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Cultura Inglesa investe em faculdade para difundir inglês no país

Tradicional rede de escolas de idiomas aposta em cursos de graduação para qualificar mão de obra brasileira e conquistar novos alunos

O inglês é a língua universal do mundo. Isso é um fato. Seja na hora de fechar um negócio no exterior ou até mesmo de conversar com um estrangeiro, muito provavelmente a primeira opção de idioma será o inglês. Mesmo assim, a população do país ainda patina no aprendizado de uma segunda língua. De acordo com dados da consultoria British Council, apenas 5% dos brasileiros falam inglês e menos pessoas ainda, cerca de 1%, possuem a fluência de fato.

Esse é um problema que a Cultura Inglesa está ambicionando mudar. Prova disso são os investimentos da companhia, conhecida por ser uma das mais conceituadas escolas de idiomas do país, em seus cursos de graduação. A Faculdade Cultura Inglesa não quer apenas ajudar as pessoas a melhorar a sua fluência, mas também formar profissionais verdadeiramente qualificados no Brasil.

O diferencial da licenciatura em letras-inglês da faculdade, segundo Mariana Rangel, gerente de marketing da Cultura Inglesa, é a preocupação com o tempo de contato dos alunos com o idioma. A maior parte do tempo, eles estarão em contato com o inglês – e mais tempo do que em outras universidades. Isso acontece porque a carga horária no desenvolvimento do idioma é de 864 horas, maior do que a média de mercado. Tal tempo permite que o aluno saia da faculdade carregando o certificado de nível C1 do Conselho Europeu (CEF). Detalhe: todas as aulas são com professores que têm mestrado ou doutorado no currículo. “Temos uma grande preocupação com a capacitação do aluno, e não somente com o diploma no fim do curso”, afirma Mariana.

Outro fator que vem atraindo alunos é a questão da tutoria, que é algo similar à prática vista nas universidades e faculdades britânicas. Os estudantes possuem duas horas por semana destinadas a encontros com um tutor para o desenvolvimento de autonomia em seus estudos e um acompanhamento e orientação de sua formação.

Para completar, os estágios em escolas da rede Cultura Inglesa também acabam sendo um chamariz de alunos. A possibilidade de ter contato com estudantes dos mais diferentes níveis e objetivos da escola de idiomas auxilia muito no desenvolvimento do futuro profissional, segundo Mariana. “Eles têm a possibilidade de acompanhar as aulas e, dependendo do nível do idioma, até substituir professores em uma eventual emergência”, afirma ela.

E, ao contrário de diversas universidades, que pedem um nível intermediário de inglês para que os alunos comecem a graduação, a Cultura Inglesa solicita apenas conhecimento de inglês básico do ensino médio. A instituição separa os alunos por níveis de conhecimento, o que torna as aulas mais produtivas do ponto de vista acadêmico.

Muito além das letras

Apesar de o curso de graduação em letras-inglês ser o principal produto oferecido pela faculdade (a primeira turma vai se formar no fim de 2017), a Cultura Inglesa também vem acompanhando o crescimento do seu curso de pós-graduação em estratégias e metodologias do ensino e do uso do inglês. Com dez módulos, o curso é aberto para que o aluno estude na ordem e no tempo que a sua disponibilidade permitir, num período total de dois anos e meio.

Mas os planos da graduação vão além da licenciatura em letras-inglês e pós-graduação. No primeiro semestre do ano que vem, a Faculdade Cultura Inglesa vai estrear o seu curso de bacharelado em letras-tradução. “A nossa busca é por ser referência na formação de professores e tradutores”, diz a executiva. E como estímulo para os futuros alunos, a companhia ainda fornece 40% de desconto nos seus cursos de extensão e de pós-graduação para professores da rede pública do estado de São Paulo e aos membros da Braz-Tesol, Associação de Professores de Inglês do Brasil. E bolsas de estudo que variam de 30% a 100% para os alunos do curso de graduação. No que depender da Cultura Inglesa, os brasileiros não serão privados da oportunidade de aprender inglês.