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Redação para o Enem e Vestibular Por Blog Dicas de redação, propostas e análises de texto para mandar bem no Enem e nos vestibulares

Proposta: Desafios na educação de crianças com distúrbio de aprendizagem

Guia do Estudante vai distribuir 10 correções gratuitas por proposta de redação em parceria com a Imaginie

Por Da redação 10 jun 2018, 07h04

A proposta de redação desta semana chegou!  Envie seu texto até o dia 16 de junho e poderemos publicá-lo corrigido aqui no blog.

Para participar, é preciso criar um perfil de usuário na plataforma Imaginie, selecionar a proposta e seguir as instruções para o envio da redação diretamente pelo site. Os primeiros a se cadastrarem por meio desse link terão direito a uma correção, sempre feita por dois ou mais professores, seguindo os mesmos critérios do EnemO Guia do Estudante vai distribuir 10 correções gratuitas por proposta.

  • ATENÇÃO: Para que sua redação seja publicada no blog, é preciso desenvolver a proposta correspondente à semana em curso! Ou seja, para os textos enviados até o dia 16 de junho, a proposta deve ser a que está descrita abaixo.

    A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “As dificuldades das crianças com distúrbio de aprendizagem de se inserirem na escola”, apresentando proposta de intervenção. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

    TEXTO I

    Art. 5º Consideram-se educandos com necessidades educacionais especiais os que, durante o processo educacional, apresentarem: I – dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento que dificultem o acompanhamento das atividades curriculares, compreendidas em dois grupos: (…)
    b) aquelas relacionadas a condições, disfunções, limitações ou deficiências;
    Art. 8º As escolas da rede regular de ensino devem prever e prover na organização de suas classes comuns:
    (…)
    III – flexibilizações e adaptações curriculares que considerem o significado prático e instrumental dos conteúdos básicos, metodologias de ensino e recursos didáticos diferenciados e processos de avaliação adequados ao desenvolvimento dos alunos que apresentam necessidades educacionais especiais, em consonância com o projeto pedagógico da escola, respeitada a frequência obrigatória;
    IV – serviços de apoio pedagógico especializado, realizado, nas classes comuns, mediante: a) atuação colaborativa de professor especializado em educação especial;

    Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CEB0201.pdf
    Acesso em 17 maio 2018

    TEXTO II

    As pesquisas científicas sobre distúrbios de aprendizagem são relativamente recentes – ganharam relevância a partir dos anos 1980. Ainda não existem testes padronizados mundialmente para diagnosticá-los, embora haja referências importantes. Com isso, é difícil encontrar crianças com diagnóstico fechado de outros transtornos além dos mais conhecidos como dislexia e Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) ou sem
    Hiperatividade (TDA). (…)

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    Outros distúrbios – menos diagnosticados, porém cada vez mais estudados – são as discalculias, as disgrafias e o transtorno não verbal. Um estudante com discalculia é aquele incapaz de aprender
    matemática. (…) As disgrafias são os transtornos relacionados à escrita. (…) O transtorno não verbal (Tanv) é um tipo raro de distúrbio e está ligado a procedimentos de estudos.

    Disponível em:
    http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2012/08/comodetectar-transtornos-de-aprendizagem.html
    Acesso em 17 maio 2018

    TEXTO III

    A falta de informação costuma ser o principal obstáculo para o tratamento de pessoas com distúrbios de aprendizagem, dificuldade real muitas vezes confundida com falta de atenção ou de interesse. “É um indivíduo que não consegue adquirir a aprendizagem de forma eficiente”, explica a psicopedagoga clínica Tânia Maria de Campos Freitas. De acordo com ela, a situação é mais comum do que parece: cerca de 70% da população possui algum tipo de distúrbio específico de leitura e escrita. Diretora científica da Associação Brasileira de Dislexia (ABD), Tânia afirma que o problema existe desde o nascimento, mas só se torna evidente na idade escolar.

    Mesmo assim, em grande parte dos casos, o diagnóstico demora. “Se você identifica uma criança de risco precocemente, melhora toda a vida dela.” Embora apresentem um desempenho deficiente na escola, esses indivíduos têm inteligência normal ou superior à média, que pode ser trabalhada com ajuda de especialistas e de professores. “Infelizmente não temos diagnósticos precoces”, diz Tânia.

    Disponível em:
    https://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,disturbios-deaprendizagem-atingem-70-da-populacao,20030616p58382
    Acesso em 17 maio 2018

    TEXTO IV

    Gráfico 5 – Quais as maiores dificuldades para alfabetizar os alunos com TDAH?

    Pesquisa realizada na Escola Municipal Conselheiro Lafaiete (Clique para ampliar) Núcleo do Conhecimento/Reprodução

    Disponível em:
    https://www.nucleodoconhecimento.com.br/psicologia/alfabetizacaoda-crianca-com-tdah
    Acesso em 17 maio 2018

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