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Dez fatos sobre o curso e a carreira de Jornalismo

Guilherme Dearo | 30/09/2011

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Para conhecer mais sobre a carreira e o curso de Jornalismo, o “Por Dentro das Profissões” conversou com o professor José Coelho Sobrinho, coordenador do curso na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)

O professor listou dez fatos interessantes sobre a área. Confira!

1. O curso tem duração de quatro anos
Ao longo de oito semestres os estudantes passam por disciplinas teóricas de humanas como Filosofia, Língua Portuguesa, Teoria da Comunicação e Ciências da Linguagem. Também estudam disciplinas específicas de cada área do jornalismo, como radiojornalismo, documentário, jornalismo em TV, jornalismo diário e livro-reportagem.

2. Continuar estudando depois da graduação é importante
Fazer uma pós-graduação enriquece a formação do jornalista, que deve sempre buscar mais conhecimento e investir em sua formação intelectual. Mestrado e doutorado são boas opções para quem quer se aprofundar em um determinado tema.

3. O estudante de jornalismo precisa ter capacidade de liderança
Quem opta pela carreira de jornalista precisa ter uma liderança no sentido de sempre estar na sociedade com olhar crítico e de transformação e saber que as pessoas esperam dele informações e opiniões.

4. É preciso ler muito e estar preocupado com os fatos
Pré-disposição para ler e acompanhar as notícias é essencial. O jornalista precisa ter uma visão do todo e usar para analisar a sua realidade, além de se preocupar com que acontece em todo o mundo, não só com o seu entorno imediato.

5. O trabalho nunca é individual
É preciso saber lidar com as pessoas e respeitar opiniões e modos de agir diversos, pois o trabalho sempre é coletivo, não importa em qual mídia se trabalhe.

6. O jornalista é jornalista 24h por dia
O tempo de trabalho nunca é contado. O jornalista nunca deixa de ser jornalista, nem mesmo quando vai dormir. Ele não pode passar em frente a um fato e ignorar, fingir que não viu. O olhar crítico está sempre vigilante.

7. O profissional tem um compromisso com a sociedade
Quem opta pela carreira assinou um contrato com a sociedade e com o mundo em que vive. Aceita o fato de que a sociedade colocou em suas mãos o direito dela de obter informações de qualidade e com liberdade e também o de defender o seu direito de voz e liberdade.

8. O jornalista é uma figura pública
O profissional deve ter uma ética irrepreensível. Como seu nome – e muitas vezes sua imagem – está atrelado diretamente à notícia, sua figura se torna pública e ambiente pessoal e profissional se misturam. Uma conduta inadequada na esfera privada pode impactar negativamente sua credibilidade enquanto profissional.

9. A questão da obrigatoriedade do diploma ainda não está definida
Apesar de atualmente estar em vigor a lei que torna o diploma não-obrigatório, o fato ainda está em discussão e pode mudar. Ter um diploma é importante no sentido de agregar valor e credibilidade ao jornalista e à notícia que ele veicula, mas não garante a formação de qualidade. Muitas de suas habilidades e trunfos o profissional busca por conta própria, além do âmbito da graduação.

10. Jornalismo é jornalismo, não importa o tipo de mídia
Apesar da discussão atual de se o jornalismo impresso vai acabar ou não ser o centro das atenções, é importante perceber que jornalismo sempre será jornalismo. O que se discute é uma questão de mídia (impressa, online, televisiva, radiofônica), não de profissão. Seja em uma revista ou em um site, o compromisso ético e o rigor profissional deverão ser sempre os mesmos.

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Conheça o curso de Engenharia Civil na USP

Guilherme Dearo | 28/09/2011

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O curso de Engenharia Civil da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) existe desde 1893, ano de criação da escola. Ele foi avaliado com cinco estrelas pelo ranking Melhores Faculdades do Guia do Estudante.

O curso tem 130 vagas e cinco anos de duração

As aulas são em período integral, ocupando toda a manhã e parte da tarde. Nos dois primeiros anos há um ciclo básico comum a todos os cursos da faculdade, com formação científica de cálculo, física e álgebra.

A partir do terceiro ano as disciplinas ficam mais específicas e os alunos de Engenharia Civil passam pelas quatro grandes áreas do curso: engenharia de estrutura e geotécnica, construção civil, transporte e hidráulica e sanitária.

Além das disciplinas, o estágio é obrigatório para se formar. No trabalho de conclusão de curso, feito em grupo, os estudantes desenvolvem por um ano um projeto multidisciplinar.

A Poli se destaca pela forte base científica dada ao estudante

Como explica o professor Mário Eduardo Senatore Soares, coordenador de graduação, “a Escola Politécnica trata com muito carinho a formação básica, com ênfase nas disciplinas teóricas de engenharia, como álgebra, cálculo e física. Outros cursos são mais práticos, pensam mais diretamente no mercado. A formação daqui dá uma base para o futuro, forma engenheiros que pensam diferente”.

Estudantes podem optar pelo programa de dupla-formação em Arquitetura

O curso na Poli ainda oferece um programa de dupla-formação com a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP. Alunos interessados podem se candidatar e, se aprovados, estudam dois anos na FAU e depois voltam para a Poli concluir Engenharia Civil. Ao final, se formam com diploma dos dois cursos.

A escola também se destaca por ter muitos convênios com universidades estrangeiras, tanto para intercâmbio quanto para programas de dupla-diplomação, principalmente na França, Alemanha e Itália.

No curso há muitas atividades extracurriculares para complementar a formação

“Tem muita coisa interessante para fazer além do curso, a Poli te dá muitas oportunidades. Há a Atlética, o centro acadêmico, o grêmio estudantil, os projetos de extensão, a empresa júnior”, conta Francine Arida, 21 anos, aluna do 3º ano de Engenharia Civil.

Políticos famosos e até apresentador de TV já se formaram por lá

Muitos políticos conhecidos se formaram em Engenharia Civil na USP: Paulo Maluf, o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, o ex-governador Mário Covas, o ex-prefeito Prestes Maia e Henrique Meirelles, presidente do Banco Central no governo do presidente Lula. Outras personalidades também passaram por lá: o apresentador Marcelo Tas e o jornalista Claudio Carsughi.

O mercado para engenheiros civis está aquecido

E há procura por engenheiros da área civil? Para o professor Soares, com certeza sim. “Há muita demanda com o boom da construção civil e obras de infraestrutura por todo o país. Inclusive estão faltando engenheiros. Estudantes encontram estágios e trabalhos com facilidade”, analisa.

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Dez fatos sobre o curso e a carreira de Medicina

Guilherme Dearo | 23/09/2011

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Para conhecer mais sobre a carreira e o curso de Medicina, o “Por Dentro das Profissões” conversou com a professora Lúcia Garcia. Ela é médica clínica geral e docente da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

A professora listou dez fatos interessantes sobre a área. Confira!

1. O curso tem seis anos de duração e é puxado
As aulas são em período integral e algumas disciplinas e atividades são dadas aos sábados. Quase toda a grade é composta por matérias obrigatórias.

2. O estudante passa por três etapas na faculdade
Nos dois primeiros anos há matérias básicas que formam o raciocínio clínico do aluno: aulas de anatomia, fisiologia, farmacologia, patologia, entre outras. No 3º e 4º ano os alunos entram em contato com pacientes e trabalham com exames e diagnósticos, aplicando o que aprenderam nos dois primeiros anos. Os dois últimos anos são para a prática clínica, onde os estudantes passam por treinamento em hospitais.

3. Depois da faculdade, é preciso passar por residência e especialização
Quem quer ser médico precisa passar por, no mínimo, mais quatro anos de formação após a faculdade. São dois anos de residência em hospitais, para adquirir a experiência necessária na área, e outros dois anos estudando a especialização escolhida (cardiologia, por exemplo). Há provas para selecionar quem fará a residência e também para a especialização.

4. Faltam vagas de residência no país
16 mil estudantes se formam todos os anos, mas há entre 10 e 11 mil vagas de residência. Esse é atualmente um problema grave no Brasil: muitas escolas de Medicina são criadas, mas não há estrutura própria para treinar e formar esses estudantes, como hospitais próximos que ofereçam internato e residência com qualidade e em número suficiente.

5. Quem se forma também pode optar pelo mestrado e doutorado
A especialização é latu senso, ou seja, prática. A pós-graduação strictu senso é mestrado e doutorado, que servem para quem deseja seguir a área acadêmica e se tornar um pesquisador ou docente. Contudo, o mercado está exigindo também pós-graduações strictu senso de candidatos que tentam vagas em grandes hospitais, é visto como um diferencial importante.

6. A carga de trabalho é grande
Em hospitais há plantões, que podem durar de 12h a 24h, dependendo do desejo do médico e da área onde se trabalha. Em ambulatórios o período de trabalho pode ser de 4h. Há também plantões de fim de semana.

7. As vagas estão mal distribuídas pelo país
Enquanto em São Paulo e em grandes centros há muitos médicos, tornando o mercado muito concorrido, no interior do país e em cidades pequenas faltam médicos para atender a população. Também faltam médicos de clínica geral, pois a maioria opta pela especialização.

8. É preciso ter disciplina de estudo, foco e determinação
Quem opta por Medicina precisa estar disposto a estudar, no mínimo, por uma década. O estudo também é contínuo e por toda a vida: o médico nunca pode parar de se atualizar.

9. Quem não gosta de ver sangue ou cadáveres pode ter problemas na faculdade
Durante a graduação os estudantes veem sangue e cadáveres, não há como fugir disso. Será preciso ver um corpo na aula de anatomia ou tirar sangue de um paciente durante um internato. Quem não gosta disso pode optar por seguir uma área que evite estas coisas, mas durante a faculdade é preciso aprender e passar por tudo.

10. Nunca se pode perder o lado humano da Medicina
O médico não pode se esquecer da missão de melhorar a qualidade de vida das pessoas, que por trás de todo o estudo científico há seres humanos. E o profissional precisa estar preparado para lidar com tudo: com a dor, a fragilidade, a morte.

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Confira como é o curso de Publicidade e Propaganda da ESPM-SP

Guilherme Dearo | 21/09/2011

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Na Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo (ESPM-SP), o curso de Publicidade e Propaganda é considerado cinco estrelas pelo Ranking Melhores Universidades do Guia do Estudante.

A faculdade, aliás, nasceu com o curso de Publicidade, 60 anos atrás. Foi também a primeira escola a introduzir o Marketing em sua formação básica, nos anos 70.

O curso tem 250 vagas e duração de quatro anos

Na primeira metade, as aulas são pela manhã e trazem disciplinas mais densas e aprofundadas, que abordam questões teóricas e passam por todas as áreas de atuação do profissional.

Apesar de a carga horária de aulas ser grande, já há tempo para que os alunos tenham as primeiras experiências no mercado e também participem de projetos extracurriculares, como da empresa júnior ESPM Jr.

O aluno pode direcionar o curso de acordo com sua área de interesse

Na segunda metade, as aulas acontecem de noite e já têm mais relação com o mercado. O aluno direciona o curso em áreas como criação, marketing e comunicação integrada. No projeto de conclusão de curso, o estudante pode entregar desde um plano de marketing ou o projeto de um novo produto ou serviço até uma monografia voltada para a pesquisa acadêmica.

O curso da ESPM é voltado para o mercado

O professor Luiz Fernando Garcia, diretor de graduação e coordenador do curso de Publicidade da ESPM-SP, conta que o curso na escola é voltado para o mercado, quer preparar os estudantes para que eles possam responder aos seus desafios.

“Cada escola desenvolve a sua identidade. A nossa é que há alta carga de marketing no curso. E queremos estar sempre atentos ao mercado e na relação entre teoria e prática. Sempre buscamos professores que atuem no mercado e promovemos atividades e palestras nesse sentido”, explica Garcia.

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André Bastos, 22 anos, se formou no meio do ano em Publicidade na ESPM e considera bem perceptível o foco no mercado e no marketing. “Ajuda muito os alunos, porque faz a faculdade ser muito bem conceituada no próprio mercado”, conta André.

André trabalha atualmente na Agência B!Ferraz na área de Pré-Produção e conta que o que mais gostou do curso foram os professores: “Muitos deles, além de serem ótimos dando aula, também são profissionais muito bem conceituados no mercado”.

O marketing esportivo e o digital estão em evidência

E será que há demanda no mercado para publicitários? Para o professor Garcia, sim. “O setor de serviços no Brasil está aumentando, isso puxa a demanda por profissionais de publicidade, abre espaço no mercado. São Paulo, claro, é muito competitiva, mas em outros estados há muito espaço. Além disso, o marketing esportivo, por conta da Copa e das Olimpíadas, e o marketing digital também estão em evidência”, analisa.

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Conheça as 19 profissões da área de saúde

Guilherme Dearo | 19/09/2011

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Quem opta por um curso da área de saúde pode desde ter uma rotina de trabalho mais estressante e corrida (como médico ou enfermeiro em hospitais) até uma tranquila, voltada para terapias (como fonoaudiólogo e psicólogo).

O mercado é promissor no país. Com aumento da população e da expectativa de vida, a demanda por profissões da área cresce. No interior do país, a necessidade é mais urgente. Em Roraima, por exemplo, há um médico para cada 10.306 pessoas, média inferior a de países africanos muito pobres. Já em São Paulo, a média é superior a países europeus ricos: um médico para cada 239 habitantes.

Conheça a seguir as carreiras da área de saúde:

Educação Física

O profissional de Educação Física organiza, executa e supervisiona programas de atividades físicas para pessoas ou grupos. Pode trabalhar com grupos, em escolas, clubes e academias de ginástica, ou prestar atendimento individual, como personal trainer. Pode focar desde a recreação e a terapia até o treinamento de atletas para alta performance.

Enfermagem

O enfermeiro atua na proteção, na promoção e na recuperação da saúde e na prevenção de doenças. Em hospitais, é indispensável em todos os setores, da UTI à psiquiatria. É responsável desde a higiene e a alimentação até a administração de remédios e manutenção de curativos e outros cuidados.

Farmácia

É o estudo da composição e produção de medicamentos, cosméticos e alimentos industrializados. O farmacêutico pesquisa e prepara medicamentos, cosméticos e produtos de higiene pessoal, examina e testa substâncias que entram em sua composição e observa as reações provocadas no organismo. Pode trabalha em farmácias, laboratórios farmacêuticos e na indústria alimentícia e de cosméticos.

Fonoaudiologia

É a ciência que se ocupa da pesquisa, da prevenção, do diagnóstico, da habilitação e reabilitação da voz, da audição, da leitura e da escrita. Ele trata deficiências de fala, audição, voz, escrita ou leitura. Pode atuar em parceria com fisioterapeutas, otorrinolaringologistas, neurologistas e psicólogos.

Medicina

É a ciência que investiga a natureza e as causas das doenças humanas, procurando sua cura e prevenção. Ele pesquisa e trata disfunções e moléstias, escolhendo os melhores procedimentos para preveni-las e combatê-las. Há trabalho para o médico em hospitais, clínicas, postos de saúde e empresas. Grande parte atua também em consultório próprio.

Nutrição

É a ciência que investiga e controla a relação homem-alimento para preservar a saúde humana. O nutricionista planeja, administra e coordena programas de alimentação e nutrição em empresas, escolas, hospitais, hotéis, restaurantes comerciais, spas e asilos. Ele define os cardápios das refeições, sugerindo pratos adequados às necessidades nutricionais de clientes, pacientes ou hóspedes.

Odontologia

É a ciência voltada para o estudo e o tratamento dos dentes, da boca e dos ossos da face. O dentista cuida da saúde e da estética da boca. Restaura, extrai e limpa dentes, projeta e instala próteses e realiza cirurgias. Também previne a cura de doenças da gengiva, da bochecha e da língua.

Psicologia

É o estudo dos fenômenos psíquicos e do comportamento do ser humano. O psicólogo diagnostica, previne e trata doenças mentais, distúrbios emocionais e de personalidade. Esse profissional atua em consultórios, em hospitais, escolas e nas mais variadas instituições de saúde, como clínicas estéticas e spas. Também pode trabalhar na parte de Recursos Humanos em empresas.

Quiropraxia

É a área da saúde que trata e previne doenças dos sistemas nervoso, muscular e esquelético por meio de terapia manual, principalmente manipulação das articulações. O quiropraxista dedica-se à prevenção, ao diagnóstico e ao tratamento das alterações de má posição articular, que interferem na função normal de músculos e nervos. Ele trata, por exemplo, de hérnia de disco, alteração postural e dor nas costas ou de cabeça.

Fisioterapia

É o conjunto de técnicas usadas no tratamento e na prevenção de doenças e lesões. O fisioterapeuta previne, diagnostica e trata disfunções do organismo humano causadas por acidentes, má-formação genética ou vício de postura. Ajuda na recuperação de pacientes acidentados e portadores de distúrbios neurológicos, cardíacos ou respiratórios, trabalha com idosos, gestantes, crianças e portadores de deficiência física ou mental.

Terapia Ocupacional

São o estudo e o emprego de atividades de trabalho e lazer no tratamento de distúrbios físicos e mentais e de desajustes emocionais e sociais. O terapeuta ocupacional utiliza tecnologias e atividades diversas para promover a autonomia de indivíduos com dificuldade de integrar-se à vida social em razão de problemas físicos, mentais ou emocionais. Ele trabalha em clínicas, asilos, hospitais, instituições geriátricas, psiquiátricas e penais, centros de saúde, de convivência e de reabilitação, creches e empresas.

Outras carreiras

A área de saúde também engloba as carreiras de Esporte, Estética, Musicoterapia, Naturologia, Saúde Coletiva, Biomedicina, Gerontologia e Obstetrícia.

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Dez fatos sobre o curso e a carreira de Direito

Guilherme Dearo | 16/09/2011

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Para conhecer mais sobre a carreira e o curso de Direito, o GUIA DO ESTUDANTE conversou com Thiago Marrara, professor de Direito Administrativo, Ambiental e Urbanístico da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto Universidade de São Paulo (USP).

Marrara listou dez fatos interessantes sobre a área. Confira!

1. É preciso gostar de ler
O material de trabalho do estudante de Direito é a linguagem e as leis. É importante gostar de ler, escrever e de se aprimorar sempre. O Direito é dinâmico, justamente porque lida com a realidade e com as pessoas. É preciso se atualizar constantemente.

2. A escrita é importante
É preciso tomar cuidado para não se deixar influenciar pela imagem que o cinema passa sobre a profissão. Muitos filmes americanos com histórias em tribunais mostram o advogado falando sem parar, exaltado, mas isso é o modelo americano. No Brasil é diferente, tudo é muito escrito.

3. O Direito lida com o conflito
Outra característica importante do estudante é a combatividade, pois o Direito lida diretamente com o conflito; o trato com as pessoas e o gosto por questões de humanidades também contam.

4. O curso tem duração de cinco anos
Esse é o tempo que você levará, no mínimo, para se formar. Os cursos são diurnos ou noturnos na maioria das universidades, mas também podem ser integrais.


5. A maioria das disciplinas são teóricas
As aulas abordam questões de humanas, como Filosofia e Sociologia. Treina-se também a parte da oratória, com seminários onde estudantes apresentam um tema e exercitam fala e argumentação.

6. O estágio é obrigatório
Todo estudante precisa estagiar. Para ajudá-los, as universidades costumam ter convênio com fóruns, por exemplo, onde os alunos podem trabalhar.

7. Há diferentes caminhos depois da graduação
Se você quer seguir na área acadêmica, pode fazer mestrado e doutorado. Outro caminho são as especializações, cursos de um ano e meio de duração com conteúdo mais específico, como Direito Empresarial e Direito Econômico.

8. Só o diploma universitário não basta
Não se consegue ser advogado, juiz ou promotor apenas com o diploma da universidade. É preciso passar por provas, como da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e do Ministério Público (para quem quer ser promotor).

9. Várias carreiras só podem ser seguidas por quem cursou Direito
Advogado, procurador (o advogado de um município, estado ou da União), promotor de justiça, magistratura (juiz), delegado de polícia, tabelião e professor de Direito são áreas que exigem o diploma do curso. Já outras não são exclusivas, mas quem fez o curso tem uma boa base, como diplomata e administrador público.

10. Há demanda por professores
Com a criação de novas universidades e cursos de Direito, professores estão cada vez mais requisitados. Quem seguir a área acadêmica pode ter boas chances no mercado.

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