Clique e Assine a partir de R$ 20,90/mês

Dia do Estudante: data é marcada por discussões nas redes sociais

Estudantes subiram tags contra cortes na educação, retorno precoce das aulas presenciais e taxação de livros

Por Juliana Morales Atualizado em 11 ago 2020, 18h46 - Publicado em 11 ago 2020, 18h11

Dia do Estudante é comemorado no Brasil no dia 11 de agosto. Sua celebração acontece desde 1927, ano que completou o centenário da criação dos cursos de Direito no país (por isso, também é Dia do Advogado). A data passou a homenagear estudantes de todas as áreas.

Continua após a publicidade

Nesse ano, atípico e com ainda mais desafios por conta da pandemia, além de memes e bom humor, o dia está sendo marcado por luta e reivindicações dos estudantes nas redes sociais. Muitos deles subiram tags contra cortes na educação, retorno precoce das aulas presenciais e taxação de livros. Confira as discussões.

Continua após a publicidade

#SemVacinaSemAula

A volta às aulas presenciais é uma das pautas que mais preocupam professores, pais e alunos no momento. Na internet e nas ruas, jovens apontam a quantidade alarmante de infectados e mortos e a falta de segurança sanitária para o retorno, principalmente, em escolas onde a realidade é de vulnerabilidade.

Continua após a publicidade

Continua após a publicidade

Corte na Educação

O Ministério da Educação anunciou que planeja um corte de R$ 4,2 bilhões no orçamento das despesas discricionárias (não obrigatórias) para 2021, redução de 18,2% em relação ao orçamento aprovado para 2020. De acordo com a pasta, o percentual será repassado a todas as áreas do ministério. Nas universidades e institutos federais de ensino, a previsão de corte é de R$ 1 bilhão. O corte não inclui as despesas obrigatórias, como pagamento de pessoal.

Continua após a publicidade

Continua após a publicidade

#DEFENDAOLIVRO

Nesta terça-feira (11), a hashtag entrou para os assuntos mais comentados do Twitter. Trata-se de uma campanha em defesa dos livros no Brasil, contra a proposta de reforma tributária do governo federal que prevê o fim da isenção de contribuição para livros. Assim, as vendas de livros no Brasil estariam sujeitas à alíquota prevista de 12%. E, consequentemente, o valor das obras para o consumidor final se tornaria mais alto.

Continua após a publicidade

Continua após a publicidade
Continua após a publicidade
Publicidade