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Musicoterapia

O musicoterapeuta usa a música e seus elementos – som, ritmo, melodia e harmonia – para a reabilitação física, mental e social de indivíduos ou grupos

O musicoterapeuta usa a música e seus elementos – som, ritmo, melodia e harmonia – para a reabilitação física, mental e social de indivíduos ou grupos. Emprega instrumentos musicais, canto e ruídos para tratar pessoas com distúrbios da fala e da audição ou deficiência mental. Atua, também, na área de reabilitação motora, no restabelecimento das funções de acidentados ou de convalescentes de acidentes vasculares cerebrais. Auxilia estudantes com dificuldade de aprendizado e contribui para melhorar a qualidade de vida de idosos e pacientes de doenças crônicas. Também promove a reabilitação de dependentes químicos e a reintegração de menores infratores. Pode trabalhar em hospitais, clínicas, instituições de reabilitação ou centros de geriatria e gerontologia.

O que você pode fazer

Clínica Atender idosos, crianças com dificuldade de aprendizagem, pessoas com deficiência mental e pacientes com problemas neurológicos e emocionais.

Psicoproflaxia Prevenir problemas emocionais em adultos, crianças, gestantes e idosos.

Reabilitação Trabalhar na recuperação e reintegração de pessoas com distúrbios e deficiências mentais, dependentes químicos e menores abandonados.

Sonorização Criar projetos de sonorização de ambientes em indústrias, escritórios e estabelecimentos comerciais, a fim de reduzir o risco de estresse dos funcionários.

Mercado de Trabalho

O mercado para este profissional tende a crescer no país especialmente na área de reabilitação, na qual o musicoterapeuta atua em equipes multidisciplinares com outros profissionais da saúde, como psicólogos, fisioterapeutas e fonoaudiólogos. No Rio de Janeiro, diversos municípios oferecem vagas em concurso público para esse profissional. Também há oportunidade de trabalho em ONGs e nas alas de pediatria, geriatria e oncologia de hospitais. Outro nicho é o auxílio a alunos com dificuldade de aprendizado em escolas privadas. Tratar segmentos específicos, como autistas, crianças com síndrome de Down ou dependentes de drogas, também é um setor promissor. As maiores oportunidades estão na Região Sudeste.

Curso

Não é preciso ter conhecimento formal de música para ingressar no bacharelado, mas é recomendado ter alguma familiaridade com a linguagem musical. O currículo mescla disciplinas das áreas de música e neurociências e inclui o aprendizado de alguns instrumentos a ser utilizados no atendimento a pacientes. História da música, percepção musical e neuropsiquiatria são algumas das matérias. Nas específicas, o estudante conhece os fundamentos da musicoterapia e suas principais técnicas e processos. O estágio e uma monografa são obrigatórios para obter o diploma. As grandes universidades costumam manter clínicas e hospitais-escola, onde o bacharelando coloca em prática a teoria aprendida, em atendimento à comunidade.

Duração média: 4 anos.

Outro nome: Mús. (musicoterapia).