Clique e Assine a partir de R$ 20,90/mês

Abolição da escravidão: 4 coisas que não te contaram

Conheça pontos fundamentais para entender como a abolição da escravidão é um processo que tem sequelas até os dias atuais

Por Redação 13 Maio 2021, 18h17

Por Politize

O Politize! separou no vídeo acima 4 itens sobre a abolição da escravidão que talvez não sejam amplamente tratados em sala de aula.

1 – A abolição da escravidão não se resume a Lei Áurea

Antes da assinatura da Lei Áurea pela princesa Isabel em 13 de maio de 1888, houve um longo processo para tornar ilegal a escravidão em território brasileiro. E não foi a primeira lei. Antes, a Lei Feijó (1831) e a Lei Eusébio de Queiróz (1850) proibiram a chegada de novos escravos no Brasil. Depois, a Lei do Ventre Livre (1871) e a Lei do Sexagenário (1885) foram usadas para realizar uma transição gradual até a abolição

2 – O movimento abolicionista envolveu muitas pessoas

Desde 1870 diversos pensadores pensaram uma sociedade pós abolição. As revoltas, fugas e quilombos foram determinantes

3 – A abolição ocorreu sem salvaguardas

O império não incluiu os ex-escravos na sociedade brasileira. Por isso, não houve o acesso à moradia, saúde e emprego.

4 – A escravidão deixou uma dívida histórica

Gerações de cidadãos negros sofrem até hoje o impacto da falta acesso. A política de cotas busca diminuir essa desigualdade.

Para saber mais detalhes, dá play no vídeo e não esqueça de comentar nas redes sociais do Guia do Estudante

Continua após a publicidade
Publicidade