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Conheça alguns hábitos bizarros de escritores

Para escrever é necessário muita concentração, inspiração e a construção de alguns hábitos sólidos

Por Ana Prado
Atualizado em 25 jul 2019, 14h03 - Publicado em 27 fev 2015, 21h09

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Escrever não é tarefa fácil. É necessário muita concentração, inspiração e a construção de alguns hábitos sólidos para que o escritor consiga trabalhar em sua obra. E alguns desses hábitos podem ser BEM estranhos. Listamos alguns deles para você ter uma ideia (spoiler: vários deles envolvem nudez!).

1- Friedrich Schiller

O poeta, filósofo e historiador alemão costumava escrever até de madrugada. Para se manter acordado, mergulhava os pés em água gelada. E tem mais: ele sempre deixava um monte de maçãs podres na gaveta da sua escrivaninha – o cheiro o “motivava”. Ok, então, né.

2- Franz Kafka

Para manter a mente saudável, o autor de “A Metamorfose” costumava se exercitar na frente de sua janela. Nu.

3- John Cheever

O contista americano fazia aquela coisa comum de acordar, vestir um terno e ir trabalhar. Só que aí ele descia para o porão do seu prédio, tirava toda a sua roupa e começava a escrever só de cueca.

4- Jonathan Franzen

O escritor americano chegou a escrever parte de seu livro “As Correções” no escuro. Apesar de seu estúdio ter paredes à prova de som e uma janela de vidro com revestimento duplo, ele usava tampões de ouvido, protetores de ouvido por cima deles, apagava as luzes, fechava a Cortina e colocava uma venda nos olhos. Para Franzen, isso era necessário para o difícil processo de evocar um mundo fictício e conseguir reproduzi-lo em palavras. “É muito, muito difícil se concentrar”, disse ele ao The New York Times no ano em que o livro foi lançado. ”Você tem que manter sua mente livre de todos os clichês.”

5- Victor Hugo

O francês autor de clássicos como “Os Miseráveis” resolveu se livrar de todas as suas roupas para se obrigar a cumprir o prazo de entrega da obra “O Corcunda de Notre Dame”. Ele ordenou que seus servos escondessem todas as suas roupas formais e não lhe dessem nenhuma até que ele terminasse o romance. Para se proteger, usava apenas um grande xale cinza, adquirido especialmente para a ocasião. A técnica funcionou, e Victor Hugo conseguiu terminar o livro semanas antes do prazo.

Com informações do Mental Floss

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