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As notícias internacionais mais importantes da semana de 5 de dezembro

Veja os destaques do noticiário internacional para quem vai prestar vestibular:

Cidade de Aleppo, na Síria, é reconquistada pelas forças do governo de Assad

De acordo com a imprensa síria, as forças do governo Assad conquistaram toda a Cidade Velha da cidade de Aleppo e chegaram a uma distância de 10 quilômetros dos rebeldes, que admitiram partir em retirada. Um dos líderes da facção rebelde pediu uma trégua de cinco dias para permitir a evacuação de civis em graves condições de saúde. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que 200 mil civis ainda estejam em Aleppo.

O local estava sob domínio de grupos rebeldes, opositores ao regime de Assad, que está há 16 anos no poder. No entanto, os Estados Unidos, que também guiam militares na Síria contra grupos terroristas como o Estado Islâmico (EI), acusaram o regime de Assad e a Rússia de impedirem a chegada de ajuda humanitária, de atacarem estruturas civis e de usarem armas químicas. Leia mais

Donald Trump fala com líderes de Taiwan e provoca tensão diplomática com a China

Representantes da Casa Branca em Washington estão tentando tranquilizar a China, após o recém-eleito presidente Donald Trump criar um incidente diplomático ao telefonar para líderes de Taiwan, país considerado uma província rebelde e separatista por Pequim.  As informações são da Agência ANSA. Um presidente norte-americano não falava com Taiwan desde 1979 e a China evita todos os comentários relacionados ao país. Leia mais

Trump também foi eleito personalidade do ano de 2016 pela revista Time, segundo anúncio feito na quarta-feira (7). O título é concedido à pessoa que mais influenciou o mundo, para melhor ou para pior. Havia 11 finalistas ao título, mas a Time disse que a decisão foi “inevitável” após a vitória de Trump nas eleições. As informações são da Agência Ansa. Leia mais

>> 5 questões para entender China e Taiwan – e o que Trump tem a ver com isso

Suprema Corte britânica decide se Brexit deve ser submetido ao Parlamento

Nesta semana, começou uma nova fase da batalha legal para decidir se o Brexit deve passar por uma votação no Parlamento britânico para que possa ser iniciado formalmente o processo de saída do Reino Unido da União Europeia (UE).

Nos quatro dias de audiência da Suprema Corte britânica, que pela primeira vez reunirá seus 11 juízes, o governo da primeira-ministra Theresa May tentará derrubar a decisão de que o Brexit só poderá ter início oficialmente com a aprovação do Parlamento. O veredito do caso deve se tornar público em janeiro. As informações são da Agência Ansa. Leia mais

Após derrota em reforma constitucional, primeiro-ministro da Itália pede renúncia

O primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, entregou nesta quarta-feira (7) seu pedido formal de renúncia ao presidente Sergio Mattarella. Os dois líderes se reuniram por cerca de 45 minutos na sede do governo italiano em Roma. A informação é da Agência Ansa.

O primeiro-ministro decidiu renunciar depois de a população rejeitar, por um placar de 60% a 40%, sua reforma constitucional no referendo do último domingo (4). Renzi apostou todo o seu capital político no projeto, que reduzia o tamanho do Senado e promovia uma série de mudanças na Constituição italiana. Na segunda-feira (5), o premier reuniu seu gabinete no Palácio Chigi, também em Roma, e agradeceu a seus ministros “pela colaboração e pelo espírito de equipe demonstrado nesses anos de governo. Em seguida, como manda o protocolo, se dirigiu à Quirinale (residência oficial do presidente italiano) para entregar a carta de renúncia. Leia mais

Parlamento da Coreia do Sul aprova processo de impeachment da presidente

O Parlamento da Coreia do Sul aprovou hoje (9) moção para impugnar a presidente Park Geun-hye. É a primeira liderança democraticamente eleita da Coreia do Sul demitida do cargo. Nesta votação histórica, 234 deputados votaram a favor do impeachment, 56 votaram contra. Dois parlamentares se abstiveram e sete cédulas foram consideradas nulas. A informação é da agência Sputnik.

O escândalo político torno da presidente sul-coreana estourou depois que Park Geun-hye se desculpou publicamente pelo chamado “vazamento” de dezenas de textos dos discursos presidenciais, mesmo antes de eles serem pronunciados, para sua amiga Choi Soon-sil. Leia mais

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