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?Se a banda não tivesse dado certo, eu estaria na frente de um computador, trabalhando?, diz Dave, do Cine

Músico fala ao GUIA sobre os tempos de escola e de como se envolveu com a música

Por Redação do Guia do Estudante
Atualizado em 16 Maio 2017, 13h47 - Publicado em 16 jun 2010, 18h56

 

por Guilherme Dearo

 

 

 

Como a maioria das bandas de rock, a “carreira” começa nos tempos de colégio, como um sonho comum entre amigos. Entre aulas e provas, ensaios e muita música. Com a banda Cine não foi diferente.

Dan (23), guitarrista, e DH (23), vocalista, estudavam juntos em um colégio de Caieras (região metropolitana de São Paulo). Por meio de um amigo, conheceram Dave (26), baterista. Foi o começo do Cine.

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“Sempre gostei de música e queria ter uma banda. Mas essa vontade não veio exatamente do colégio, pois eu tinha amigos mais velhos no prédio em que morava e estava sempre vendo quando eles tocavam. Até que ganhei meu primeiro violão e, conforme fui soltando as notas, fui chamado pra tocar com eles”, conta Dave.

Dave estudou em vários colégios durante a vida, públicos e particulares. “Sempre foram colégios legais, bem organizados”. As matérias de que mais gostava? Biologia e química. Mas o baterista faz questão de endossar não era da turma dos nerds. “Sempre fui da turma do fundão, mas me dava bem melhor do que os outros que se diziam nerds! Haha”, revela.

O Cine, que também conta com Dash (23), tecladista, e Bruno (21), baixista, tem apenas três anos de estrada. Mas o sucesso não demorou a chegar: a sua página no MySpace Brasil foi a mais acessada em 2009, com 2,7 milhões de visualizações. Também no ano passado eles ganharam o prêmio do VMB da MTV Brasil e do Prêmio Multishow, ambos na categoria Banda Revelação.

Com um CD no currículo (Flashback, também de 2009) e um show gravado em DVD em 2010, a banda emplacou o hit “Garota Radical” na Billboard Brasil, que também entrou na trilha da novela “Bela, a Feia”, da Record.

Estudo e carreira
Dave sempre sonhou em viver da música, mas trabalhou com muitas coisas que não tinham a ver. Fez, por exemplo, faculdade de Banco de Dados e chegou a trabalhar como analista de sistemas. “Acredito que se hoje a banda Cine não estivesse dado certo, eu estaria sentado na frente de um PC, passando dias e noites programando”.

Os bons resultados da carreira artística ajudaram a construir uma alternativa à formação superior. “Fiz Banco de Dados, mas não concluí. O Dan fez três cursos diferentes, mas não concluiu nenhum. O Bruno começou Administração, mas também não concluiu. O DH cursou Design, também sem conclusão. Os planos de todos é seguir na carreira musical”, conta.

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E os pais? O que acharam da ideia de montar uma banda e seguir a carreira musical? “Meus pais desde o início achavam uma loucura eu ter que trabalhar, fazer faculdade e ainda ter uma banda. Eles ficavam loucos com isso. Até que um dia, enfim, pude largar o trabalho e a faculdade e seguir essa carreira.”

 

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