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5 dados que expõem o desafio da população LGBTQIA+ no mercado de trabalho

Os dados revelam a exclusão destas pessoas no mercado de trabalho e a dificuldade de falar abertamente sobre a própria sexualidade

Por Redação 6 jul 2022, 19h03

Este texto foi originalmente publicado no portal Na Prática, da Fundação Estudar, parceira do GUIA DO ESTUDANTE.

Em muitas ocasiões, brasileiros e brasileiras discutem caminhos e soluções para tornar a vida de pessoas LGBTQIA+ mais segura e livre. Como forma de ilustrar os desafios que se impõem para essas pessoas, o Na Prática traz cinco dados sobre a população LGBTQIA+ no mercado de trabalho brasileiro.

A luta da população LGBTQIA+ em números

54%

Pesquisa realizada pela organização Mais Diversidade, divulgada pela CNN, mostra que a maioria da população LGBTQIA+ não se sente segura para falar sobre sua orientação sexual no trabalho. Ao todo 54% dos entrevistados disseram que o tema da identidade de gênero e da sexualidade são distantes.

33%

Em outra análise, dessa vez do Center For Talento Innovation, via Catho, mostra um padrão que parte das organizações. Segundo os dados do levantamento, 33% das empresas no Brasil não contratariam pessoas LGBTQIA+ para cargos de chefia/liderança.

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69ª

De acordo com um ranking divulgado pela revista Spartacus, veiculada pelo jornal popular Amarelinho, o Brasil está piorando na forma como protege pessoas LGBT+s. Na comparação com 197 países, nosso país caiu da 58ª para a 69ª posição.

14%

Em uma perspectiva global, pesquisa da consultoria Accenture publicada pelo Observatório G evidencia que apenas 14% dos funcionários em todo o planeta sentem-se completamente apoiados em discussões relacionadas a desafios da população LGBTQIA+. Nessa análise, foram considerados desafios, melhorias das condições de desigualdade e receptividade a pessoas LGBTQIA+.

4%

Por fim, considerando a população transgênero, um dado da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra): segundo a organização, apenas 4% das pessoas transexuais possuem emprego formal, só 6% possuem emprego informal e cerca de 90% trabalham com prostituição.

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