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PUC-Campinas e USP são as melhores em Saúde

Escola Privada
PUC-Campinas


O Centro de Ciências da Vida (CCV), da PUC-Campinas, que concentra os cursos de Ciências Farmacêuticas, Terapia Ocupacional, Enfermagem, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina, Nutrição, Odontologia e Psicologia, conta com 33 laboratórios, farmácia-escola, ambulatórios de serviços de fisioterapia e terapia ocupacional e clínicas de fonoaudiologia, odontologia e fisioterapia. No mesmo campus, também está localizado o Hospital e Maternidade Celso Pierro, que possui 350 leitos e 35 especialidades médicas. Por ano, são atendidos 450 mil pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS). "Por estarmos em uma região extremamente carente da cidade, o nosso hospital e os serviços de saúde que oferecemos são muito disputados. Isso permite aos alunos desenvolverem uma prática incrível", afirma José Gonzaga Camargo, diretor adjunto do CCV. Além do hospital, os alunos também cumprem estágios nas unidades básicas de saúde do município. A integração com a comunidade também acontece nas ruas de Campinas. Todos os anos, os alunos do CCV realizam o projeto Saúde na Praça, em que promovem ações de prevenção e informação sobre doenças como hipertensão e diabetes, entre outras.


Escola Pública
USP


É difícil encontrar alguém que nunca tenha ouvido falar do Hospital das Clínicas de São Paulo. Trata-se do maior complexo hospitalar da América Latina, com atendimento em várias especialidades. É lá que os alunos dos cursos da área de saúde da USP, como Medicina, Enfermagem, Fisioterapia e Fonoaudiologia, assistem a algumas aulas, que acontecem dentro das unidades de atendimento. Além disso, os estudantes têm à disposição o Hospital Universitário e unidades de atenção primárias espalhadas na zona oeste de São Paulo. "Temos o maior centro de assistência em saúde do país e um corpo técnico de alta qualidade. Aqui, o aluno não tem dificuldade em treinar a parte prática", afirma Marcos Boulos, diretor da Faculdade de Medicina da USP. E os alunos são incentivados a participar desses programas de atendimento logo cedo. Já no primeiro ano, por exemplo, os graduandos de Medicina acompanham os médicos no programa Saúde da Família, em que fazem atendimentos domiciliares. Outro fator de destaque é a realização de pesquisas. "Estamos numa universidade de ponta, liderando pesquisas na América Latina e produzindo conhecimento que são aplicados nos pacientes o tempo todo. E o aluno tem a oportunidade de participar desses projetos. Essa é a melhor forma de aplicar a prática nos estudos", finaliza Boulos.

FINALISTAS

Escolas Privadas

PUCPR
O Centro de Ciências Biológicas e da Saúde tem quase 100% de seu corpo docente formado por mestres e doutores, que trabalham em regime de dedicação exclusiva à universidade. Além disso, todos os professores que dão aula na pós-graduação também atuam na graduação, incentivando a pesquisa entre os alunos, seja nos trabalhos de iniciação científica, seja nos de conclusão de curso. As clínicas e os laboratórios são constantemente atualizados para melhor atender os alunos e a comunidade, que procura por esses serviços. “Nossa clínica de fisioterapia é tão completa que alguns times de futebol do estado recuperam seus jogadores machucados nas nossas instalações”, diz o professor Alberto Accioly Veiga, decano do Centro. Além do hospital universitário e clínicas, o Centro tem convênio com outras instituições – como a Santa Casa de Misericórdia de Curitiba, o Hospital Alto Maracanã e o Hospital Infantil Pequeno Príncipe – e parceria com as unidades de saúde municipais e centros de emergência médica, onde os estudantes cumprem disciplinas de clínica e estágio.

Unifor-CE
O Centro de Ciências da Saúde tem uma parceria com a Secretária de Saúde do Estado do Ceará, por meio da qual professores e alunos da universidade atuam nas Unidades de Saúde da Família e em outros serviços públicos. Além disso, a instituição também tem laboratórios, clínicas e hospital-escola próprios. “Os alunos entram em contato com a prática desde o início do curso, sob coordenação dos docentes, porque a necessidade de profissionais da saúde em nosso estado é grande”, afirma Rita de Cássia Moura Diniz, diretora do Centro. Outro destaque dos cursos dessa área é a proposta pedagógica. Atualmente, os currículos estão sendo analisados a fim de aumentar a integração entre eles, possibilitando aos estudantes ter um número maior de atividades em comum com alunos de áreas afins.

Escolas Públicas

UFPE
Os alunos dos cursos da área de Saúde têm contato com a prática da profissão a partir do 2º ano. “No início, eles têm poucas atribuições, mas com o passar dos anos elas vão aumentando, até que passam a atender os pacientes”, explica o professor José Thadeu Pinheiro, diretor do Centro de Ciências da Saúde (CCS). Para isso, a escola conta com uma boa infraestrutura, como o Hospital das Clínicas da UFPE e o ambulatório da faculdade. Possui também convênios com clínicas e integração com o Programa Médico da Família, da prefeitura municipal, em que os profissionais vão até a casa dos pacientes para acompanhar a sua saúde. Esses treinamentos são fundamentais para que o futuro profissional da saúde adquira segurança e saiba enfrentar as adversidades da sua área antes de entrar para o mercado de trabalho. O fato de todos os professores serem doutores e a participação em atividades de extensão também contam pontos a favor da escola. Em relação à extensão, os alunos de Fonoaudiologia, por exemplo, possuem um projeto na comunidade para a realização do teste do pezinho em bebês e exames de audiometria. Já a turma de Fisioterapia vai ganhar, em breve, uma clínica-escola específica da área no campus, com piscina e equipamentos modernos.

UFRGS
Há quatro anos, o currículo do curso de Medicina vem mudando. “Estamos realizando uma reformulação para que o aluno tenha mais contato com o paciente. Além de fazer o estudante conviver com problemas reais, essa participação contribui para a atualização do curso, porque eles trazem os casos para a sala de aula”, afirma o professor José Geraldo Lopes Ramos, vice-diretor da Faculdade de Medicina (Famed). Uma das modificações foi a introdução das atividades em ambulatórios já no primeiro ano. No terceiro e quarto anos são realizados estágios, e os dois últimos anos são feitos em sistema de internato no Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Além do hospital, as atividades práticas também são realizadas em postos de saúde “para que o aluno se integre com o funcionamento do nosso Sistema Único de Saúde”, explica o professor. A faculdade também mantém convênios internacionais com instituições de países como Espanha, Portugal e Estados Unidos, que prevê o intercâmbio de alunos para períodos de estudos que variam de um a seis meses.