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Apesar de proibição, candidatos usam lápis e relógio no Enem

Alunos criticam falhas na numeração do gabarito do primeiro dia e se dizem confusos

Por por Morena Madureira, no Rio
Atualizado em 16 Maio 2017, 13h51 - Publicado em 7 nov 2010, 13h02

Nathalia usou lápis no Enem. Somente canetas esferográficas pretas eram permitidas, segundo edital do Enem (foto: Jeovanna Vieira)

Mesmo com a polêmica da proibição de utensílios como lápis, borracha e relógio durante as provas do Enem, muitos estudantes ao redor do Brasil ignoraram a restrição. No Rio não foi diferente.

Se no primeiro dia de prova do Enem a chuva atrapalhou os estudantes a chegarem em seus locais de exame, o segundo amanheceu tão ensolarado na capital fluminense que o único obstáculo possível era resistir à tentação de ir à praia e desistir do vestibular.

Nathalia Martins, 17, apesar de ainda ser aluna do segundo ano do Ensino Médio e estar fazendo o Enem só como treino, não desistiu. A estudante ainda não sabe o que vai prestar no vestibular e sua primeira experiência em provas que dão acesso à universidade não foi das mais positivas. “Achei o primeiro dia cansativo, fiquei com uma dor horrorosa, chutei várias questões”, conta.

– Veja as fotos do segundo dia de Enem no Rio de Janeiro

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Apesar das restrições, Nathalia conta que fez o exame do sábado com relógio no pulso e lápis na mão. “Eu não sabia que não podia usar relógio, mas como eu estava de casaco, acho que não viram. Também usei lápis para grifar os textos e ninguém falou nada”, relata a adolescente, acrescentando que, “agora que sabe” das restrições, não utilizará os itens proibidos neste segundo dia.

Rafael Collado, 23, faz o Enem com o objetivo de entrar em sua segunda universidade. Formado em Educação Física, ele tenta uma vaga em Medicina e diz que ainda não escolheu onde estudar. “Vou tentar em todas que o Sisu oferecer. Essa é uma coisa boa do Enem, a gente pode entrar em universidades de todo o país. As vagas não podem ficar concentradas nos estados mais ricos”, avalia.

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Otimista, Rafael acha que apesar de justificativa para proibir lápis nas provas “não colar”, esse não será um problema para quem se preparou para o exame. “Tem que saber administrar o tempo para fazer a redação sem muito rascunho. Mas para quem estudou é indiferente”, diz.

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Para Mayumi Freitas, 17, as restrições não são tão insignificantes assim. A estudante tenta conseguir uma vaga em Direito na Uerj ou na PUC e se diz especialmente apreensiva com a prova de matemática.

“Todo mundo fala que as questões de exatas são as mais difíceis e sem poder usar lápis para fazer as contas fica pior ainda”, afirma. Mayumi acha que o erro do Inep na prova do primeiro dia a deixou bastante confusa na hora de marcar suas respostas. “Eu tive que perguntar para a fiscal várias vezes onde era o lugar certo de marcar para conseguir entender, acho que o erro atrapalhou mesmo”, avalia a vestibulanda.

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