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As notícias internacionais mais importantes da semana de 27 de março

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Colômbia e guerrilha do Exército de Libertação Nacional (ELN) começam negociações de paz

Integrantes do Exército de Libertação Nacional (ELN). Foto: Getty Images.

Integrantes do Exército de Libertação Nacional (ELN). Foto: Getty Images.

Nesta quarta-feira (30), o governo da Colômbia e a guerrilha do Exército de Libertação Nacional (ELN) anunciaram oficialmente o início de conversações de paz. As duas partes “concordaram em estabelecer um diálogo público para abordar os pontos previstos na agenda” das discussões e “alcançar uma Colômbia em paz”, registra a declaração comum divulgada pelos seus representantes. A ELN é o segundo maior grupo rebelde da Colômbia, após as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). Leia mais aqui.

Exército sírio recupera controle da cidade milenar de Palmira e expulsa Estado Islâmico

Foto: Wikimedia Commons

Foto: Wikimedia Commons

O Exército sírio recuperou no domingo (27) o controle total de Palmira, cidade classificada como Patrimônio Mundial pela Unesco que esteve tomada pelos extremistas do Estado Islâmico (EI) por mais de um ano. A sua queda chocou o mundo ao ser seguida de uma campanha de destruição de templos históricos e roubo de relíquias de mais de 2 mil anos. A recaptura da cidade é vista como uma vitória estratégica, mas também simbólica, do presidente sírio, Bashar al-Assad, já que quem controla a cidade também controla o vasto deserto que se estende do centro da Síria até a fronteira com o Iraque. A conquista também abre a porta para a conquista das províncias de Dayr az-Zawr e Ar Raqqah, redutos do EI.

Organização Mundial da Saúde (OMS) decreta fim de emergência internacional para ebola

Um funcionário do serviço de saúde na Libéria pega um livro em uma sala de aula anteriormente usada como centro de atendimento para pacientes com ebola. Foto: Getty Images.

Um funcionário do serviço de saúde na Libéria pega um livro em uma sala de aula anteriormente usada como centro de atendimento para pacientes com ebola. Foto: Getty Images.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta terça (29) que a epidemia do vírus Ebola na África Ocidental deixou de ser uma situação de emergência de saúde pública internacional. A epidemia, que surgiu em 2013 como a mais mortal de todas, foi declarada emergência internacional em agosto de 2014 e fez, até finais de 2015, mais de 11.300 mortos, a maioria na Guiné-Conacri, na Libéria e na Costa do Marfim, em cerca de 28.000 casos registrados. Segundo a diretora da OMS, Margaret Chan, esses três países continuam vulneráveis a um ressurgimento do vírus, como é o caso registrado na Guiné-Conacri, onde há vários casos em observação e cinco pessoas morreram.

 

Fome no Sudão do Sul atinge índices alarmantes devido à guerra civil no país, alerta ONU

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

O Fundo das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) alertou nesta terça para os “alarmantes” níveis de fome no Sudão do Sul, com os alimentos atingindo preços recordes depois de dois anos de guerra civil. Apesar de um acordo fechado em agosto, os combates prosseguem no país. Segundo os especialistas da ONU, partes do estado de Unity (Norte) estão à beira da fome. A organização alertou que a previsão para o resto do ano é sombria, tendo em conta o fim das provisões e uma temporada agrícola provavelmente fraca. Depois de conquistar sua independência do Sudão em julho de 2011, o Sudão do Sul é, desde dezembro de 2013, palco de uma guerra civil, com combates entre as Forças Armadas, minadas por conflitos políticos e étnicos. O governo e os rebeldes foram acusados de massacres, recrutamento e morte de crianças, violações e deslocamento forçado de populações.

Fidel Castro diz que, apesar de querer a paz, Cuba não vai esquecer o passado com os EUA

Foto: The Presidential Press and Information Office (11/07/2014)

Foto: The Presidential Press and Information Office (11/07/2014)

Depois da visita de Barack Obama a Havana, o ex-presidente cubano Fidel Castro publicou um texto nos veículos oficiais do país afirmando que Cuba não vai esquecer os confrontos do passado com os Estados Unidos. “Nossos esforços serão legais e pacíficos, porque nosso compromisso é com a paz e a fraternidade de todos os seres humanos que vivem no planeta”, escreveu ele. Fazendo referência ao discurso do presidente norte-americano no dia 22 em Havana, Fidel Castro acrescenta que os cubanos correram “risco de um enfarte” ao ouvir Obama falar de cubanos e norte-americanos como “amigos, família e vizinhos”, citando uma longa lista de problemas passados entre os dois países.

 

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