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Engenharia de Inovação

Esta é uma formação nova no mercado

Esta é uma formação nova no mercado. A proposta do bacharelado é formar um engenheiro habilitado para identificar, estruturar e solucionar demandas de inovação em qualquer área que atue – de elétrica a mecânica, de bioquímica a agrícola. Com uma sólida base científica e boa formação em Controle e Automação, o engenheiro de inovação será capaz de trabalhar em centros de pesquisa, instituições de ensino superior, órgãos governamentais, parques tecnológicos, incubadoras, empresas ou consórcios de empresas para tecnicamente apoiar ou desenvolver soluções inovadoras nas mais diversas áreas. a formação, oferecida apenas pelo Isitec, de São Paulo, dá ao estudante ferramentas básicas para que aprenda no dia a dia da profissão, criando novas tecnologias para produtos e processos, gerindo a inovação em empresas de diversos ramos e empreendendo.

Fique de Olho

BOLSA INTEGRAL E SELEÇÃO DIFERENTE

O instituto Superior de Inovação e Tecnologia (iIsitec), que oferece o curso, é mantido pelo Sindicato dos Engenheiros de São Paulo. Os alunos – são 30 vagas – contam com bolsa de estudo integral, além de uma ajuda de custo para aqueles que tiveram pelo menos 60% de acertos no Enem. Além do resultado no Enem, o processo seletivo inclui testes online de lógica e prova de produção textual e de análise e interpretação de linguagens.

O que você pode fazer

Ao receber o diploma, o graduado recebe uma formação acadêmica abrangente, que lhe permite assumir as diferentes funções exercidas por graduados nas áreas tradicionais da engenharia, como civil, mecânica, hidráulica, elétrica, de petróleo, bioquímica, de telecomunicações, de materiais e de computação.

Mercado de Trabalho

Ainda não há um mercado definido para este engenheiro. A formação ampla promete abrir uma imensa frente de trabalho, mas exige a continuidade dos estudos em cursos de especialização. Apesar de ser diplomado com o título de engenheiro de inovação, as atribuições deste profissional só serão reconhecidas pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) após a formatura da primeira turma, em 2019. Essas atribuições serão definidas segundo a grade curricular e poderão coincidir, por exemplo, com aquelas dos engenheiros de produção ou de controle e automação. Mas as perspectivas são boas. “Há tempos o setor produtivo necessita de profissionais capazes de criar soluções inovadoras nas mais diversas áreas a fim de aumentar a competitividade das empresas”, diz Marcelo Melo Barroso, coordenador do bacharelado no Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec). Depois de formado, o graduado pode optar pelo empreendedorismo, abrindo seu próprio negócio, ou trabalhar em empresas dos mais diversos setores.

Curso

O curso, cuja primeira turma iniciou em 2015, também é inovador no formato das aulas, com alunos e professores desenvolvendo projetos, em período integral. O currículo é vasto. A formação básica se concentra em computação, inovação e design. Na formação técnica e científica, o aluno tem aulas de matemática, física, química e biologia. O módulo destinado à formação do engenheiro inclui disciplinas das diversas especializações: elétrica, eletrônica, hidráulica, materiais, automação e controle, por exemplo. Por fim, o aluno recebe formação empresarial, com aulas de gestão, marketing, economia e finanças. O estágio é obrigatório.

Duração média: 5 anos.