Clique e Assine o Passei! a partir de R$ 9,90/mês
Atualidades no Vestibular Por Blog Acompanhar as notícias - e compreendê-las - é fundamental para quem vai prestar o vestibular. Veja aqui resumos semanais e análises dos acontecimentos mais importantes da semana.

As notícias internacionais mais importantes da semana de 23/1

Veja os destaques do noticiário internacional para quem vai prestar vestibular. Todas as informações são da Agência Brasil

Por da redação 27 jan 2017, 17h06

Trump determina saída dos EUA de acordo comercial com países do Pacífico

O presidente Donald Trump cancelou nesta semana (23/1), por meio de decreto, a participação dos Estados Unidos do Tratado Transpacífico de Comércio Livre (TPP, na sigla em inglês), o mais importante acordo internacional assinado pelo ex-presidente Barack Obama. Destinado a estabelecer novas bases para as relações comerciais e econômicas de 12 países do Oceano Pacífico, reduzindo tarifas e estimulando o comércio para impulsionar o crescimento, o acordo iria englobar 40% da economia mundial e 800 milhões de pessoas.

Com a medida, Trump começa – já no primeiro dia útil de seu mandato, após tomar tomar posse sexta-feira (20) – a reconfigurar o papel dos Estados Unidos na economia global. Durante a campanha, o presidente Trump já havia anunciado que iria abandonar formalmente a Parceria, por considerar o acordo ruim para os trabalhadores americanos. A saída dos Estados Unidos representa uma inversão na tendência de décadas de política econômica internacional – executadas tanto por governos democratas quanto por republicano – de reduzir as barreiras comerciais e expandir o comércio em todo o mundo.

Israel aprova construção de novas casas de colonos em bairros de população árabe

A polícia israelense para palestinos que estavam atravessando a fronteira para deixar a Jerusalém Oriental em outubro 2015 (Foto por Ilia Yefimovich / Getty Images)
A polícia israelense para palestinos que estavam atravessando a fronteira para deixar a Jerusalém Oriental em outubro 2015 (Foto por Ilia Yefimovich / Getty Images)

Israel relançou nesse domingo (22) a colonização ao aprovar projetos de construção de centenas de casas em Jerusalém Oriental, área atualmente sob domínio de Israel e reivindicada pela Autoridade Nacional Palestina para abrigar a capital do futuro estado palestino. A prefeitura israelense de Jerusalém deu a aprovação definitiva à construção de 556 casas em três bairros de colonos do leste da cidade, de população majoritariamente árabe.

“As regras do jogo mudaram com a chegada de Donald Trump ao poder. Não temos mais as mãos atadas, como na época de Barack Obama”, afirmou Meir Turjeman, presidente da Comissão de Construção e Planejamento da prefeitura de Jerusalém. “Essas 566 casas são apenas o tiro de largada. Temos planos para construir 11 mil casas, à espera de autorização” nos bairros de colonos de Jerusalém Oriental, acrescentou.

A resposta palestina não demorou a chegar: “a decisão israelense é um desafio ao Conselho de Segurança (da ONU), sobretudo após sua recente votação, na qual afirma o caráter ilegal das colônias”, afirmou Nabil Abu Rudeina, porta-voz da presidência palestina. “Exigimos que o Conselho de Segurança aja em conformidade com essa resolução, para deter o governo extremista israelense que destrói qualquer possibilidade de alcançar uma solução com dois Estados”, acrescentou. Leia mais.

Polícia alemã desmantela grupo de extrema-direita que planejava ataques contra refugiados

Ativistas de extrema-direita se reúnem em novembro de 2016 em Berlim, na Alemanha. Entre 300 e 400 manifestantes, incluindo neonazistas, cantavam 'Merkel muss weg!' ('Merkel deve ir!'). O sentimento de direita em toda a Alemanha encontrou coesão com o partido político Alternative fuer Deutschland (Alternativa para a Alemanha), um novo partido populista que vem ganhando espaço no cenário político alemão. (Foto: Carsten Koall /Getty Images)
Ativistas de extrema-direita se reúnem em novembro de 2016 em Berlim, na Alemanha. Entre 300 e 400 manifestantes, incluindo neonazistas, cantavam ‘Merkel muss weg!’ (‘Merkel deve ir!’). O sentimento de direita em toda a Alemanha encontrou coesão com o partido político Alternative fuer Deutschland (Alternativa para a Alemanha), um novo partido populista que vem ganhando espaço no cenário político alemão. (Foto: Carsten Koall /Getty Images) Carsten Koall/Getty Images
Continua após a publicidade

A Polícia alemã anunciou nesta quarta-feira (25) que desmantelou um grupo de extrema-direita suspeito de planejar ataques armados contra a polícia e representantes do governo, requerentes de asilo e membros da comunidade judaica. O grupo é próximo do movimento Reichsburger (cidadãos do Reich alemão) e formado por nostálgicos da Alemanha imperial de antes de 1914 e por saudosos do Terceiro Reich de Adolf Hitler. De acordo com a Inteligência interna alemã, o movimento do Reichsbürger tem atualmente cerca de 10 mil membros e reúne neonazistas, adeptos da teoria da conspiração e até mesmo esotéricos. Leia mais.

Europa celebra o Dia da Memória pelas Vítimas do Holocausto

Os portões do campo de concentração nazista em Auschwitz, Polônia, em 1965. A placa diz 'Arbeit Macht Frei' - 'O trabalho vos libertará. (Foto:  Keystone/GettyImages)
Os portões do campo de concentração nazista em Auschwitz, Polônia, em 1965. A placa diz ‘Arbeit Macht Frei’ – ‘O trabalho vos libertará. (Foto: Keystone/GettyImages)

No dia 27 de janeiro de 1945, as tropas do Exército soviético destruíram a entrada do campo de concentração de Auschwitz, na atual Polônia, e, desde então, a Europa faz uma série de celebrações para lembrar os horrores do Holocausto nazista. O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, divulgou uma mensagem pelos 72 anos do fim dos campos de concentração e lembrou que “nesses tempos desafiadores, a memória não é apenas uma lembrança do passado, mas é o compasso para não repetir os mesmos erros no futuro, sem cair nas mesmas armadilhas que fizeram com que permitíssemos que a discriminação e o ódio se espalhassem”. Leia mais.

Oposição venezuelana volta às ruas para exigir eleições

Ao menos duas mil pessoas foram às ruas na Venezuela, nessa segunda-feira (23), para exigir a antecipação das eleições para tirar o presidente Nicolás Maduro do poder e resolver a grave crise política e econômica do país. “Viemos exigir o direito que os venezuelanos têm de votar. É a única maneira de mudar isso”, declarou o presidente do Parlamento, Julio Borges. Por outro lado, milhares de chavistas marcharam do centro de Caracas até o Panteão Nacional, em “defesa da revolução”. As manifestações contra e a favor de Maduro ocorreram em data simbólica. É em 23 de janeiro que se comemora a queda da ditadura militar de Marcos Pérez Jiménez.

A tensão entre o governo e a Mesa da Unidade Democrática (MUD), frente de oposição, voltou a subir nas últimas semanas. Um grupo de opositores, entre eles um suplente de deputado, foi detido pelo recém-criado “comando antigolpe”, liderado pelo vice-presidente Tareck El Aissami, um chavista radical. Segundo pesquisas de institutos privados, oito em cada dez venezuelanos reprovam o governo, cansados da severa escassez de alimentos e de remédios e de uma inflação que chegou a 475% no ano passado – segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI) – e que deve pular para 1.660% em 2017. Leia mais.

 

 

Continua após a publicidade

Publicidade