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Devo pensar no dinheiro ou na felicidade ao escolher a profissão?

Orientador profissional esclarece

Por Redação do Guia do Estudante Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
13 jul 2016, 19h49 • Atualizado em 21 jun 2017, 17h43
  • Meu sonho é fazer algo que me realize, mas meus pais batem na tecla de que devo fazer algo que me dê um bom dinheiro e uma independência financeira. E agora, o que eu faço?
    Enviado por Isabela

    Por Maíra Habimorad*

    Devo pensar no dinheiro ou na felicidade ao escolher a profissão?

    Cara Isabela, amadurecer e virar adulta envolvem adquirir independência financeira. É impossível considerar-se adulta se depende financeiramente de seus pais. Mas fazer algo que dê um bom dinheiro, ou que enriqueça, é diferente de ter independência. É fundamental entender a diferença.

    Além disso, o mais importante é escolher algo que goste de fazer e tenha as habilidades necessárias para fazer bem. Assim, com mais ou menos tempo a independência financeira virá, mas não necessariamente ganhará muito dinheiro.

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    Enriquecer depende de muitos outros fatores. Claro que existem profissões e mercados em que a remuneração são mais altas, mas se não gostar do que faz ou não tiver as habilidades para atuar nesses mercados, de nada vai adiantar.

    O que quero dizer é que, na ordem de prioridade, não devemos escolher uma profissão pelo dinheiro. Isto deve ser parte da nossa decisão. No entanto, escolher uma profissão que te permita ser independente é fundamental.

    Há vários exemplos de pessoas bem-sucedidas que, depois de algum tempo priorizando a questão financeira, optaram por fazer uma mudança de carreira para estarem mais alinhadas com suas crenças e interesses. Eu, por exemplo já mudei de trabalho para ganhar menos, bem menos. Mas fiz isso porque realmente queria iniciar uma nova jornada de aprendizado. Sabe o que aconteceu? Algum tempo depois minha remuneração ficou maior do que era antes da mudança. Por que isso aconteceu? Porque eu descobri o que eu fazia bem e amava fazer e a remuneração foi consequência. Todos devemos fazer esta reflexão: o que faço bem e gosto de fazer? Essa resposta certamente levará a atuarmos no nosso melhor e o reconhecimento financeiro virá.

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    *Maíra Habimorad é presidente da Cia de Talentos. Estudou Relações Internacionais e Economia na FAAP e é coach certificada pela Associação Brasileira de Coaching. Tem mais de 15 anos de experiência em recrutamento, seleção e gestão de programas de desenvolvimento de trainees, estagiários e gestores.

    Devo pensar no dinheiro ou na felicidade ao escolher a profissão?O Guia do Estudante acaba de começar uma parceria com a Cia de Talentos, que, por meio da plataforma de carreira Biruta, oferece orientação vocacional a jovens. A presidente da companhia, Maíra Habimorad, passará a responder as dúvidas dos leitores do GE toda semana.

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    Mundo do Trabalho
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