mais de trinta anos de Flamengo é um tempo muito grande, muitos atletas já passaram por mim”, conta. Mas, para ele, o nome do atleta em si não significa muito. O que vale é a alegria de ver a pessoa recuperada. “Os jogadores sempre me presenteiam com a camisa do primeiro jogo quando voltam aos campos, é uma forma de me agradecerem”, conta Runco.

O destaque no centro médico do Flamengo lhe rendeu um convite para ser chefe do Departamento Médico da Seleção Brasileira de Futebol, tanto masculina como feminina. E já em sua primeira Copa, a de 2002, Runco viu a seleção masculina ser campeã. “Foi uma alegria enorme, isso fortaleceu muito o nosso trabalho”, se orgulha.

Esse trabalho tem seu lado bom e seu lado ruim. “Acompanho todos os jogos, mas também preciso ficar na concentração, como qualquer outro membro da equipe”. “Concentrar” é um jargão do futebol usado para designar o período que os jogadores (e demais membros da equipe técnica) ficam isolados para se preparar para os jogos. Os horários são regrados, não se pode sair do centro de treinamento e nem tomar bebidas alcoólicas. “Mas médico está acostumado a essas limitações, é coisa da carreira também”, pondera.

Oportunidades no mercado de trabalho

Medicina é a ciência que investiga a natureza e as causas das doenças humanas, procurando sua cura e prevenção. Ele pesquisa e trata disfunções e moléstias, escolhendo os melhores procedimentos para preveni-las e combatê-las. Para isso, tem de estar sempre bem informado a respeito de novas drogas e equipamentos que proporcionem aos pacientes os diagnósticos e os tratamentos mais avançados e eficientes. Com o avanço das técnicas e o aumento da segmentação para aprofundar os cuidados, a área de Medicina Esportiva, segundo Runco, é uma das que mais tem crescido no mercado.

- Veja os seis melhores cursos de Medicina do Brasil

“O profissional do esporte pode trabalhar em clubes, academias e mais uma infinidade de lugares”, conta. O especialista no setor pode cuidar não só de atletas de alto rendimento como pessoas que usam o esporte para ter uma saúde melhor. No total, quatro universidades oferecem a residência na área: a Escola Paulista de Medicina (Unifesp),o Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP) e a a Universidade Estadual Paulista (Unesp), ambas em São Paulo, além da Faculdade de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul.

Para os que querem seguir outras áreas, Runco dá a dica: “Sempre haverá emprego, principalmente se você tiver disponibilidade de sair dos grandes centros”. Mas, para isso, é preciso dedicação. “Para você se destacar, tem que reservar muito tempo aos estudos”, explica.

E não existe receita milagrosa para o sucesso. “Não existe nenhum médico na minha família e mesmo assim eu consegui vencer. Meus pais eram de família simples, não tem esse negócio de só quem tem pai médico que consegue emprego. Se você batalhar, o reconhecimento vem”, diz José Luiz Runco.

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Médicos não associam estresse à rotina de trabalho

Amanda Previdelli | 09/04/2012

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A Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo, realizou um estudo com médicos, que apontaram diversos fatores para sua vida estressante, mas não conseguiram relacionar o estresse ao dia a dia do seu trabalho.

O psicólogo Luiz Chiavegato Filho, responsável pela pesquisa, percebeu que as políticas públicas do Sistema Único de Saúde (SUS) não eram as mais apropriadas para as necessidades dos médicos. A estrutura de organização é rígida e o médico sabe que tem de atender um paciente a cada quinze minutos, quatro por hora. Por isso, vivem sob forte pressão constante.

Conheça dez fatos sobre o curso e a carreira de Medicina

Foram entrevistados 15 médicos do SUS de Jaguariúna, além de dois gestores das Unidades Básicas de Saúde do município. Houve um consenso de que faltam ações de interesse coletivo para o profissional de medicina. Apesar da importância do SUS no Brasil, questões como atendimento clínico são privilegiadas, enquanto ações para desprecarização do trabalho, construção de um plano de carreira e redução da rotatividade são deixadas de lado.

Para os médicos entrevistados, um dos grandes problemas era não se sentir parte de uma equipe. A pesquisa foi feita na cidade de Jaguariúna, em São Paulo, mas Luiz Chiavegato considera a região rica em recursos financeiros e com uma estrutura muito superior ao de muitos outros centros urbanos do país. Ou seja, a realidade de outras cidades é ainda pior, segundo o pesquisador.

E mais: Conheça as dez profissões mais estressantes

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Nove fatos sobre o curso e a carreira de Nutrição

Guilherme Dearo | 23/11/2011

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A profissão de Nutrição é responsável por investigar e controlar a relação homem-alimento para preservar a saúde humana.

O Por Dentro das Profissões conversou com a nutricionista Denise Carreiro, autora do livro “Entendendo a Importância do Processo Alimentar”, para falar um pouco mais sobre curiosidades e fatos sobre o trabalho do nutricionista.

A faculdade dura quatro anos e engloba todas as áreas de atuação do profissional

Há disciplinas do currículo básico da área médica, como fisiologia, anatomia e bioquímica; e disciplinas teóricas e práticas sobre qualidade nutricional dos alimentos, educação e higiene alimentar e avaliação nutricional.

Há diversos caminhos e especializações para o nutricionista

O profissional pode trabalhar na parte administrativa, elaborando cardápios e cuidando do controle nutricional; pode cuidar do controle de qualidade, verificando processos e armazenamento dos alimentos; pode trabalhar também em clínicas e hospitais, prescrevendo dietas e promovendo educação e reeducação alimentar.

Atualmente, tem se desenvolvido bastante o trabalho personalizado

São cada vez mais comuns profissionais da área esportiva, que trabalham diretamente com atletas ou prestam serviços a academias e centros de estética. Há também o personal diet, que vai até a casa do cliente e o ensina a comprar, armazenar, cozinhar e criar uma dieta ideal.

O nutricionista ensina as pessoas a se alimentar

Em geral, não têm disciplina e educação para comer, perdeu-se a noção do que é se alimentar corretamente. Inclusive, há uma grande influência da mídia e da indústria alimentícia sobre a questão dos alimentos, criando a ideia equivocada de que uma alimentação saudável é sinônimo de dieta light ou diet.

Todas as áreas da Nutrição estão em evidência e com espaço no mercado

Antes se tinha uma noção simplista sobre a área, de que alimentos poderiam ser divididos entre os que engordam e os que emagrecem. Hoje é diferente, pois é cada vez mais clara a noção de que Nutrição está ligada à Medicina. São os nutrientes que promoverão as atividades básicas do organismo e cuidarão de seus processos, como antioxidantes, anti-inflamatórias etc. Um problema de saúde pode ser prevenido e controlado com uma alimentação correta, não apenas com remédios.

Fazer uma especialização, depois da graduação, é requisito básico

Não há um único perfil de nutricionista. Cada área exige uma especialização. Alguém que está na indústria cuidando da qualidade dos alimentos servidos não é igual a quem programa uma dieta para um paciente, por exemplo. Assim, o profissional deve se especializar com cursos de especialização e pós-graduação após a faculdade.

Nutrição exige bons conhecimentos na área biológica

Quem segue essa carreira gosta e entende bastante de Biologia e Química. Além disso, ser uma pessoa comunicativa é importante, pois o profissional lida com pessoas no dia a dia, em consultas, atendimentos, clínicas e empresas.

É essencial ter comprometimento com o ser humano

Como toda profissão da área de saúde, é preciso comprometimento com as pessoas, querer ajudá-las e melhorar a qualidade de vida. Pensar sempre no benefício do outro exige dedicação e entrega.

É preciso se atualizar durante toda a carreira

Nutrição é uma área em constante evolução, onde novos conhecimentos são desenvolvidos a todo o momento. Assim, estudar e se manter atualizado é essencial para o profissional, que deve acompanhar as novas ideias, práticas e diretrizes de sua profissão. //

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Dez fatos sobre o curso e a carreira de Medicina

Guilherme Dearo | 23/09/2011

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Para conhecer mais sobre a carreira e o curso de Medicina, o “Por Dentro das Profissões” conversou com a professora Lúcia Garcia. Ela é médica clínica geral e docente da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

A professora listou dez fatos interessantes sobre a área. Confira!

1. O curso tem seis anos de duração e é puxado
As aulas são em período integral e algumas disciplinas e atividades são dadas aos sábados. Quase toda a grade é composta por matérias obrigatórias.

2. O estudante passa por três etapas na faculdade
Nos dois primeiros anos há matérias básicas que formam o raciocínio clínico do aluno: aulas de anatomia, fisiologia, farmacologia, patologia, entre outras. No 3º e 4º ano os alunos entram em contato com pacientes e trabalham com exames e diagnósticos, aplicando o que aprenderam nos dois primeiros anos. Os dois últimos anos são para a prática clínica, onde os estudantes passam por treinamento em hospitais.

3. Depois da faculdade, é preciso passar por residência e especialização
Quem quer ser médico precisa passar por, no mínimo, mais quatro anos de formação após a faculdade. São dois anos de residência em hospitais, para adquirir a experiência necessária na área, e outros dois anos estudando a especialização escolhida (cardiologia, por exemplo). Há provas para selecionar quem fará a residência e também para a especialização.

4. Faltam vagas de residência no país
16 mil estudantes se formam todos os anos, mas há entre 10 e 11 mil vagas de residência. Esse é atualmente um problema grave no Brasil: muitas escolas de Medicina são criadas, mas não há estrutura própria para treinar e formar esses estudantes, como hospitais próximos que ofereçam internato e residência com qualidade e em número suficiente.

5. Quem se forma também pode optar pelo mestrado e doutorado
A especialização é latu senso, ou seja, prática. A pós-graduação strictu senso é mestrado e doutorado, que servem para quem deseja seguir a área acadêmica e se tornar um pesquisador ou docente. Contudo, o mercado está exigindo também pós-graduações strictu senso de candidatos que tentam vagas em grandes hospitais, é visto como um diferencial importante.

6. A carga de trabalho é grande
Em hospitais há plantões, que podem durar de 12h a 24h, dependendo do desejo do médico e da área onde se trabalha. Em ambulatórios o período de trabalho pode ser de 4h. Há também plantões de fim de semana.

7. As vagas estão mal distribuídas pelo país
Enquanto em São Paulo e em grandes centros há muitos médicos, tornando o mercado muito concorrido, no interior do país e em cidades pequenas faltam médicos para atender a população. Também faltam médicos de clínica geral, pois a maioria opta pela especialização.

8. É preciso ter disciplina de estudo, foco e determinação
Quem opta por Medicina precisa estar disposto a estudar, no mínimo, por uma década. O estudo também é contínuo e por toda a vida: o médico nunca pode parar de se atualizar.

9. Quem não gosta de ver sangue ou cadáveres pode ter problemas na faculdade
Durante a graduação os estudantes veem sangue e cadáveres, não há como fugir disso. Será preciso ver um corpo na aula de anatomia ou tirar sangue de um paciente durante um internato. Quem não gosta disso pode optar por seguir uma área que evite estas coisas, mas durante a faculdade é preciso aprender e passar por tudo.

10. Nunca se pode perder o lado humano da Medicina
O médico não pode se esquecer da missão de melhorar a qualidade de vida das pessoas, que por trás de todo o estudo científico há seres humanos. E o profissional precisa estar preparado para lidar com tudo: com a dor, a fragilidade, a morte.

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Conheça as 19 profissões da área de saúde

Guilherme Dearo | 19/09/2011

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Quem opta por um curso da área de saúde pode desde ter uma rotina de trabalho mais estressante e corrida (como médico ou enfermeiro em hospitais) até uma tranquila, voltada para terapias (como fonoaudiólogo e psicólogo).

O mercado é promissor no país. Com aumento da população e da expectativa de vida, a demanda por profissões da área cresce. No interior do país, a necessidade é mais urgente. Em Roraima, por exemplo, há um médico para cada 10.306 pessoas, média inferior a de países africanos muito pobres. Já em São Paulo, a média é superior a países europeus ricos: um médico para cada 239 habitantes.

Conheça a seguir as carreiras da área de saúde:

Educação Física

O profissional de Educação Física organiza, executa e supervisiona programas de atividades físicas para pessoas ou grupos. Pode trabalhar com grupos, em escolas, clubes e academias de ginástica, ou prestar atendimento individual, como personal trainer. Pode focar desde a recreação e a terapia até o treinamento de atletas para alta performance.

Enfermagem

O enfermeiro atua na proteção, na promoção e na recuperação da saúde e na prevenção de doenças. Em hospitais, é indispensável em todos os setores, da UTI à psiquiatria. É responsável desde a higiene e a alimentação até a administração de remédios e manutenção de curativos e outros cuidados.

Farmácia

É o estudo da composição e produção de medicamentos, cosméticos e alimentos industrializados. O farmacêutico pesquisa e prepara medicamentos, cosméticos e produtos de higiene pessoal, examina e testa substâncias que entram em sua composição e observa as reações provocadas no organismo. Pode trabalha em farmácias, laboratórios farmacêuticos e na indústria alimentícia e de cosméticos.

Fonoaudiologia

É a ciência que se ocupa da pesquisa, da prevenção, do diagnóstico, da habilitação e reabilitação da voz, da audição, da leitura e da escrita. Ele trata deficiências de fala, audição, voz, escrita ou leitura. Pode atuar em parceria com fisioterapeutas, otorrinolaringologistas, neurologistas e psicólogos.

Medicina

É a ciência que investiga a natureza e as causas das doenças humanas, procurando sua cura e prevenção. Ele pesquisa e trata disfunções e moléstias, escolhendo os melhores procedimentos para preveni-las e combatê-las. Há trabalho para o médico em hospitais, clínicas, postos de saúde e empresas. Grande parte atua também em consultório próprio.

Nutrição

É a ciência que investiga e controla a relação homem-alimento para preservar a saúde humana. O nutricionista planeja, administra e coordena programas de alimentação e nutrição em empresas, escolas, hospitais, hotéis, restaurantes comerciais, spas e asilos. Ele define os cardápios das refeições, sugerindo pratos adequados às necessidades nutricionais de clientes, pacientes ou hóspedes.

Odontologia

É a ciência voltada para o estudo e o tratamento dos dentes, da boca e dos ossos da face. O dentista cuida da saúde e da estética da boca. Restaura, extrai e limpa dentes, projeta e instala próteses e realiza cirurgias. Também previne a cura de doenças da gengiva, da bochecha e da língua.

Psicologia

É o estudo dos fenômenos psíquicos e do comportamento do ser humano. O psicólogo diagnostica, previne e trata doenças mentais, distúrbios emocionais e de personalidade. Esse profissional atua em consultórios, em hospitais, escolas e nas mais variadas instituições de saúde, como clínicas estéticas e spas. Também pode trabalhar na parte de Recursos Humanos em empresas.

Quiropraxia

É a área da saúde que trata e previne doenças dos sistemas nervoso, muscular e esquelético por meio de terapia manual, principalmente manipulação das articulações. O quiropraxista dedica-se à prevenção, ao diagnóstico e ao tratamento das alterações de má posição articular, que interferem na função normal de músculos e nervos. Ele trata, por exemplo, de hérnia de disco, alteração postural e dor nas costas ou de cabeça.

Fisioterapia

É o conjunto de técnicas usadas no tratamento e na prevenção de doenças e lesões. O fisioterapeuta previne, diagnostica e trata disfunções do organismo humano causadas por acidentes, má-formação genética ou vício de postura. Ajuda na recuperação de pacientes acidentados e portadores de distúrbios neurológicos, cardíacos ou respiratórios, trabalha com idosos, gestantes, crianças e portadores de deficiência física ou mental.

Terapia Ocupacional

São o estudo e o emprego de atividades de trabalho e lazer no tratamento de distúrbios físicos e mentais e de desajustes emocionais e sociais. O terapeuta ocupacional utiliza tecnologias e atividades diversas para promover a autonomia de indivíduos com dificuldade de integrar-se à vida social em razão de problemas físicos, mentais ou emocionais. Ele trabalha em clínicas, asilos, hospitais, instituições geriátricas, psiquiátricas e penais, centros de saúde, de convivência e de reabilitação, creches e empresas.

Outras carreiras

A área de saúde também engloba as carreiras de Esporte, Estética, Musicoterapia, Naturologia, Saúde Coletiva, Biomedicina, Gerontologia e Obstetrícia.

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