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Caderno de redações: Enem 2016

Ameaças aos direitos de crença

Como em várias edições anteriores, a prova de redação do Enem trouxe como tema direitos civis, desta vez o livre direito de crença e a intolerância que o ameaça. Veja aqui a proposta da prova e, nas páginas seguintes, três textos bem avaliados. As análises são do professor Alan Nicoliche.

PROPOSTA DE REDAÇÃO

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema
“Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO I
Em consonância com a Constituição da República Federativa do Brasil e com toda a legislação que assegura a liberdade de crença religiosa às pessoas, além de proteção e respeito às manifestações religiosas, a laicidade do Estado deve ser buscada, afastando a possibilidade de interferência de correntes religiosas em matérias sociais, políticas, culturais etc.

TEXTO II

O direito de criticar dogmas e encaminhamentos é assegurado como liberdade de expressão, mas atitudes agressivas, ofensas e tratamento diferenciado a alguém em função de crença ou de não ter religião são crimes inafiançáveis e imprescritíveis. STECK, J. Intolerância religiosa é crime de ódio e fere a dignidade. Jornal do Senado.

TEXTO III
Capítulo I
Dos Crimes Contra o Sentimento Religioso Ultraje a culto e impedimento ou perturbação de ato a ele relativo

Art. 208 – Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso: Pena – detenção, de um mês a um ano,ou multa.

Parágrafo único – Se há emprego de violência, a pena é aumentada de um terço, sem prejuízo da correspondente à violência.

INSTRUÇÕES PARA A REDAÇÃO
• O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
• O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
• A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção
Receberá nota zero, em qualquer das situações expressas a seguir, a redação que:
• tiver até 7 (sete) linhas escritas, sendo considerada “texto insuficiente”
• fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo.
• apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos.
• apresentar parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto.

CAMINHOS PARA A REFLEXÃO

A redação do Enem de 2016 pediu aos candidatos que refletissem sobre os caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil. Para contextualizar o tema, a proposta trouxe quatro textos, que versavam sobre a laicidade do Estado e sua obrigação de garantir a liberdade de crença aos cidadãos; a liberdade de crítica às religiões, com a ressalva de que atitudes ofensivas e agressivas contra membros de qualquer religião é crime inafiançável; as penalidades àqueles que escarnecem ou cometem violência contra os religiosos; além de um texto com dados quantitativos das vítimas de discriminação religiosa, apontando a incidência por religião. Assim, apresentou-se um panorama razoável da situação, para que as redações pudessem dissertar sobre o problema e apresentar possíveis soluções.
Questões éticas vêm sendo recorrentes nas redações do exame, que nos dois anos anteriores trouxe a violência contra as mulheres e a publicidade voltada ao público infantil como tema. Essa tendência faz bastante sentido em uma prova que pede aos candidatos que apresentem uma proposta de intervenção – seria difícil apresentar tal tipo de proposta em tema filosófico, como a amizade, por exemplo. Assim sendo, por mais que aqueles que fizeram a redação nunca tivessem discutido o tema, a prova não deve ter lhes causado espanto.

Os textos de apoio também devem ter auxiliado os redatores. O primeiro, que tratou da garantia de livre crença que o Estado, sendo laico, deve dar, e os dois seguintes,que tratam da criminalização do preconceito e de atos contra as comunidades religiosas, mostravam o caminho a ser seguido na dissertação – apoiar a liberdade religiosa e a garantia de suas práticas, além de combater o preconceito e as ações de perseguição a qualquer crença. O último texto forneceu dados sobre a discriminação, mostrando as religiões que mais sofrem intolerância, algo muito útil para a construção dos argumentos. Dessa forma, mesmo aqueles que eram mais alheios a essa temática tinham subsídios para montar sua argumentação.
Além de servir para examinar os alunos que terminam o Ensino Médio, a prova trouxe à sociedade uma importante reflexão sobre um tema bastante presente no cotidiano nacional, mas nem sempre debatido. Os candidatos tiveram, assim, a oportunidade de questionar seus próprios valores e a extensão do preconceito, não só religioso, mas também cultural, social e étnico. Independentemente da proposta de intervenção apresentada, alguns caminhos devem ter sido traçados.

 

ENEM 2016 REDAÇÃO 1

Sem título

Na obra “O Tratado sobre a tolerância”, o filósofo Voltaire visava ressaltar a importância da efetivação do combate à intolerância religiosa. No Brasil, não há a fomentação plena dessa consciência social ressaltada na obra filosófica devido, principalmente, à ineficiência do Estado, relacionada a essa temática, e devido à negligência de parte das escolas, e ainda à omissão populacional no que concerne à temática religiosa. Sob essa perspectiva deficitária, nota-se que esses fatores contribuem para a ineficácia da consolidação de caminhos para combater a intolerância religiosa no país.

Apesar de existirem leis federais estipulando pelo Código Penal que punem atos discriminatórios relacionados à intolerância religiosa, o Estado ainda é, de fato, ineficiente no que tange à implementação de caminhos efetivos para o combate a práticas delituosas vinculadas à liberdade religiosa. Isso ocorre, sobretudo, devido à união, fomentada pela bancada religiosa no Congresso Nacional, de decisões políticas a dogmas geralmente restritos a uma religião. Como consequência disso, contrária à máxima “A pluralidade faz parte da condição humana”, da filosofa

Hannah Arend, essa visão contribui para consolidação da teoria de superioridade de uma religião em detrimento de outras e, consequentemente, inviabiliza a aplicabilidade da liberdade religiosa ressaltada nos princípios do Estado Democrático de Direito. Ademais, a persistência de feriados religiosos, além de ser contrária à ideia de laicidade do Estado, interfere economicamente no comércio composto por ateus, por exemplo, uma vez que esses indivíduos são impedidos de trabalhar, nesses feriados, e, por conseguinte, são prejudicados. Diante disso, evidenciam-se as falhas do Estado na efetivação de caminhos para o combate à intolerância religiosa no Brasil.

Somada à indiligência estatal, a persistência do culto ao catolicismo, por uma parte das escolas, advinda da padronização do cristianismo no Brasil Colônia, evidencia a negligência dessas instituições escolares no que tange à consolidação de caminhos para a erradicação da intolerância religiosa no Brasil contemporâneo. Como resultado disso, os estudantes dessas escolas, compondo uma maioria, discriminam e marginalizam o culto a outras religiões, como a afro-brasileira, inviabilizando a efetivação da liberdade religiosa. Além disso, a falta de conscientização populacional no que se refere à importância do respeito à diversidade de crenças é contrária à teoria hegeliana de que a consciência é a única capaz de gerar mudanças sociais e, por conseguinte, dificulta o progresso social do país no que tange à liberdade religiosa. Diante disso, nota-se que esses fatores contribuem para o desrespeito à pluralidade de crenças no país.

Urge, portanto, que o Estado, pressionado por ONGs, como a “Grito dos Excluídos”, consolide uma reforma política no que concerne à erradicação de dogmas nas decisões políticas. Ademais, essas ONGs devem enviar, por meio do “site” Petição Pública, reivindicações à Ouvidoria Pública que exijam que os feriados religiosos tornem-se facultativos. Além disso, o MEC deve exigir, das escolas negligentes, por meio de premiações às escolas que cumprirem com a exigência, a imparcialidade no que tange à temática de religiões. É necessário, também, que o governo, unido ao terceiro setor, crie campanhas de conscientização acerca da importância do respeito à diversidade de crenças. Tais ações representam a contundência com a obra “Tratado sobre a Tolerância”.

 

Redação de Carlos Felipe Bezerra Barros, 19 anos, estudante do Colégio Ari de Sá, em Fortaleza (CE). Seu texto recebeu nota 1.000.

 

ANÁLISE

TESE NOTA 1.000

 

A tese é parte essencial de uma dissertação, pois é nela que o candidato apresentará a visão crítica que defenderá ao longo do texto. Assim sendo, é importante que o redator apresente essa parte do texto de forma clara e precisa, para envolver o leitor e facilitar sua própria argumentação. A redação de Carlos Felipe Bezerra Barros acerta em cheio nesse ponto, o que faz com que sua introdução sirva de guia para a leitura do texto e abra caminho para a  compreensão dos argumentos expostos.

Utilizando o “Tratado sobre a tolerância” de Voltaire como ponto de partida, o texto de Carlos Felipe introduz o tema da prova, a intolerância, apontando diretamente os agentes que, segundo ele, são responsáveis pela manutenção dessa intolerância – o Estado, por sua ineficiência em combater a situação, as escolas, que são negligentes com o tema, e a população, que se omite diante do problema. O posicionamento e as responsabilidades de tais agentes são os cernes dos argumentos desenvolvidos ao longo do texto, confirmando a tese inicial.
 – Guiado pelo posicionamento apresentado na introdução, o leitor facilmente compreende e tende a aceitar os argumentos apresentados nos parágrafos de desenvolvimento. O terceiro parágrafo traz dois argumentos, algo pouco ortodoxo dentro do esperado em uma dissertação limitada a 30 linhas – os professores costumam aconselhar os alunos a trabalhar um único argumento em cada parágrafo –, mas a escolha se mostra acertada, pois as informações são complementares e essenciais para trabalhar a proposta de intervenção que virá adiante. Isso mostra que não há uma fórmula única que seja eficaz na estruturação do texto. As ideias e exemplos são coerentes e complementares, o que só facilita a absorção do que pensa o candidato. Além disso, a conclusão mantém a toada,retomando as ideias apresentadas na tese e apresentando uma proposta de intervenção que transforma os agentes causadores dos problemas em possíveis responsáveis pela solução das adversidades apontadas. Esse caminho textual garante à redação uma ótima avaliação de sua argumentação e de sua estrutura, pois preenche facilmente os critérios avaliados pelos corretores da prova do Enem.

Com esse texto nota 1.000 apresentado pelo estudante cearense, fica clara a percepção de que a construção de uma boa tese é fundamental para realizar uma redação clara, coesa e bem avaliada. Obviamente, de nada serve uma boa introdução sem um desenvolvimento que a sustente e uma conclusão coerente com as ideias apresentadas, mas iniciar o texto com um posicionamento claro é fazê-lo com o pé direito!

 

 

ENEM 2016 REDAÇÃO 2

Sem Título

Durante a formação do Estado Brasileiro de Direito, do Oiapoque ao Chuí, a intolerância religiosa é uma problemática advinda dos colonizadores portugueses, no Brasil. Seja na discriminação religiosa, predominantemente,de matrizes religiosas africanas, seja na transformação do Estado que deveria ser laico.
O lema defendido na Revolução Francesa, impulsionada pelos ideais iluministas, diz a respeito da “Igualdade, Fraternidade e Liberdade”  que pode-se incorporado:  Quando se fala da intolerância religiosa, principalmente, das matrizes religiosas africanas.

Quando há intolerância religiosa, exite a falta de “igualdade” do cidadão poder ser tratado de forma igualitária. Há ausência de fraternidade entre as pessoas de se respeitarem independentemente da sua religião, e existe a falta de “liberdade” de poder escolher a crença que quer acreditar e seguir.
Outrossim, a intolerância religiosa no Brasil, que foi um país colonizado e catequizado por portugueses, impede o país de se tornar, de fato, laico, de respeitar todos os credos. E quem não acredita em nenhuma religião. A intolerância religiosa é alimentada por líderes religiosos, pela sociedade e por quem detém o poder, logo, defendem princípios que acreditam que sua religião é superior às outras, infando o preconceito e discriminação com quem  pensa e deposita sua fé em uma crença distinta ou em nenhuma religião.

Exposta a problemática sobre a intolerância religiosa no Brasil, faz-se presente medidas que

possam conter essa onda de intolerância religiosa e desrespeito com diversidade  religiosa, através de projetos de leis mais rígidas que coíbam qualquer tipo de discriminação; propaganda e canais de TV’s defendendo o respeito às outras religiões, inclusive, a quem não acredita em nenhuma religião; garantia dos nossos parlamentares que o estado necessita ser laico, assim, promovendo direitos a todos, pois omo dizia Marthin  Luther King “o que me preocupa não é o grito dos maus, é o silêncio dos bons”.

 

João Pedro Carvalho Rocha tem 21 anos, concluiu o Ensino Médio no Instituto Federal do Espírito Santo, na cidade de Ibatiba. Seu texto recebeu nota 920.

 

ANÁLISE

BOAS IDEIAS PODEM SALVAR UM TEXTO PROBLEMÁTICO 

Há algum tempo, a argumentação vem ganhando mais importância nas avaliações do que a habilidade no uso da língua. É claro que um texto que se desvie totalmente da norma-padrão, ou que apresente vários problemas coesivos, será penalizado pela banca corretora, mas pequenos desvios são tolerados quando o candidato demonstra ter traquejo argumentativo.

A redação que analisamos aqui apresenta alguns desvios gramaticais, algumas falhas na pontuação e trechos com equívocos no uso de conectivos, mas os problemas coesivos e de linguagem não impedem a compreensão textual. Além disso, o bom uso de algumas estratégias argumentativas deu sustentação ao texto.Assim, o candidato conseguiu expor suas ideias e dar conta da proposta de forma razoável.
A redação do Enem separa a correção em cinco competências, que são avaliadas individualmente, ou seja, problemas em uma das competências não penalizam o candidato nas demais. Corrigida dessa forma, uma redação pode ter uma nota muito boa em determinados quesitos, como obediência ao tema e à tipologia textual, seleção e apresentação de argumentos e elaboração da proposta de intervenção, ainda que o domínio da norma e dos mecanismos linguísticos não sejam os ideais. Eis por que a presente redação conseguiu uma nota ótima, apesar de seus deslizes.
Ainda que saibamos que os corretores fazem uma avaliação separada para cada quesito do texto, e que boas ideias e bons argumentos são levados em consideração, não é aconselhável desconsiderar as questões de linguagem e coesão na composição textual. Destacamos pontos positivos e negativos da dissertação analisada, para que você possa compreender os erros e acertos e aplicar esse conhecimento em suas redações.

 

ENEM 2016 REDAÇÃO 3

Sem título

Em 1988, o Brasil se tornava oficialmente um país de Estado Laico.  desde então, atos de intolerância contra ou a favor de crenças deveriam ser severamente punidos. Porém, é comum, ainda nos dias de hoje, se presenciar e receber notícias de violência física, verbal e moral originadas de choques ideológicos com base religiosa, quando a constituição nacional garante a liberdade de escolha.

 

A maior parte desses casos ocorrem em ambientes escolares ou na rua. O fato de usar uma saia longa ou uma bermuda curta já podem ser motivos suficientes  para o nascimento do preconceito. No dia 6 de novembro de 2015, foi implantada a lei que obriga escolas e clubes a combaterem o bullying, que muitas vezes está conectado a intolerância 1. Todavia, a raiz de atitudes agressivas se encontra, na maioria dos casos, na família. A lei é um grande passo rumo a atenuação 2 desses eventos, mas complemento a sua atuação deve se dar a devida importância ao tratamento daqueles que influenciam crianças e jovens no ambiente familiar. Assim, será viável desconstruir na forma mais profunda o pensamento opressor.

É válido lembrar, também, que a devoção ou aversão religiosa na forma extrema é transferida de geração a geração. Estando o ambiente escolar já tratando os casos internos é necessário

que ocorra uma maior intervenção do governo em relação as práticas violentas 3 nas ruas. Hobbes defendia a ideia de que o Estado pode corrigir os erros humanos. Vendo assim, torna-se clara a necessidade de uma manutenção nas leis que punem esses crimes, pois a repressão desses atos no cotidiano é essencial para que a transferência  hereditária dessas ideias seja interrompida., é possível perceber que o maior pilar de sustentação da intolerância é a baixa eficácia das leis. Para amenizar o problema é necessário que o Governo Federal, por meio do poder legislativo, torne mais rígidas as leis que punirão os agressores, e, quando a violência partir de menores de idade,os responsáveis sejam chamados na delegacia para receber instruções de como combater os ideais em casa. A escola deve, também aliada ao governo, realizar atividades que gerem aceitação entre os alunos, principalmente com os de pouca idade. Desse modo, a liberdade permitida pelo Estado Laico será realmente empregada na nação brasileira.

                             

               Matheus Henrique Galvão, 19 anos, concluiu o Ensino Médio na Escola Estadual Maria Angélica Baillot, em Araçoiaba da Serra (SP). Sua redação recebeu nota 920.

 

ANÁLISE

PEQUENOS DESLIZES
A primeira competência avaliada na redação do Enem é o domínio da norma-padrão da língua escrita. Assim sendo, os corretores averiguam se o candidato é capaz de expressar-se adequadamente na modalidade escrita formal da língua portuguesa, penalizando possíveis desvios dessa norma. A banca tolera até dois equívocos gramaticais, desde que de naturezas distintas; a partir daí, o candidato tem descontos na nota, que podem ser maiores ou menores, dependendo da quantidade e da gravidade dos erros.
O nervosismo e a pressa são fatores que podem prejudicar a correção da redação na hora em que é escrita. Por isso, é importante estudar os pontos gramaticais dos quais mais se têm dúvidas, treinar bem a escrita – o ideal é fazer pelo menos uma redação por semana –, não abrir mão do rascunho, reler e revisar o texto final antes de entregar. Muitas vezes, uma simples releitura pode ser suficiente para que o próprio redator perceba algum equívoco e possa corrigi-lo a tempo.
A redação que analisamos aqui cumpriu todos os requisitos de modalidade textual e de compreensão da proposta, além de selecionar e organizar os argumentos de forma adequada e trazer uma proposta de intervenção pertinente, mas foi penalizada por seus desvios da norma escrita. O texto conseguiu uma boa nota, 920, bem acima da média, mas o participante poderia ter melhorado seu desempenho se observasse os problemas que destacamos – que estão entre os mais recorrentes, mesmo entre as produções mais bem avaliadas.

Grafia, concordância, uso das vírgulas, colocação pronominal, regência e crase são algumas das maiores dúvidas dos alunos que prestam o vestibular ou fazem o Enem. Para saber utilizar corretamente esses elementos no texto, é importante saber o porquê de suas ocorrências e o impacto que o uso incorreto tem na avaliação. É isso que procuramos demonstrar nesta análise, além de alertar que pequenos deslizes podem ter um efeito bem desagradável no resultado final. Fique atento!

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