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Kremlin nega corrida armamentista; veja notícias

Confira os destaques do noticiário internacional da semana de 26/02 para quem vai prestar vestibular. Todas as informações são da Agência Brasil.

Kremlin nega corrida armamentista, apesar de novas armas nucleares

Na quinta-feira (1), Vladimir Putin, presidente da Rússia, apresentou novas armas nucleares, especificamente, um míssil capaz, por exemplo, de inutilizar o escudo antiaéreo americano.

O Kremlin, entretanto, negou que o país queira iniciar uma corrida armamentista ou que os armamentos sejam contra alguma nação específica. Saiba mais.

900 milhões de pessoas em todo o mundo podem vir a ter ter surdez até 2050, alerta OMS

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 900 milhões de pessoas poderão vir a ter surdez até 2050. A declaração foi feita na quinta-feira (1) e o número apresentado é quase o dobro da quantidade atual de indivíduos com problemas auditivos.

A organização também apresentou uma campanha de prevenção e fez um apelo aos governos para que tomem medidas contra essa tendência. Leia mais.

Japão lança foguete com novo satélite espião para analisar instalações na Coreia do Norte

Na terça-feira (27), o Japão lançou um foguete com um novo satélite espião para conseguir informações sobre as instalações de mísseis e testes nucleares na Coreia do Norte, segundo a Agência Aeroespacial do Japão. O país planeja posicionar até dez modelos. Saiba mais.

Eleições presidenciais da Venezuela são remarcadas para maio

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro (Spencer Platt/Getty Images)

Na quinta-feira (1), Jorge Rodríguez, ministro da Comunicação da Venezuela, confirmou que as eleições presidenciais do país, previstas para 22 de abril, foram remarcadas para maio. Leia mais.

França e EUA prometem não tolerar impunidade perante o uso de armas químicas na Síria

A França e os Estados Unidos prometem resposta “firme e coordenada” em relação ao uso de armas químicas contra a população civil na Síria.

Os países também destacaram que a Rússia precisa “exercer sem ambiguidade a máxima pressão” sobre Damasco para que respeite a trégua reivindicada pelo Conselho de Segurança da ONU. Saiba mais.

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