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Estudantes morrem em tragédia dentro de escola do Rio de Janeiro

Ministro da Educação lamenta tragédia e a considera sem precedentes

Atualizado em 7 de abril, às 18h33

Uma tragédia assolou a cidade do Rio de Janeiro na manhã desta quinta-feira. Um homem, identificado como Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos, entrou na escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, e atirou em estudantes e funcionários, ferindo 18 pessoas e matando doze alunos. Ao tentar fugir da escola, Wellington trocou tiros com policiais militares e acabou se matando.

Frente da Escola Municipal Tasso da Silveira, que foi alvo de ataque de ex-aluno nesta manhã no Rio de Janeiro. Imagem do Google Street View

De acordo com os bombeiros que socorreram as vítimas do ataque, foi encontrada uma carteira da escola com a identificação do atirador, o que comprova que ele era ex-aluno da instituição.

Em coletiva de imprensa concedida no começo da tarde de hoje, o governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral informou que havia cerca de 400 estudantes dentro da escola no momento da ação de Wellington Menezes de Oliveira.

Segundo o governador, a Polícia Militar conseguiu chegar rápido ao local, pois estava fazendo uma operação perto da escola. O sargento Alves, do 3º batalhão da PM, foi abordado por dois alunos feridos e se dirigiu ao colégio. Lá, encontrou o atirador se dirigindo ao 3º andar da instituição e atirou em sua perna. Foi quando Wellington se matou.

A ação do sargento impediu que a tragédia fosse ainda maior, isso, porque, o atirador portava duas armas e muita munição.

Em nota, o ministério da Educação Fernando Haddad lamentou a tragédia ocorrida na Escola Municipal Tasso da Silveira. Em visita a visita a hospital em Porto Alegre, Haddad disse que hoje é um dia de luto para a educação brasileira e que essa é uma tragédia sem precedentes.

O ministro informou que toda a rede federal carioca está à disposição da prefeitura do Rio de Janeiro e das famílias. Haddad suspendeu a agenda que teria à tarde na capital gaúcha e volta a Brasília, de onde coordenará, pessoalmente, a ajuda do MEC.

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