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Redação para o Enem e Vestibular Por Blog Dicas de redação, propostas e análises de texto para mandar bem no Enem e nos vestibulares

Proposta de redação: Desafios para a inclusão digital da terceira idade

Guia do Estudante vai distribuir 10 correções gratuitas por proposta em parceria com a Imaginie

Por Da redação 17 jun 2018, 07h01

A proposta de redação desta semana já está no ar! Envie seu texto até o dia 23 de junho e poderemos publicá-lo corrigido aqui no blog.

Para participar, é preciso criar um perfil de usuário na plataforma Imaginie, selecionar a proposta e seguir as instruções para o envio da redação diretamente pelo site. Os primeiros a se cadastrarem por meio desse link terão direito a uma correção, sempre feita por dois ou mais professores, seguindo os mesmos critérios do EnemO Guia do Estudante vai distribuir 10 correções gratuitas por proposta.

  • ATENÇÃO: Para que sua redação seja publicada no blog, é preciso desenvolver a proposta correspondente à semana em curso! Ou seja, para os textos enviados até o dia 23 de junho, a proposta deve ser a que está descrita abaixo.

    A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema “Desafios para a inclusão digital da terceira idade”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

    TEXTO I

    Inclusão digital para o público da terceira idade é possível. É o que mostra o projeto Conviver e Conectar, realizado pelo Sesc Ceará. A iniciativa acontece em formato de curso prático, sendo planejada especialmente para quem sente dificuldade em utilizar o smartphone. O método de ensino procura facilitar o aprendizado começando por tarefas simples como, por exemplo, adicionar novos contatos telefônicos e fotografar.

    Além disso, os participantes descobrem como conectar o smartphone à internet e experimentar novas tarefas, principalmente a comunicação pelo WhatsApp, enviar, ler mensagens instantâneas e fazer chamadas de voz.

    “Vamos ainda refletir sobre as mudanças que a tecnologia está provocando na sociedade e estimular o fortalecimento dos laços sociais”, explica a supervisora assistencial Ingrid Nogueira.

    Disponível em: https://g1.globo.com/ceara/especial-publicitario/sistemafecomercio/radar-do-comercio/noticia/idosos-aprendem-a-usarsmartphones-e-redes-sociais.ghtml
    Acesso em 18 maio 2018

    TEXTO II

    Estima-se que em 2050, 25% da população mundial terá 60 anos e mais, com expectativa de vida para os países desenvolvidos de 87,5 anos para os homens e, 92,5 para as mulheres (IBGE, 2010). (…)

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    A geração mais nova tem intimidade e atração pelos artefatos tecnológicos, assimila facilmente as mudanças, pois já convive desde tenra idade, explorando os brinquedos eletrônicos e/ou brincando com o celular dos pais. Porém, a geração adulta e mais velha, de origem anterior à disseminação do universo digital e da internet, não consegue acolher e extrair tranquilamente os benefícios dessas evoluções na mesma presteza de assimilação dos jovens. (…)

    Esses aparelhos nem sempre apresentam uma interface amigável ao universo e às características do idoso, considerando o tamanho e o tipo de fonte, o tamanho dos ícones, o contraste nas cores, assim como, o design de interação, onde este último necessitaria ser mais intuitivo (Moro, 2010). Desta forma, acaba ocorrendo uma subutilização desses recursos pelo público mais velho, que não se restringe aos celulares, mas aos diversos artefatos como os computadores que implicam na decodificação da linguagem digital.

    Disponível em:
    https://revistas.pucsp.br/index.php/kairos/article/viewFile/5371/3851
    Acesso em 18 maio 2018 Adaptado

    TEXTO III

    Foi num almoço de família que Ramon Miranda teve o estalo. Sua tia, como já era usual, pediu que ele a ajudasse com o celular, e ele pensou que ela talvez não fosse a única pessoa que precisasse desse auxílio. Foi o começo da história de Ramon com seu novo projeto: ser neto de aluguel. (…)

    “Hoje o termo Neto de Aluguel está sendo usado como uma nova categoria, e muitas pessoas estão lançando mão do nome para divulgar o seu atendimento, fato que me deixa feliz, na verdade”, conta ele.

    O termo realmente se espalhou e fez fama, e hoje muita gente encara esse ensino de tecnologia à terceira idade com uma profissão. E a demanda não é pequena, não: o número de idosos no Brasil é de 26 milhões, quantidade que representa mais de 12% da população do país. A projeção do IBGE é que, em 2027, os idosos alcancem a marca de 37 milhões. E o acesso deles à internet também vem crescendo. Em 2016, mais de 5 milhões de idosos acessavam a internet, número que cresceu mais de 1000% em comparação a 2008. (…)

    O trabalho do neto de aluguel passa, também, pela conscientização da sociedade a respeito da inclusão de idosos no universo digital. Ramon acredita que ainda falta envolvimento para que a questão seja melhor trabalhada. (…)

    “Tenho a convicção de que o problema do analfabetismo digital na terceira idade só será resolvido com o amplo envolvimento dos familiares e amigos. A solução via mercado será apenas um complemento ao real envolvimento das pessoas queridas”, conclui.

    Disponível em: https://ada.vc/2018/04/10/netos-de-aluguel/
    Acesso em 18 maio 2018 Adaptado

    TEXTO IV

    (Clique para ampliar) Cecomil/Reprodução

    Disponível em: http://www.amaisonline.com.br/cecomil-cursos-terceiraidade/
    Acesso em 18 maio 2018

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