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Comunicação Assistiva

O tecnólogo trabalha com tecnologias, técnicas e métodos para ampliar a habilidade de comunicação de pessoas com disfunções ou incapacidades

O tecnólogo em Comunicação Assistiva trabalha com tecnologias, técnicas e métodos para ampliar a habilidade de comunicação de pessoas com disfunções ou incapacidades, promovendo a inclusão social. Ele traduz e interpreta a Língua Brasileira de Sinais (Libras), utilizada por surdos, e o alfabeto em braile, empregado por pessoas que têm deficiência visual. No primeiro caso, transforma em sinais as palavras faladas ou lidas, segundo os padrões semânticos e linguísticos próprios, e, no sentido inverso, converte as palavras faladas ou lidas em sinais. Para atuar como tradutor e intérprete de braile, o profissional deve conhecer o alfabeto e a datilografa em braile e os recursos de informática desenvolvidos para cegos, como sintetizadores de voz. Durante o curso, além de aprender o alfabeto, o aluno conhece softwares especiais e equipamentos utilizados na datilografa em braile. Em relação a Libras, além do domínio das técnicas, dos sinais e seu significado, o aluno estuda fundamentos da linguística e as implicações sociais, psicológicas e linguísticas da surdez sobre a comunidade. Treina entonação de voz, postura e expressão corporal para interpretação em tv e em salas de aula ou auditórios.

Duração média: 2,5 anos.