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As 10 carreiras mais promissoras até 2020

Amanda Previdelli | 22/02/2012

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O Departamento de Trabalho dos Estados Unidos fez uma projeção de empregos para os próximos oito anos e listou as carreiras que mais vão contratar até 2020. O estudo foi feito com base nos dados norte-americanos e é válido para os Estados Unidos, mas a lista também pode ser uma indicação do que vai acontecer no Brasil e no mundo nos próximos anos.

Entre as 10 profissões mais promissoras, o destaque vai para a aquelas ligadas à área da Saúde. Isso pode ser constatado por conta do envelhecimento da população e, consequentemente, o aumento da expectativa de vida, o que faz valorizar este tipo de profissional.

Confira a seguir as dez carreiras mais promissoras:

1. Engenheiro biomédico
2. Coordenador de Eventos
3. Radiologista
4. Intérprete e tradutor
5. Analista de pesquisas de mercado e especialista em marketing
6. Terapeuta familiar
7. Fisioterapeuta
8. Dentista
9. Fonoaudiólogo especializado em audiologia
10. Educadores em saúde e qualidade de vida

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Conheça o curso de Moda na Fasm

Guilherme Dearo | 28/12/2011

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Moda é a arte de criar e comercializar peças de vestuário e acessórios, seguindo estilos e tendências. O profissional de moda pode cuidar tanto da parte de criação e desenho quanto da parte de produção, comercialização, gerenciamento e consultoria.

Para falar mais sobre o curso e a carreira, o Por Dentro das Profissões conversou com a professora Raquel Valente, coordenadora do curso de Desenho de Moda na Faculdade Santa Marcelina (Fasm), em São Paulo.

O curso tem duração de 4 anos e há 165 vagas por ano

As disciplinas são tanto teóricas quanto práticas e são obrigatórias durante todos os semestres. No primeiro ano, há matérias mais básicas, que dão ao aluno a noção geral do fazer no campo da Moda, como Laboratório de Criatividade e Metodologia Visual.

O estudante também passa por Desenho de Moda, Desenho de Observação, Estilismo, Estética e História da Arte, História da Moda, Fotografia, Modelagem, Confecção e Tecnologia Têxtil, entre outras disciplinas.

Na Fasm, o curso é voltado para a criação

Diferente de outros cursos do país que focam os negócios ou as questões mais técnicas da Moda, o curso da Fasm é focado na criação e no desenho, pensando sempre na confecção, estampas, joalheria, acessórios e toda a parte têxtil.

Nomes famosos do mundo da Moda estudaram na Fasm

Alexandre Herchcovitch, um dos estilistas brasileiros mais famosos da atualidade, estudou na faculdade. Cynthia Hayashi, ganhadora do concurso Ponto Zero, é outra ex-aluna da Fasm. No mundo do Jornalismo de Moda, há outros exemplos de ex-alunos, como Maria Prata, editora da revista Harper’s Bazaar Brasil; e Sandra Bittencourt, editora de moda da revista Marie Claire.

O estágio é obrigatório e o estudante deve cumprir uma carga de atividades extracurriculares

O aluno deve cumprir 160 horas de estágio e 100 horas de atividades extracurriculares. Os estágios são facilmente encontrados em um painel aberto organizado pela faculdade.

E na própria Fasm há muitas atividades além das aulas, como a Semana de Moda, onde palestrantes são convidados a falar sobre temas atuais e onde os alunos podem participar de workshops; e o evento Palavras da Moda, onde autores que lançaram livros sobre Moda falam sobre seu trabalho.

O TCC é individual e tem um caráter muito autoral, de criação

O trabalho final do curso passa por três etapas. Primeiro, o estudante deve montar um dossiê, que dará início ao seu trabalho. Depois, é a vez da monografia, que dará a base da parte teórica. Por fim, o estudante deve apresentar o trabalho prático, que são, geralmente, de 6 a 8 looks completos ou acessórios e jóias.

Há uma banca interna, com três professores, que avalia os trabalhos. Aqueles que tiram uma nota acima de 8 vão para uma banca externa e são avaliados por profissionais da área. Por fim, os que obtiveram nota acima de 9 vão para um desfile.

Os melhores estudantes concorrem a bolsas de estudo de pós-graduação

“Este ano tivemos muitos trabalhos ótimos, acima de 9, foram 23 alunos. Então tivemos de organizar duas noites de desfile. Estes estudantes concorrem a bolsas de estudo de pós-graduação oferecidas pela faculdade. Geralmente damos três, mas este ano foram quatro os estudantes a conseguirem a bolsa”, explica a professora Raquel Valente.

É preciso ter habilidade em desenho mais desenvolvida para cursar Moda

A Fasm tem o vestibular tradicional, mas parte da prova é de habilidade específica, uma prova de desenho. Ali avalia-se o aluno para selecionar aqueles que já tem um desenho mais desenvolvido.

“Justamente porque o curso é muito voltado para o desenho e a criação, fica difícil acompanhar as aulas sem o mínimo de habilidade na área. Não esperamos um aluno pronto, mas sim aquele que seja criativo e que tenha prontidão, ou seja, esteja pronto para desenvolver facilmente seu conhecimento”, afirma a professora.

O estudante de Moda deve ser dinâmico e atuante, estar antenado no que acontece no mundo

“Moda é informação diária, transformação, o aluno precisa ser dinâmico e atuante, antenado com o que está acontecendo com o mundo. Senão fica complicado de desenvolver um trabalho criativo”, explica Raquel Valente.

Há vários campos da Moda ainda poucos explorados no Brasil

Algumas áreas do mercado de Moda não têm recebido a devida atenção no país, o que representa uma boa oportunidade para estudantes e novos profissionais. A moda masculina, a moda praia e a moda esportiva são campos com grande potencial.

“Geralmente o estudante vai para alguma área que tem a ver com ele próprio, com o próprio corpo. Como a maioria dos estudantes de Moda são mulheres, elas se voltam para a estética delas, para a moda feminina. Mas há grande potencial na moda masculina e infantil, por exemplo”, analisa Raquel.

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Conheça o curso de Comércio Exterior na Univali

Guilherme Dearo | 06/12/2011

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O profissional de Comércio Exterior trabalha com as técnicas utilizadas na relação de compra e venda de produtos e serviços com empresas do exterior ou órgãos governamentais de outros países.

Para falar mais sobre a carreira, o Por Dentro das Profissões conversou com o professor Manoel Antonio dos Santos, coordenador do curso de Comércio Exterior da Universidade do Vale do Itajaí (Univali). A graduação na universidade é considerada cinco estrelas pelo Guia do Estudante – Melhores Universidades.

São oferecidas, no total, 165 vagas.  90 são preenchidas pelo vestibular próprio da universidade e 75 são preenchidas a partir do Enem.

Há uma turma de 55 alunos no período matutino e duas turmas de 55 alunos no período noturno. O curso começou na Univali como Administração com habilitação em Comércio Exterior, mas, em 2000, após reformas curriculares, ele se transformou em um curso de Comércio Exterior puro.

O curso dura quatro anos. Todas as matérias são obrigatórias, com exceção de uma optativa.

A maioria têm pré-requisitos, ou seja, o estudante deve cursá-la somente depois de ter sido aprovada em outra específica, mas algumas são livres e podem ser feitas no período que o estudante desejar. O aluno estuda, entre outras, Mercadologia, Câmbio, Negociações Internacionais, Vendas, Exportação e Importação. A disciplina Práticas de Comércio Exterior, aliás, trabalha com uma simulação em software das negociações. Outra disciplina, Tópicos de Comércio Exterior, é rediscutida anualmente, para estar sempre alinhada com os pontos contemporâneos mais importantes.

Na Univali, o curso é voltado para vendas, pensando no mercado externo e interno.

“Estamos redirecionando o curso após percebermos certas tendências no mercado e a transformação do perfil do profissional. Há cinco anos, o despachante aduaneiro era tudo. Hoje não é mais, ele é um apêndice de um serviço feito por uma empresa de comércio exterior”, explica o professor dos Santos.

O estudante é obrigado a cumprir 200 horas de atividades extracurriculares

O estudante pode optar por ensino, pesquisa ou extensão para cumprir essa carga. Ele pode participar de palestras e eventos tanto da universidade quanto externos.

Outra atividade extracurricular do curso é a empresa júnior, formada por três professores e 40 alunos. “A empresa passou a trabalhar como braço de compras da própria universidade, utilizando benefícios fiscais. Ela ajuda a Univali a comprar equipamentos de cursos diversos. Na empresa, há o departamento voltado para a Univali e outro voltado para outras universidades da região”, explica o professor.

Para se formar, o estudante escolhe dois tipos de trabalho final: uma monografia ou um trabalho a partir do estágio.

No caso da monografia, ele escolhe um tema acadêmico e trabalha nele durante um ano com o auxílio de um orientador indicado pela universidade. No caso do trabalho a partir do estágio – que é obrigatório para todos os estudantes  a partir do sexto período – um orientador da universidade e outro da empresa auxiliam o estudante, que deve embasar cientificamente sua análise.

A Univali  tem uma revista acadêmica anual, que publica artigos dos melhores trabalhos de conclusão de curso dos estudantes

A Coleção de Negócios Mundiais do curso de Comércio Exterior da Univali publica artigos produzidos pelos estudantes e é enviada anualmente para bibliotecas de todo o país e até para o exterior.

Há diversos programas de intercâmbio com universidades estrangeiras

A maioria dos estudantes vai para a Europa, principalmente Portugal, onde podem estudar por um semestre. O aluno também pode viajar no programa “work experience”, que conta como atividade extracurricular.

Saber línguas estrangeiras e se dar bem com números e cálculos é essencial para quem quer estudar Comércio Exterior

O aluno deve gostar de matemática e cálculos, já que lida a todo momento com finanças. Ele também precisa ter uma visão geopolítica e interesse por geografia e economia nacional e internacional.

Sobre as línguas estrangeiras, Inglês e Espanhol são obrigatórias, o aluno já deve entrar sabendo. No curso há matérias de línguas, mas voltadas para a parte técnica, ou seja, ensinando termos específicos da profissão naquele língua. Se o estudante optar por estudar uma outra língua estrangeira durante a faculdade, receberá créditos de atividade extracurricular.

Muitos estudantes entram na Univali pensando em ter um negócio próprio

Os alunos desejam montar suas próprias empresas de consultoria, mas muitos optam por vagas contratadas, que são abundantes, como na Receita Federal. Para isso, é preciso se dedicar aos concursos públicos.

A região de Itajaí também oferece muitas oportunidades para estágio e emprego. A própria universidades cria um banco de talentos de seus alunos para empresas consultarem.

A demanda e as oportunidades variam muito de acordo com o mercado

“Esse ano o boom foi de importação, então o mercado chamou pessoas com mais experiência na área. É o mercado de acordo com seus ciclos que puxa a demanda e vagas. Se agora é importação, nos próximos anos provavelmente o foco será a exportação”, diz o professor dos Santos. //

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Dez fatos sobre a carreira de Tradutor e Intérprete

Guilherme Dearo | 16/11/2011

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Quem trabalha com tradução e interpretação cuida da transposição do significado de textos e de falas de um idioma para outro.

Para falar mais sobre o trabalho do tradutor, o Por Dentro das Profissões conversou com Pérsio Burkinski, diretor-fundador da Millennium Traduções e Interpretrações.

1.  O tradutor pode trabalhar tanto na área escrita quanto na oral

Na tradução escrita, o profissional cuida de livros, textos e documentos. Na oral, pode trabalhar com a tradução simultânea, em eventos, congressos e palestras, e também acompanhando executivos, chefes de estado e outros profissionais em encontros e reuniões.

2.  A maior parte trabalha de forma independente

Há vagas fixas em empresas, órgãos do governo e veículos de imprensa para o tradutor, mas a maior parte do trabalho é freelance, ou seja, feito mediante solicitação.

3.  Nenhum diploma é obrigatório para trabalhar na área

Como a profissão não é regulamentada, qualquer um pode trabalhar, com ou sem diploma. Contudo, algumas faculdades podem ajudar a atuar na área, como Letras e a própria graduação em Tradução.

Mesmo assim, qualquer faculdade pode ajudar na carreira de tradutor. Um profissional que se formou na área de saúde pode, por exemplo, se especializar em traduzir livros e textos da área médica. Quem se forma em Contabilidade pode se especializar em traduções para a área econômica.

4.  Inglês é o idioma com maior demanda no mercado

70% do mercado é para traduções em inglês, é a língua mais abordada e requerida. E há bastante espaço para espanhol, inglês, francês e italiano. Mas, em teoria, há trabalho para todas as línguas.

5.  Falta profissionais no Brasil

A demanda por tradutores e intérpretes é grande no país e faltam profissionais qualificados. Ela é maior em grandes centros, como São Paulo, Rio e Curitiba, mas a concorrência é maior também. Em outros estados. as vagas são poucas, mas também a concorrência é menor.

Muitas vezes tradutores de grandes cidades, como São Paulo, viajam a outras cidades e estados para trabalhar.

6. O mercado está em forte expansão

Com a economia aquecida, os negócios e serviços estão se expandindo rapidamente no país. Há cada vez mais empresas estrangeiras por aqui e as relações bilaterais aumentam. Assim, são necessários cada vez mais tradutores e intérpretes. O mercado é flexível e absorve rapidamente novos profissionais.

7. Eventos importantes no país criam mais oportunidades

Eventos esportivos por vir, como Copa do Mundo em 2014 e Olimpíadas em 2016, ajudam a aumentar as oportunidades para tradutores. E São Paulo é uma das cidades do mundo que mais recebe eventos internacionais.

8. Ter conhecimento profundo da língua é fundamental

É preciso conhecer muito bem a língua com a qual se trabalha. Diplomas estrangeiros de proficiência podem abrir portas, mas não são obrigatórios. A pessoa pode saber uma segunda língua desde criança, por exemplo, por ter morado fora, ter família de outro país etc.

O mais importante é ter domínio da fala e da escrita e se aprofundar no uso cotidiano do idioma, conhecendo seus detalhes, macetes e usos.

9. Além de gostar de estudar uma língua, outras características são necessárias para o tradutor ou intérprete

Para quem trabalha com traduções simultâneas ou acompanha pessoas em eventos e reuniões, por exemplo, é preciso ser mais dinâmico, aberto, comunicativo e também ter disponibilidade para viagens.

Quem trabalha com a tradução escrita, pode ser mais introspectivo, já que o trabalho é mais solitário. Deve gostar bastante de ler, escrever e pesquisar e ter capacidade de concentração.

10. O aprendizado na carreira é contínuo

Quanto mais experiência e trabalho, melhor será para o profissional. No dia a dia ele aprende os detalhes e macetes da língua, desenvolve e aprimora recursos de comunicação.

É precisa estar preparada para errar, ser corrigido durante o trabalho.  Não pode se ofender quando alguém repara no erro, sim usar a situação para aprendizado e desenvolvimento.

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Conheça seis profissões do futuro

Guilherme Dearo | 11/11/2011

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carreiras atuais que ganharão mais espaço e relevância em um futuro próximo. Outras, por outro lado, de certa forma ainda nem existem, mas tem gente que já sabe que elas se tornarão uma realidade.

O Profuturo (Programa de Estudos do Futuro), da FIA (Fundação de Instituto de Administração) fez um estudo que identificou essas carreiras do futuro, profissões que ainda não têm nomes totalmente definidos ou cursos específicos em universidades, mas em 2020 serão importantes.

As novas profissões vão misturar várias áreas do conhecimento, como administração, economia, desenvolvimento sustentável, biologia, marketing e geografia. O relatório ainda destaca que será cada vez mais exigido dos profissionais o desenvolvimento tecnológico, a educação continuada e a busca por novos conhecimentos.

A sustentabilidade também estará no centro das atenções. A pressão por alternativas de baixo impacto ambiental aumentará, assim como a demanda por profissionais ligados às áreas ambientais.

Confira a lista das seis profissões do futuro:

Gerente de Eco-Relações

Profissional que irá se comunicar e trabalhar com consumidores, grupos ambientais e agências governamentais para desenvolver e maximizar programas ecológicos.

Chief Innovation Officer

Interagirá com os funcionários em diferentes áreas da organização para pesquisar, projetar e aplicar inovações.

Gerente de Marketing e-Commerce

Gerencia o desenvolvimento e implementação de estratégias de web sites para vender produtos e serviços.

Conselheiros de Aposentadoria

Profissionais responsáveis por ajudar a planejar a aposentadoria.

Coordenador de Desenvolvimento da Força de Trabalho e Educação Continuada

Responsável por gerenciar programas para ajudar funcionários qualificados a atingir níveis avançados em suas áreas de especialização.

Bioinformationists

Cientistas que trabalharão com informação genética, servindo como uma ponte para cientistas que trabalham com o desenvolvimento de medicamentos e técnicas clínicas.

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Dez fatos sobre o curso e a carreira de Jornalismo

Guilherme Dearo | 30/09/2011

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Para conhecer mais sobre a carreira e o curso de Jornalismo, o “Por Dentro das Profissões” conversou com o professor José Coelho Sobrinho, coordenador do curso na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)

O professor listou dez fatos interessantes sobre a área. Confira!

1. O curso tem duração de quatro anos
Ao longo de oito semestres os estudantes passam por disciplinas teóricas de humanas como Filosofia, Língua Portuguesa, Teoria da Comunicação e Ciências da Linguagem. Também estudam disciplinas específicas de cada área do jornalismo, como radiojornalismo, documentário, jornalismo em TV, jornalismo diário e livro-reportagem.

2. Continuar estudando depois da graduação é importante
Fazer uma pós-graduação enriquece a formação do jornalista, que deve sempre buscar mais conhecimento e investir em sua formação intelectual. Mestrado e doutorado são boas opções para quem quer se aprofundar em um determinado tema.

3. O estudante de jornalismo precisa ter capacidade de liderança
Quem opta pela carreira de jornalista precisa ter uma liderança no sentido de sempre estar na sociedade com olhar crítico e de transformação e saber que as pessoas esperam dele informações e opiniões.

4. É preciso ler muito e estar preocupado com os fatos
Pré-disposição para ler e acompanhar as notícias é essencial. O jornalista precisa ter uma visão do todo e usar para analisar a sua realidade, além de se preocupar com que acontece em todo o mundo, não só com o seu entorno imediato.

5. O trabalho nunca é individual
É preciso saber lidar com as pessoas e respeitar opiniões e modos de agir diversos, pois o trabalho sempre é coletivo, não importa em qual mídia se trabalhe.

6. O jornalista é jornalista 24h por dia
O tempo de trabalho nunca é contado. O jornalista nunca deixa de ser jornalista, nem mesmo quando vai dormir. Ele não pode passar em frente a um fato e ignorar, fingir que não viu. O olhar crítico está sempre vigilante.

7. O profissional tem um compromisso com a sociedade
Quem opta pela carreira assinou um contrato com a sociedade e com o mundo em que vive. Aceita o fato de que a sociedade colocou em suas mãos o direito dela de obter informações de qualidade e com liberdade e também o de defender o seu direito de voz e liberdade.

8. O jornalista é uma figura pública
O profissional deve ter uma ética irrepreensível. Como seu nome – e muitas vezes sua imagem – está atrelado diretamente à notícia, sua figura se torna pública e ambiente pessoal e profissional se misturam. Uma conduta inadequada na esfera privada pode impactar negativamente sua credibilidade enquanto profissional.

9. A questão da obrigatoriedade do diploma ainda não está definida
Apesar de atualmente estar em vigor a lei que torna o diploma não-obrigatório, o fato ainda está em discussão e pode mudar. Ter um diploma é importante no sentido de agregar valor e credibilidade ao jornalista e à notícia que ele veicula, mas não garante a formação de qualidade. Muitas de suas habilidades e trunfos o profissional busca por conta própria, além do âmbito da graduação.

10. Jornalismo é jornalismo, não importa o tipo de mídia
Apesar da discussão atual de se o jornalismo impresso vai acabar ou não ser o centro das atenções, é importante perceber que jornalismo sempre será jornalismo. O que se discute é uma questão de mídia (impressa, online, televisiva, radiofônica), não de profissão. Seja em uma revista ou em um site, o compromisso ético e o rigor profissional deverão ser sempre os mesmos.

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Conheça o curso de Engenharia Civil na USP

Guilherme Dearo | 28/09/2011

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O curso de Engenharia Civil da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) existe desde 1893, ano de criação da escola. Ele foi avaliado com cinco estrelas pelo ranking Melhores Faculdades do Guia do Estudante.

O curso tem 130 vagas e cinco anos de duração

As aulas são em período integral, ocupando toda a manhã e parte da tarde. Nos dois primeiros anos há um ciclo básico comum a todos os cursos da faculdade, com formação científica de cálculo, física e álgebra.

A partir do terceiro ano as disciplinas ficam mais específicas e os alunos de Engenharia Civil passam pelas quatro grandes áreas do curso: engenharia de estrutura e geotécnica, construção civil, transporte e hidráulica e sanitária.

Além das disciplinas, o estágio é obrigatório para se formar. No trabalho de conclusão de curso, feito em grupo, os estudantes desenvolvem por um ano um projeto multidisciplinar.

A Poli se destaca pela forte base científica dada ao estudante

Como explica o professor Mário Eduardo Senatore Soares, coordenador de graduação, “a Escola Politécnica trata com muito carinho a formação básica, com ênfase nas disciplinas teóricas de engenharia, como álgebra, cálculo e física. Outros cursos são mais práticos, pensam mais diretamente no mercado. A formação daqui dá uma base para o futuro, forma engenheiros que pensam diferente”.

Estudantes podem optar pelo programa de dupla-formação em Arquitetura

O curso na Poli ainda oferece um programa de dupla-formação com a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP. Alunos interessados podem se candidatar e, se aprovados, estudam dois anos na FAU e depois voltam para a Poli concluir Engenharia Civil. Ao final, se formam com diploma dos dois cursos.

A escola também se destaca por ter muitos convênios com universidades estrangeiras, tanto para intercâmbio quanto para programas de dupla-diplomação, principalmente na França, Alemanha e Itália.

No curso há muitas atividades extracurriculares para complementar a formação

“Tem muita coisa interessante para fazer além do curso, a Poli te dá muitas oportunidades. Há a Atlética, o centro acadêmico, o grêmio estudantil, os projetos de extensão, a empresa júnior”, conta Francine Arida, 21 anos, aluna do 3º ano de Engenharia Civil.

Políticos famosos e até apresentador de TV já se formaram por lá

Muitos políticos conhecidos se formaram em Engenharia Civil na USP: Paulo Maluf, o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, o ex-governador Mário Covas, o ex-prefeito Prestes Maia e Henrique Meirelles, presidente do Banco Central no governo do presidente Lula. Outras personalidades também passaram por lá: o apresentador Marcelo Tas e o jornalista Claudio Carsughi.

O mercado para engenheiros civis está aquecido

E há procura por engenheiros da área civil? Para o professor Soares, com certeza sim. “Há muita demanda com o boom da construção civil e obras de infraestrutura por todo o país. Inclusive estão faltando engenheiros. Estudantes encontram estágios e trabalhos com facilidade”, analisa.

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Confira como é o curso de Publicidade e Propaganda da ESPM-SP

Guilherme Dearo | 21/09/2011

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Na Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo (ESPM-SP), o curso de Publicidade e Propaganda é considerado cinco estrelas pelo Ranking Melhores Universidades do Guia do Estudante.

A faculdade, aliás, nasceu com o curso de Publicidade, 60 anos atrás. Foi também a primeira escola a introduzir o Marketing em sua formação básica, nos anos 70.

O curso tem 250 vagas e duração de quatro anos

Na primeira metade, as aulas são pela manhã e trazem disciplinas mais densas e aprofundadas, que abordam questões teóricas e passam por todas as áreas de atuação do profissional.

Apesar de a carga horária de aulas ser grande, já há tempo para que os alunos tenham as primeiras experiências no mercado e também participem de projetos extracurriculares, como da empresa júnior ESPM Jr.

O aluno pode direcionar o curso de acordo com sua área de interesse

Na segunda metade, as aulas acontecem de noite e já têm mais relação com o mercado. O aluno direciona o curso em áreas como criação, marketing e comunicação integrada. No projeto de conclusão de curso, o estudante pode entregar desde um plano de marketing ou o projeto de um novo produto ou serviço até uma monografia voltada para a pesquisa acadêmica.

O curso da ESPM é voltado para o mercado

O professor Luiz Fernando Garcia, diretor de graduação e coordenador do curso de Publicidade da ESPM-SP, conta que o curso na escola é voltado para o mercado, quer preparar os estudantes para que eles possam responder aos seus desafios.

“Cada escola desenvolve a sua identidade. A nossa é que há alta carga de marketing no curso. E queremos estar sempre atentos ao mercado e na relação entre teoria e prática. Sempre buscamos professores que atuem no mercado e promovemos atividades e palestras nesse sentido”, explica Garcia.

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André Bastos, 22 anos, se formou no meio do ano em Publicidade na ESPM e considera bem perceptível o foco no mercado e no marketing. “Ajuda muito os alunos, porque faz a faculdade ser muito bem conceituada no próprio mercado”, conta André.

André trabalha atualmente na Agência B!Ferraz na área de Pré-Produção e conta que o que mais gostou do curso foram os professores: “Muitos deles, além de serem ótimos dando aula, também são profissionais muito bem conceituados no mercado”.

O marketing esportivo e o digital estão em evidência

E será que há demanda no mercado para publicitários? Para o professor Garcia, sim. “O setor de serviços no Brasil está aumentando, isso puxa a demanda por profissionais de publicidade, abre espaço no mercado. São Paulo, claro, é muito competitiva, mas em outros estados há muito espaço. Além disso, o marketing esportivo, por conta da Copa e das Olimpíadas, e o marketing digital também estão em evidência”, analisa.

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