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Coreia do Norte testa bomba de hidrogênio; veja mais notícias

Veja os destaques do noticiário internacional da semana de 4/9 para quem vai prestar vestibular. Todas as informações são da Agência Brasil

Coreia do Norte anuncia teste com bomba de hidrogênio

 (Tomohiro Ohsumi/Getty Images)

A Coreia do Norte testou sua bomba atômica mais potente até o momento, um artefato termonuclear ou bomba H, que, segundo o regime, pode ser instalado em um míssil intercontinental. Se confirmado, isso representa um importante e perigoso aumento de suas capacidades militares.

O sexto experimento nuclear norte-coreano e segundo supostamente realizado com um artefato termonuclear culmina um período de frenética atividade armamentista por parte do regime de Kim Jong-un, após testar mais de uma dezena de mísseis balísticos desde o começo do ano, entre eles dois intercontinentais. Essa intensificação coincidiu com a chegada de Donald Trump à Casa Branca, em janeiro passado – este é o primeiro teste atômico norte-coreano sob seu mandato –, e gerou uma das piores crises de segurança na região nos últimos anos. Leia mais

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Secretário-geral da ONU condena teste nuclear da Coreia do Norte

Antonio Guterres, secretário-geral das Nações Unidas (ONU), em pronunciamento

Antonio Guterres, secretário-geral das Nações Unidas (ONU), em pronunciamento (Mark Schiefelbein/Getty Images)

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, condenou o novo teste nuclear da Coreia do Norte e reiterou seu desejo para que o regime de Kim Jong-un interrompa suas ações armamentistas.

“Este ato é outra violação das obrigações internacionais da DPRK (sigla em inglês para República Democrática Popular da Coreia, o nome oficial do país) e solapa os esforços de não proliferação e desarmamento”, disse Guterres em um comunicado enviado por seu porta-voz Além disso, reiterou seus pedidos ao regime de Kim Jong-un para que interrompa suas ações armamentistas e “cumpra totalmente” com as resoluções que lhe foram impostas pelo Conselho de Segurança, e indicou que está em contato “com todas as partes”. Leia mais

 

EUA prometem resposta “esmagadora” se Coreia do Norte insistir com ameaças

Secretário de Defesa americano, Mattis Makes, realizando pronunciamento sobre o teste com a bomba de hidrogênio da Coreia do Norte

Secretário de Defesa americano, Mattis Makes, realizando pronunciamento sobre o teste com a bomba de hidrogênio da Coreia do Norte (Chris Kleponis/Getty Images)

O chefe do Pentágono, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, prometeu que haverá uma “grande resposta militar” por parte de seu país para “qualquer ameaça” da Coreia do Norte aos territórios do país, entre eles Guam, e seus aliados.

“Qualquer ameaça aos Estados Unidos (…) receberá uma grande resposta militar”, advertiu Mattis, que fez um breve pronunciamento à imprensa na Casa Branca após participar de uma reunião com o presidente Donald Trump para avaliar o último teste nuclear norte-coreano. Leia mais

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Trump encerra programa de Obama que protegia 800 mil jovens de deportação

Encontro entre Donald Trump e Barack Obama na Casa Branca em novembro de 2016

Encontro entre Donald Trump e Barack Obama na Casa Branca em novembro de 2016 (Win McNamee/Getty Images)

O governo dos Estados Unidos anunciou o fim do programa de Ação Diferida para os Chegados na Infância (Daca, na sigla em inglês), criado pelo ex-presidente Barack Obama, e que protegia da deportação 800 mil jovens imigrantes. A suspensão do Daca entrará em vigor daqui a seis meses para forçar o Congresso a encontrar uma alternativa para o programa. Leia mais

Com a decisão de encerrar o programa – que regularizava temporariamente imigrantes em situação ilegal que chegaram aos Estados Unidos quando eram menores de idade – , Donald Trump deu o mais significativo passo, desde o início de seu governo, no sentido de endurecer a política migratória. A avaliação é de advogados de imigração e especialistas ouvidos pela Agência Brasil. Leia mais

 

Sanções de Trump põem em risco envio de petróleo aos EUA, diz Venezuela

 (PaulCowan/iStock)

A chancelaria venezuelana informou que as sanções anunciadas pelo presidente norte-americano, Donald Trump, contra o governo de Nicolás Maduro “põem em risco” sua condição como “o fornecedor de petróleo mais próximo e seguro para os Estados Unidos”.

Segundo o governo da Venezuela, entre os possíveis impactos das sanções está o aumento dos preços da gasolina, “enquanto milhares de trabalhadores correm o risco de perder suas economias (…) perante o impacto nos fundos de aposentadoria pelo veto que pesa sobre os bônus venezuelanos”.

No último dia 25 de agosto, Trump assinou uma ordem executiva que proíbe as “negociações em dívida nova e capital emitido pelo governo da Venezuela e sua companhia petroleira estatal”, nas primeiras sanções ao sistema financeiro venezuelano. Leia mais

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