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Censo do IBGE mostra crescimento no número de brasileiros com ensino superior

Percentual de formados subiu de 4,4% para 7,9%

Dados do Censo de 2010 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que houve um crecimento no número de brasileiros com diploma universitário na última década. O percental geral aumentou de 4,4% em 2000 para 7,9% em 2010.

As regiões com mais pessoas formados no ensino superior são, respectivamente, Distrito Federal (17,6%), São Paulo (11,7%) e Rio de Janeiro (10.9%). O saldo também foi positivo para a educação básica. De 2000 para 2010, o percentual de jovens que não frequentavam escola na faixa de 7 a 14 anos de idade caiu de 5,5% para 3,1%. As maiores quedas ocorreram nas Regiões Norte (de 11,2% para 5,6%, que ainda é o maior percentual entre as regiões) e Nordeste (de 7,1% para 3,2%).

Na última década, o percentual de adolescentes de 15 a 17 anos na escola aumentou para 77,4% (em 2000) para 83,3% (em 2010). O Sudeste tem o maior número, os menores índices estão no Norte e no Sul. Na análise da população de 10 anos ou mais por nível de instrução, de 2000 para 2010, o percentual de pessoas sem instrução ou com o fundamental incompleto caiu de 65,1% para 50,2%. Houve avanços em todas as grandes regiões.

Sair de casa para estudar

No Sudeste, o deslocamento para estudar em outro município foi de 2,0 milhões (8,5%) de estudantes, a maioria em São Paulo: 1,1 milhão de pessoas (57,0% do total do Sudeste). Santa Catarina tinha o percentual mais elevado do país: de seus 1,8 milhão de estudantes, 184 mil (10,1%) se deslocavam para outro município.

Sobre o Censo

O Censo do IBGE é uma pesquisa que mede o perfil da população brasileira e a densidade populacional. É realizado a cada dez anos. A última edição foi feita em 2010. O Censo tem por objetivo fazer um retrato em extensão e profundidade da população brasileira e das suas características sócio-econômicas. Os dados coletados e tabulados servem para organizar o planejamento público e privado da próxima década, de acordo com as deficiências de cada área social.

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